Petrobras conclui a venda de campos de águas rasas na Bacia de Campos

A Petrobras informa que finalizou em 15/07, a venda da totalidade da sua participação nos dez campos que compõem os Polos Pampo e Enchova, localizados em águas rasas na Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro, para a Trident Energy do Brasil LTDA, subsidiária da Trident Energy L.P.

A operação foi concluída com o pagamento de US$ 365,4 milhões para a Petrobras, após o cumprimento de todas as condições precedentes, e considerando ajustes previstos no contrato e outras condições posteriormente acordadas entre as partes, e prevê o pagamento contingente de um valor adicional de US$ 650 milhões, incluindo US$ 200 milhões divulgados em 24/07/19. O valor recebido no fechamento da transação se soma ao montante de US$ 53,2 milhões pagos à Petrobras na assinatura dos contratos de venda, totalizando US$ 418, 6 milhões.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

De acordo com a Gerente Executiva de Gestão de Portfólio da Petrobras, Ana Paula Saraiva, o closing de Pampo e Enchova tem grande importância para a empresa. “Em um momento desafiador para a economia mundial e em particular para a indústria de óleo e gás, fechamos uma negociação relevante sob o ponto de vista estratégico e financeiro. O valor vindo da venda vai ajudar a reduzir a dívida da Petrobras e damos mais um passo na estratégia de focar recursos em águas profundas e ultraprofundas, em especial o pré-sal. Não estamos reduzindo a Petrobras, estamos tornando-a mais forte e resiliente, focada no que ela sabe fazer melhor”.

O Gerente Executivo de Águas Profundas da Petrobras, Carlos José Travassos, ressalta que a operação pereniza o ciclo de vida dos ativos. “O desinvestimento dos polos de Pampo e Enchova se dá por meio da gestão de portfólio focada no futuro da Petrobras. Além de adicionar valores importantes ao caixa da companhia, essa operação evita gastos de descomissionamento e pereniza o ciclo de vida daquelas unidades por meio de novos investimentos, gerando empregos e valor para a sociedade brasileira”.

Para o Diretor Executivo de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy, o anúncio da transferência da operação do polo Pampo e Enchova para uma operadora internacional é muito importante sobre vários aspectos. “Mostra que o Brasil continua sendo um país atrativo para o recebimento de investimentos internacionais, com mais competitividade e geração de empregos. Em relação à tecnologia, por exemplo, a tendência é a adoção de técnicas já aplicadas em outros países especialmente na área de águas rasas e campos maduros”.

Segundo Patrick Garo, General Manager da Trident Energy do Brasil, a empresa já tem planos para o ativo. “A Trident Energy do Brasil já conta com mais de 100 profissionais e esperamos chegar a mais de mil trabalhando direta ou indiretamente em nossas operações. Nossos planos são de longo prazo e faremos investimentos imediatos para aumentar a produção e proteger os ativos enquanto preparamos as campanhas de perfuração e workover. Com isso, esperamos pelo menos dobrar a produção atual”.

Sobre os campos

Os chamados Polos Pampo e Enchova estão localizados na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro, e englobam os campos de Enchova, Enchova Oeste, Marimbá, Piraúna, Bicudo, Bonito, Pampo, Trilha, Linguado e Badejo. A produção total de óleo e gás desses campos, de abril a junho de 2020, foi de cerca de 22 mil barris de óleo equivalente por dia, através das plataformas PPM-1, PCE-1, P-8 e P-65. Com essa transação, a Trident passará a ser a operadora dessas concessões com 100% de participação nas mesmas.

 

Agência Petrobras

Revap bate recorde mensal de venda de GLP

A Refinaria Henrique Lage (Revap), unidade da Petrobras em São José dos Campos (SP), bateu o recorde mensal de comercialização de GLP (gás de cozinha) pela segunda vez em 2020. Em junho, foram 75.730 toneladas vendidas, o equivalente a 5,83 milhões de botijões P13, contra 71.115 toneladas do recorde anterior atingido em maio, representando um aumento de 6,5%.

