Petrobras inicia venda de campos no estado de Alagoas

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser) referente à venda da totalidade de sua participação em um conjunto de sete concessões de campos de terra e águas rasas localizadas no estado de Alagoas.

Além das concessões e suas instalações de produção, está incluída na transação a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Alagoas, responsável pelo processamento de 100% do gás do polo e pela geração de LGN, cuja capacidade de processamento é de 2 milhões de metros cúbicos por dia.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

O Polo Alagoas compreende sete concessões de produção (Anambé, Arapaçu, Cidade de São Miguel dos Campos, Furado, Paru, Pilar e São Miguel dos Campos), todas localizadas no estado de Alagoas. O campo de Paru está localizado em águas rasas, com lâmina d’água de 24 metros. Os demais campos são terrestres.

Em 2019, a produção média do polo foi de 2.348 bpd de óleo e condensado e 856 mil m³/d de gás, gerando um total de 1.010 bpd de LGN.

Otimização de portfólio

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e melhoria de alocação do capital da Petrobras, que está concentrando cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a companhia tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Agência Petrobras

EXCLUSIVO-Petrobras manterá metade do pessoal administrativo em home office permanente

A Petrobras decidiu manter cerca da metade de sua equipe administrativa trabalhando em casa permanentemente, disse a empresa à Reuters, em um dos exemplos mais fortes até agora de como a pandemia fez empresas repensarem o conceito de escritório.

Desde março, a petroleira mandou para casa até 90% de seus 21 mil funcionários da área administrativa, de forma a conter a disseminação do novo coronavírus.

A experiência se mostrou bem sucedida em termos de produtividade e revelou oportunidades para economia de custos com espaço de escritório, disse a empresa em resposta a questionamentos.

O modelo a ser oferecido a funcionários está em discussão, assim como sua data de implementação.

A estatal está entre as primeiras empresas de energia a planejar uma migração ampla e permanente para o trabalho remoto.

Produtoras como Exxon Mobil, Royal Dutch Shell e BP estenderam seus períodos de trabalho em casa para a maioria dos funcionários de escritório enquanto a pandemia durar, mas não anunciaram grandes mudanças em caráter permanente.

Empresas de tecnologia como o Twitter tomaram a dianteira em anunciar a adoção do trabalho remoto permanente no pós-pandemia, em uma transformação que está se espalhando para diferentes setores, com empresas buscando reduções de custos, flexibilidade para seus funcionários, ou ambos.

O programa da Petrobras no momento não contempla pessoal operacional, como técnicos de plataformas e de refinaria.

A companhia disse que a migração para trabalho remoto será opcional, com meta de atingir mais de 10 mil funcionários da área administrativa.

A Petrobras espera alta adesão devido à demanda dos próprios trabalhadores.

Por enquanto, a estatal manterá a equipe em número mínimo para conter a propagação do vírus.

A Petrobras já discutiu com gerentes a possibilidade de retorno parcial de funcionários aos escritórios. Mas ainda não há data prevista para retornar à sede, disse a empresa.

ROTAÇÃO
Trabalhadores de pelo menos dois departamentos estão discutindo um possível sistema de rotação entre os funcionários, no qual eles passam uma semana no escritório e uma semana em casa.

A Petrobras disse que rotação de funcionários está entre as opções estudadas para um retorno gradual.

Embora a decisão esteja tomada, a empresa ainda estuda diferentes modelos para mover quase um quinto de seus 46,4 mil funcionários para o trabalho remoto.

A ideia já foi ventilada também na subsidiária de transporte Transpetro. A medida deve ser aplicada prioritariamente operações da Petrobras no Brasil, já que boa parte do efetivo no exterior é operacional.

Uma das possibilidades na mesa seria a criação de escritórios inteligentes, ou “smart offices”, com mesas compartilhadas e salas de reunião que seriam reservadas por empregados para uso temporário, por demanda.

Desta forma, funcionários que optarem por trabalhar de casa poderiam ir ao escritório esporadicamente de acordo com sua necessidade, sem ociosidade do espaço de trabalho.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, está em uma cruzada para reduzir custos desde que assumiu o cargo em janeiro de 2019.

No ano passado, ele anunciou um plano de corte de custos de 8,1 bilhões de dólares até 2023, incluindo programas de demissão e redução de espaço de escritório.

