Petrobras alcança recorde de produção em Búzios

A Petrobras informa que as plataformas (P-74, P-75, P-76 e P-77) instaladas no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, alcançaram no dia 27/06, novos recordes de produção, de 664 mil barris de óleo por dia (bpd) e 822 mil barris de óleo equivalente por dia (boed).

O campo de Búzios, descoberto em 2010, é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. É um ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração.

Agência Petrobras

Sonda da Ocyan finaliza perfuração em lâmina d´água de menos de 500 metros

A Ocyan oferece ao setor de óleo e gás um novo paradigma para perfuração em lâmina d´água abaixo de 500 metros com uso de navio-sonda em posicionamento dinâmico, sem uso de ancoragem. A novidade foi alcançada pela primeira vez no mês passado com a sonda Norbe VIII, no campo de Albacora, no pré-sal da Bacia de Campos, em profundidade d´água de 450 metros e profundidade total do poço de 5000 metros.

“Concluímos a operação no início de maio com a Norbe VIII, após o estudo de engenharia que permitiu a ação a um custo acessível. A demanda foi apresentada pelo cliente em janeiro; fizemos a avaliação de se utilizar um navio-sonda em posicionamento dinâmico para este projeto durante um mês e, em fevereiro, conseguimos iniciar a operação com a perfuração do poço. Esse modelo abre um novo mercado para as sondas da Ocyan”, comemora Heitor Gioppo, diretor Superintendente da Unidade de Perfuração da Ocyan.

Os navios-sonda da Ocyan possuem capacidade para operar em lâmina d’água de até 3000 metros, atendendo a demanda do setor de E&P em águas ultra-profundas. Todavia, recentemente vê-se crescente o número de poços com lâmina d’água menores e profundidades totais equivalentes aos poços do pré-sal da Bacia de Santos. Essa tendência tem gerado o novo desafio de operar unidades de perfuração de grande porte, que trabalham sob o sistema de posicionamento dinâmico, em projetos que exigem maior controle do ângulo entre a posição da sonda e os equipamentos conectados à cabeça do poço.

“Esse diferencial alcançado nos permitirá oferecer nossas sondas para contratos futuros de exploração em campos de lâmina d’água reduzida, como por exemplo os campos maduros da Bacia de Campos”, explica o executivo.

Para o gerente da sonda Norbe VIII, Rafael Fontana, a solução vai permitir à Ocyan participar de concorrências onde antes não havia possibilidade técnica. “Com o nosso trabalho de engenharia, estamos viabilizando a perfuração em lâminas d´água cada vez menores, sem a necessidade de grandes investimentos em sistemas de ancoragem e reduzindo o impacto ambiental deste tipo de operação. Isso torna nosso ativo competitivo, pois provamos na prática ter a versatilidade de operar desde locações de águas rasas até os campos de águas ultra-profundas do pré-sal da Bacia de Santos”, finaliza.

Dow anuncia acordo de consumo de energia solar para unidade na Bahia

A Dow anuncia a assinatura de um Contrato de Compra de Energia (PPA – Power Purchase Agreement, em inglês) com a Atlas Renewable Energy, para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia. A ação reforça seu compromisso em tornar-se a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O contrato tem validade de 15 anos e o fornecimento da energia solar ocorrerá por meio da construção da usina Jacarandá, em Juazeiro, na Bahia.

Este acordo está alinhado às novas Metas de Sustentabilidade da Dow, com foco em:

• Proteger o clima: até 2030, a Dow pretende reduzir suas emissões globalmente em 5 milhões de toneladas de CO2 e, até 2050, ser neutra em carbono;
• Eliminar os resíduos: até 2030, a Dow ajudará a eliminar os resíduos, permitindo que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas por meio de suas ações e parcerias diretas;
• Fechar o ciclo: até 2035, a Dow ajudará a “fechar o ciclo”, fazendo com que 100% dos produtos da companhia vendidos nas aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis.

