Estatal inicia processo para venda de campos terrestres no estado do Amazonas

Dando continuidade à sua estratégia de gestão de portfólio, com foco em ativos de águas profundas e ultra-profundas, a Petrobras lançou o teaser para venda de campos terrestres na Bacia de Solimões, no estado do Amazonas.

Os ativos englobam os campos de Arara Azul, Araracanga, Leste do Urucu, Rio Urucu, Sudoeste Urucu, Cupiuba e Carapanaúba, além de infraestruturas de apoio operacional.

O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para seleção de potenciais participantes, está disponível no site da companhia: https://www.investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

A venda destes ativos está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Além disso, essas iniciativas deverão contribuir para a redução do endividamento da Petrobras, que ainda é elevado quando comparado com a de seus pares.

A empresa acredita que a entrada de novos players no segmento de óleo e gás nos campos terrestres no estado do Amazonas irá alavancar o desenvolvimento da região não somente pelo potencial aumento de produção e reservas, mas também pelo consequente aquecimento de toda a cadeia de serviços relacionada à atividade de exploração e produção.

Um exemplo positivo da entrada de novos atores no setor de óleo e gás, foi a venda em 2019 do campo de Azulão, na Bacia do Amazonas, que tem resultado em investimentos para viabilizar a produção de gás e geração de energia com o consequente aquecimento da economia local.

Enquanto a Petrobras vai concentrar investimentos em ativos que geram mais retorno e nos quais a companhia vem demonstrando grande diferencial competitivo ao longo dos anos, como os campos do pré-sal, e em particular o campo de Búzios cujo excedente da cessão onerosa foi adquirido em consórcio pela Petrobras em 2019, novos players podem investir em outras áreas, proporcionando maior dinamismo ao setor de óleo e gás.

O estado do Amazonas já possui um setor diversificado com diferentes atores além da Petrobras atuando na geração de energia.

É importante esclarecer que o processo de desinvestimento dos campos não prevê demissões de empregados da Petrobras.

Todos serão realocados para outras unidades organizacionais da companhia. As transferências levarão em conta a melhor adequação entre os perfis dos empregados e as atividades e processos nas lotações disponíveis.

Caso haja interesse, outra opção é a adesão ao Plano de Desligamento Voluntário (PDV) específico, conforme prevê o plano de pessoal para gestão de portfólio.
Sobre o Polo Urucu

O Polo Urucu compreende sete concessões de produção (Araracanga, Arara Azul, Carapanaúba, Cupiúba, Leste do Urucu, Rio Urucu, Sudoeste Urucu), todas localizadas no estado do Amazonas, nos municípios de Tefé e Coari, ocupando uma área de aproximadamente 350 km².

No primeiro trimestre de 2020, a produção média do polo foi de 106.353 boed, sendo 16.525 bpd de óleo e condensado, 14.281 Mm³/d de gás e 1.150 toneladas por dia de GLP.

Além das concessões e suas instalações de produção, estão incluídos na transação as facilidades de processamento da produção de petróleo e gás natural, além de instalações logísticas de suporte à produção.

As empresas interessadas no ativo deverão atender aos requisitos de operador em área remota, conforme exigência da ANP, além de todas as licenças operacionais e condicionantes ambientais requeridos.

O processo de passagem de operação para o novo concessionário também prevê medidas para que não ocorra descontinuidade no fornecimento de gás natural, petróleo e GLP, com a garantia da continuidade operacional e de manutenção do ativo.

Agência Petrobras

Petrobras lança Código de Conduta Ética mais claro e objetivo

A Petrobras deu, mais um passo na evolução de seu sistema de integridade com a publicação de seu “Código de Conduta Ética”.

O documento, aprovado pelo Conselho de Administração da companhia, foi construído com uma linguagem clara, objetiva e de fácil compreensão.

“O novo Código de Conduta Ética tem como objetivo nos auxiliar a agir e tomar decisões da forma correta, descrevendo compromissos e comportamentos esperados de todos os que representam e colaboram com a Petrobras.”, destacou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

O novo Código de Conduta Ética é um aprimoramento do “Código de Ética” e do “Guia de Conduta”, os quais foram unificados.

Para a elaboração da nova versão, foram analisadas as melhores práticas de outras empresas no mercado; a legislação brasileira, como a Lei da Probidade Administrativa, a Lei Anticorrupção Empresarial e o Estatuto Jurídico das Empresas Estatais; e o regramento internacional, como o Foreign Corrupt Practices Act (EUA), a Lei Sarbanes-Oxley (EUA) e o UK Anti-Bribery Act.