Desde então, ele decidiu diminuir o número de representações no exterior de 18 para cinco, encerrando escritórios em Nova York, Cidade do México, Líbia, Angola, Nigéria, Tanzânia, Irã e Tóquio, entre outros.

Em Houston, a empresa manteve operação, mas reduziu o espaço de seis para um andar de um prédio corporativo.

Em 2013, antes da crise gerada pela queda do preço do petróleo no mercado internacional e pela Lava Jato, a Petrobras tinha diversos prédios no centro do Rio, próprios e alugados, para acomodar um efetivo duas vezes maior do que o atual.

Recentemente, a estatal tem desocupado prédios inteiros para se concentrar em seu icônico edifício-sede, conhecido como Edise, onde o custo por mesa de trabalho é menor.

Em reação à queda dos preços do petróleo, a empresa rapidamente cortou o valor de seus ativos para refletir uma expectativa mais baixa do valor da commodity no longo prazo, um movimento seguido pela BP nesta semana.

Reuters

Opep vê recuperação gradual da demanda por petróleo no 2° semestre

A Opep projetou na quarta-feira uma recuperação gradual na demanda por petróleo, que foi fortemente impactada pela crise do coronavírus, e disse que os cortes recordes de oferta aplicados pelo grupo e por outros produtores já têm ajudado a reequilibrar o mercado.

Em relatório mensal, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) afirmou que a demanda global por petróleo deve cair em 6,4 milhões de barris por dia na segunda metade de 2020, um tombo menos severo que a retração de 11,9 milhões de bpd no primeiro semestre.

“Uma recuperação gradual é projetada até o final de 2020”, disse a Opep no relatório.

A Opep não fez um novo corte em suas projeções para a demanda por petróleo em 2020 no relatório, após significativas reduções em meses anteriores.

Ainda assim, há riscos de redução, principalmente a depender do consumo nos Estados Unidos, maior consumidor global, acrescentou a Opep.

A Opep e aliados, conhecidos como aliança Opep+, fecharam acordo em abril para reduzir a oferta em 9,7 milhões de barris por dia em maio e junho. O grupo concordou em 6 de junho em prorrogar esses cortes por mais um mês.

No relatório, a Opep informou que os cortes de produção em maio foram de 6,3 milhões de bpd, para 24,2 milhões de bpd. Isso representa uma taxa de cumprimento de 84% do acordo, segundo cálculos da Reuters.

Reuters

Petrobras vê “tendência de estabilização” de casos de Covid-19 após 40 mil testes

Após registrar desde o início da pandemia mais de mil casos de Covid-19 entre funcionários, com a grande maioria já tendo retornado ao trabalho, a Petrobras avalia que os registros da doença na empresa devem apresentar uma “tendência de estabilização”, na esteira de rígidas medidas de controle e testagem em massa de 40 mil colaboradores.

À Reuters, a Petrobras afirmou que 990 empregados tiveram Covid-19 e já retornaram ao trabalho e que atualmente 314 estão afastados de suas funções por terem contraído o coronavírus, sendo que 172 casos são assintomáticos.

Em 22 de maio, a Petrobras registrava 181 empregados afastados por coronavírus.

Na véspera, a empresa informou em nota à imprensa que chegou à marca de 40 mil testes para o vírus, após ter iniciado em abril testagem no pré-embarque para plataformas, expandindo a atividade logo em seguida para refinarias, térmicas e unidades de tratamento gás, entre outras instalações.

A empresa também disse que adotou outras rigorosas ações para evitar a disseminação da doença, como drástica redução do número de profissionais nas unidades e acompanhamento próximo da saúde dos colaboradores.

“Os dados de monitoramento da saúde dos empregados da companhia indicam uma tendência de estabilização (sem crescimento) do número de casos, o que indica que as ações implantadas estão surtindo efeito”, ressaltou a estatal, ao responder questionamento sobre se o pior já teria passado para a empresa em termos de registros de Covid-19.

A situação na estatal brasileira, se confirmada a estabilização, diferiria da vista no país, onde os números ainda são crescentes —o Brasil é atualmente o segundo no mundo com mais casos e mortes pela doença, atrás dos Estados Unidos.

A companhia afirmou que aplica os testes padrão ouro (RT-PCR) em todos empregados próprios e profissionais de empresas contratadas com sintomas de Covid-19, assim como pessoas que tiveram contato regular com eles. Ela também realiza testes rápidos, que detectam anticorpos, para triagem de pessoas assintomáticas antes de início de atividades em áreas operacionais, como plataformas e refinarias.

