Nova Conselheira Independente da Ocyan

A engenheira Cristina Pinho foi nomeada a nova Conselheira Independente da Ocyan, empresa do setor de Óleo & Gás. Atualmente é a Secretária Geral do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e, por 12 anos, ocupou posições executivas na Petrobras.

TBG disponibiliza venda dos Produtos de Curto Prazo a partir do dia 10/9

Nova modalidade de negócio, aprovada pela ANP, tem por objetivo ampliar a flexibilidade do mercado de gás natural
No próximo dia 10 de setembro (quinta-feira), a TBG disponibilizará em seu Portal de Oferta de Capacidade (POC) a aquisição dos Produtos de Curto Prazo, modalidade de negócio inédita para o mercado de gás natural no país. A partir desta data, as empresas interessadas terão acesso, por meio do endereço eletrônico ofertadecapacidade.tbg.com.br, a contratos de transporte de gás natural trimestrais, mensais e diários.

O objetivo da iniciativa, segundo o diretor-presidente da TBG, Erick Portela, é oferecer serviços diferenciados de solução logística no transporte de gás natural no Brasil: “Este é um modelo consagrado no mercado europeu e, no Brasil, a TBG é pioneira, ou seja, é a primeira e única a ofertar esse tipo de produto. Os Produtos de Curto Prazo promovem a flexibilização da contratação e geram liquidez no mercado”, destaca.

Ainda de acordo com o CEO da TBG, os Produtos de Curto Prazo possibilitam ao carregador organizar seu portfólio de capacidade de transporte, adaptando-se às questões de sazonalidade: “Para a TBG, isso é muito importante, pois esse tipo de produto dá mais opções ao mercado. Com isso, acreditamos que a iniciativa deverá atrair mais compradores (carregadores)”.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou a comercialização dos Produtos de Curto Prazo da TBG no dia 21 de agosto por meio do Ofício nº 1.127/2020. E, em breve, a TBG divulgará as datas dos leilões para aquisição dos Produtos de Curto Prazo.
Como adquirir – Para adquirir os Produtos de Curto Prazo, as empresas interessadas devem acessar o Portal de Oferta de Capacidade (POC) da TBG, onde podem fazer a habilitação como usuários (login e senha).

Após essa etapa, elas terão acesso ao Informativo do Carregador, ao Cadastro Único, Avaliação Financeira, Contrato Máster, Solicitação de Capacidade de Transporte e à Celebração do Contrato. O cadastro único é feito apenas uma vez e a atualização dele é de responsabilidade do Carregador.
Durante esse trâmite, o carregador fará a nominação da quantidade de gás a ser transportada no prazo contratado e definirá os locais de entrada e saída de seu contrato.

Após a assinatura do contrato máster, que vai dar agilidade ao processo de aquisição, o cliente poderá ter acesso aos produtos das modalidades trimestral, mensal ou diária. O contrato assinado tem validade até 31 de dezembro do ano corrente da contratação.
Os produtos – A TBG inicialmente vai ofertar produtos em capacidade disponível, ou seja, aquela que não está contratada.

A primeira janela de ofertas será do produto trimestral, modalidade em que os interessados poderão fechar contratos para o trimestre subsequente. A disponibilidade dos contratos trimestrais sempre vai ocorrer um mês antes do trimestre seguinte. Em setembro de 2020, por exemplo, estará aberto o trimestre que vai de 1º de outubro a 31 de dezembro. E, em dezembro de 2020, será aberta a janela de contratação para o 1º trimestre de 2021, e assim por diante. Serão quatro janelas por ano.

A oferta dos contratos mensais ocorrerá mensalmente. Assim, em setembro, as empresas poderão assinar o contrato mensal com vigência para outubro, e assim sucessivamente nos meses seguintes.
O produto diário só será ofertado após a verificação da capacidade remanescente dos produtos mensais. Ele poderá ser adquirido com um prazo mínimo de cinco dias de antecedência pelo comprador.

Sobre a TBG – A TBG é a empresa brasileira que realiza o transporte ininterrupto de até 30 milhões de m³/dia de gás natural para o principal eixo econômico do Brasil, formado pelas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, que respondem por mais de 50% do PIB nacional. O gasoduto tem 2.593 quilômetros de extensão, passando por 136 municípios de cinco estados (Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

Redação

Para Shell, nova Lei do Gás é um ‘excelente passo’ para abertura do mercado

O presidente da Shell no Brasil, André Araujo, disse que a Nova Lei do Gás, aprovada ontem pela Câmara, é um “excelente passo” para a abertura do mercado brasileiro de gás natural.

