Petrobras deve manter protagonismo em exploração no curto prazo

A estatal promete oito perfurações no pré-sal em 2020 – em 2019 ela fez perfuração offshore em quatro áreas: Uirapuru e Peroba (pré-sal) e dois poços em BM-SEAL 4 (Sergipe-Alagoas).

Depois de anos retraída devido a sua crise financeira, a Petrobras recompôs seu portfólio nos últimos leilões e se prepara para aumentar as atividades de exploração. Entre 2020 e 2024 a meta é investir a média de US$ 2,3 bilhões ao ano – mais que o triplo da média de aportes dos últimos quatro anos. “Vamos investir quase US$ 12 bilhões em exploração, então temos muitos poços a serem explorados em 2020 e nos próximos anos”, disse em dezembro o diretor de exploração e produção, Carlos Alberto Pereira de Oliveira.

Este ano o governo espera realizar a 17ª Rodada de partilha e o leilão de excedentes da cessão onerosa de Sépia e Atapu, no pré-sal, deve ficar para 2021.

 

Fonte: Valor Econômico

Presidente da Petrobras recebe Troféu de Economista Destaque de Minas Gerais de 2019

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, recebeu na última terça-feira, 21/1, na sede da companhia, o Troféu de Economista Destaque de Minas Gerais de 2019. A premiação é um reconhecimento da classe à gestão realizada por Roberto Castello Branco na Petrobras desde o início de 2019.

A iniciativa é da Associação dos Economistas de Minas Gerais (ASSEMG) e da Revista Mercado Comum, com o apoio do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de Minas Gerais (IBEF-MG).

Foto: o presidente Roberto Castello Branco ao lado de Paulo Eduardo Rocha Brant (vice-governador do estado de Minas Gerais), à direita, e Carlos Alberto Teixeira de Oliveira (presidente da ASSEMG e editor-geral da Mercado Comum – Revista Nacional de Economia e Negócios)

Fonte: Agência Petrobras

Estatal inicia fase não vinculante para venda da BSBios

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 20 de dezembro de 2019, informa o início da fase não vinculante referente à venda da totalidade de ações da BSBios Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil S/A (BSBios) pela sua subsidiária integral Petrobras Biocombustíveis S.A. (PBio).

Os potenciais compradores habilitados para essa fase receberão um memorando descritivo contendo informações mais detalhadas sobre a companhia em questão, além de instruções sobre o processo de desinvestimento, incluindo as orientações para elaboração e envio das propostas não vinculantes.

A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e da PBio e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da Petrobras, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

A PBio detém 50% de participação na BSBios e realizará a venda em conjunto com a sua sócia, a RP Biocombustíveis S.A, que detém os 50% restantes, através de processo competitivo conduzido exclusivamente pela PBio.

Sobre a BSBios

A BSBios é proprietária de duas usinas de biodiesel:

i) Usina de Biodiesel de Passo Fundo, localizada no município de Passo Fundo, no Estado do Rio Grande do Sul, com capacidade de produção de 288 mil m³/ano (com previsão de ampliação para 414 mil m³/ano de biodiesel em 2020), capacidade de esmagamento de 1.152 mil toneladas/ano e capacidade de armazenamento de 120 mil toneladas de grãos, 60 mil toneladas de farelo e 7,5 mil m³ de biodiesel; e

ii) Usina de Biodiesel de Marialva, localizada no município de Marialva, no Estado do Paraná, com capacidade de produção de 414 mil m³/ano e capacidade de armazenamento de 3 mil m³ de óleo vegetal, 1,5 mil m³ de gordura animal e 4,5 mil m³ de biodiesel.

 

Fonte: Agência Petrobras

Orquestra Petrobras Sinfônica promove concerto gratuito para bebês no CCBB São Paulo

Bebeethoven marca o início da turnê 2020, que também terá apresentações com repertório do filme Bohemian Rhapsody e clássicos do Balão Mágico

No próximo dia 31 de janeiro (sexta-feira), às 14h30, a Orquestra Petrobras Sinfônica realiza, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, o Bebeethoven –  um concerto especial para bebês e crianças de até cinco anos. Com duração de 40 minutos, o evento é gratuito e proporciona o contato direto com o universo da música sinfônica, através de um repertório plural e lúdico, inspirado nas obras do compositor alemão Ludwig van Beethoven. Além do repertório musical, os músicos também apresentam os seus instrumentos e interagem com o público.

O Bebeethoven faz parte do início da Turnê 2020 da Orquestra Petrobras Sinfônica, que também estará em São Paulo com os concertos “Bohemian Rhapsody” e “Balão Mágico Sinfônico”. Os projetos integram uma série de iniciativas inovadoras da Petrobras Sinfônica para democratizar a música clássica e renovar o público do gênero.

Outras apresentações

Bohemian Rhapsody acontece no dia 30 de janeiro, às 21h, no Espaço das Américas. A apresentação é uma versão sinfônica da trilha sonora do filme que conta a trajetória de Freddie Mercury e seus companheiros da banda Queen. Com regência de Felipe Prazeres e arranjos assinados por Alexandre Caldi e Itamar Assiere, o concerto contará com um conjunto de 37 músicos.

Já o Balão Mágico Sinfônico será no dia 01 de fevereiro, às 11h, no Teatro Opus. No repertório, os clássicos da Turma do Balão Mágico, banda infantil famosa nos anos 80, como “Superfantástico” e “Amigos do Peito.

