Chevron anuncia acordo para aquisição da Noble Energy em negócio de US$5 bi

A petroleira Chevron anunciou na segunda-feira que chegou a um acordo para comprar a Noble Energy em negócio que envolve apenas ações e avalia a empresa de produção de petróleo e gás com sede em Houston em 5 bilhões de dólares.

A oferta avalia a Noble em 10,38 dólares por ação, ou 0,1191 ação da Chevron, com um prêmio de 7,5% na comparação com o fechamento do papel na sexta-feira. O acordo avalia a Noble em cerca de 13 bilhões de dólares se consideradas dívidas.

Os ativos da Noble expandirão a presença da Chevron na bacia DJ, no Colocado, e na bacia de Permian, entre o Texas Ocidental e o Novo México. Eles também gerariam sinergias com ativos da Chevron no leste do Mediterrâneo e na África Ocidental, gerando potenciais reduções de custos de 300 milhões de dólares.

A oferta da Chevron vem mais de um ano após a empresa ter sido forçada a retirar sua proposta pela Anadarko Petroleum Cop, superada pela rival Occidental Petroleum Corp, que fez uma oferta maior.

O colapso dos preços do petróleo em abril devido à pandemia de coronavírus e a uma guerra de preços entre russos e sauditas atingiu duramente produtores de petróleo “shale”, levando muitas empresas a pedir proteção contra falência.

Embora os preços tenham se recuperado desde então, eles seguem deprimidos, uma vez que novos casos de coronavírus ameaçam impactar a recuperação da demanda global por combustíveis.

 

Reuters

Obra em refinaria da Petrobras no Rio atrai 15 mil pessoas em busca de emprego

Recrutamento foi feito em junho e, até agora, só 100 foram convocados; a maioria será chamada de outubro a maio

A distribuição do formulário de pedido de emprego começava às 5h, mas por volta das 4h filas de candidatos a uma vaga temporária se formavam na área de acesso à Refinaria de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A cena se repetiu de duas a três vezes por semana durante todo o mês de junho, período em que 15 mil pessoas desempregadas foram à porta da fábrica da Petrobrás em busca da garantia de uma renda mensal até dezembro.

A parada para manutenção da Reduc será a primeira de uma série de obras em refinarias que estavam previstas para acontecer no primeiro semestre, mas foram postergadas por conta dos riscos de contaminação pelo coronavírus. Para realizar os serviços, as empresas contratadas pela estatal vão precisar de trabalhadores especializados e de apoio.

De cada 19 candidatos, porém, apenas um tem chance de ser selecionado e, com isso, enfrentar a crise com mais tranquilidade financeira neste segundo semestre. Os números são do sindicato local de profissionais da construção civil e outras atividades, o Siticomm, que organizou os encontros para recolher os currículos no estacionamento na frente da refinaria.

O presidente da entidade, Josimar Souza, prevê a criação de cerca de 800 vagas. Os primeiros selecionados, cerca de 100, já começaram a ser chamados e passam agora por treinamentos. Mas a maioria deve ser convocada nos meses de outubro e maio, quando a obra entrará na fase de mais mobilização de pessoal, segundo ele. A Petrobras não se posiciona quanto a isso.

Sobrevivência
Entre os presentes nas filas, a preocupação com o sustento da família superava o medo da contaminação pelo coronavírus tanto no momento de entrega dos currículos como durante a obra. Para a maior parte deles, essa é uma oportunidade única de conseguir um emprego mais qualificado na atual conjuntura econômica.

“É claro que eu me preocupo com a covid. A gente sabe que ela mata, mas a fome também. Se eu ficar em casa, o que a gente vai comer?”, argumentou Ronaldo Balbino, que atua como encarregado de andaime, mas, na crise, tem trabalhado como “chapa de caminhão”, ajudando caminhoneiros que chegam ao Estado do Rio de Janeiro a encontrar seus locais de destino.

