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De olho no potencial de crescimento da indústria de petróleo do Brasil com o pré-sal, a gigante japonesa Modec buscará conquistar pelo menos um ou dois grandes contratos de afretamento de plataformas por ano no país, onde aposta no desenvolvimento tecnológico para se destacar frente a rivais internacionais.
Em entrevista à Reuters, o diretor digital e vice-presidente de operações do grupo Modec na América Latina e Gana, Soichi Ide, destacou que a concessão de importantes ativos para gigantes petroleiras nos últimos anos classificou o Brasil como o melhor local do mundo para a empresa crescer.
Nas projeções da fornecedora e operadora de plataformas, a Petrobras e outras petroleiras multinacionais deverão demandar de 20 a 30 plataformas nos próximos cinco anos.
“Nós estamos muito focados em Brasil”, disse Ide, com entusiasmo, em seu escritório no Rio de Janeiro.
“Eu conheço outros mercados no Mar do Norte, África, Ásia… Não há outros locais como o Brasil, onde nós podemos realmente continuar produzindo novos projetos nessa base, quatro ou cinco projetos todo ano. Isso não está acontecendo em nenhum mercado no mundo, apenas no Brasil.”
Como parte do plano de crescimento, a empresa prevê contratar 800 funcionários no Brasil em 2020, elevando em 35% o quadro de 2,3 mil empregados locais. Segundo o executivo, cerca de 90% dos funcionários da japonesa no país são brasileiros.
Ele afirmou que a empresa observa todas as oportunidades de novos contratos, mas acredita que poderá ser mais eficiente nos mais longos e de maior porte. E, com a abertura do mercado, a Modec está pronta para agregar conhecimento junto aos novos operadores no país, acrescentou.
No ano passado, a Modec inaugurou nova base de operações em Macaé (RJ) como resposta ao aumento da demanda operacional de suas embarcações na Bacia de Campos e às projeções de expansão do negócio para os próximos anos.
Presente no Brasil desde 2003, a Modec já é responsável por 35% da produção do pré-sal brasileiro, com 11 plataformas de petróleo operacionais no país e outras quatro em construção.
Diante dos negócios já em curso e da perspectiva de crescimento, Ide afirmou que a Modec decidiu investir em tecnologia para ampliar os resultados e contribuir com o desenvolvimento regional.
Como fruto desse empenho, a Modec viu a inclusão de uma de suas plataformas em uma seleta lista do Fórum Econômico Mundial, a chamada “Global Lighthouse Network”, com instalações que têm conseguido obter os melhores resultados globais na implantação de novas tecnologias.
A plataforma incluída foi a FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, que produz no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, operado pela Petrobras.
É a primeira vez que uma instalação industrial localizada na América Latina é incluída na “rede de faróis”— o reconhecimento também é inédito entre unidades offshore e contempla pela primeira vez uma unidade operada por uma empresa japonesa.
“Considerando que o Brasil está crescendo, nós temos que ser eficientes, produtivos. O Brasil tem muito potencial e nós queremos destravar isso”, afirmou Ide, frisando que o país já é muito desenvolvido no setor de óleo e gás.
Ide destacou ainda que o desenvolvimento tecnológico reconhecido pelo Fórum Econômico foi todo realizado pela empresa no Brasil.
Dentre as iniciativas da Modec em tecnologia, Ide destacou processos de digitalização e ferramentas digitais, que segundo ele permitiram uma redução de 65% no tempo de inatividade na plataforma que opera em Tartaruga Verde.
“Temos uma grande quantidade de dados de nossas operações no Brasil e, com a ajuda de ferramentas digitais, podemos antecipar problemas e garantir a operação segura e estável de nossa frota”, explicou ele, destacando que cada plataforma conta com mais de 10 mil sensores instalados.
A meta da Modec, acrescentou, é ser uma referência no processo de transformação digital da indústria de petróleo e gás em meio ao processo de transição energética do setor rumo a operações mais sustentáveis.
Fonte: Agência Reuters
Parceria com a Marinha, por meio do Proantar, prevê apoio à pesquisa científica
A Estação Antártica Comandante Ferraz será reinaugurada nesta quarta-feira (15/1), após ser parcialmente destruída por um incêndio há quase sete anos. Apoiada pela Petrobras por meio do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e operada pela Marinha do Brasil, a instalação é destinada a pesquisas científicas nas áreas ambiental, meteorológica, biodiversidade e química.
O diretor de Transformação Digital e Inovação da Petrobras, Nicolás Simone, explica que o acordo permite à companhia participar de pesquisas e ter acesso a informações que possibilitam o aprimoramento dos modelos de previsão meteorológica, de ondas e correntes marinhas utilizados pela Petrobras, diante da sensibilidade da região polar austral às mudanças climáticas globais.