“A Dow tem uma presença sólida no Brasil, que é um país rico em recursos naturais e possui uma matriz de energia mais sustentável, diversificada e econômica. Nosso objetivo com as novas Metas de Sustentabilidade é abordar questões como as mudanças climáticas e os resíduos plásticos, que estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos do mundo, propondo soluções práticas e inteligentes. Como nossos produtos e tecnologia são essenciais para a transição para um mundo de baixo carbono, nós constantemente investimos para garantir que possamos atender à demanda global nos mercados em que atuamos”, afirma Javier Constante, Presidente da Dow na América Latina.

Para Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios da Dow para Energia e Mudanças Climáticas, “o acordo aumentará a competitividade da unidade de Aratu e está alinhado à estratégia de compra de eletricidade da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Com o contrato, a empresa terá também direito a emitir Certificados de Energia Renovável. Além de energia solar, o restante da eletricidade consumida na unidade de Aratu vem de uma matriz composta de energia hídrica, biomassa e gás natural.” Após a implementação do projeto, a unidade passa a rodar com 75% de energia mais sustentável.

A Atlas tem um histórico de sucesso focado em projetos de energia renovável na América Latina. Sua plataforma de geração de energia sustentável na região inclui alguns dos melhores projetos de energia solar, com contrato de venda de eletricidade de longo prazo (PPAs de 15 a 30 anos).

Luis Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil, lembra que, ao cumprir os pilares sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável, a energia renovável se firma como principal fonte de energia do século XXI. “Nossa parceria com a Dow para fornecimento de energia mais sustentável em muito nos orgulha, pois reforça nosso compromisso em ajudar grandes consumidores de energia no cumprimento de suas metas e políticas de sustentabilidade. Além disso, o projeto terá impacto positivo nas comunidades próximas à usina, com iniciativas que irão promover o bem-estar ambiental e social da população, em especial das mulheres, graças a um programa desenvolvido para promover igualdade de gênero, ao aprimorar ou criar novas habilidades para elas”, afirma. Com esse programa, a empresa espera contratar de três a quatro vezes mais mulheres do que a força de trabalho feminina normalmente contratada em projetos solares no Brasil.

Ações de sustentabilidade da Atlas

“Estamos comprometidos com práticas sustentáveis, e a prioridade, como parte de nossa estratégia global, é buscar parceiros que estejam alinhados com nossos pilares”, reforça Claudia Schaeffer. Para a executiva, a Atlas compartilha do compromisso da Dow com a mitigação de carbono e dos princípios de responsabilidade social para as comunidades em que a companhia está presente.

“Com uma matriz energética ainda mais sustentável, a Dow junta-se à Atlas no propósito de impactar positivamente as comunidades onde operamos, protegendo e preservando ecossistemas como parte de nosso compromisso ambiental e social”, reforça Luis Pita. A Atlas conta com uma das maiores bases de ativos solares da América Latina, fornecendo energia mais sustentável para aproximadamente 1 milhão de famílias e evitando a emissão de quase 800 mil toneladas de CO2.

O projeto ainda proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Neste mesmo complexo industrial são desenvolvidas tecnologias de Poliuretano para a produção de produtos que atendem diversos mercados – entre eles isolamento térmico para edificações na indústria da construção e para refrigeração na cadeia do frio – promovendo mais eficiência energética, conforto térmico e segurança, já que diminuem as emissões de GHG, CO2 e VOC, utilizam menos recursos e possuem propriedades antichamas.

Como exemplo, os painéis de isolamento térmico com poliuretano da Dow para a construção civil reduzem as emissões de CO2, tanto no processo de fabricação quanto na aplicação a longo prazo, além de apresentar benefícios em relação à construção de obras convencionais em alvenaria, como: eliminação de 100% da água utilizada na montagem, redução de até 60% no consumo de energia e instalação até 10 vezes mais rápida. Além disso, proporcionam mais segurança contra incêndio dos edifícios, pois possuem retardante de fogo, cumprindo com os padrões e certificações mais exigentes da região. Assim, engenheiros e arquitetos desempenham um papel fundamental como embaixadores de edifícios inteligentes, tendo como aliados os painéis de isolamento térmico em poliuretano, ajudando as edificações a alcançarem certificações internacionais como LEED e AQUA.