O novo documento prioriza a prevenção à fraude, à corrupção e à lavagem de dinheiro além da implementação de melhorias em seu sistema de responsabilização interna.

Além disso, valoriza elementos como a inovação, a tecnologia, a meritocracia, a confiança e as boas práticas de mercado, rechaçando condutas anticompetitivas e que atentem contra a legislação concorrencial.

“O documento é fundamental para a modernização dos procedimentos internos da Petrobras, pois produzirá efeitos nas atividades de todos os colaboradores e terceiros interessados que se relacionam com a empresa.

Ao estabelecer que a integridade está consolidada como valor fundamental, o nosso objetivo é passar um recado claro e direto de que os malfeitos do passado jamais encontrarão novamente espaço nos nossos negócios.

Queremos, assim, estimular a vinda de profissionais qualificados para os nossos quadros e atrair para o nosso ambiente negocial empresas efetivamente comprometidas com os valores da integridade.

Um código de conduta contendo uma linguagem amigável, simples e compreensível, edificado com base nos melhores padrões internacionais, certamente contribuirá para modernizar os procedimentos e para dar à Petrobras a competitividade que ela necessita no mercado mundial de óleo e gás”, destacou Marcelo Zenkner, diretor de Governança e Conformidade da Petrobras).

O novo Código aplica-se aos membros do Conselho de Administração e seus comitês de assessoramento, membros do Conselho Fiscal, membros da Diretoria Executiva, empregados, estagiários, prestadores de serviço e qualquer pessoa que atue em nome da Petrobras, incluindo suas controladas no Brasil e no exterior.

Capacitação continua

A Petrobras irá promover, ao longo de 2020, cursos com todos os seus cerca de 45 mil empregados sobre o novo Código de Conduta Ética.

O treinamento anual sobre ética e integridade continua obrigatório para todos os empregados, de forma a reforçar o conteúdo do documento.

O Código de Conduta Ética também será revisto e atualizado, no mínimo a cada dois anos, de forma a se adaptar às mudanças cada vez mais rápidas do mundo, inclusive no ambiente corporativo.

 

Agência Petrobras

Transpetro lança Programa de Desligamento Voluntário (PDV) para marítimos

A Transpetro aprovou um Programa de Desligamento Voluntário (PDV) exclusivo para os empregados marítimos.

A iniciativa visa promover a gestão de pessoal, sendo estratégia alinhada à gestão ativa da frota, e garante à companhia maior competitividade e atuação sustentável.

A companhia conta com um quadro de mar altamente especializado e comprometido, treinado na Academia Transpetro, que opera sua frota de navios com conhecimento técnico, respeito à vida e ao meio ambiente.

Com a adequação do efetivo do quadro de mar aos interesses dos empregados e da companhia, a Transpetro preserva o quantitativo necessário à continuidade e à segurança operacional em linha com as métricas de topo estabelecidas pela Alta Administração.

O primeiro PDV realizado pela Transpetro se destina aos empregados do quadro de mar com 50 anos ou mais em regime de embarque ou em prestação de serviço em terra, seja na Transpetro, cedidos a outras empresas da Petrobras ou para órgãos do governo.

Também podem se inscrever os empregados que estão inaptos para embarque, para os quais não há limite de idade. A companhia receberá as inscrições até o fim de agosto e os desligamentos deverão ocorrer entre setembro de 2020 e julho de 2021.

A Transpetro reforça o seu compromisso com a transparência e o respeito a todos os seus empregados.

A companhia busca criar condições para que os profissionais façam a melhor escolha, mantendo sempre o seu comprometimento com a ética, a transparência e com os mais elevados níveis de segurança e eficiência das operações.

 

Transpetro

Novo Diretor Geral do Grupo IBS Energy assume comando durante home office

Luiz Mello, há cinco anos atuando na empresa como Diretor Financeiro, assume a Direção Geral do Grupo IBS Energy.

Após cinco anos na Direção da área Financeira, Luiz Mello, assume o cargo de Diretor Geral do Grupo IBS Energy.

Com MBA em Gestão Empresarial e extensão em Controladoria, pela Fundação Getúlio Vargas e graduação em Ciências Contábeis, Luiz Mello acumula 35 anos de experiência em companhias nacionais e multinacionais, de médio e grande portes, sendo oito anos como auditor e consultor em umas das empresas “Big Four” de auditoria e consultoria e 27 anos como executivo de controladoria, administração e finanças em segmentos industriais e serviços.

A escolha de Luiz Mello para o cargo foi a evolução natural de sua exitosa e muito bem construída carreira: uma formação acadêmica sólida recheada por muitos casos de comprovado sucesso empresarial.