Ele lembrou que a aprovação do projeto de lei pelos deputados ainda se trata do “início de uma jornada”, já que a matéria ainda vai para o Senado. O executivo disse, no entanto, que está confiante na aprovação da nova legislação.

“O projeto tem algo inédito, reflete um forte apoio dos produtores, transportadores e grandes consumidores de gás, depois de anos de discussão”, afirmou Araujo, durante evento on-line promovido pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil.

O executivo defendeu, contudo, a necessidade de o Brasil continuar a trabalhar no aperfeiçoamento da regulação do setor. Ele citou a necessidade de ajustes nas regras dos leilões de energia, para possibilitar a contratação de termelétricas que consumam o gás do pré-sal. A Shell tenta tirar do papel o projeto de produção do campo de Gato do Mato, na Bacia de Santos.

“Se quisermos participar do leilão de energia [com uma térmica que consuma o gás de Gato do Mato, por exemplo], temos que mostrar que temos reserva e infraestrutura. Mas para nós, do ponto de vista do investidor, precisamos saber como vai ser o acesso desse gás ao mercado, para justificar o investimento em infraestrutura. Precisamos de um diálogo aberto, para que os projetos não fiquem parados, por falta de clareza regulatória”, afirmou.

A Shell vem apostando na integração da cadeia de gás com o setor elétrico e é sócia de uma termelétrica em construção em Macaé (RJ), o projeto de Marlim Azul (565 megawatts), junto com o Pátria Investimentos e Mitsubishi Hitachi Power Systems Americas (MHPS). A usina consumirá gás da Shell do pré-sal.

Segundo Araujo, a expectativa é que, devido aos efeitos da pandemia sobre a demanda, haverá uma postergação de dois anos na necessidade de contratação de novas usinas. “Mas a retomada da economia brasileira, em algum momento, se dará”, disse.

Ainda no setor de geração de energia, Araujo disse que a empresa também vê potencial para projetos de eólica offshore no Brasil. Ele destacou que a petroleira já faz investimentos nesse segmento nos Estados Unidos, mas que é “questão de tempo” para que o Brasil entre na carteira de projetos da empresa.

“Acho, sim, que é questão de tempo em relação ao Brasil, mas há uma necessidade do grupo de trabalhar com foco e é aceitável que não consigamos fazer tudo ao mesmo tempo. Temos colocado foco maior em solar, mas tenho contato direto com time [global] de eólica offshore”, disse.
O executivo comentou também sobre a entrada da Shell no segmento de “produtos da natureza”, no Brasil. Ele anunciou que a partir deste mês a companhia contará com um executivo, no Rio de Janeiro, dedicado a desenvolver negócios como conservação e reflorestamento.

Sobre novos negócios, Araujo destacou que a empresa mantém o foco em pesquisa, desenvolvimento e inovação. E disse que, mesmo num cenário de choque de preços do petróleo, a empresa prevê investimentos de R$ 250 milhões em projetos de PD&I.

Redação

Os benefícios do biogás para a preservação do meio ambiente

Em um ano que o tema preservação do meio ambiente está em alta, a ENC Energy, empresa responsável por nova usinas de geração de energia a partir do tratamento do lixo, disponibiliza à imprensa seu porta-voz, Jorge Matos, para falar sobre tudo que envolve o biogás. Você sabia que a produção de energia a partir do lixo é a que tem menor impacto ambiental e maior benefício social?

Que tal falarmos dessa solução benéfica para o mundo todo?

A nossa atividade económica contribui ativamente para a sustentabilidade ambiental através de:

• Redução da libertação do gás metano propagado para a atmosfera
• Redução do consumo de produtos energéticos emissores de elevados níveis de Gases Efeito Estufa
• Redução de nível de resíduos não valorizados para reintegração no ciclo económico
• Produção de energia limpa, de fontes renováveis

Contribuímos ativamente para a sustentabilidade e coesão social da nossa envolvente através de:

• Criação e manutenção de postos de trabalho
• Investimento em instrumentos de formação e desenvolvimento das nossas pessoas
• Colaboração com instituição de solidariedade social no combate às maiores necessidades e desigualdades sociais
• Facilitação do acesso pelas nossas pessoas a realizações de utilidade social como a educação e a saúde

A ENC Energy foi criada em 2012 e é uma subsidiária brasileira que tem como acionistas a empresa portuguesa ENC Energy e o fundo GEF Capital Partners. A empresa já atua no Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo e em Pernambuco. Foram investidos R$ 50 milhões em nove usinas nessas localidades.

