Reduc bate recorde de entrega de GLP pelo segundo mês consecutivo

Refinaria é atualmente o maior ponto de fornecimento de gás de cozinha do Brasil

A Reduc bateu o recorde de entrega de GLP (gás de cozinha) pelo segundo mês consecutivo. Em abril, foram 90.306 toneladas vendidas, o equivalente a 7 milhões de botijões P13. Pela primeira vez, a refinaria rompeu a marca média de 3000 toneladas/dia de fornecimento do produto. Foram 102 toneladas de GLP a mais por dia em relação a março, o que representa um aumento de 3,5% na entrega diária na comparação com o mês anterior.

Estes números consolidam a Reduc como o principal ponto de fornecimento de gás de cozinha do Brasil. Entre março e abril foram entregues 180.483 toneladas de GLP, fazendo com que a refinaria assumisse um importante papel no suprimento deste produto para diversas regiões do país.

Por conta da pandemia de Covid-19, ocorreu uma queda relevante na demanda pelos principais derivados de petróleo. Já a demanda interna por GLP, ao contrário, disparou desde o início da pandemia, muitoacima dos pedidos iniciais das distribuidoras e das previsões dos agentes de mercado. “Nosso clientes aumentaram suas encomendas e, pela infraestrutura única e características de nossa planta industrial, tivemos plenas condições de atender este crescimento da demanda”, explica o gerente-geral da unidade, William França.

Caminho do GLP

O produto comercializado na Reduc é composto, em sua maior parte, pelo processamento de Líquido de Gás Natural (LGN) recebido de plataformas das bacias de Campos (RJ) e Santos (SP). Outro parcela do derivado é produzida na própria refinaria, que recebe ainda GLP do Terminal de Cabiúnas, em Macaé.

A Reduc é terceira maior refinaria do país e a mais complexa da Petrobras, com capacidade para processar 40 milhões de litros de petróleo diariamente e produzir mais de 50 tipos de derivados diferentes.

Agência Petrobras

Petrobras realiza coletiva de imprensa sobre resultados do 1º trimestre de 2020

A Diretoria Executiva da Petrobras concederá entrevista sobre os resultados operacionais e financeiros do primeiro trimestre de 2020 nesta sexta-feira (15/5), às 15h. Jornalistas poderão acompanhar a transmissão e enviar perguntas por meio do seguinte endereço:

https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_ZDE2M2RiMTYtNTQ0My00YjY0LWE2ZjgtZjQ2ZGExMTRkMTMw%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%225b6f6241-9a57-4be4-8e50-1dfa72e79a57%22%2c%22Oid%22%3a%22d3400795-c328-4930-b0d1-c8bd17b5deef%22%2c%22IsBroadcastMeeting%22%3atrue%7d

Para acesso pelo celular, é necessária a instalação do aplicativo.

Agência Petrobras

Opep reduz projeção de demanda por petróleo ao ver recessão causada por coronavírus

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) cortou novamente sua projeção para a demanda global por petróleo neste ano, à medida que espera que a pandemia de coronavírus cause uma recessão global.

O grupo, no entanto, acrescentou em seu relatório mensal que os cortes recordes de oferta promovidos em conjunto com outros produtores já estão ajudando a reequilibrar o mercado.

A Opep agora espera que a demanda global caia em 9,07 milhões de barris por dia em 2020, ou 9,1%, contra estimativa de recuo de 6,85 milhões de bpd no mês anterior.

O grupo conhecido como Opep+, que inclui membros da Opep e aliados, começou em 1° de maio a aplicar cortes recordes de produção para enfrentar o excesso de oferta, enquanto outros produtores incluindo os Estados Unidos também disseram que produzirão menos.

Essas restrições já estão entregando resultados, disse a Opep.

“Os rápidos ajustes de oferta endereçando o agudo desequilíbrio atual no mercado global já estão começando a mostrar respostas positivas, com expectativas de que o reequilíbrio ganhe ritmo nos próximos trimestres”, disse o grupo no relatório.

