Petrobras parcelará em 20 anos pagamento de R$2 bi à Fundação Petros

A Petrobras renegociou um pagamento à vista de cerca de 2 bilhões de reais à Fundação Petros, que agora será parcelado em 20 anos, informou a companhia em comunicado na quarta-feira.

A contribuição com a Petros, gestora do plano de pensão dos funcionários da estatal, “foi renegociada em razão do cenário macroeconômico e da orientação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais…como medidas de preservação do fluxo de caixa operacional da companhia”, afirmou.

A Petrobras explicou que os pagamentos serão feitos de forma semestral ao longo de 20 anos, atualizados pela meta atuarial de cada plano de benefícios, “evitando que isso resulte em prejuízo à liquidez e solvência dos mesmos”.

“Esse contrato financeiro firmado com a Petros impactará as demonstrações financeiras da Petrobras na proporção dos juros incorridos sobre este parcelamento”, acrescentou a estatal.

Reuters

Cummins Brasil lança novo grupo gerador QSX15 XPI

Fabricado no Brasil e já disponível para toda a América Latina, equipamento traz inovações lideradas pelo time de engenharia do Brasil em parceria com EUA e China.

18/08/2020 – A Cummins Brasil acaba de lançar o novo grupo gerador QSX15 XPI, com novo sistema de combustível Extra High Pressure Injection, capaz de fornecer maior pressão de injeção, resultando em uma queima de combustível eficiente para emissões limpas e economia de combustível otimizada. Fabricado no Brasil e já disponível em toda a América Latina, o equipamento traz inovações lideradas pelo time de engenharia do Brasil em parceria com EUA e China.

De acordo com David Sato, supervisor de Marketing de Produto da Cummins Power Generation para América Latina, “estamos aprimorando as nossas tecnologias para aplicação em grupos geradores, usando o know how e as inovações já existentes em nossos motores utilizados em outros setores, como automotivo, marítimo, agrícola, etc. Ao alinhar as tecnologias, nosso objetivo é prover uma melhor performance para o novo produto”.

A atualização do sistema de combustível para Extra High Pressure Injection, que atende à norma e emissões Stage II, trouxe melhorias significativas ao novo grupo gerador da Cummins, como alta performance com tecnologia para atendimento aos mais elevados padrões e normas de emissões, redução de consumo de combustível, otimização do sistema de arrefecimento, além de alto desempenho em elevadas altitudes (menor curva de despotenciamento).

Disponível nas versões de 50hz e 60hz, o novo grupo gerador QSX15 XPI traz motor de 15 litros e potência de 755 bhp (60Hz) e 645 bhp (50Hz). A equipe de engenharia da Cummins ainda adotou nesta versão um novo filtro de combustível primário para aumentar a proteção do motor.

“Nem mesmo o cenário de pandemia freou os nossos esforços em colocar no mercado um novo produto. Também inserimos um novo chassi, novos atenuadores de ruído e novo silencioso para os modelos carenados. Todas essas evoluções foram dedicadas para atender com a excelência Cummins o mercado de energia de toda a América Latina”, completa Sato.

Redação

Opep+ se reúne para avaliar cumprimento de cortes de oferta

Produtores de petróleo da Opep e aliados como a Rússia, um grupo conhecido como Opep+, se reúnem nesta quarta-feira para avaliar o cumprimento de um acordo de restrição da oferta que visa apoiar os preços da commodity em meio à pandemia de coronavírus.

É improvável que a Opep+ mude sua política de produção, que atualmente visa reduzir a oferta em 7,7 milhões de barris por dia (bpd), depois de cortes recordes de 9,7 milhões de bpd realizados até este mês, disseram fontes do grupo.

“A reunião será principalmente focada no cumprimento (das metas) e compensação”, mais do que em ajustes ao acordo atual, disse uma fonte da Opep.

Outras fontes disseram que a reunião virtual, agendada para começar às 11h da manhã (horário de Brasília), deve mirar em particular o cumprimento do pacto por países como Iraque, Nigéria e Cazaquistão.

