Petrobras revisa métricas de topo

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a revisão da métrica de topo de endividamento constante no Plano Estratégico 2020-2024, substituindo o indicador de dívida líquida/ EBITDA pelo indicador de dívida bruta. A meta aprovada de dívida bruta para 2020 é de US$ 87 bilhões, mesmo patamar de fechamento de 2019, devido à adversidade no cenário global atual, em função dos impactos decorrentes da pandemia do COVID-19 (coronavírus) e do choque de preços do petróleo.

A revisão da métrica considerou a alta volatilidade do indicador dívida líquida/EBITDA, extremamente sensível à volatilidade do Brent, e o foco da administração da companhia na redução de sua dívida total. A indicação da dívida bruta como métrica de topo reduz o impacto da volatilidade do preço do Brent e reflete de forma mais direta o endividamento da empresa e de maneira mais precisa as ações de gestão da companhia como: redução de custos, revisão da carteira de investimentos e ajustes no capital de giro.

Cabe destacar que a companhia continua perseguindo a redução da dívida bruta para US$ 60 bilhões. Este montante está em linha com a nova política de dividendos já anunciada, que prevê aumento da remuneração aos acionistas quando a dívida bruta alcançar esse patamar ou for inferior.

O Conselho também aprovou a atualização do cálculo do EVA® (Economic Value Added) para 2020, de forma a manter o incentivo correto e estimular o direcionamento das metas após a crise do COVID-19, que resultou em um cenário mais desafiador para criação de valor. A atualização também considerou as realizações do ano de 2019. Assim, o indicador de meta de Delta EVA® consolidado foi revisto de US$ 2,6 bilhões para US$ 2,1 bilhões.

A métrica de segurança não foi alterada, permanecendo a meta de taxa de acidentados registráveis por milhão de homens-hora (TAR) abaixo de 1,0, com ambição de zero fatalidade.

A Petrobras reforça seu compromisso com a gestão de seu portfólio e com sua estratégia sustentada pelos cinco pilares: maximização do retorno sobre o capital, redução do custo de capital, busca incessante por custos baixos, meritocracia e respeito às pessoas, meio ambiente e segurança. A crise atual realça a importância destes pilares que devem continuar a ser implementados ainda com mais foco e intensidade.

Agência Petrobras

Lucro da WEG sobe 43% no 1º trimestre

A fabricante de motores e de tintas industriais WEG afirmou na quarta-feira que teve lucro líquido de 440 milhões de reais no primeiro trimestre, um aumento de 43,4% ante mesma etapa de 2019.

Já o resultado operacional da companhia medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou 619,1 milhões de reais entre janeiro e março, aumento de 34,1% ano a ano.

Agência Reuters

Inteligência artificial auxilia médicos no diagnóstico de Covid-19

Petrobras apoia Hospital das Clínicas da USP no desenvolvimento de plataforma inteligente de diagnóstico por imagem

A inteligência artificial será a grande aliada dos médicos para diagnosticar a Covid-19 com mais rapidez e precisão. Essa é a aposta do InovaHC do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) que, em parceria com a Petrobras, Amazon e outras empresas, criou uma plataforma inteligente com algorítimos capazes de identificar marcadores de coroplanavírus em imagens de raio-x e tomografia computadorizada. Treinados com métodos de aprendizado de máquina, o sistema analisa imagens do tórax tiradas de uma série de pessoas e, ao encontrar padrões similares, identifica indícios precisos que ajudam a diagnosticar os pacientes com coronavírus.

O objetivo é aumentar a precisão do diagnóstico e auxiliar os médicos na tomada de decisão sobre o melhor tratamento a ser indicado, ajudando a salvar vidas. O algoritmo foi treinado a partir de uma vasta base de dados com milhares de raios-X e tomografias. Com base nisso, cria padrões de repetição, consegue fazer comparações, além de identificar evidências de comprometimento dos pulmões que sejam característicos da Covid-19.

Médicos de todo o país podem acessar a plataforma pela internet (radvid19.hc.fm.usp.br), bastando cadastrar seu CRM e enviar os exames de seus pacientes. Os radiologistas que utilizarem a ferramenta ainda contarão com o apoio de uma equipe médica, disponível 24 horas, que poderá trocar experiências e auxiliar na avaliação do caso. “Os algoritmos serão cruciais para reduzir as incertezas diante de uma doença tão recente e complexa. Com apoio imediato, essa tecnologia pode ser a diferença entre encaminhar um paciente para uma unidade de terapia intensiva ou não”, diz o diretor executivo do Instituto de Radiologia (InRad) e diretor do InovaHC do Hospital das Clínicas, Marco Bego.