Esses números consolidam a Revap como importante ponto de fornecimento de gás de cozinha no país, suprindo diretamente as regiões do vale do Paraíba, litoral norte e sul de Minas, além de outros mercados por transferência efetuada pelas distribuidoras via modal rodoviário para abastecimento de bases secundárias. As vendas da Revap em junho a colocam como segundo maior polo de entrega. Comparando com o mesmo período de 2019, as vendas da Petrobras foram 5,9% superiores, e as da Revap, 23,3%.

Por conta da pandemia de Covid-19, ocorreu uma queda relevante na demanda pelos principais derivados de petróleo. Já a demanda interna por GLP, ao contrário, disparou e ficou acima das demandas iniciais das distribuidoras e das previsões dos agentes de mercado.

Caminho do GLP

O produto comercializado na Revap é composto, em sua maior parte, pela produção da Unidade de Craqueamento Catalítico. Outra parcela do derivado é recebida, via duto, da Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA).

A Revap tem capacidade para processar 40 milhões de litros de petróleo diariamente, o equivalente a 14% da produção nacional, e produz mais de 20 tipos de derivados diferentes.

Agência Petrobras

Radix abre vagas para profissionais de tecnologia

A Radix está com diversas vagas em aberto na área de tecnologia. As oportunidades são para o setor elétrico, química e petroquímica, áreas em crescimento na empresa. As vagas são para início imediato e o trabalho em home office, enquanto estiver em vigor o distanciamento social.

“Estamos com mais oportunidades concretas na área de tecnologia e data science. Durante o período de pandemia, mantivemos as esteiras de seleção no trabalho contínuo de Inbound Recruiting e continuamos o trabalho de atração e entrevistas para mapear talentos”, afirma Mariana Araújo, Gerente de Gente e Gestão da Radix .

As oportunidades para a área de Data Science estão em alta na empresa. Há também grande demanda para programação em .Net. Para concorrer ao cargo de Analista de Sistema.Net, por exemplo, o profissional deve ter experiência com Azure Devops, conhecimento de metodologias ágeis e ferramentas CI/CD, além de boas práticas de desenvolvimento de software, padrões de projeto e ciclo de vida da aplicação.

Também é exigida experiência em programação backend em .NetCore, banco de dados SQL Server e, preferencialmente, NoSQL (MongoDB), e é desejável saber trabalhar com Containers.
Há vagas para profissionais pleno e sênior.

Outras opções disponíveis são Analista de Processo, Business Analyst/Product Owner, Desenvolvedor Full Stack e Tester. A empresa também está divulgando oportunidades para seu banco de talentos e para estágio. Todas as oportunidades estão detalhadas no https://radix.gupy.io/.

Devido à pandemia de Covid-19, o processo seletivo está acontecendo de forma online. Ele consiste em análise curricular, prova e entrevistas com o RH e gestor da área. A empresa oferece planos de saúde e odontológico, plano de carreira, universidade corporativa, VR/VA e salário compatível com o mercado.

Com sede no Rio de Janeiro e em Houston, nos Estados Unidos, a Radix atua fornecendo serviços de tecnologia e engenharia para grandes companhias como Chevron, Nalco, Sotre, Ipiranga e Supervia. Com mais de 600 funcionários nas sedes e nos escritórios de São Paulo, Belo Horizonte e Atlanta, a empresa é eleita desde a sua fundação, em 2010, uma das Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil e na América Latina.

Capacitação e integração dos colaboradores Desde o início da pandemia de Covid-19, a Radix vem promovendo algumas ações remotas para integrar a equipe e, consequentemente, diminuir o distanciamento social, com momentos de lazer e relaxamento para os mais de 600 funcionários. De 13 a 31 de julho acontecerá mais uma etapa deste processo, com a realização da Maratona do Conhecimento.