Essas e outras medidas permitiram que a Petrobras conseguisse lidar com a situação sem ter qualquer impacto na produção —a propósito, a empresa teve recorde de exportação de petróleo em abril, além de uma marca histórica de embarques de óleo combustível ao exterior em maio. Mais recentemente, a empresa elevou a taxa de utilização de suas refinarias, com uma recuperação no consumo de derivados.

“Os casos de Covid-19 identificados entre os empregados da Petrobras não inviabilizaram nenhuma operação da companhia. Tampouco causaram impacto na produção”, afirmou a empresa, em resposta por email, lembrando que o fornecimento de combustíveis e energia é um serviço essencial.

Segundo a companhia, a testagem em massa pré-embarque/pré-turno é fundamental para a triagem dos profissionais antes do início das atividades, evitando o contágio nas plataformas, refinarias, entre outras operações.

“Por meio dos testes rápidos, a Petrobras tem identificado pessoas sem qualquer sintoma, mas com presença de anticorpos que podem indicar vírus em estágio ativo e possibilidade de contágio”, disse a companhia, destacando que a partir do resultado os colaboradores não podem acessar as áreas operacionais e ficam em isolamento, afastando o contágio.

Além da testagem e outras medidas preventivas, como higienização das instalações, tem ajudado no controle da doença a redução da atuação presencial na empresa em cerca de 90% nas áreas administrativas e em 50% nas áreas operacionais que desempenham atividades essenciais.

A Reuters informou com exclusividade nesta quarta-feira que a Petrobras decidiu manter cerca da metade de sua equipe administrativa trabalhando em casa permanentemente, em um dos exemplos mais fortes até agora de como a pandemia fez empresas repensarem o conceito de escritório, ao mesmo tempo em que buscam reduzir custos.

Com testes de triagem e testes para diagnóstico, a Petrobras disse que já cobriu cerca de 26% do universo de cerca de 150 mil pessoas que atuam em suas unidades, sejam empregados ou colaboradores de empresas prestadoras de serviços.

“Em comparação a países que adotaram testes em massa, a companhia testou proporcionalmente três vezes mais que os EUA e quase o dobro que Portugal.”

A empresa declarou ainda que monitora em tempo real os dados de saúde de seus empregados, que são orientados a reportar imediatamente caso tenham qualquer sintoma por meio de um call center 24 horas, além de atendimento eletrônico.

A Petrobras informou também que atua junto às empresas prestadoras de serviços para que monitorem seus empregados,”prestando todo apoio quando necessário”.

Reuters

AkzoNobel e Dow se unem para doação de álcool gel para redes públicas de saúde do Grande ABC

Alinhadas ao pilar de responsabilidade social e empenhadas em combater a proliferação da Covid-19, a Dow e a AkzoNobel, fabricante da Tintas Coral, doarão 7.500 litros de álcool em gel para unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) das cidades de Mauá, São Bernardo do Campo e Santo André, no estado de São Paulo.

“Acreditamos que é possível colocar a ciência a serviço da humanidade. Nossa parceria com a AkzoNobel mostra como a colaboração e solidariedade podem ser poderosas em tempos de difíceis.

Juntos podemos multiplicar o impacto em nossas comunidades”, afirma Charly Eid, Diretor Comercial para o negócio de Tintas da Dow.

A Dow fornecerá uma parte das matérias-primas para produção do produto e custo de produção que acontecerá na unidade de Hortolândia, fábrica que foi readequada há pouco tempo especialmente para este fim.

A AkzoNobel fornecerá o etanol anidro, necessário para a composição do álcool em gel e ficará responsável pela logística e transporte para distribuição dos produtos. Já a empresa Greif disponibilizará as embalagens, cujo transporte até a fábrica foi uma cortesia da Moromizato.

“Vivemos um momento que exige solidariedade e superação de todos. É importante para nós podermos colaborar com o combate à proliferação do coronavírus.

E isso só foi possível com os esforços de nossos colaboradores e dos nossos parceiros”, comenta Daniel Geiger Campos, presidente da AkzoNobel para a América do Sul.

Parceria

Esta não é a primeira vez que as empresas unem esforços em iniciativa de cunho social.