“Investimos nesse projeto pois acreditamos que será fundamental no esforço de combate à pandemia. A iniciativa integra um conjunto de ações que estamos adotando para colaborar com a sociedade nesse momento tão crítico, em parceria com universidades, instituições de pesquisas, organizações sociais e empresas. O objetivo é direcionar recursos e esforços técnicos para ajudar a salvar vidas”, disse a Gerente Executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Olinta Cardoso Costa.

Divisor de águas

O uso de algoritmos é considerado um divisor de águas no diagnóstico por imagem, pois a tecnologia utiliza os pixels dos exames para análise e tem muito mais precisão que o olho humano. Dessa forma, permite identificação eficaz de pacientes com Covid-19, além de auxiliar a rápida intervenção médica. Iniciativas semelhantes vêm sendo aplicadas com sucesso em vários países como a China, Coréia do Sul, EUA e Espanha.

A plataforma digital foi desenvolvida pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), em parceria com a Petrobras (financiadora), o Colégio Brasileiro de Radiologia, além da Amazon (que colaborou com sua “nuvem” ou plataforma de armazenamento) e Divisão de Enterprise Digital Solutions da GE Healthcare (que disponibilizou seu servidor). Participam ainda do projeto a Huaweii, o Hospital Sírio-Libanês, o Grupo Fleury e o Hospital do Coração (HCor).

Agência Petrobras

Petrobras divulga Relatório de Produção e Vendas do 1º Trimestre de 2020

A Petrobras expressa solidariedade às vítimas da pandemia global derivada do vírus COVID-19. Ao mesmo tempo, homenageamos os profissionais de saúde, autênticos heróis nesta verdadeira guerra contra o vírus, na pandemia global mais perigosa desde a gripe espanhola em 1918-20.

Acreditamos na capacidade dos cientistas em desenvolver terapêuticas eficazes e, mais à frente, vacina que imunize a população contra o COVID-19, derrotando-o definitivamente.

Responsabilidade social é uma das prioridades da Petrobras. Temos nos engajado na luta para mitigar os efeitos da pandemia sobre os brasileiros através de doações de testes, material médico, combustível e capacidade de pesquisa. Da mesma forma, nossos empregados estão desenvolvendo iniciativas voluntárias para ajudar comunidades carentes com alimentos e materiais de higiene.

Temos adotado várias medidas para proteger nossos colaboradores, entre elas o trabalho em home office, diminuição dos turnos de trabalho nas operações para reduzir o número de profissionais circulando, rigorosa higienização dos locais de trabalho, distribuição de EPIs, testagem de casos suspeitos, medição de temperatura corporal e testagem rápida no pré-embarque para as plataformas de petróleo, acompanhamento médico e acesso a serviços de telemedicina.

“O petróleo tem sido e será ainda por muito tempo essencial para o funcionamento da economia moderna. Estamos fortemente comprometidos em promover a resiliência da Petrobras ao cenário global extremamente hostil à indústria do petróleo. Apesar dos enormes desafios estamos confiantes que com a dedicação e o talento de nossos colaboradores concretizaremos esse objetivo. As lições aprendidas nesta crise contribuirão para nos transformar numa companhia mais forte e geradora de valor”, afirmou o presidente Roberto Castello Branco.

Destaques em E&P

Os efeitos negativos da recessão global provocada pela crise de saúde pública não chegaram a impactar de forma substancial a performance da produção e vendas no 1T20. A produção média de óleo, LGN e gás natural foi de 2.909 Mboed implicando em produção comercial de 2.606 Mboed e produção de petróleo de 2.320 Mbpd. Tais volumes comparados ao mesmo período de 2019 representam crescimento de 14,6% na produção total, 13,3% na produção comercial e 17,7% na produção de óleo, devido ao ramp-up das plataformas que entraram em produção em 2018 e 2019 (P-74, P-75, P-76 e P-77 no campo de Búzios, P-67 e P-69 no campo de Lula e P-68 nos campos de Berbigão e Sururu). Vale ainda destacar que a plataforma P-77, no campo de Búzios, atingiu em janeiro de 2020 a capacidade de produção de 150 Mbpd em apenas 10,4 meses.

Para lidar com a dramática contração da demanda global de petróleo – estimada em 25-30 MMbpd no 2T20 – e combustíveis decidimos inicialmente reduzir a produção de óleo em abril para 2,07 MMbpd e o fator de utilização de nossas refinarias de 79% para 60% ao mesmo tempo em que reforçamos a capacidade logística de exportação de petróleo cru, diesel e óleo combustível.

Tais medidas têm contribuído para a geração de caixa e o declínio de estoques, permitindo a manutenção de folga razoável na capacidade de estocagem, evitando consequentemente a adoção de medidas custosas como o afretamento de navios para armazenar líquidos.