O seu desafio na IBS Energy será o de promover importante crescimento orgânico, respeitando o posicionamento do Grupo em Gestão Estratégica e Integrada de Energia a partir da implementação de soluções técnicas, jurídico regulatórias e econômicas.

IBS Energy

Grupo Servtec Energia anuncia investimento de R$ 210 milhões em geração solar distribuída no Brasil

O projeto prevê 22 usinas com geração de 54 MWp em onze estados

O Grupo Servtec Energia anuncia investimento de R$ 210 milhões na construção 22 usinas de geração solar em 10 estados brasileiros, somando 54 MWp.

A energia gerada por estas usinas atenderá a contratos de longo prazo com empresas dos setores de telecomunicações, varejo, bebidas e postos de combustíveis.

Todas as usinas deverão estar operacionais até dezembro de 2020. Esse é o maior investimento já realizado pela companhia no setor e a transforma em uma das líderes no segmento de Geração Distribuída solar do país.

“Nosso plano é continuar investindo em Geração Distribuída, por reconhecer o enorme benefício para o sistema elétrico e para a sociedade.

Pretendemos chegar a 250MWp até o final de 2021”, destaca Pedro Fiuza, CEO do Grupo Servtec Energia. “A geração descentralizada tem inúmeros benefícios, pois ao promover a geração próxima ao consumo alivia o sistema de transmissão de energia, além de ter sua origem numa fonte renovável e não poluente”, completa Fiuza.

O grupo entrou no segmento de Geração Distribuída no segundo semestre de 2019, com a implantação de quatro plantas solares, localizadas em São Paulo e na Bahia, também com contratos de longo prazo, investimento de R$ 68 milhões e geração de 15MWp.

Com as novas usinas, a companhia chegará a um total de 69MWp solar instalada.

“Ao investir em projetos de geração renovável, contribuímos para a diversificação da matriz energética brasileira, em linha com os interesses crescentes da sociedade pela migração para uma economia de baixa emissão de carbono e preservação do meio ambiente”.

Avalia o CEO, e complementa: “Temos um plano robusto de crescimento, e mesmo em um cenário adverso, fruto do agravamento da pandemia de covid-19 no mundo, conseguimos construir com nossos parceiros soluções para mitigar os diversos riscos inerentes ao negócios”, destaca Fiuza.

Sobre o Grupo Servtec Energia
O Grupo Servtec Energia iniciou suas atividades nos anos 1960, e vem atuando no segmento de geração de energia elétrica desde 1998.

Com mais de 1.000 MW implantados nas diversas fontes, o Grupo Servtec Energia detem participação atualmente numa usina térmica à gás no Amazonas (Gera Amazonas 85MW), um térmica movida à óleo combustível no Maranhão (Gera Maranhão 330MW), sete usinas eólicas no Ceará que somam 151MW e uma Pequena Central Hidrelétrica no Mato Grosso, com 22MW de potência.

Servtec

Petrobras ultrapassa os R$ 4,5 bilhões em recursos recuperados por meio de acordos de leniência e delações premiadas

Companhia recebe mais de R$ 265 milhões referente à segunda parcela do acordo de leniência celebrado pela Technip

A Petrobras recebeu R$ 265,1 milhões em decorrência de acordo de leniência celebrado pela Technip Brasil e Flexibras (empresas do Grupo Technip).

Assim, o total de recursos devolvidos para a companhia em decorrência de acordos de colaboração, leniência e repatriações ultrapassou o montante de R$ 4,5 bilhões. Somente nos últimos 12 meses, R$ 1,2 bilhão foi recuperado pela companhia.

O referido acordo de leniência foi firmado com a atuação conjunta entre o Ministério Público Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU), a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Departamento de Justiça Norte-Americano (DoJ).

Em julho de 2019, a Petrobras havia recebido a primeira parcela de referido acordo no montante de cerca de R$ 313 milhões, que somada à segunda parcela recebida nesta semana, totaliza mais de R$ 578 milhões restituídos à companhia em razão do referido acordo.

Esses ressarcimentos decorrem da condição de vítima da Petrobras nos crimes investigados no âmbito da Operação Lava Jato.

A companhia reafirma seu compromisso de adotar as medidas cabíveis, em busca do adequado ressarcimento dos prejuízos decorrentes que lhe foram causados.

A Petrobras atua como coautora do Ministério Público Federal e da União em 18 ações de improbidade administrativa em andamento, além de ser assistente de acusação em 70 ações penais relacionadas a atos ilícitos investigados pela Operação Lava Jato.

Agência Petrobras