Outra fonte da Opep estava otimista, afirmando que os produtores poderão lidar com desafios como a crescente produção dos EUA ou da Líbia.

“Tudo ficará bem dentro da Opep+ porque todos precisam de estabilidade e visibilidade no mercado”, afirmou a fonte.

Em julho, o nível de cumprimento do acordo da Opep+ ficou entre 95% e 97%, segundo fontes e um relatório preliminar visto pela Reuters.

Reuters

Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo anuncia nova Presidência e Membros de sua Diretoria

A última sexta-feira (14) marcou a posse de Manfredo Rübens, Presidente da BASF para a América do Sul, como Presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, instituição centenária que representa oficialmente a economia alemã no Brasil. O anúncio foi feito durante a Assembleia Geral Ordinária da instituição.

Rübens já havia assumido a presidência interinamente em junho deste após a saída de
Philipp Schiemer, Presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina. Schiemer despediu-se do cargo de Presidente da instituição, função que assumiu em março de 2019, para assumir o cargo de CEO da Mercedes-AMG, subsidiária do Grupo Daimler.

A expectativa é de que a nova Presidência dê continuidade ao trabalho tão bem executado até então para o fortalecimento e a diversificação dos negócios das empresas associadas, na atração de investimentos para o Brasil, na ampliação do comércio bilateral e na cooperação entre países.

Adicionalmente, por meio de votação, foram eleitos novos membros da Diretoria da instituição. Ao todo vinte e oito executivos foram reeleitos para um segundo mandato ou eleitos para dar início ao seu período como Diretor da Câmara. A lista completa pode ser acessada aqui.

Sobre o novo Presidente da instituição, Manfredo Rübens

Nascido em Buenos Aires, Argentina, Manfredo Rübens fez um aprendizado (Banklehre) no Deutsche Bank e depois estudou Administração de Empresas em Mannheim, Alemanha. Ingressou na BASF em Ludwigshafen, Alemanha, em 1991, como especialista em Mercados de Capitais. Em sua trajetória profissional exerceu diversas funções na Alemanha, os Estados Unidos e o Brasil. Casado e pai de três filhos, ele assumiu em 2018 a Presidência da BASF para a América do Sul.

Apaixonado por esportes como natação, tênis e golfe, destaca-se por sempre usar o terno acompanhado por um par de tênis – o calçado orgulhosamente exibido é da marca alemã Adidas, produzido com o polímero desenvolvido pela BASF.

Já quando o assunto é o time do coração, o de Rübens é dividido em quatro partes milimetricamente iguais: Bayern de Munique e seleções da Argentina, Alemanha e Brasil.

Fã de Friends, Beatles e Ed Sheeran, Rübens é um grande entusiasta de inovação e sustentabilidade, pilares que defende à frente da BASF e que devem refletir em sua atuação como Presidente da AHK São Paulo.

Redação

PETRÓLEO – Oscilação nos preços torna modelo de exploração brasileiro arriscado e rudimentar

O petróleo, recurso mineral que ganhou poder suficiente para enterrar nações e causar grandes batalhas econômicas e políticas no século passado, vem se tornando pauta de muitas discussões entre organizações e países. Durante o mês de julho, o Brasil bateu a marca de 8,19 milhões de toneladas em exportação do minério, em contraposto com o volume de 3,76 milhões vendidos no mesmo período do ano anterior, segundo divulgado dados do governo federal.

No entanto, à medida que a crise do coronavírus (covid-19) destrói as economias mundiais e prejudica a demanda, grandes petrolíferas europeias têm feito certas confissões nos últimos meses. Sendo assim, o continente europeu prometeu ser bastante severo com a questão ambiental e, por serem 35% da economia global, sua grande influência poderá fomentar consequências internacionais. Enquanto isso, o mercado de petróleo opera com grandes oscilações a espera da próxima reunião da Opep, nesta quarta-feira (19), para discutir o futuro das exportações.