Com a evolução da demanda por nossos produtos se mostrando melhor do que o esperado, optamos pelo retorno gradual para um patamar de produção média de óleo de 2,26 MMbpd em abril acompanhado de aumento do fator de utilização da capacidade do refino.

O ambiente de incertezas se reflete numa dinâmica bastante fluida dos mercados o que nos exige seu monitoramento contínuo visando à otimização da gestão da capacidade produtiva.

A plataforma P-70, unidade que produzirá no campo de Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos, teve suas atividades de ancoragem concluídas e está em finalização das atividades de interligação. Dessa forma, mantemos a expectativa de iniciar a produção ainda no primeiro semestre deste ano. A unidade tem capacidade de processamento de óleo de 150 Mbpd e de processamento de gás de 6 milhões de m³/dia.

Em 16 de março, o casco do FPSO P-71 chegou ao Espírito Santo para integração aos demais módulos no Estaleiro Jurong Aracruz (EJA), com previsão de conclusão em 2022. A P-71 tem capacidade de processamento de óleo de 150 Mbpd e de processamento de gás de 6 milhões de m³/dia.

No campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, atingimos novos recordes de produção no dia 10 de março, com as marcas de 640 Mbpd e 790 Mboed, produzidos nas quatro plataformas (P-74, P-75, P-76 e P-77) atualmente instaladas no campo.

No 1T20, iniciamos o Teste de Longa Duração na área denominada Farfan, localizada a aproximadamente 70 km da costa do Sergipe, que foi o primeiro a ser realizado em águas ultraprofundas no Nordeste. Os dados adquiridos sobre o comportamento do reservatório em produção e as características do seu petróleo serão analisados e subsidiarão o desenvolvimento do campo, que faz parte do projeto Sergipe Águas Profundas.

Dentro da nossa estratégia de recomposição do portfólio exploratório, identificamos em abril a presença de óleo em poço pioneiro do bloco Uirapuru, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. O bloco foi adquirido na 4ª Rodada de Partilha de Produção, em junho de 2018. A Petrobras é operadora do bloco e detém 30% de participação, em parceria com ExxonMobil (28%), Equinor (28%) e Petrogal (14%).

Identificamos, também, a presença de óleo em poço exploratório do bloco Sudoeste de Tartaruga Verde, localizado na Bacia de Campos. O bloco foi adquirido na 5ª Rodada de Partilha de Produção, em setembro de 2018. A Petrobras é operadora do bloco com 100% de participação.

Destaques em Refino

No segmento de refino, destaque para a carga média processada de destilação de 1.763 Mbpd, representando um fator de utilização de refino de 79% e um aumento de 3% em relação ao 4T19, sem impacto significativo da COVID 19 na performance deste trimestre. Apesar do resultado positivo no 1T20, as restrições para a movimentação de pessoas e para o funcionamento de segmentos da economia a partir do final do trimestre tiveram como consequência uma queda abrupta na demanda interna por derivados de petróleo, com exceção do GLP. Foram feitas otimizações nas nossas plantas de forma adequar a produção de derivados ao novo perfil de demanda, buscando alcançar a máxima rentabilidade do parque de refino.

A produção média total de derivados no 1T20 foi de 1.836 Mbpd, superando em 2,4% a produção do 4T19. As produções de bunker e de correntes de óleo combustível de baixo teor de enxofre seguiram em destaque, mantendo a sua valorização no mercado internacional, em função das especificações da IMO 2020. Iniciamos o ano de 2020 atendendo plenamente o mercado, com a qualidade requerida, capturando constantemente as oportunidades de exportação, em especial para o mercado asiático. A produção de óleo combustível, principalmente das correntes de bunker e óleo combustível de baixo teor de enxofre, atingiu a média de 295 Mbpd, um expressivo aumento de 18,5% em relação à produção do 4T19.

Em fevereiro, batemos o recorde de exportação de óleo combustível, alcançando a marca de 238 Mbpd. A exportação de petróleo aumentou 25% em relação ao 4T19, atingindo também novo nível recorde de 896 Mbpd. Conforme mencionado anteriormente, a partir de abril, com a queda da demanda no mercado interno, temos direcionado nossos esforços para exportação de nosso petróleo e derivados e, para tanto, estamos conduzindo uma série de ações logísticas que possibilitem a expansão da nossa capacidade de exportação. Embora haja queda na demanda global, o diferencial competitivo dos nossos produtos, a retomada gradual da China, forte parceiro comercial, e a constante busca por novos mercados para nossos produtos, trazem a expectativa de que continuaremos tendo uma boa performance em nossas exportações.