Com a parceria entre Petrobras, por meio do seu Centro de Pesquisas (Cenpes) e a Marinha, são viabilizadas pesquisas, missões de pesquisadores e equipes para a região, compra de equipamentos para os navios e laboratórios, desenvolvimento de combustíveis especiais para o ambiente Antártico, entre outras atividades.
“A parceria com o Proantar existe desde 1987 e durante esse período foi desenvolvido um combustível resistente a temperaturas extremas menores que 40 graus negativos, aprimorado para diminuir o seu impacto ambiental com redução do teor de enxofre e melhora da qualidade de ignição e lubricidade”, ressalta Nicolás.
A estação tem 4,5 mil metros quadrados, 17 laboratórios e pode acomodar até 64 pessoas. A base também conta com um sistema de energia híbrido, voltado para a redução do consumo de diesel e consequente redução de emissões locais de gases de efeito estufa. O sistema complementar ao diesel possui oito geradores de energia eólica e 30 paineis fotovoltaicos.
Além do Proantar, a Petrobras apoia o Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM), que viabiliza a pesquisa científica e a formação de recursos humanos na Amazônia Azul, e engloba o estudo e monitoramento dos recursos naturais, dos fenômenos oceanográficos e climáticos das áreas marítimas, englobando o ambiente offshore onde a Petrobras atua.
Petrobras lança série Limiar
A Petrobras exibirá uma série chamada “Limiar: Fronteiras do Conhecimento”, com minidocumentários que mostram os desafios do dia-a-dia em condições extremas e o limiar do conhecimento humano. O primeiro episódio, entrou no ar na terça-feira (14/1), conta o trabalho dos pesquisadores no continente antártico e a viagem até a Estação Antártica Comandante Ferraz. Os episódios poderão ser assistidos no portal Nossa Energia (www.petrobras.com.br/nossaenergia) e no canal da marca no YouTube.
Fonte: Agência Petrobras
Entre cargos estão geólogo, geofísico, analista contábil, analista de sistemas, advogado, coordenador de logística e comprador; salários chegam a R$50 mil.
O PageGroup, empresa de recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, anuncia a relação de cargos que estarão em alta no Brasil em 2020.
A lista, produzida pelos consultores de carreira da Page Executive, Michael Page, Page Personnel e Page PCD, revela as profissões com maior possibilidade de demanda a partir de análises de mercado e tendências de contratações das empresas. Os cargos contemplam alto escalão, média e alta gerência e níveis técnico e de suporte à gestão.
“Em 2020 a chave deve virar. A leve reação econômica nos mostra que as empresas devem voltar a contratar profissionais que até pouco tempo não estavam no radar delas, como aconteceu com o segmento de Óleo e Gás. Alguns setores, como TI, Finanças e Vendas, continuam com boa demanda executiva” analisa Ricardo Basaglia, diretor geral da Michael Page e Page Personnel. Confira a lista:
1) Cargo: diretor de desenvolvimento sustentável
Setor: Óleo e Gás
2) Cargo: geofísico
3) Cargo: engenheiro de reservatório
4) Cargo: geólogo de exploração
Setor: Financeiro & Tributário
6) Cargo: controller
7) Cargo: líder em planejamento financeiro/ fusões e aquisições
8) Cargo: diretor financeiro/ CFO
9) Cargo: gestor de vendas
10) Cargo: gerente nacional de vendas
Bancário
11) Cargo: gerente de fusões e aquisições
Setor: Recursos Humanos
12) Cargo: especialista em aquisição de talentos
13) Cargo: diretor médico
14) Cargo: gerente de acesso
Setor: TI
15) Cargo: DPO (Data Protection Officer)
16) Cargo: gerente de programa (Automação Robótica de Processos)
17) Cargo: engenheiro de software
Setor: Jurídico
18) Cargo: advogado sênior
Setor: Marketing
19) Cargo: gerente de produtos – Bens de Consumo
20) Cargo: gerente de transformação digital
Setor: Suprimentos
21) Cargo: gerente de compras
Setor: Propriedade & Construção
22) Cargo: gerente/diretor novos negócios
23) Cargo: gerente comercial/vendas
Setor: Engenharia
24) Cargo: gerente/diretor industrial
Setor: Financeiro
25) Cargo: especialista de planejamento financeiro
26) Cargo: analista contábil
27) Cargo: analista de finanças estruturadas
28) Cargo: especialista de controles internos, risco e compliance
Setor: Vendas
29) Cargo: executivo de vendas
30) Cargo: gerente de contas
31) Cargo: engenheiro de vendas
Setor: Bancário
32) Cargo: product owner
Setor: Suprimentos
33) Cargo: especialista de suprimentos
34) Cargo: comprador júnior
Setor: Logística
35) Cargo: coordenador de logística
Setor: Engenharia
36) Cargo: engenheiro de segurança do trabalho
37) Cargo: analista de sistemas
38) Cargo: programador
O Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR) está sob novo controle acionário. A investidora Splenda Offshore, que também controla a operadora BULKPORT no Porto do Forno, em Arraial do Cabo, assumiu a administração do TPAR, antes arrendado pela Technip Brasil. Para o diretor geral do Terminal Portuário, Robson Rangel, a mudança do controle administrativo poderá atrair novos clientes para a operação.