Depois de São Paulo, nesta etapa da turnê a Petrobras Sinfônica seguirá para Santos (Teatro Municipal Brás Cubas), Brasília (Centro de Convenções Ulysses Guimarães) e Vitória (Centro Cultural Sesc Glória). Acompanhe a agenda da Orquestra no http://petrobrasinfonica.com.br/

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Criada pelo maestro Armando Prazeres e patrocinada pela Petrobras desde 1987, a orquestra é composta por mais de 80 instrumentistas e tem como diretor artístico e regente titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional. Reconhecida como uma das principais orquestras do Brasil e da América Latina, tem a peculiaridade de ser administrada por seus próprios músicos e de buscar sempre inovar em seus concertos.

A Orquestra conta com a parceria da Petrobras há 33 anos, desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero. Em 47 anos de estrada, a Petrobras Sinfônica já percorreu todas as regiões do país, com apresentações em teatros, estádios e festivais de música, mobilizando um público cada vez maior.

Serviço:
Concerto Bebeethoven – Orquestra Petrobras Sinfônica
Local: Centro Cultural Banco do Brasil   – R. Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico de São Paulo.
Data: 31/01 (sexta)
Horário: 14h30
Gratuito (sujeito à lotação)
Sexta Sem Carro – Na última sexta-feira do mês, parte do Centro Histórico de São Paulo fica fechado para o trânsito de veículos. É recomendado o uso de transporte público ou, caso usem veículo próprio, o CCBB tem estacionamento conveniado com traslado gratuito a partir das 14h –  Rua da Consolação, 228.
Demais apresentações – Confira as informações no site http://petrobrasinfonica.com.br/

Fonte: Agência Petrobras

Eliminar o uso de combustíveis fósseis é uma abordagem equivocada para transição, diz Patrick Pouyanné

‘É preciso haver menos emissões, mas nossa primeira missão é trazer energia para as pessoas do planeta’

O presidente da Total, Patrick Pouyanné, criticou na última quarta-feira (22/01) a proposta de restringir o uso de combustíveis fósseis como uma opção para combater as mudanças climáticas. No Fórum Econômico Mundial de Davos, Pouyanné afirmou que a abordagem contra esses combustíveis é “um debate errado” e que não agrega nada ao “verdadeiro” dilema: como produzir energia com menos emissão de gases do efeito estufa.

“A ideia de que é possível eliminar óleo e gás é uma abordagem errada. Em 2050, ainda teremos algo de óleo e gás no mix de energia”, afirmou.

“É claro que todos queremos ter emissões neutralizadas – o que quer dizer que precisamos desenvolver tecnologias de captura de carbono –, mas acho que esse é uma forma errada de colocar o debate. É preciso haver menos emissões, mas nossa primeira missão é trazer energia para as pessoas do planeta”.

Transição energética demandará US$ 700 trilhões – e tempo
Questionado se as tecnologias de captura de carbono ainda são subestimadas em seu potencial para conter emissões, Pouyanné afirmou que esse recurso será essencial no combate ao aquecimento global, numa perspectiva realistas quanto à dificuldade que representa a transição para uma economia de baixo carbono. Até lá, afirma, as tecnologias de captura de carbono serão necessárias.

“Carvão ainda representa 27% da matriz energética do planeta. Nessa transição, precisaremos de US$ 700 trilhões de dólares. Isso levará tempo”, afirmou. “Precisamos agir mas também precisamos ser pragmáticos”.

Citando o relatório da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) sobre o futuro da indústria de óleo e gás, que foi divulgado em Davos, o presidente da Total frisou que as empresas do setor “são todas parte da solução” para colocar o mundo no caminho da transição energética.

O documento, que afirma que o setor ainda não faz o suficiente para promover a redução de emissões – mesmo crescentes, os investimentos da indústria de óleo e gás em fontes de baixo carbono representam 1% do orçamento das empresas – indica que tecnologias como a implantação de usinas eólicas offshore e captura de carbono podem ser impulsionadas pelo setor, mas precisam de aportes maiores.

“Precisamos estar engajados”, disse, citando o presidente da agência, Fatih Birol, “mas precisamos pensar nisso em termos econômicos e somos uma parte forte da solução. O desafio do clima não é uma questão de antagonizar o mundo das finanças com as companhias internacionais de óleo e gás, mas sim uma incrível oportunidade de criarmos um novo mundo se trabalharmos todos juntos”, frisou Pouyanné.

A Total aplica, anualmente, mais de 10% de seus investimentos em projetos de geração de eletricidade de baixo teor de emissões de carbono. De acordo com o executivo, são mais de US$ 2 bilhões por ano nesses projetos sobre um total de US$ 16 bi a US$ 17 bi de investimento anual total.

O executivo ainda elencou investimentos da Total com foco na transição energética. Ele lembrou que a companhia anunciou nesta semana um investimento de US$ 500 milhões na implantação de uma usina solar com capacidade de geração de 800 MW no Catar.

“Isso representa quase 10% da demanda de energia do país e é um compromisso da minha companhia”. A total também anunciou instalação de até 20 mil pontos de abastecimento de veículos elétricos na Holanda.

Por último, Pouyanné também lembrou que a Total aprovou recentemente seu primeiro projeto focado no plantio de árvores para ajudar a neutralizar emissões. Serão US$ 1 bilhão em dez anos – algo equivalente a US$ 7 por tonelada de carbono neutralizado – no projeto de reflorestamento localizado no Peru e que deve envolver entre um e dois milhões de árvores.

 

Fonte: EP BR