Redação

Regime de exploração de gasodutos divide opiniões na votação da nova lei do gás

Novo marco regulatório do gás foi aprovado pela Câmara dos Deputados e seguirá para o Senado

Carlos Zarattini criticou o projeto por facilitar a entrada de investidores privados no setor

A mudança de regime de exploração para novos gasodutos no Brasil foi um dos pontos de maior debate durante a votação da nova lei do gás (PL 6407/13). O projeto estabelece a exploração por autorização, sistema mais simplificado que o atual.

Em vez de licitação, o processo será feito por meio de chamada pública a ser realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Se houver mais de um interessado para a construção de um gasoduto, a agência deverá realizar processo seletivo público.

Para a oposição, trata-se de facilitar a entrada do investidor privado em detrimento da Petrobras. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) afirmou que a estatal será impedida de reinvestir no setor de gás natural a partir da aprovação da proposta. “Empresas que extraem petróleo e gás não poderão participar do transporte e da distribuição de gás. A Petrobras saiu do setor de gás; vendeu a Gaspetro; vendeu os seus dutos e hoje não participa mais do mercado de gás”, disse.

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), no entanto, afirmou que o modelo de fortalecer a Petrobras não deu certo e que é preciso alterar a legislação para a exploração do gás natural. “Nós propomos mais gasodutos, mais agentes, mais competição”, disse. Ele destacou que o regime de autorização vai ampliar o número de gasodutos.

A mudança de sistema de exploração, no entanto, foi criticada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Para ela, acabar com a licitação para os gasodutos vai favorecer a atuação de grandes empresas distribuidoras e transportadoras.

O líder do PSB, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), também criticou o sistema simplificado para novos gasodutos. “Para se melhorar a concorrência, para se melhorar a regulação do mercado, a transição da concessão para a autorização não é a melhor saída”, defendeu. Ele destacou que o mercado de energia concentra grande volume de recursos.

Menos burocracia
Relator da proposta, o deputado Laércio Oliveira (PP-SE) destacou que a mudança no regime de exploração se aplica apenas ao transporte do gás natural. A concessão, segundo ele, cria “burocracia desnecessária” e impede a expansão da rede de transportes de gás natural.

Laércio Oliveira ressaltou que a proposta foi negociada com diversos atores do setor, vai trazer competitividade e baratear o produto.

“A nova lei do gás vai reindustrializar o Brasil, aumentar a receita dos governos e reduzir o custo do gás nas empresas, nos comércios e até nas residências. Daqui a alguns anos, quando o brasileiro estiver em casa cozinhando com seu botijão, que ele conseguiu comprar mais barato, saberemos que este foi o resultado de uma escolha importante que fizemos neste dia”, disse.

Desenvolvimento industrial
Deputados favoráveis às mudanças no mercado de gás natural afirmaram que a competitividade vai baixar o preço para a indústria e gerar crescimento da economia.

Para o deputado Hildo Rocha (MDB-MA), é preciso viabilizar energia mais barata para os setores da economia. “Esse projeto permite que algumas indústrias que hoje não têm como competir no mercado internacional possam vir a competir com energia mais barata”, disse.

Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

Luis Miranda: o projeto vai permitir crescimento às indústrias e gerar empregos
O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) destacou que parte do gás utilizado no Brasil é importado e tem preço elevado. “Hoje, além de termos o gás natural mais caro do mundo, falta o produto. É fundamental modernizar a legislação do Brasil”, declarou.

O líder do Novo, deputado Paulo Ganime (Novo-RJ), também afirmou que o projeto vai viabilizar novos investimentos e, com isso, gerar empregos. “Podemos reindustrializar o Brasil, fora todos os investimentos que podemos atrair com esse marco regulatório importantíssimo. Vai ser gerado emprego, trabalho, e isso vai nos ajudar a superar essa crise”, disse.

Para o deputado Luis Miranda (DEM-DF), a proposta vai “revolucionar” a indústria e a geração de empregos. “Além do desperdício, não temos uma política voltada para o mercado de gás natural. Esse projeto vai permitir crescimento econômico às indústrias e, com isso, gerar empregos”, afirmou.