Após um período de negociações, a transferência de ações ocorreu dia 30 de dezembro de 2019, fato este já marcado pelo anúncio do principal projeto que é a expansão do Porto. Com uma área total de 78 mil metros quadrados, o Terminal Portuário está localizado no município de Angra dos Reis, na Baía da Ilha Grande, litoral sul do Estado do Rio de Janeiro e é um importante centro de logística para apoio de projetos e movimentações de carga. Ao ser questionado sobre a nova aquisição, um dos sócios da Splenda Offshore, Paulo Narcélio, declarou que “estamos motivados com a aquisição e com a certeza de prover serviços de alta qualidade como base portuária de apoio para as embarcações do pré-sal.
Com experiência nos setores de óleo e gás e mineração, assim como em outros setores regulados por agências do governo, os executivos da Splenda Offshore pretendem transformar o Terminal Portuário em base para o mercado offshore devido à exploração de petróleo na camada do pré-sal. Localizado estrategicamente em águas abrigadas bem no meio da Bacia de Santos, a expansão do Porto de Angra irá fomentar a capacitação de mão de obra e geração de empregos, além de atrair novos desenvolvimentos para a região. “Estamos confiantes de que o Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR), agora sob gestão da Splenda Offshore, terá uma nova dinâmica. A Splenda tem um projeto de aproveitamento da localização estratégica de Angra para apoio às plataformas de exploração dos novos poços da Bacia de Santos que fará do TPAR uma importante base de apoio offshore, com novas oportunidades de negócios e de trabalho para Angra dos Reis. Desejamos muito sucesso à Splenda nesse empreendimento, que terá todo o apoio da nossa autoridade portuária para o seu êxito.” disse o diretor de Relações com o Mercado e Planejamento da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CRDJ), Jean Paulo Silva.
O Terminal Portuário conta com novo Conselho de Administração formado pelos executivos Paulo Narcélio Amaral, Leandro Cariello e Luiz Menezes. Já a Nova Diretoria é formada por João Paulo Amaral, como Diretor de Novos Negócios, Jefferson Martins, CFO, Fábio Portugal, como Diretor Comercial e Marcos Almeida como Diretor de Operações.
Fonte: Cibele Flores – Splenda Offshore
A fabricante de equipamentos elétricos WEG assinou contratos para fornecer turbinas a um complexo eólico da Aliança Energia, empresa de geração que tem como sócios a mineradora Vale e a elétrica Cemig, informou a companhia em comunicado.
O acordo prevê a entrega de 43 aerogeradores do mais recente modelo lançado pela companhia, com potência unitária de 4,2 megawatts, em um total de 180,6 megawatts, além de serviços de logística, montagem, comissionamento e posterior operação e manutenção.
Os contratos, que envolvem quatro parques eólicos, preveem faturamento de aproximadamente 590 milhões de reais, afirmou a WEG no comunicado.
As entregas dos equipamentos devem começar em 2021 e se estender até 2022, acrescentou a companhia.
Fonte: Agência Reuters
A Petrobras aprovou a hibernação da fábrica de fertilizantes de sua subsidiária Araucária Nitrogenados (ANSA) no Paraná, o que segundo a companhia resultará na demissão de 396 empregados da unidade.
A decisão vem após esforços da empresa para vender o ativo, que vem apresentando recorrentes prejuízos desde que foi adquirido, em 2013, disse a estatal em comunicado.
A unidade gerou perdas de cerca de 250 milhões de reais entre janeiro e setembro de 2019, enquanto previsões para 2020 indicavam que o resultado negativo poderia superar 400 milhões de reais, afirmou a Petrobras.
“No contexto atual de mercado, a matéria-prima utilizada na fábrica (resíduo asfáltico) está mais cara do que seus produtos finais (amônia e ureia)”, disse a empresa.
A Petrobras iniciou processo de desinvestimento da unidade há mais de dois anos, mas negociações com a companhia russa Acron Group foram encerradas sem a efetivação da venda, conforme divulgado ao mercado em novembro passado.
“A fábrica permanecerá hibernada em condições que garantam total segurança operacional e ambiental, além da integridade dos equipamentos”, disse a companhia.
A decisão de hibernar a fábrica, ressaltou a Petrobras, está alinhada com o posicionamento estratégico de sair integralmente do negócio de fertilizantes.
A companhia tem atualmente seu foco voltado completamente para a exploração e produção de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas, em busca de maior retorno financeiro e melhora na alocação de capital.
Fonte: Agência Reuters