Histórico de sustentabilidade na América Latina

• Este é o mais novo grande projeto de energia renovável da Dow na América Latina. Em outubro de 2019, a companhia anunciou acordo com a Central Puerto, para o fornecimento de 20% de energia elétrica eólica para sua planta de Bahía Blanca, na Argentina. Uma vez totalmente operacionalizado, o acordo entre a Dow e a Central Puerto dá à companhia acesso a 20 MW de capacidade de eletricidade, o equivalente ao abastecimento de cerca de 10.400 residências. O recurso renovável será integrado à rede nacional de transmissão gerenciada pela CAMMESA para ser usado pela Dow em sua planta de Bahía Blanca.
• Em 2014, no próprio complexo industrial de Aratu, houve substituição do gás natural por uma fonte renovável produzida a partir de eucalipto cultivado de forma sustentável, evitando o desmatamento e possibilitando a diminuição da carga de gás natural em cinco caldeiras existentes na unidade. A biomassa é fornecida por parceria com produtores rurais localizados no litoral norte da Bahia. Cada uma dessas fazendas atende aos critérios de sustentabilidade estabelecidos no Padrão de Madeira para Calor e Eletricidade. Além disso, um excesso de 12 megawatts (MW) de eletricidade renovável é enviado de volta à rede de distribuição de energia pela empresa parceira da Dow.

Além dessas inciativas, a Dow vem realizando inúmeras ações globais para alcançar seus objetivos de sustentabilidade. A empresa anunciou esta semana que estabeleceu acordos de energias renováveis em outras unidades nos Estados Unidos (Texas e Kentucky). Os acordos garantirão 338 megawatts adicionais de capacidade energética, o que representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a Dow também está perto de ultrapassar sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

“Hoje, mais do que nunca, é preciso buscar soluções para reduzir o impacto das mudanças climáticas,” afirma Júlio Natalense, Líder de Sustentabilidade da Dow para a América Latina. “Nosso compromisso com a sustentabilidade se firmou há décadas e continuamos a inovar e a desenvolver novas tecnologias para reduzir as emissões de nossas operações, além de fabricar produtos que possibilitem um futuro com menos impacto ambiental. Buscamos sempre os melhores parceiros, alinhados aos nossos objetivos, para conquistarmos nossas metas”, finaliza o executivo.

Ciser patrocina Jornada de Empreendedorismo, Desenvolvimento e Inovação (JEDI)

A Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina, atuante no fornecimento de soluções industriais para diversos segmentos, patrocina o evento Mindset JEDI, uma trilha de capacitação, totalmente online e gratuita, com módulos e temas essenciais no mercado de trabalho atual, mestrado por profissionais especializados em mais de 20 diferentes áreas. Serão 10 semanas, de julho a setembro, com mais de 36 horas de conteúdo exclusivo, abertos para a comunidade.

O Mindset JEDI irá anteceder a próxima edição da Jornada de Empreendedorismo, Desenvolvimento e Inovação (JEDI), programa voltado para a criação de novos negócios, que objetiva tirar ideias inovadoras do papel e viabilizá-las. Na edição de 2020, serão aceitas ideias nas áreas de varejo, serviço e trade marketing. A Ciser também será patrocinadora e oferecerá três vagas para que seus colaboradores possam co-criar ideias juntamente com os demais profissionais.

O incentivo da Ciser faz parte da Ciser+ Inovação, plataforma de inovação aberta da empresa, lançada no final de 2019. Trata-se de uma estratégia que conecta os desafios internos da empresa ao ecossistema de inovação para criar novos produtos e soluções, aumentando a eficiência e competitividade do negócio.

Para mais informações sobre o Mindset JEDI, acesse: www.mindsetjedi.joinvalle.com.br/2020

Sobre a Ciser

Marca de excelência, a Ciser tem capacidade produtiva de 6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos divididos em 500 linhas, para atender clientes em mais de 20 países. Mais de 1.500 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari/SC e Sarzedo/MG. As instalações se completam com o centro de distribuição e o centro administrativo, situados em Joinville/SC.

