Vallourec estende contrato de fornecimento de tubos de aço sem costura e serviços especializados para a Equinor

A Vallourec Brasil teve recentemente o contrato com a Equinor estendido até março de 2024. O contrato teve o escopo ampliado, incluindo novos produtos na linha de tubos de aço sem costura e acessórios OCTG utilizados nas operações no Brasil e, também, serviços especializados de guarda, manutenção, preparação de embarque, planejamento colaborativo, retorno de sonda, inspeção e serviços de reparo.

Os produtos e serviços serão utilizados nas atividades da Equinor no Brasil, no Campo de Peregrino, na Bacia de Campos (RJ), e em Bacalhau, um projeto localizado no pré-sal da Bacia de Santos (SP).

“Estamos honrados por termos sido escolhidos como o fornecedor prioritário de soluções tubulares para os projetos da Equinor no Brasil. A ampliação de nosso contrato, agregando também serviços, com conteúdo local, além de suporte técnico e planejamento colaborativo, demonstra nossa capacidade de fazer uma oferta completa, que suplanta a entrega de nossos produtos de excelência”, declara Alexandre Lyra, diretor-presidente das empresas Vallourec no Brasil.

A nova demanda deverá ser fornecida no primeiro trimestre de 2021.

Sobre a Vallourec

A Vallourec é líder mundial em soluções tubulares Premium, fornecendo principalmente para os mercados de energia (óleo & gás, geração de energia). Sua experiência estende-se também ao setor industrial (incluindo mecânico, automotivo e construção). Com aproximadamente 19.500 empregados, usinas integradas em mais de 20 países e um avançado setor de pesquisa e desenvolvimento, a Vallourec trabalha lado a lado com seus clientes para oferecer mais do que apenas tubos: oferecemos soluções inovadoras, seguras, competitivas e inteligentes para tornar todos os projetos possíveis.

No Brasil, a Vallourec possui seis unidades. Em Minas Gerais, as unidades Barreiro e Jeceaba são focadas na produção de tubos de aço sem costura; a Vallourec Florestal é responsável pela produção do carvão vegetal que abastece o alto-forno das unidades produtoras de tubos; e a Vallourec Mineração supre as necessidades de abastecimento internas de minério de ferro. No Rio de Janeiro, a Vallourec Transportes e Serviços (VTS) presta serviços especializados para o setor de óleo e gás. No Espírito Santo, a unidade Tubos Soldados Atlântico (TSA) fornece serviços de revestimento anticorrosivos.

Grupo Prysmian oferece treinamento online gratuito

Pioneira e líder mundial em tecnologia e desenvolvimento de cabos e sistemas para os setores de Energia e Telecomunicações, o Grupo Prysmian oferece nos dias 14 e 21 de maio, às 18h, dois cursos online gratuitos para a capacitação de projetistas, engenheiros e eletricistas.

Ontem tivemos, o primeiro webinar que abordou a importância de utilizar os cabos corretos para inversos de frequência em uma instalação segura. Já na semana seguinte, os especialistas do grupo promovem uma aula sobre cabeamento estruturado (datacom).

Os treinamentos ocorrerão pela plataforma online e já estão com inscrições abertas. Para participar basta fazer seu cadastro em: https://lnkd.in/dubpKpU

Bregantim, ex-Thomson Reuters, é CEO na Becomex

Marcos Bregantim, ex-head da linha de negócios Mastersaf da Thomson Reuters, acaba de ser contratado como novo CEO da Becomex, uma consultoria da área tributária com produtos de software para a área tributária.

O novo CEO dividirá o comando da empresa com o presidente e sócio majoritário Jaly Paiva, que passará a ter “uma atuação mais técnica nas ofertas de regimes especiais”, explica a empresa em nota.

A meta de Bregantim é triplicar o faturamento da Becomex nos próximos cinco anos, saltando de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões ao ano.

A Becomex vem apresentando taxas de crescimento da ordem de 30% nos últimos anos, e planeja para 2020 atingir um faturamento de R$ 110 milhões sobre os R$ 80 milhões registrados em 2019.

“Vamos estruturar a nova organização para próximos cinco anos, priorizando o crescimento sustentável. Para isso, nosso desafio será desenvolver uma nova liderança, reter e atrair novos talentos, implementar novas ofertas tanto para o mercado interno quanto mercado internacional”, afirma Bregantim.