Os colaboradores terão acesso a rodas de conversas sobre temas estratégicos com especialistas da Radix, com o objetivo aprofundar a capacitação e trocar conhecimentos e desafios com quiz e enquetes que aumentem a aprendizagem dos outros sobre as tecnologias e disciplinas trabalhadas na Radix, por meio de cases de sucesso, artigos e materiais de treinamento compartilhados.

A premiação será em dinheiro e deve ser destinada para iniciativas educacionais. Os vencedores utilizarão o prêmio para compra de cursos, treinamentos e livros, por exemplo.

Redação

Estatal conclui a venda de dois campos terrestres no Rio Grande do Norte

A Petrobras informa que finalizou a venda da totalidade da sua participação em dois campos de produção terrestres (Ponta do Mel e Redonda), localizados na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, para a Central Resources do Brasil Produção de Petróleo Ltda.

Após o cumprimento de todas as condições precedentes e considerando outras condições posteriormente acordadas, a operação foi concluída totalizando US$ 7,2 milhões para a Petrobras, com pagamento a ser realizado ao longo de 18 meses.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre os campos

Os campos de Ponta de Mel e Redonda estão localizados no município de Areia Branca, no estado do Rio Grande do Norte. A produção média de petróleo dos campos, no primeiro semestre de 2020, foi de cerca de 493 bbl/dia. A empresa Central Resources já detinha direitos decorrentes dos contratos de prestação de serviços para exploração de petróleo com cláusula de risco, vinculados aos campos de Ponta do Mel e Redonda, assinados com a Petrobras no ano de 1982.

Agência Petrobras

OGCI publica meta para redução de carbono com participação da Petrobras

A Oil and Gas Climate Initiative (OGCI – Iniciativa Climática para Óleo e Gás, na sigla em inglês), anunciou no último dia (16/07), uma meta para redução da intensidade de carbono coletiva das operações de upstream das companhias integrantes. A meta é atingir o desempenho de 20 kg a 21 kg de CO2 para cada barril de óleo equivalente comercializado até 2025, a partir de uma linha de base coletiva de 23 CO2e/boe em 2017.

A decisão está em linha com as necessidades de redução previstas pelas empresas do setor no Acordo de Paris. A redução esperada é de 36 a 52 milhões de toneladas de CO2 por ano, equivalentes às emissões por consumo de energia de 4 a 6 milhões de residências.

A Petrobras integra a OGCI desde janeiro de 2018. A companhia assumiu o compromisso de crescimento zero das emissões absolutas operacionais nos próximos anos. Na última década, as ações relacionadas à intensidade de carbono nas atividades de exploração e produção propiciaram um aumento de cerca de 40% da produção de óleo e gás da Petrobras sem que fossem aumentadas as emissões absolutas nesta área.

A Petrobras melhorou sua intensidade de carbono nas operações de Exploração e Produção em 42% na última década (2009 a 2019), atingindo uma das melhores intensidades entre produtores de petróleo e gás, com o compromisso de reduzir mais 13% até 2025.

Confira a íntegra do comunicado:

OGCI estabelece meta para intensidade de carbono

• É um passo adiante no apoio do Acordo de Paris pelas empresas liderando a resposta à mudança climática pela indústria de petróleo e gás.

• As empresas-membro da OGCI estabeleceram um alvo para reduzir até 2025 a intensidade coletiva média de carbono de suas operações agregadas de gás e petróleo upstream.

A Oil and Gas Climate Initiative (OGCI) anunciou hoje uma meta de reduzir a intensidade coletiva média das operações agregadas de gás e petróleo upstream de entre 20 kg e 21 kg COE2e/boe a partir de uma linha de base coletiva de 23 CO2e/boe em 2017.

A faixa é consistente com a redução necessária por toda a indústria de petróleo gás até 2025 em apoio das metas do Acordo de Paris1. A meta representa uma redução entre 36 e 52 milhões de toneladas de CO2e por ano até 2025 (assumindo níveis constantes da produção comercializada de petróleo e gás), equivalente às emissões de CO2 pelo uso de energia entre 4 e 6 bilhões de casas.