Marcos Silva, encarregado de obra, conta que o período de trabalho em manutenções de indústrias dura de nove meses a um ano, com intervalos de 90 dias entre eles. “A gente parou em dezembro e esperava voltar em março. Mas, por causa da covid, isso não aconteceu”, afirmou ele, que está vivendo das economias e “bicos” desde o fim do ano passado.

Sem dinheiro para as despesas da casa, ele tentou recorrer ao auxílio emergencial de RS 600 mensais oferecido pelo governo, mas não conseguiu, porque não se encaixa nos pré-requisitos legais.

Já a técnica em segurança do trabalho Ana Paula Figueiredo não conseguiu o auxílio porque recebe dinheiro do programa Bolsa Família. Para pagar as contas e alimentar três filhos, ela tem feito faxinas em residências. “Estou preocupada em sair de casa e pegar covid. Tenho pais idosos e um filho com bronquite. Mas acho que a Petrobrás vai saber cuidar da prevenção (contra a contaminação)”, disse ela.

A estatal, por meio de sua assessoria, afirma que “as atividades (de manutenção da Reduc) só terão início após análise dos cenários internos e externos, dentro das normas federais e estaduais, com base nas respectivas orientações das autoridades sanitárias”.

Duque de Caxias, onde funciona a Reduc, está no topo da lista de contaminações no Estado. Até a última sexta-feira, 17/07, 492 óbitos tinham sido registrados, o que posiciona a cidade na terceira colocação num ranking de número de mortos pela doença no Rio de Janeiro.

 

Terra

Halliburton firma contrato para aprimorar recursos digitais na Microsoft Azure

De acordo com o contrato, a Halliburton concluirá sua mudança para plataformas digitais baseadas na nuvem e fortalecerá as ofertas de seus clientes:

— aprimorando plataformas em tempo real para operações remotas expandidas;

— melhorando a capacidade analítica com o Halliburton Data Lake, utilizando aprendizado de máquina e inteligência artificial; e

— acelerando a implantação de novas tecnologias e aplicativos, inclusive conformidade com SOC2, para a confiabilidade e segurança geral do sistema da Halliburton.

“O acordo estratégico com a Microsoft e a Accenture é um passo importante na adoção de novas tecnologias e aplicativos para aprimorar nossos recursos digitais, aumentar a agilidade dos negócios e reduzir as despesas de capital”, disse Jeff Miller, presidente, presidente do conselho administrativo e diretor executivo da Halliburton. “Estamos empolgados com os benefícios que nossos clientes e funcionários obterão com este contrato e com a oportunidade de alavancar ainda mais nossa abordagem de arquitetura aberta para a entrega de software”.

“A migração para a nuvem permite que as empresas criem ofertas para clientes que moldam o mercado e gerem resultados comerciais tangíveis”, disse Judson Althoff, vice-presidente executivo de negócios comerciais mundiais da Microsoft. “Por meio dessa aliança com a Halliburton e a Accenture, aplicaremos o poder da nuvem para desbloquear recursos digitais que oferecem benefícios para a Halliburton e seus clientes”.

O contrato também permite a migração de todos os data centers físicos da Halliburton para o Azure, que oferece serviços de nível corporativo em nuvem em escala global e oferece benefícios de sustentabilidade. A Accenture trabalhará em estreita colaboração com a Microsoft, em conjunto com sua joint venture Avanade, para ajudar na transição dos recursos digitais da Halliburton e aplicativos críticos para os negócios para o Azure. Ela também alavancará sua abrangente estrutura de migração em nuvem, que reúne recursos industrializados, juntamente com ferramentas, métodos e automação exclusivos para acelerar a migração do data center da Halliburton e proporcionar oportunidades adicionais de transformação.

“Construir um núcleo digital e expandir rapidamente os negócios só é possível com uma base sólida na nuvem”, disse Julie Sweet, diretora executiva da Accenture. “A Halliburton reconhece que essa base essencial fornecerá as vantagens de inovação, eficiência e talento para fazer as coisas de maneira diferente e rápida. Estamos orgulhosos de fazer parte dessa mudança transformadora, que se baseia em nossa longa história de trabalho com a Halliburton e a Microsoft”.

