Luft Healthcare mantém polo logístico no Rio de Janeiro

A Luft Healthcare, unidade da Luft Logistics dedicada à área da saúde, conta com um estrutura que abarca diferentes modalidades de operações logísticas, infraestrutura de armazenagem de ponta e centros de distribuição estrategicamente localizados.

Com matriz em Itapevi (SP), além da filial no Rio de Janeiro a companhia mantém filial em Itajaí (SC) e cross docking em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS) e Vitória (ES).

“Nossa filial na cidade do Rio de Janeiro possibilita a diminuição de custos operacionais. As operações são customizadas para cada cliente, a fim de otimizar todas as atividades de armazenamento e transporte”, afirma José Roberto Corrales, CEO da Luft Healthcare.

Localizado em uma das principais cidades do País, o polo logístico está instalado em uma área de 20 mil m2, com mais de 4 mil posições de pallets. Ele está conectado ao sistema de rastreamento das etapas da cadeia, capturando, armazenando e transmitindo dados eletronicamente, de acordo com as determinações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A frota da empresa é composta por veículos isotérmicos, refrigerados e blindados, que são controlados via satélite e com circuito de TV embarcado. Todo o fluxo ininterrupto de informações para as áreas operacionais e de atendimento é gerido por Torres de Controle, em uma visão por processos. Ferramentas de rastreamento em tempo real, integração dos transportes rodoviário e aéreo e flexibilidade de funções programadas e de configuração são outros diferenciais da Luft no atendimento à indústria 4.0.

Sobre a Luft Logistics – A Luft Logistics é um dos maiores operadores logísticos do Brasil. Desde que foi fundada, em 1975, a empresa especializou-se na implementação de soluções customizadas e exclusivas para seus clientes, nos segmentos de saúde, agronegócio, varejo e e-commerce.

A companhia desenvolve soluções inovadoras na área de armazenagem e transporte de itens e suprimentos. Ao longo de quatro décadas, a Luft cresceu, especializou-se e investiu expressivamente em todos os quesitos necessários a uma empresa líder na integração da cadeia logística de um país com dimensões continentais como o Brasil.

Desde sistemas de qualidade, gerenciamento da informação, integração com o cliente e gestão de riscos, até automação dos processos, rastreabilidade, armazenagem e validação, a Luft posiciona-se como a parceira por excelência na expansão dos negócios por meio de operações logísticas de alto padrão.

Redação

Petrobras informa sobre descomissionamento de plataformas

A Petrobras informa que, após aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e da Marinha, iniciou o descomissionamento da plataforma P-12, na Bacia de Campos.

Também estão previstos para 2020 os descomissionamentos da P-07 e P-15, na Bacia de Campos, e da FPSO Piranema na Bacia de Sergipe-Alagoas.

De acordo com o Plano Estratégico da companhia para 2020-2024, 18 plataformas de produção serão descomissionadas até 2024.

O descomissionamento das plataformas será realizado de acordo com as melhores práticas mundiais. Em parceria com outras empresas e com a comunidade científica, foram desenvolvidas metodologias que permitem a identificação da alternativa que melhor equilibra os aspectos de segurança, meio ambiente, técnico, social e econômico.

As plataformas P-07, P-12 e P-15 serão ofertadas em leilão público previsto para ocorrer no mês de julho.

Agência Petrobras

Impacto do coronavírus leva grandes petroleiras a emitir volume recorde em dívida

As principais empresas de petróleo e gás do mundo aproveitaram taxas baixas para emitir um volume recorde em dívida no segundo trimestre de 2020 e ampliar reservas de caixa como proteção contra um colapso na receita devido à Covid-19.

As sete principais empresas de energia do mundo— BP, Shell, ExxonMobil, Chevron, Equinor, Total e Eni— levantaram 60 bilhões de dólares em dívidas no trimestre, quase metade dos 132 bilhões de dólares em empréstimos para o setor de óleo e gás no período, segundo dados da Refinitiv.