Agência Reuters

Sistema Conexo, da GEMÜ, oferece automação por radiofrequência para manutenção e validação industrial

A tecnologia que integra cada vez mais as unidades fabris no âmbito da Indústria 4.0 precisa passar também pelos processos de manutenção. Com automação completa, é possível economizar, prevenir falhas de máquina e evitar paradas desnecessárias, além de estender a longevidade dos equipamentos e oferecer rastreabilidade no processo industrial.

Uma solução inédita no mercado para promover total controle e manter operantes todas as peças de uma linha de produção é o Sistema Conexo, baseado em radiofrequência (RFID). Desenvolvido há dois anos pela matriz alemã da GEMÜ Válvulas e Sistemas de Medição e Controle, o método chega agora ao Brasil.
O produto surgiu após extensa pesquisa com o objetivo de gerenciar a validação e manutenção em indústrias sensíveis como a farmacêutica, mas também pode ser utilizado na indústria pesada, como siderurgia, fabricação de fertilizantes e peças automotivas, sistemas de energia, entre outros.

O Conexo é composto por uma “caneta” de leitura, chips a serem acoplados aos equipamentos, além da licença para usar o software de gerenciamento na nuvem. “O sistema permite controlar todos os processos da manutenção preventiva, o que evita que uma bomba quebre, por exemplo, e a fábrica fique parada durante horas”, explica o engenheiro de projetos da GEMÜ, Péricles Teixeira da Costa. “O próprio sistema indica quando é hora de trocar os equipamentos.”

Isso é possível graças à instalação de chips nas diferentes partes integrantes das válvulas GEMÜ (corpo, diafragma de vedação e atuador), que contêm todas as informações a respeito do equipamento. Quando a válvula não contém o chip, é possível adicionar um tag metálico ou etiqueta com chip, de forma a possibilitar a identificação.

Com isso, no momento da manutenção fica tudo registrado: quem trocou a válvula, se ela veio com um manual específico, quais suas características etc. O tempo gasto com documentação cai drasticamente, permitindo a rastreabilidade tanto legal quanto técnica, bem como a rápida identificação dos equipamentos da planta.
“Hoje as manutenções fabris são frequentes e os técnicos responsáveis precisam saber a periodicidade das trocas das válvulas ou outros equipamentos, quais exatamente foram trocados e documentar tudo isso”, explica o gerente geral de vendas para a área industrial da GEMÜ, Mateus Souza.

Com o Sistema Conexo, para fazer a leitura desses dados basta aproximar a caneta equipada com sensor de radiofrequência (RFID) ao chip do equipamento. Além da caneta, o sistema inclui um software que deve ser instalado num tablet, para permitir a utilização em trânsito pela fábrica. A informação é armanezada na nuvem, com protocolos de segurança, de forma a conter todo o histórico de manutenção e documentação do produto, bem como suas licenças.

Otimização para o controle contínuo na área farmacêutica

Para novas instalações ou ampliações no ramo farmacêutico, um importante passo para o início da produção de medicamentos é a validação e qualificação do processo de produção, o que garante o elevado padrão de qualidade.

Com a tecnologia Conexo, é possível fazer o controle e ter rastreabilidade e melhor armazenamento de todo esse processo, de forma a gerir documentos como o Plano Mestre de Validação, Cronogramas, Qualificação de equipamentos e utilidades usadas durante o processo e relatórios em geral.

Tudo isso fica armazenado de forma otimizada para o controle de qualquer documento relevante de validação, manutenção de processos ou da planta farmacêutica como um todo. Isso porque, de posse da tecnologia de rastreabilidade com RFID, todo e qualquer componente pode ser prontamente identificado. Além disso, os documentos pertinentes são verificados in-loco por meio do próprio tablet, sem a espera e procura por documentação tradicionalmente arquivados em papel.
“A inspeção é confrontada no momento da vistoria e tem de pronto todos os documentos pertinentes ao item solicitado, como Certificados; Folha de Dados; Manuais; Desenhos; e/ou outras informações que o operador da planta definir como prioridade quando da elaboração dos procedimentos operacionais”, explica o gerente geral de vendas da área PFB da GEMÜ, Hans Paul Mösl.

Para isso, as válvulas, atuadores e outros sistemas de medição e controle da GEMÜ da linha PFB já vêm, a partir deste ano, com o chip integrado ao produto. Para aqueles equipamentos que não contêm o chip, é possível acoplar uma etiqueta metálica.

