PPSA comercializa gás da União do Campo de Sudoeste de Tartaruga Verde

A Pré-Sal Petróleo (PPSA), responsável por representar a União nos contratos de partilha de produção, fechou com a Petrobras acordo para a comercialização da produção de gás da União do Campo de Sudoeste de Tartaruga Verde, informou a estatal em nota.

O contrato terá prazo de vigência de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2020 e prevê que a União será remunerada mensalmente pelo volume de gás entregue no período. O Campo de Sudoeste de Tartaruga Verde é 100% detido pela Petrobras.

A PPSA destacou que este é o terceiro contrato assinado para compra e venda de gás natural entre a Pré-Sal Petróleo e a Petrobras.

Em junho de 2018, foram celebrados contratos referentes aos Campos de Lula e Entorno de Sapinhoá. Esses contratos foram renovados em dezembro de 2018 e estarão vigentes até dezembro de 2020.

Em separado, a PPSA informou que realizou entre os dias 20 e 22 de dezembro o carregamento da primeira parcela do petróleo da União do bloco do Entorno de Sapinhoá, situado na Bacia de Santos e operado pela Petrobras com os sócios Shell e Repsol Sinopec, totalizando 630 mil barris.

No caso do petróleo, a carga foi comercializada pela Pré-Sal Petróleo em leilão realizado na B3, em agosto de 2018.

Fonte: Agência Reuters

Equinor planeja reduzir emissões na Noruega em 40% nesta década

A norueguesa Equinor planeja reduzir as emissões de gases de efeito estufa de suas operações domésticas em 40% nesta década e atingir nível próximo ao zero até 2050, potencialmente permitindo que o país continue a produzir petróleo mesmo enquanto trabalha para atender às obrigações climáticas internacionais.

O presidente-executivo da Equinor, Eldar Saetre, disse à Reuters que o plano também pode dar à estatal uma vantagem competitiva, já que a indústria enfrenta crescentes custos relacionados às emissões que contribuem com o aquecimento global.

A Noruega é a maior exportadora de óleo e gás da Europa Ocidental, tendo utilizado recursos provenientes dessas vendas para construir o maior fundo soberano do mundo, de mais de 1 trilhão de dólares.

A Equinor e seus parceiros pretendem investir cerca de 50 bilhões de coroas (5,7 bilhões de dólares) até 2030 para reduzir as emissões de gás carbônico para uma taxa anual de cerca de 8 milhões de toneladas em instalações tanto marítimas quanto terrestres na Noruega, disse a companhia. Em 2018, as emissões foram de 13 milhões de toneladas.

As metas da Equinor abrangem apenas as emissões relacionadas às suas operações, sem contar as geradas pelos produtos que comercializa, o que estimulou críticas de alguns grupos ambientais.

Biraj Borkhataria, analista da RBC Capital Markets, disse que as emissões de CO2 da Equinor por barril de óleo equivalente já são baixas —de 9 kg, ante uma média de 18 kg no setor— e que faz sentido que a companhia não inclua as emissões de seus produtos, considerando suas operações reduzidas em varejo e distribuição.

A Equinor disse que os cortes iniciais ocorrerão especialmente por meio da substituição da eletricidade de suas turbinas a gás em grandes instalações por energias renováveis, incluindo turbinas eólicas no mar e energia hidrelétrica via cabos submarinos.

“Estamos convencidos de que (cortar) as emissões de CO2 do processo de produção será um fator competitivo, principalmente no futuro… Haverá regulamentação dessas emissões e também impostos associados a ela… Trata-se principalmente de evitar custos e criar uma situação competitiva”, disse Saetre.

Fonte: Agência Reuters

Shell deve ter duas saídas para o gás natural na Bacia de Santos

A Shell estuda duas saídas para o gás natural. A primeira é a injeção. A segunda é o escoamento por um novo trecho de gasoduto com infraestrutura offshore já instalada, a qual seria a plataforma PMXL-1, no campo de Mexilhão, ou o sistema de produção do campo de Uruguá, ambos na Bacia de Santos.