De acordo com Pedro Paulo Silveira, Economista-Chefe da Nova Futura Investimentos, as discussões em torno do petróleo estão seguindo por lados diferentes que dividem o mercado. “Há algumas semanas, boa parte das empresas de petróleo dos EUA estava tendo sérios problemas, já que esta indústria não se paga à apenas 4 dólares, quanto estava valendo na ocasião. Muito pelo contrário, ela passa a operar no prejuízo. Esse problema faz com que os investimentos na prospecção de novos campos e abertura de meios de exploração parem, porque ninguém vai investir com expectativa de prejuízo.

Já nesta semana, a discussão está no fato de que diversas empresas do mundo, particularmente as europeias, estão freando as pesquisas em novos campos e abandonando projetos já iniciados por conta do preço do petróleo e pelo esforço cada vez mais elevado em partirem para opções neutras de carbono. Estamos vivenciando uma agenda bastante forte dos países avançados, com exceção dos EUA, de minimizar os impactos ambientais e neutralizar as emissões de carbono. Evidentemente, isso se reflete nas políticas das empresas de petróleo”, explica.

As metas para 2030 são agressivas, tanto no sentido de substituir os carros a gasolina por elétricos, quanto substituir a geração de energia suja por energia limpa. “Isso irá fazer com que a demanda por petróleo caia, entretanto, as empresas europeias estão na vanguarda das pesquisas sobre o que fazer. Elas são empresas de energia e não apenas petróleo. O Brasil, por outro lado, como um país que insiste em ser emergente, não vai abandonar a proposta de explorar a Amazônia economicamente e transformá-la em um lugar que dê para produzir carne, milho e soja, assim como explorar de maneira bastante intensa os seus imensos campos de petróleo.

Nós vamos continuar nessa, porém, o resto do mundo está bastante focado em sair desse risco. Essa questão, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico, não vamos sentir tão claramente no presente. A curto prazo, não teremos grandes mudanças. É como fumar um cigarro, no dia a dia, parece uma maravilha, mas os efeitos disso são acrescentados sem serem perceptíveis e, daqui a pouco, você está com o pulmão praticamente petrificado”, completa o Economista-Chefe.

Sobre a Nova Futura Investimentos
Sócia-fundadora da BM&BOVESPA, a Nova Futura Investimentos, foi fundada em 1983, atua nos mercados de commodities, renda fixa, renda variável e seguros. Com presença nacional, a instituição financeira conta com 21 escritórios espalhados por diversas cidades do país. Ao longo de mais de três décadas de existência, se consolidou como uma das maiores e mais independentes casas de investimentos do Brasil.

Com tradição no mercado institucional, vem se tornando referência no varejo, oferecendo a mesma qualidade já ofertada ao mundo empresarial agora também para pessoas físicas. Em 2017, confirmando a tradição de excelência, a corretora recebeu o selo Nonresident Investor Broker, que reconhece a estrutura organizacional e tecnológica especializada na prospecção de clientes, prestação de serviços de atendimento consultivo assim como execução de ordens e distribuição de produtos da BM&FBovespa para investidores não residentes.

Redação

TBG inicia avaliação de startups inscritas para Transformação Digital nas estações de compressão de gás

Trinta e duas startups candidatas se inscreveram na Rodada de Negócios liderada pela TBG em parceria com a empresa Sai do Papel – Energy Hub SDP, que tem por finalidade encontrar soluções que visam implementar tecnologias disruptivas para Transformação Digital das Estações de Compressão da TBG.

O período de inscrições foi encerrado neste domingo, 16 de agosto.
As startups foram desafiadas a apresentar soluções com aplicação de tecnologias, dispositivos e sensores (Internet das Coisas – IoT), utilizando preferencialmente sistemas robotizados.

A comissão julgadora concluirá até 21 de agosto a avaliação da documentação enviada pelas candidatas. Como resultado, dez startups serão selecionadas para a etapa final, prevista para encerrar até 8 de setembro, que contemplará Pitch da Rodada de Negócios e divulgação da seleção de até três startups para realização de Prova de Conceito (POC) / Produto Mínimo Viável (MVP), com mentoria das equipes da TBG.

A TBG entende que as tecnologias que vêm se destacando no mercado mundial trazem uma disrupção capaz de auxiliar na geração de valor para as áreas de negócio da companhia.

Redação