A companhia, que completou 60 anos em 2019, investe em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental. Ao longo de seis décadas de investimentos, aquisições e ampliação dos segmentos em que atua, a Ciser se tornou uma das maiores empresas de Santa

Golar Power fecha parceria com a Galileo Technologies para promover o GNL no Brasil

A Golar Power, uma das maiores empresas globais na operação integral de GNL, iniciou uma parceria com a Galileo Technologies, que fornecerá seu pacote de Soluções Gás 3.0®: Acondicionamento de Gás, Produção Distribuída de GNL, Bombas de GNL e Plantas Regaseificadoras.

Com a iniciativa, a Golar Power procura ampliar a participação de GNL de origem local em sua oferta e acelerar a transição energética brasileira: do diesel, do gás liquefeito de petróleo (GLP) ou do óleo combustível pesado (HFO, segundo a sigla em inglês) para o gás natural.

O ambicioso objetivo acontece no marco do programa nacional Novo Mercado de Gás, que leva em conta que o GNL é um combustível econômico e de emissões de carbono reduzida. Contudo, o acordo entre ambas as companhias procura ir para a etapa máxima da transição energética desde o primeiro dia: a produção de gás biometano liquefeito (BioGNL).

Os primeiros passos em novas fontes de gás

Os projetos iniciais solicitados pela Golar Power para a Galileo envolvem o fornecimento de dois clústers de micro-GNL. O primeiro estará composto por duas Estações Cryobox® de Produção de GNL que, conectadas a uma Planta ZPTS de Acondicionamento de Gás, produzirão 30 toneladas diárias de GNL em um poço maduro de gás natural na Bahia.

O segundo clúster será instalado em São Paulo para a captura e liquefação do biometano originado em aterro sanitário. Contará com uma Estação Cryobox com capacidade de fornecimento de até 15 toneladas diárias de BioGNL.

“A partir da parceria com a Galileo, vamos incorporar o biogás liquefeito (BioGNL) e o gás doméstico liquefeito a nosso portfólio, oferecendo à população alternativas mais econômicas e limpas que os combustíveis tradicionais”, salientou Marcelo Rodrigues, vice-presidente da Golar Power.

Através de ambas as soluções de micro-GNL, a Golar Power aproveitará o gás brasileiro que está fora do sistema para destiná-lo à comercialização como combustível líquido. Uma vez distribuído por rodovias, o GNL poderá abastecer centrais de geração elétrica, distribuidoras de gás natural, indústrias e veículos leves e pesados.

“À diferença das tecnologias das gerações anteriores, as nossas tecnologias de tratamento de gás e liquefação são adaptadas à escala das fontes de metano dispersas que, habitualmente, também são as mais próximas aos consumidores. Por isso foram desenvolvidas pensando no cenário da produção distribuída”, destacou Horacio Andrés, vice-presidente da subsidiária da Galileo Technologies no Brasil.

“As soluções desenvolvidas pela Galileo permitem escalonar a capacidade instalada através de módulos, e isso nos ajudará a atender o crescimento da demanda com flexibilidade, e a complementar nossos projetos e tecnologias de GNL de pequena escala”, indicou Rodrigues.

Ao distribuir GNL pela rede rodoviária, a Golar Power superará os limites da infraestrutura: o Brasil tem apenas 9409 quilômetros de gasodutos. “Apenas 5% dos municípios brasileiros são atendidos por gasodutos. O nosso desafio é que o gás natural chegue até essas localidades e, portanto, apostamos na distribuição do GNL em pequena escala”, concluiu Rodrigues.

Em breve: nos Corredores Verdes e nas indústrias

A exploração de novas fontes de gás brasileiro também será acompanhada de novas alternativas para seu consumo. A Golar Power instalará as bombas de GNL da Galileo para estabelecer os Corredores Verdes, a definição brasileira dos “Corredores Azuis”, nos que os caminhoneiros poderão escolher carregar GNL.

Com o GNL, os transportadores reduzirão em 20% as emissões de CO2 dos escapamentos, que constituem um dos fatores que mais contribuem com o aquecimento global. Também, eliminarão as emissões de particulado, óxidos de nitrogênio (NOx) e óxidos de enxofre (SOx).