Fonte: EP BR

Comunicado sobre oferta pública de ações do BNDES

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 13 de dezembro de 2019, informa que recebeu nova correspondência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em que comunica ter convidado o Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A., o Bank of America Merrill Lynch Banco Múltiplo S.A., o Banco Bradesco BBI S.A., o BB-Banco de Investimento S.A., o Citigroup Global Markets Brasil, Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A., o Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo S.A., o Banco Morgan Stanley S.A. e a XP Investimentos Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A. para atuarem como instituições intermediárias na potencial venda de até a totalidade das ações ordinárias de emissão da Petrobras de sua titularidade (Ações), por meio de uma oferta pública de distribuição secundária de ações, com esforços amplos de distribuição no Brasil e no exterior, de acordo com a legislação aplicável (Transação).

Adicionalmente, como etapa preparatória para a Transação, a Petrobras informa que arquivou junto à Securities and Exchange Commission (SEC) o formulário F-3 referente à totalidade das Ações, documento necessário para que o BNDES possa realizar uma oferta registrada nos Estados Unidos. Esse formulário ainda será analisado pela SEC, estando sua efetividade condicionada à aprovação por tal órgão, não representando, neste momento, o registro de uma oferta de ações nos Estados Unidos, no Brasil ou em outra jurisdição.

A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio da oferta.

Fonte: Agência Petrobras

Petróleo Brent toca US$70 o barril em meio a troca de ameaças entre Trump e Irã

Os contratos futuros do petróleo subiam mais de 1% na segunda-feira, com o Brent chegando a tocar 70 dólares o barril, em meio a uma escalada retórica entre Estados Unidos, Irã e Iraque que agravava tensões no Oriente Médio após um ataque aéreo dos EUA que matou um importante general iraniano.

O petróleo Brent subia 1,09 dólar, ou 1,59%, a 69,69 dólares por barril, às 8:47 (horário de Brasília).

Mais cedo, o Brent chegou a tocar uma máxima de 70,74 o barril. O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,81 dólar, ou 1,28%, a 63,86 dólares por barril.

Os ganhos somaram-se à alta de mais de 3% na sexta-feira, depois que um ataque aéreo dos EUA no Iraque matou o general iraniano Qassem Soleimani, aumentando as preocupações sobre uma escalada nos conflitos no Oriente Médio e o possível impacto das tensões sobre o fornecimento de petróleo.

A região é responsável por quase metade da produção mundial de petróleo, enquanto um quinto dos embarques mundiais da commodity passa pelo Estreito de Ormuz.

No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor sanções ao Iraque, o segundo maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), caso as tropas dos EUA sejam forçadas a se retirar do país.

O governo do Iraque pediu anteriormente aos EUA e outras tropas estrangeiras que deixassem o país.

Trump também disse que os Estados Unidos vão retaliar o Irã caso Teerã contra-ataque em resposta à morte de Soleimani.

“A situação traz muita incerteza e exige uma leitura geopolítica das reações. Embora o fechamento do Estreito de Ormuz siga um evento bastante improvável, a deterioração (da situação) no Iraque representa riscos à oferta”, disse o chefe da área econômica do banco suíço Julius Baer, Norbert Rucker.

Fonte: Agência Reuters

Braskem diz que juiz federal de Alagoas homologou acordo para compensar vítimas no Estado

A Braskem divulgou que o juiz federal da 3ª Vara do Estado de Alagoas homologou o termo de acordo da petroquímica com autoridades federais e estaduais daquele Estado para reparação de prejuízos a milhares de vítimas de fenômeno de afundamento e rachaduras de solo que atinge a capital Maceió há meses.

Em comunicado ao mercado, a empresa disse que a homologação ocorreu em 3 de janeiro, mesma data no anúncio sobre o acordo.

O acordo de 2,7 bilhões de reais, envolvendo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público de Alagoas (MPE Alagoas) e a Defensoria Pública da União (DPU) e de Alagoas (DPE Alagoas), prevê criação de programa de apoio à desocupação de áreas em quatro bairros da capital alagoana que envolverá cerca de 17 mil moradores, segundo estimativas preliminares da Braskem.

Fonte: Agência Reuters