A OGCI deseja desempenhar um papel ativo em acelerar e moldar o rumo global para reduzir as emissões líquidas a zero através de ações coletivas e práticas. Esta meta de intensidade de carbono é um passo prático e atingível a um prazo próximo para as companhias-membro para continuar a expansão de suas contribuições à transição para uma economia de baixo carbono.

A meta cobre tanto emissões de metano quanto dióxido de carbono das operações de exploração upstream de gás e petróleo quanto atividades produtivas das companhias-membro da OGCI, bem como emissões de importes associados de eletricidade e vapor. A OGCI trabalhará em ações específicas quanto a emissões de gás natural liquificado (LNG) e gases-para-líquidos (GTL) para levar adiante suas ambições coletivas. A intensidade de carbono é calculada como uma parte da produção comercializada de gás e petróleo.

Em uma declaração conjunta, os CEOs das companhias-membro da OGCI disseram: “Encorajados pelo progresso que fizemos rumo à nossa meta de intensidade de metano, nos reunimos para reduzir até 2025 a intensidade de carbono média de nossas emissões agregadas de petróleo upstream e gás. Juntos estamos aumentando a velocidade, a escala e o impacto de nossas ações para fazer frente à mudança climática, enquanto o mundo aguarda um índice zero de emissões líquidas o quanto antes.”

Para contribuir para a redução de sua intensidade coletiva média de carbono, as companhias-membro da OGCI estão implementando uma série de medidas em suas próprias operações, incluindo a melhora da eficiência energética, redução de emissões de metano, minimização do flaring, eletrificação das operações através do uso de eletricidade renovável onde for possível, co-geração de eletricidade e calor útil e aplicação da captura, utilização e armazenamento de carbono.

A intensidade coletiva de carbono de OGCI será relatada em uma base anual consistente com a metodologia de relatórios públicos e suposições3, com dados revisados pela EY, como uma parte terceira independente. Ainda que as emissões de metano tenham sido incluídas na meta de intensidade de carbono, representando cerca de um quarto da melhora, a OGCI continuará relatando em separado o progresso na redução da intensidade de metano.

SOBRE A OIL AND GAS CLIMATE INITIATIVE:

A Oil and Gas Climate Initiative é um consórcio liderado por CEOs que pretende acelerar a resposta da indústria à mudança global. As companhias-membro da OGCI apoiam explicitamente o Acordo de Paris e suas metas. Como líderes da indústria, responsáveis por mais de 30% da produção operada globalmente de gás e petróleo, desejamos desempenhar um papel ativo para moldar o rumo global ao índice de zero emissões líquidas. Fazemos isso convocando as forças coletivas da OGCI melhorando continuamente e nos edificando sobre boas práticas corporativas internacionais para reduzir as emissões de gases-estufa e acelerar a transição para um futuro de baixo carbono.

Nossos membros investem coletivamente mais de $7 bilhões cada ano em soluções de baixo carbono. O OGCI Climate Investments, nosso fundo de mais de $1 bilhão, investe em soluções para descarbonizar setores como gás e petróleo, indústria e transporte comercial. A OGCI inclui BP, Chevron, CNPC, Eni, Equinor, ExxonMobil, Occidental, Petrobras, Repsol, Saudi Aramco, Shell e Total.

1 Extrapolado no mesmo perímetro dos dados do IPCC AR4 e da Agência Internacional de Energia (World Economic Outlook 2018 and 2019 editions and the IEA special report The Oil and Gas Industry in Energy Transitions, 2020).
2 Dados baseados no uso de energia dos EUA.
3 Ver OGCI Reporting Framework

Agência Petrobras

Empresas do grupo Siemens incentivam inovação aberta com participação em desafio de startups

Tendo como objetivo dar continuidade e fortalecer ainda mais a inovação aberta, Siemens e Siemens Energy participam mais uma vez da 5ª edição do Programa Startups Connected, desafio realizado pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo) que visa promover o desenvolvimento de novos negócios entre grandes empresas e startups.