No final de novembro passado, a Dow e a AkzoNobel realizaram o movimento Tudo de Cor, da Coral, que tem como objetivo revitalizar bairros, locais públicos, monumentos e instituições sociais em todo o Brasil, levando cor, energia e autoestima à comunidade.

A ação contou com cerca de cem voluntários, entre funcionários e frequentadores do local que, com mais de 2 mil litros de tinta, transformaram as áreas externas e internas da Casa Restaura-me, núcleo de convivência mantido pela organização Aliança de Misericórdia.

A Casa oferece apoio diariamente a mais de 500 pessoas em situação de vulnerabilidade, com alimentação, higiene, cursos, atendimento psicológico, atividades esportivas e culturais, entre outros.

Luta contra a covid-19

A mudança no formato da fábrica da Dow em Hortolândia possibilitou em abril a produção de 25 toneladas de álcool em gel, que teve parte doada para as cidades paulistas de Campinas, Guarujá, Hortolândia, Jacareí e Jundiaí, beneficiando mais de 200 unidades públicas de saúde entre hospitais, Unidades de Pronto

Atendimento (UPAs), Unidades de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossociais (CAPS). Outra parte, 15 mil litros, está sendo redirecionada com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e tem como destino 16 grandes hospitais públicos do estado, dentre eles o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, o Conjunto Hospitalar do Mandaqui, o Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, o Hospital Heliópolis e o Hospital Guilherme Álvaro, entre outros.

Além das doações, a Dow também está atuando em outras frentes como a doação de vales-alimentação para cooperativas do de coletores de material reciclável de São Paulo. Estão sendo feitas também contribuições para organizações que prestam assistência social e à saúde nas comunidades vulneráveis.

A verba será destinada para a aquisição de testes rápidos, máscaras descartáveis, respiradores, camas hospitalares e aspiradores de secreções, cestas básicas, itens de higiene e equipamentos de proteção individual a serem entregues para diversas entidades de da Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Pará.

A empresa promove ainda uma campanha interna de doação voluntária, que propiciará aos funcionários a oportunidade de doar e apoiar estas mesmas organizações. Para cada real doado, a Dow doará ou entrará com contrapartida no mesmo valor, a fim de dobrar as doações e entregar à comunidade um benefício maior.

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo.

O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.

A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

 

Dow

BASF conclui etapa de integração de equipes de poliamidas e nomeia vice-presidente para área de Materiais de Performance

A BASF está finalizando a fase de integração da equipe de poliamidas, em mais uma etapa importante no processo de aquisição do negócio de poliamidas da Solvay, que passou a fazer parte da área de Materiais de Performance da companhia no início deste ano.

Com a ampliação da atividade no setor, o negócio de Materiais de Performance ganha o comando de um vice-presidente para América do Sul, Fenando Barbosa, que já atuava como diretor de Dispersões, Resinas e Aditivos na empresa.

“Temos um enorme potencial no mercado de plásticos de engenharia e a certeza de que seremos os melhores parceiros no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis. Nossa estratégia de foco no cliente se fortalece com a ampliação de portfólio e vemos com otimismo as perspectivas de crescimento do negócio na região”, considera Barbosa.

“A fase de integração de equipes está sendo muito valiosa. A BASF valoriza a experiência e competência dos colaboradores e procura potencializar os diversos talentos”, afirma o executivo.

Com a aquisição, a capacidade de oferecer produtos inovadores numa ampla variedade de plásticos de engenharia foi fortalecida na região, inclusive com a possibilidade de um tempo mais curto entre produção e entrega, laboratórios locais, suporte técnico e total apoio no pós-venda.

A companhia também passa a estar presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6, por meio da integração reversa com a principal matéria-prima, a adiponitrila (ADN), garantindo parceria confiável em termos de fornecimento.

Nova liderança

Fernando Barbosa assumiu no início de junho o posto de vice-presidente para Materiais de Performance da BASF para a América do Sul. Engenheiro químico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas, Barbosa já completa mais de 20 anos de trabalho na BASF.

Começou sua carreira na companhia no desenvolvimento e serviço técnico de sistemas de poliuretano, ascendendo profissionalmente até a posição de gerente sênior de sistemas e elastômeros de poliuretano para a América do Sul em 2009.

Depois de quase três anos, tornou-se diretor de Químicos para Papel, seguindo para o negócio de Dispersões, Resinas e Aditivos, onde chegou a head para a América do Sul.

 

BASF