O novo CEO da Becomex é um executivo experiente: ele vinha liderando a área responsável pelo produtos de gestão fiscal e tributária da Mastersaf dentro da Thomson Reuters por oito anos.

O executivo atuava na própria Mastersaf, onde era diretor de produto, quando a Thomson Reuters comprou em 2011 a empresa, na época um dos maiores players no nicho financeiro no país.

Antes, ele foi diretor de sistemas na WalMart, sendo responsável também pelos sistemas financeiros e contábeis e teve uma passagem de mais de uma década na Microsiga, começando em 1993.

Baguete

Braskem anuncia fim do período de monitoria independente dos EUA

A Braskem informou que o fim do período de monitoria independente sobre a companhia foi confirmado pelo Departamento de Justiça (DoJ) e pelo regulador do mercado de capitais (SEC) dos Estados Unidos.

A monitoria externa independente foi parte do acordo de leniência firmado pela companhia com esses órgãos em dezembro de 2016, na esteira do envolvimento em esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato.

“A decisão do DoJ e da SEC se baseou no relatório final dos monitores independentes que atestaram a implementação de todas as recomendações relativas à estruturação e funcionamento do seu programa de conformidade e concluiriam que o referido programa atende aos padrões estabelecidos nos acordos”, disse a Braskem.

Agência Reuters

Petrobras inicia venda de 3 térmicas na Bahia e uma no Rio Grande do Sul

A Petrobras iniciou processo para a venda de quatro usinas termelétricas, sendo três em Camaçari, na Bahia, movidas a óleo combustível, e uma em Canoas, Rio Grande do Sul, movida a óleo diesel ou gás natural, informou a companhia.

Em Camaçari, as usinas são Arembepe, Bahia 1 e Muricy, com potência total instalada de 329 megawatts, enquanto a usina de Canoas tem 249 MW.

Nessa primeira etapa, a petroleira publica em seu site um teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para seleção de potenciais participantes.

A empresa ressaltou que a operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhora de alocação do capital da companhia, que vem buscando focar seus negócios em atividades de exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas.

Agência Reuters

Estatal pagará US$ 472 milhões a sócias em 3 áreas no 2º tri após acordos de unitização

A Petrobras pagará 472 milhões de dólares no segundo trimestre a parceiras nas áreas de Lula, Sépia e Atapu, como resultado da assinatura de Acordos de Equalização de Gastos e Volumes (AEGVs), informou a petroleira em fato relevante ao mercado.

O acerto é resultado de Acordos de Individualização da Produção (AIPs), ou unitização, de jazidas compartilhadas nos três ativos.

A unitização é necessária quando uma jazida de petróleo descoberta ultrapassa os limites do contrato para outra área, que pode pertencer ao governo ou então estar contratada por outro consórcio.

Ao serem aprovados pela agência reguladora ANP em 2019, os APIs de Lula, Sépia e Atapu definiram as participações proporcionais de cada uma das empresas nas jazidas compartilhadas, o que requer um reequilíbrio entre receitas e gastos incorridos por cada parte desde o início dos contratos.

Nesse contexto, a petroleira e suas sócias assinaram em 30 de abril os referidos AEGVs para equalização entre os gastos incorridos e a receita obtida com os volumes produzidos até a data da efetividade dos AIPs das jazidas compartilhadas de Lula, Sépia e Atapu, explicou a petroleira.

“Em decorrência do processo de equalização de gastos de volumes nas três jazidas, a Petrobras pagará às demais consorciadas e suas afiliadas o montante líquido aproximado de 472 milhões de dólares, ainda sujeito a atualização de taxa de câmbio e financeira até a data de liquidação, o que ocorrerá no segundo trimestre de 2020”, afirmou.

A jazida compartilhada de Lula ocupa área contratada 100% pela Petrobras, outra região pertencente a Petrobras, Shell e Petrogal (da Galp ), além de área não licitada, que pertence à União.

Já a jazida de Atapu está em área contratada por um consórcio Petrobras, Shell, Total e Petrogal, outra área 100% da Petrobras e uma região também não contratada pela União.

No caso de Sépia, a jazida compartilhada está presente em contrato apenas da Petrobras e em outro que pertence a consórcio entre Petrobras e Petrogal.

Agência Reuters