Entre os seis temas propostos para a disputa, a Siemens Indústria e Infraestrutura será âncora no desafio voltado a soluções de Realidade Aumentada na Indústria e Infraestrutura, cujo objetivo é obter inovações aproximem o ambiente presencial ao digital.

Já a proposta da Siemens Energy será direcionada à Gestão Inteligente de Energia , com soluções que fomentem inovações que tragam novos insights, aumentem a disponibilidade e otimizem as operações de diferentes indústrias.

Essa participação é mais uma iniciativa de inovação aberta das duas companhias do grupo Siemens para a promoção de inovações com participação do ecossistema. Além desta iniciativa, as empresas do conglomerado alemão tem realizado Hackathons focados em diferentes áreas para promover a co-criação de soluções envolvendo desenvolvedores, estudantes, startups e integradores para solucionar problemas de clientes e parceiros.

“Vivemos em uma época de mudanças rápidas e constantes onde a inovação se tornou questão de sobrevivência. Por isso é extremamente importante incentivar a transformação digital no mercado e as startups têm tido um papel fundamental nesse ecossistema”, afirma José Borges Frias Júnior, Diretor de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Operating Company Digital Industries da Siemens.

“Combinar o conhecimento e as competências internas e externas é o caminho mais rápido e eficiente para trazer inovações ao mercado, por isso estamos participando pela quinta vez do programa promovido pela AHK,“ complementa Caio Klasing Pandolfi, da área de Business Innovation para a América Latina e Membro do Comitê e Núcleo de Inovação da Siemens Energy Brasil.

A iniciativa da AHK São Paulo reúne anualmente grandes empresas que buscam por startups aderentes aos seus desafios. No certame, a startup melhor avaliada em cada desafio será selecionada para participar do programa de aceleração, no qual deverá desenvolver um projeto-piloto em conjunto com a empresa-âncora.

“Ficamos muito satisfeitos com o amplo reconhecimento que conquistamos com o Programa Startups Connected. Lançamos essa iniciativa pela primeira vez em 2015, visando suprir as necessidades de nossas empresas associadas e, hoje, podemos afirmar, com certeza, que somos o parceiro estratégico das empresas-âncoras no que tange à inovação aberta.

De lá para cá, engajamos cerca de 1.000 startups e continuamos motivados para aumentar ainda mais esse número”, afirma Bruno Vath Zarpellon, Diretor de Inovação e Tecnologia da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo.

Para a atual edição são esperadas mais de 300 inscrições. As startups vencedoras serão anunciadas no dia 1º de setembro e, além de poderem desenvolver um projeto-piloto com a empresa âncora, terão uma série de benefícios, como participação em workshops exclusivos, assessoria em áreas diversas, suporte para internacionalização e ajuda de custo para desenvolvimento do projeto-piloto, além da oportunidade de realizar um pitch no 8º Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, que acontecerá no formato online no dia 24 de setembro. Para as startups ganhadoras, o início do processo de aceleração está previsto para setembro e terá a duração de três meses.

Conheça o desafio:

Nesta edição, a Siemens Infraestrutura e Indústria busca soluções em Realidade Aumentada na Indústria e Infraestrutura – startups baseadas em tecnologias emergentes e modelos inovadores com soluções que aproximem o ambiente presencial ao digital e facilitem os operadores da indústria e de áreas relacionadas à infraestrutura.

Já a Siemens Energy lançou um desafio de Gestão Inteligente de Energia, que visa buscar soluções tecnológicas e novos modelos de negócio por meio do emprego de Analytics nos dados gerados por equipamentos da cadeia de geração e transmissão de energia.

Para conhecer mais detalhes e realizar a inscrição no desafio da Siemens Infraestrutura e Indústria, acesse o site www.startupsconnected.com.br e clique no card.

Redação