A BP, que tinha 78,5 bilhões de dólares em dívida ao final de março, levantou o maior volume, quase 16 bilhões de dólares, usando pela primeira vez títulos híbridos, que pesam menos sobre o balanço porque não exigem repagamento do principal.

As receitas das grandes petrolerias deve cair acentuadamente no segundo trimestre, após medidas de isolamento que visavam limitar a disseminação do coronavírus e levaram a uma forte retração no consumo de combustíveis.

Reuters

Petrobras eleva gasolina em 5% e preço acumula alta de 80% ante mínima do ano

A Petrobras anunciou na terça-feira aumento médio de 5% para a gasolina vendida em suas refinarias a partir de quarta-feira, enquanto manteve a cotação do diesel, em momento de firmeza nos preços internacionais do petróleo e de uma melhora no mercado de combustíveis no país.

O movimento é o oitavo aumento seguido para a gasolina, em tendência vista desde 7 de maio. Na comparação com o patamar mais baixo do ano, visto no final de abril (0,9160 real/litro), a alta acumulada no preço da gasolina supera 80%, conforme acompanhamento dos dados da Petrobras feito pela Reuters.

A forte recuperação nas cotações médias da empresa segue-se a flexibilizações nas quarentenas para combater o coronavírus em várias parte do país, o que tem tido impacto positivo na demanda por combustíveis.

Desde que a Petrobras iniciou essa sequência de altas na gasolina, algumas variáveis levadas em conta pela empresa para seguir a paridade de importação foram na direção contrária.

O dólar caiu de quase 6 reais, no início de maio, para 5,36 reais (queda de cerca de 10%), enquanto o petróleo Brent subiu mais de 40% no mesmo período, para cerca de 43 dólares o barril.

As vendas de gasolina no Brasil fecharam o mês de junho com queda de 7,6% ante o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo governo na véspera. Mas ainda assim o recuo na demanda é bem menor do que o visto no momento em que as medidas para combater o coronavírus exigiam maior isolamento.

Com o reajuste, o preço médio da gasolina nas refinarias da Petrobras vai para 1,6577 real por litro, maior valor desde 29 de fevereiro.

O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sergio Araujo, disse que, para a gasolina, a defasagem ante o produto importado será reduzida, mas ainda existe em vários pontos, variando de 0,081 real/litro em Itaqui (MA) a 0,004 real/litro em outros portos do Nordeste.

A Petrobras já havia elevado a gasolina em 3% na última quinta-feira, quando também aumentou o diesel em 6%.

O preço médio do diesel da estatal, por sua vez, está em 1,6017 real, maior nível desde o final de março, segundo dados compilados pela Reuters.

Ainda assim, o diesel da estatal segue com defasagem ante a cotação externa, de cerca de 20 centavos de real em alguns pontos, segundo a Abicom.

A Petrobras não revela seus cálculos de paridade de importação, que consideram também os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.

Em relação às mínimas do ano, registradas entre final de abril e meados de maio, o diesel da Petrobras tem alta de 22,5%.

Segundo dados do governo, a comercialização de diesel no Brasil registrou queda de 2,4% em junho na comparação com igual período do ano passado, um recuo bem inferior aos níveis vistos nos piores momentos da redução da demanda.

Reuters

Produção de petróleo dos EUA em 2020 deve cair menos do que se esperava, diz AIE

A produção de petróleo dos Estados Unidos deve recuar em 600 mil barris por dia (bpd) em 2020, para 11,63 milhões de bpd, disse a Administração de Informação sobre Energia (AIE) na terça-feira, indicando um declínio menor do que os 670 mil bpd projetados anteriormente.

A agência espera agora que o consumo de petróleo e outros combustíveis nos EUA tenha queda de 2,1 milhões de bpd neste ano, para 18,34 milhões de bpd, um recuo menor que o estimado anteriormente, de 2,4 milhões de bpd.

Reuters