Aos clientes industriais lhes serão disponibilizados Sistemas de Armazenamento e Plantas Regaseificadoras para facilitar o consumo de gás em fornos, motores e turbinas.

Sobre a Golar Power

A Golar Power é uma empresa pioneira no Brasil de operação integral de GNL, que se desenvolve em toda a cadeia de valor de midstream (transporte) e downstream (liquefação, logística, regaseificação e fornecimento de gás natural par a diferentes tipos de cliente final), bem como na geração elétrica.

A empresa possui embarcações que funcionam como Unidades Flutuantes de Regaseificação e Armazenamento (FSRU, segundo a sigla em inglês) de GNL e fornecem serviços para a Petrobras desde 2007 nos estados da Bahia e do Ceará.

Em parceria com a EBRASIL, participa da UTE Porto de Sergipe I, que opera uma central termoelétrica com capacidade instalada de 1550 megawatts (MW) em Barra dos Coqueiros, no estado de Sergipe, junto a um terminal de importação e regaseificação de GNL com capacidade para processar 21 milhões de metros cúbicos diários (m3/dia).

Também, é parceira da Centrais Eléctricas de Barcarena (CELBA), que está construindo uma central termoelétrica que iniciará suas operações para finais de 2021 e terá capacidade de gerar 600 MW no estado do Pará. Bem como do projeto Terminal Gás Sul (TGS), que está na fase de licenciamento, e que terá capacidade para regaseificar 15 MM m3/dia de GNL.

Sobre a Galileo Technologies

Desde 1987, a Galileo Technologies é uma referência mundial em tecnologias modulares de produção e transporte de GNC, GNL, BioGNC e BioGNL. Seu portfólio de produtos inclui a gama mais ampla de pacotes compressores, plantas de acondicionamento de gás e estações de liquefação, bem como do sistema Gasoduto Virtual® para o transporte de gás por rodoviária para comunidades e indústrias afastadas e sem conexão à rede. Com sede em Buenos Aires e Nova Jersey e um centro global de serviços e capacitação em Los Angeles, a Galileo Technologies oferece assistência permanente para 70 países da América Latina, América do Norte, Europa, Ásia e África.

Siemens firma parceria com a Total para aprimorar conceitos na produção de GNL de baixas emissões

A Siemens Gas and Power firmou um acordo com a Total, grupo líder do setor petroquímico e energético, com o intuito de aprimorar novos conceitos para a produção de Gás Natural Liquefeito (GNL) verde. Como parte do contrato, a Siemens Gas and Power está realizando estudos para explorar uma variedade de possíveis projetos de usinas de geração de energia e liquefação, com o objetivo final de descarbonizar a produção de GNL.

Os estudos têm foco em áreas-chave para reduzir a pegada ambiental das instalações de liquefação de GNL, assim como as emissões associadas de gases do efeito estufa, a confiabilidade da usina, sua manutenção, conformidade regulatória e custos de desenvolvimento. Os conceitos a serem explorados incluem: o uso de turbinas a gás e trens de compressão movidos por eletricidade em conjunto com tecnologias de refrigeração comprovadas; seleção de equipamentos que possam minimizar ou eliminar a queima de processos e o desenvolvento de técnicas para melhorar a eficiência das instalações de geração de energia no local (sistemas de recuperação de calor, refrigeração de ar de entrada, queima suplementar, integração de renováveis, armazenamento de baterias etc.).

Alem disso, os estudos também estão explorando como alavancar as plataformas de digitalização e automação para otimizar o design da usina e alcançar a execução perfeita do projeto.

“A Siemens Gas and Power está comprometida em apoiar os esforços da indústria de GNL para reduzir as emissões de carbono, por meio da aplicação de soluções comprovadas, além de fornecer desenvolvimento financeiro, técnico e suporte estratégico aos clientes nas fases iniciais de desenvolvimento de conceitos e pré-FEED de projetos”, disse Thorbjoern Fors, CEO da Divisão de Oil and Gas da Siemens Energy. “Estamos orgulhosos dessa parceria com a Total para alcançar o menor perfil possível de emissão e atingir o mais alto grau de sustentabilidade na produção de GNL.”