As empresas esperam concluir a migração em etapas até 2022.

 

Redação

Klecios Souza é o novo CEO da STECK Indústria Elétrica

Executivo de 39 anos assume a direção da empresa de materiais elétricos após 17 anos de Schneider Electric

Líder no fornecimento de materiais elétricos e marca independente do Grupo Schneider Electric desde 2011, a STECK tem um novo CEO: Klecios Souza, 39, assume a partir de agosto o cargo até então ocupado por Luis Valente, que após nove anos parte para novos desafios.

Souza traz na bagagem 20 anos de carreira – 17 deles na Schneider Electric – dedicados aos setores de marketing e de vendas nos segmentos de construção, indústria e residencial.

Neste período, contribuiu significativamente no desenvolvimento de diversos canais de venda como distribuidores, revendedores, montadores de painel, OEMs e integradores de sistemas no mercado elétrico e de automação.

A vice-presidência de Energy Management e o Go to Market Distribuição, até então sob a responsabilidade de Klecios, passam a ser conduzidos interinamente por Marcos Matias, Presidente da Schneider Electric no Brasil, até que um(a) novo(a) profissional seja identificado(a).

“Carrego laços de longa data com a STECK, pelo menos desde 2011, quando participei do processo de aquisição pelo Grupo. Mas o contato com a marca vem de bem antes, pois há 45 anos é a referência do eletricista e de muitos outros profissionais da área quando se fala em materiais elétricos. É com muita honra que recebo esse convite, certamente é o maior desafio da minha carreira. Eu o meu time vamos encará-lo com enorme disposição”, afirma Souza. “Aproveitamos a oportunidade para agradecer Luis Valente, à frente da STECK nos últimos nove anos, pelas importantes conquistas que liderou nesse período”, completa.

Klecios Souza é graduado em Engenheira Eletrônica pela PUC-SP e Administração & Negócios pelo Senac

 

Redação

BASF lança e-commerce de plástico de engenharia poliacetal

Para ampliar o contato com os micro, pequenos e médios fabricantes de todo o país, a BASF está lançando na sua plataforma online o e-commerce www.plasticosengenharia.basf.com que vai oferecer suas soluções em poliacetal, (Co-polimérico POM) – plástico de engenharia usado em inúmeras aplicações. Comercializado sob a marca Ultraform®, a linha de polioximetileno é adequada para uso em componentes sofisticados dos setores automotivo, eletroeletrônicos, na tecnologia médica, para itens domésticos e recreativos, para a construção de máquinas, entre tantas outras possibilidades. Para atender adequadamente os vários tamanhos de fabricantes, a BASF está disponibilizando os produtos em quantidades menores.

“Pretendemos construir uma ótima experiência para nossos clientes, oferecendo mais do que produtos, mas também expertise técnica, acesso à informação rápida e segura, além de apresentar conceitos e as inúmeras aplicações dos materiais e as possibilidades de inovação”, afirma Luisa Nogueira, líder de projetos digitais da BASF para a América do Sul. “Será um espaço também para ouvir as dúvidas e expectativas do mercado, garantindo transparência, segurança e qualidade no fornecimento”, explica.

O POM da BASF oferece excelentes propriedades de fricção e deslizamento, alta rigidez e robustez, além de atributos de resiliência, resistência a produtos químicos, baixa absorção de água, baixa tendência de rachar, estabilidade dimensional, entre outras características técnicas de desempenho.

Os diversos graus disponíveis, garantem a versatilidade para a produção das mais variadas peças, construções e produtos, inclusive aqueles que tenham contato com água e alimentos. Para maquinários, itens médicos e engenharia de precisão, é possível produzir elementos de fixação, rolamentos, rodas dentadas, engrenagens, válvulas, conectores, entre tantas outras peças.

