Petrobras melhora perspectiva de rating global pela S&P

A agência de classificação de risco S&P Global Ratings elevou, na data de (12/12), a perspectiva de nota de crédito global da Petrobras de estável para positiva, e manteve o nível de risco (rating) da dívida corporativa em “BB-“.

A agência revisou a perspectiva de nota de crédito global do Brasil para positivo, sinalizando o potencial aumento da classificação nos próximos dois anos, caso o progresso na ampla agenda fiscal e de crescimento permita uma redução mais rápida do déficit fiscal e uma estabilização da dinâmica de endividamento do país.

Como resultado, hoje, a S&P alterou de estável para positiva a perspectiva dos ratings de todas as entidades corporativas e de infraestrutura cujos níveis de risco são direta ou indiretamente limitados pelo rating soberano, incluindo companhias controladas pelo governo, como a Petrobras.

Fonte: Agência Petrobras

Firjan debate mudanças na cláusula de PD&I da ANP

Alfredo Renault, superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ANP participou de encontro com empresários de petróleo e gás

O Conselho Empresarial de Petróleo e Gás (P&G) da Firjan promoveu um encontro entre os empresários do mercado, em 6/12, e recebeu Alfredo Renault, superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A reunião tratou das mudanças no Regulamento da Cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da ANP. O objetivo foi esclarecer como deve ser feito o investimento em inovação, para que não haja erros que possam impedir o cumprimento da norma.

“É preciso abrir a mente para o processo de inovação, estar atento à questão internacional, pois os projetos demandam uma visão mais global. O Brasil precisa dar um salto na efetividade da sua inovação. Temos que construir cada vez mais oportunidades para agregação de valor por meio desses recursos”, explicou Renault. A Cláusula de PD&I determina o investimento de 1% da receita bruta da produção dos campos, nos contratos que pagam participação especial e nos de partilha de produção.

Presidente do Conselho, Philippe Blanchard considerou importante a parceria para debater temas comuns ao mercado e tentar encontrar soluções com diversos tipos de envolvidos. “É muito interessante juntar operadores, fornecedores e pessoas do exterior para ter a percepção do nosso trabalho e podermos avançar para resolver problemas. E o Conselho da Firjan oferece essa oportunidade”, ressaltou ele, que é presidente da Total Brasil.

Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), ressaltou que a reunião fez parte do trabalho de diálogo do Núcleo de Tecnologia do Conselho com a ANP. “É uma troca que consiste em uma conversa aberta e franca, para que a nova regulamentação seja divulgada, esteja alinhada com as necessidades da indústria e que abra novos caminhos de empenho dos recursos”, salientou.

A iniciativa de levar Alfredo Renault ao debate foi elogiada por Ana Paula Lougon, diretora de tecnologia da Schlumberger. “As mudanças foram significativas e fico muito grata à federação por abordar e compartilhar a experiência desse cenário do Brasil que estamos vivendo”, afirmou.

 

Fonte: Firjan

Excelência em gestão ambiental: Ciser ganha o 21º Prêmio Fritz Müller

A Ciser, maior fabricante de elementos de fixação da América Latina, ganha reconhecimento público por mais uma iniciativa voltada às melhores práticas de gestão ambiental. A empresa foi vencedora da 21ª edição do Prêmio Fritz Müller, na categoria “gestão ambiental”, com o projeto “Reaproveitamento de óleo de têmpera”. O Fritz Müller é destinado a projetos e iniciativas que vão além da legislação ambiental e que resultam em benefícios para a preservação do meio ambiente. Em 2018, a Ciser foi contemplada pelo mesmo prêmio com o projeto “Refugo Zero: Fixando Sustentabilidade”. É a quarta premiação relacionada à ecoeficiência que a empresa recebe em apenas dois anos.

O projeto “Reaproveitamento de óleo de têmpera” objetiva recuperar internamente o óleo de têmpera utilizado no tratamento térmico – óleo que anteriormente era enviado para rerrefino. O óleo recuperado internamente possui características idênticas às de um óleo novo. Desde o início do projeto, foram recuperados mais de 21 mil litros de óleo mineral, o suficiente para abastecer cerca de 1.300 carros populares saindo de fábrica. Além disso, com a reutilização, são eliminados os riscos de transporte desse material, classificado como um resíduo perigoso.

O projeto premiado também receberá um certificado do Instituto do Meio Ambiente (IMA/SC) de Gestão Ambiental. A solenidade de entrega aconteceu no dia 10 de dezembro, na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC). Neste ano, a Ciser também foi reconhecida, com o mesmo projeto, no 26º Prêmio Expressão de Ecologia. Na edição passada, o projeto contemplado na categoria do prêmio, realizado também pela Ciser, foi o “Gestão de resíduos sólidos”.

Projetos voltados à sustentabilidade da produção industrial estão alinhados com o valor da Ciser em praticar responsabilidade socioambiental, e contribuem para reduzir cada vez mais os impactos ambientais do processo produtivo, tornando a empresa mais ecoeficiente.

Fonte: Redação

Petrobras informa a intenção do BNDES de avaliar a venda de suas ações ordinárias

A Petrobras informa que recebeu correspondência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (“BNDES”) em que comunica a sua intenção de avaliar a venda de até a totalidade de ações ordinárias de emissão da Petrobras e de sua titularidade, por meio de uma oferta pública de distribuição secundária de ações, com esforços amplos de distribuição no Brasil e com esforços de distribuição no exterior, de acordo com isenções de registro aplicáveis (“Transação”).

O BNDES aprovou o início de processo seletivo de contratação de assessores para a Transação. Além disso, iniciou estudos para detalhar seus termos e condições, incluindo a quantidade de ações de emissão da companhia objeto da Transação e o seu cronograma, os quais serão oportunamente definidos e comunicados à Petrobras.

Dessa forma, o BNDES solicita a cooperação da companhia e de seus executivos, com vistas à implementação da Transação, incluindo a disponibilização das informações e documentos necessários à consecução da Transação, nos termos do artigo 47 da Instrução no 400/2003 da Comissão de Valores Mobiliários.

Em 30 de novembro de 2019, o BNDES detinha 734.202.699 ações ordinárias da Petrobras, representando cerca de 10% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.

A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta.

 

Fonte: Agência Petrobras