Além de reunir num único portal toda a informação referente ao sistema fabril, o Conexo traz um passo a passo da manutenção, servindo de apoio ao operador.

Automação de processos já é realidade

O Sistema Conexo vem somar à família de instrumentos desenvolvidos pela GEMÜ que contribuem para a automação industrial. Entre eles estão o rotâmetro – medidor de vazão do fluido, cujo diferencial é o material do tubo, que usa trogamid, polissulfano ou PVC, todos de extrema resistência e custo competitivo. Outra novidade da GEMÜ na área de automação é o transmissor de pressão e temperatura, um sensor que informa dados fundamentais ao sistema em tempo real.

Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras une forças a instituições de referência no combate à pandemia

Parceria com a Fiocruz, UFRJ, Advagen e CTG Brasil possibilitará a produção de até 3 milhões de testes por mês

Em um momento em que o isolamento social é promovido no Brasil e em outros países, o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil – SENAI CETIQT – vem adotando ações em diferentes frentes no combate à pandemia do novo coronavírus com a participação de parceiros que proporcionaram por exemplo, o lançamento de manual para a confecção de máscaras alternativas de proteção e o desenvolvimento de formulações alternativas de álcool gel, substituindo o Carbopol, espessante utilizado na produção do produto e que se encontra escasso no mercado.

Dando continuidade a estas ações de apoio para a indústria e a sociedade brasileira, o Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras (organização integrante do SENAI CETIQT), fechou parceria estratégica com a CTG Brasil, uma das líderes em geração e energia limpa no País, e investiram cerca de R$2 milhões no desenvolvimento e produção de testes rápidos para COVID-19. O montante aportado pela CTG Brasil faz parte dos recursos financeiros destinados ao Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto ainda conta com as parcerias da Bio-Manguinhos/Fiocruz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Advagen Biotech, empresa paulista de biotecnologia. A expectativa é que até 3 milhões de kits de testes sorológicos possam ser produzidos por mês para que, desta forma, todos sejam disponibilizados para o Sistema Único de Saúde – SUS – e também vendidos para laboratórios da rede particular.

Diante das características do vírus e o impacto que ele causa sobrecarregando o sistema de saúde a Organização Mundial da Saúde tem insistido na testagem massiva da população, de forma a melhor orientar a população quanto à necessidade de quarentena. “Nosso projeto vem para somar na força de detecção do novo coronavírus e trazer como alternativa o uso de testes sorológicos. Além de poder reduzir em até 4 vezes o custo do diagnóstico, os testes sorológicos que estamos propondo também trarão agilidade na obtenção dos resultados, variando de minutos (para os testes rápidos) a poucas horas (para testes ELISA)”, revela Aline Dumaresq, coordenadora de Biotecnologia do Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras.

Ainda de acordo com Aline, o teste é rápido, portátil e de fácil utilização, o que é essencial para atender todas as regiões do Brasil, inclusive aquelas de difícil acesso e menor infraestrutura. “A ampliação da testagem da população tem impacto direto no controle da disseminação da doença e, consequentemente, possibilita tomadas de decisões que levem ao achatamento da curva de casos de infecção por COVID-19, protegendo o Sistema de Saúde de um possível colapso”, diz.

Para Evandro Vasconcelos, vice-presidente de geração e comercialização da CTG Brasil, “a identificação do máximo de pessoas que têm ou já tiveram a Covid-19 é de extrema importância no combate à doença. A CTG Brasil, buscando colaborar para que isso aconteça o mais rápido possível, apoia iniciativas que vão neste sentido, como o desenvolvimento de testes rápidos para diagnóstico do coronavírus. Escolhemos apoiar o SENAI CETIQT nesta iniciativa porque sabemos de toda inteligência e tecnologia que a instituição tem para desenvolver o projeto.”

O SENAI CETIQT

O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil – SENAI CETIQT – é formado pela Faculdade SENAI CETIQT, Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras e Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção. Criado em 1949, é hoje um dos maiores centros de geração de conhecimento da cadeia produtiva química, têxtil e de confecção, setores que juntos geram cerca de 11,9 milhões de empregos no país.