Na indústria automotiva, o POM é usado na produção de peças do sistema de combustível, fixação e elementos de suspensão, botões, peças mecânicas em cintos de segurança, componentes de elevação de janelas e manivelas de deslizamento, por exemplo.

Também pode ser aplicado na fabricação medidores de gás, peças para chuveiros, componentes de sistemas de irrigação, rodízios para fixação de cortinas, zíperes, partes funcionais de móveis entre outras aplicações residenciais. Até nos brinquedos há a presença do material, usado para produzir partes funcionais, como molas, engrenagens, motor e peças de encaixe.

O conteúdo da plataforma será atualizado regularmente com novidades, tendências, vídeos e webinars. Futuramente, o site trará também informações sobre as outras linhas do amplo portfólio de plástico de engenharia da BASF.

Webinar sobre digitalização

Para lançar a plataforma, será realizado o webinar “Como se reinventar pela digitalização” com um convidado especial: o empreendedor Daniel Arcoverde, indicado como um dos “30 Under 30” pela revista Forbes e eleito como Empreendedor do Ano pela IBM.

Daniel é sócio fundador da Netshow.me, empresa referência em soluções de gerenciamento, distribuição e monetização de conteúdos digitais. Também é cofundador da GVentures, aceleradora de startups da FGV-EAESP, além de contribuir ativamente com o desenvolvimento do ecossistema de startups no Brasil com palestras e mentorias. “A tendência da digitalização ganhou forte impulso com a pandemia e tem sido um dos pilares importantes de desenvolvimento e crescimento para as empresas e os profissionais. O webinar vai trazer um pouco dessa discussão para o universo das indústrias”, considera Luisa.

É possível fazer a inscrição no link: https://www.sympla.com.br/webinar-basf-como-se-reinventar-pela-digitalizacao__901722

Webinar: “Como se reinventar pela digitalização”, com Daniel Arcoverde
Data: 21 de julho
Horário: das 10 às 11h

 

Redação

Arkema reforça seu alto desempenho em adesivos de termofusão com a aquisição da Fixatti

Arkema anuncia a proposta de aquisição da Fixatti, empresa especializada em adesivos de alto desempenho de ligação térmica. Essa aquisição permitirá à Bostik fortalecer sua oferta global de soluções adesivas termo fusíveis para aplicações industriais de nicho na construção, revestimento técnico, mercados de impressão automotiva e têxtil. Este projeto faz parte da estratégia de crescimento direcionada da Bostik em tecnologias de alto valor agregado e está perfeitamente alinhado com o roteiro do Grupo para se tornar um participante puro de Materiais Especiais até 2024, centrado em Soluções Adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento.

A Fixatti é uma empresa de renome internacional, que opera com plantas na Europa e na China, emprega 180 pessoas e tem vendas de cerca de 55 milhões de euros.

Graças às suas capacidades de moagem, polimerização e composição, a Fixatti desenvolve e comercializa uma variada gama de pós termo condutores de alto desempenho e ecológicos. A empresa oferece, assim, soluções que abordam muitos dos problemas de colagem que surgem na construção, revestimento técnico, bateria, automotivo e setores de impressão têxtil.

Os recursos de co-poliéster e polimerização de co-poliamida da Fixatti também apresentam fortes sinergias com uma das áreas históricas de especialização. Após a aquisição da Prochimir em filmes adesivos no ano passado, a excelente complementaridade geográfica e tecnológica dessa aquisição permitirá à Bostik se tornar líder mundial em soluções inovadoras e de alto valor agregado para termo blocos.

Esta aquisição está perfeitamente alinhada com a estratégia do Grupo de complementar o crescimento orgânico de seu Adesivo, segmento de soluções com aquisições de alta qualidade. Com um potencial significativo de sinergias, também contribuir para a ambição do grupo de aumentar a margem EBITDA deste segmento para 16% até 2024.

O fechamento da transação está previsto para o quarto trimestre de 2020, sujeito à aprovação das autoridades antitruste nos países.

 

Redação