No segmento de Gás e Energia ressaltamos a redução de aproximadamente 33,9% na geração de energia elétrica em relação ao 4T19 como decorrência da melhora sazonal das condições hidrológicas. O volume de vendas de gás natural foi 10% inferior ao 4T19, com queda de demanda nos segmentos termelétrico e não-termelétrico. Em março, o volume não-termelétrico se reduziu em 9,6% em relação a fevereiro, já refletindo os efeitos da pandemia do COVID-19.

Agência Petrobras

Rússia vê sinais de recuperação na demanda por combustível na Europa, diz ministro

O ministro de Energia da Rússia, Alexander Novak, disse que o país tem visto sinais preliminares de uma recuperação na demanda por combustíveis no mercado europeu.

Ao falar durante uma reunião via internet liderada pelo presidente Vladimir Putin, o ministro acrescentou que a produção de petróleo da Rússia deve cair em 10% neste ano.

Já o presidente russo afirmou que o país deve continuar a cooperar com seus parceiros para equilibrar os mercados globais de petróleo.

Agência Reuters

Preços de petróleo avançam após crescimento abaixo do esperado em estoques dos EUA

Os preços do petróleo avançavam na quarta-feira, após os estoques nos Estados Unidos terem registrado crescimento abaixo do esperado e com uma queda nos estoques de gasolina, sendo apoiados também por esperanças de melhoria na demanda à medida que alguns países europeus e cidades dos EUA se preparam para aliviar medidas de isolamento adotadas contra o coronavírus.

O petróleo Brent subia 0,98 dólar, ou 4,79%, a 21,44 dólares por barril, às 8:46 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 2,02 dólares, ou 16,37%, a 14,36 dólares por barril.

Nos primeiros dois dias da semana o petróleo nos EUA havia acumulado perdas de 27%.

Os estoques de petróleo nos EUA tiveram alta de 10 milhões de barris, para 510 milhões de barris na semana encerrada em 24 de abril, mostraram dados do Instituto Americano de Petróleo na terça-feira, abaixo das expectativas de analistas, de 10,6 milhões.

Os estoques de gasolina caíram em 1,1 milhão de barris, ante projeção de analistas de alta de 2,5 milhões de barris.

“Os preços do WTI conseguiram recuperar um pouco do terreno perdido em parte graças aos dados de estoques nos EUA melhores que o esperado— ou, mais precisamente, não tão ruins como se temia”, disse a JBC Energy.

“Tirando a alta em Cushing, que não chegou a ser exagerada, os dados de estoques também apontaram a primeira redução para gasolina em diversas semanas; um sinal que observadores otimistas do mercado tendem a gostar.”

O mercado voltará a analisar os estoques dos EUA na quarta-feira, com a divulgação de números da Administração de Informação de Energia (AIE) dos Estados Unidos.

Agência Reuters

Vale prevê retomar operações de processamento a seco em Timbopeba na próxima semana

A Vale prevê retomar as operações de processamento a seco na mina de Timbopeba, parte do Complexo Mariana, na próxima semana, com produção mensal de aproximadamente 330 mil toneladas de finos de minério de ferro, informaram executivos da companhia.

As operações de Timbopeba foram suspensas desde março de 2019, juntamente com diversas outras, em meio a uma revisão da segurança das operações da companhia após o rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho (MG), em janeiro do ano passado.

“Esperamos retomar as atividades de Timbopeba já na próxima semana. Essa é mais uma importante ação… para retomar e estabilizar nossa produção de minério de ferro no sistema Sul e Sudeste”, disse o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante teleconferência com analistas e investidores.

A produção foi autorizada por auditoria externa contratada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais, conforme acordo entre a Vale e os Promotores na Ação Civil Pública de Timbopeba, informou a empresa em seguida, em comunicado ao mercado.

“Testes de gatilho de vibração foram concluídos em janeiro de 2020 e foi certificada a ausência de impacto nas estruturas geotécnicas do site, que permitiu o reinicio das operações de processamento a seco com produção mensal de aproximadamente 330 mil toneladas de finos de minério de ferro”, disse a empresa.

As atividades de processamento a úmido na mina de Timbopeba, por sua vez, devem ser retomadas no quarto trimestre, permitindo à operação atingir sua capacidade total de produção de cerca de 1 milhão de toneladas por mês.

A retomada é prevista após a conclusão da construção de um duto para a disposição de rejeitos na cava de Timbopeba e depende de autorização externa.

“Alternativas para antecipar a retomada das atividades de processamento a úmido estão em avaliação”, acrescentou a Vale.

A retomada do processamento a seco e o retorno esperado do processamento a úmido no quarto trimestre já estão incluídos na previsão de produção de finos de minério de ferro da Vale para 2020, de 310-330 milhões de toneladas.

Agência Reuters