Agência Câmara de Notícias

Petrobras mobiliza quase 10 mil pessoas em torno de ações de conservação dos biomas

Na quinta-feira (3/9), a bióloga Amanda Borges, consultora da área de Responsabilidade Social da Petrobras, apresenta alguns resultados alcançados pelo Programa Petrobras Socioambiental na preservação dos biomas durante a Conferência Ethos 360º. Um dos destaques é a mobilização de 9,7 mil pessoas e a recuperação ou conservação de mais de 100 mil hectares de áreas em cinco biomas, com a produção de mais 1,5 milhão de mudas em 2019. O painel “Ciência e educação ambiental – vetores para reduzir a ameaça aos biomas brasileiros”, inserido no tema “Brasil e as ambições da ciência, tecnologia e inovação”, começa às 16h10 e será transmitido no YouTube.

Participam também a médica veterinária Gabriela Moreira, coordenadora geral do projeto Guapiaçu, patrocinado pela Petrobras, e o biólogo Claudio Pádua, reitor da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade e vice-presidente do Instituto de Pesquisas Ecológicas.

Amanda Borges vai destacar a importância dos investimentos voluntários da companhia na linha de atuação Clima, que contempla iniciativas voltadas para a conservação e recuperação de florestas e áreas naturais com a proteção da biodiversidade com foco em remoção e manutenção dos estoques de carbono e adaptação à mudança do clima, gerando benefícios ambientais e sociais e incentivando a educação ambiental.

Gabriela Moreira destacará a experiência do projeto Guapiaçu em educação ambiental com crianças e jovens e as ações de recuperação que possibilitaram a conservação de 160 hectares de Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro.

Em sua 23ª edição, a Conferência Ethos 360º, iniciativa patrocinada pela Petrobras, vem se consolidando como o maior evento sobre políticas e ações para o desenvolvimento sustentável, atraindo lideranças e empresas de todo o Brasil e da América do Sul.

A programação da Conferência Ethos é 100% virtual e gratuita. Palestras, diálogos e workshops podem ser acompanhados pelo canal do Instituto Ethos no YouTube (https://www.youtube.com/InstitutoEthos).

Programa Petrobras Socioambiental

O Programa Petrobras Socioambiental estrutura os investimentos voluntários da Petrobras, definindo áreas temáticas, objetivos e diretrizes em planejamentos plurianuais e contou, em 2019, com investimentos da ordem de R$ 100 milhões.

Na linha de Clima, o resultado consolidado de 15 projetos apoiados pela empresa, contabilizou a contribuição potencial de 850 mil toneladas de CO2 nas áreas recuperadas ou conservadas, além dos benefícios sociais e ambientais associados e distribuídos em cinco biomas brasileiros (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e Pampa). Outras informações podem ser consultadas no Relatório de Sustentabilidade disponível na página (https://sustentabilidade.petrobras.com.br/).

Agência Petrobras

Websérie Petróleo, Gás e Naval da Firjan chega à 20ª edição com perspectivas positivas do mercado

O webinar sobre as “Perspectivas para o E&P no estado do Rio de Janeiro”, realizado em 1/9, mostrou otimismo dos participantes com relação às perspectivas do mercado fluminense. Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, afirmou que, apesar da dificuldade trazida pela pandemia, a produção de óleo continua crescendo, com forte contribuição dos campos do pré-sal e dos desinvestimentos da Petrobras.

“Estamos assistindo a um movimento da maior importância, que é a entrada de médios operadores nesse mercado, como ocorre na recuperação de campos já maduros, mas ainda assim de contribuição muito relevante. Não é exagero dizer que a cada semana surgem novos atores, tornando a atividade de exploração e produção do estado do Rio cada vez mais diversificada”, ressaltou Eduardo Eugenio. Ele destacou que, no próximo dia 22/9, a instituição vai lançar, em videoconferência, a 5ª edição do tradicional Anuário da Indústria de Petróleo no Rio de Janeiro, com o panorama de 2020.

Apostando no cenário positivo do país, a Total E&P do Brasil anunciou que pretende produzir 150 mil barris por dia até 2025, contra os 35 mil barris/dia retirados hoje. Philippe Blanchard, presidente da empresa e do Conselho Empresarial de Petróleo e Gás da Firjan, informou que a Total vai perfurar o bloco CM 541 na Bacia de Campos em 2021. A empresa está presente em seis bacias, com foco importante no pré-sal.

Antonio Guimarães, secretário Executivo de Exploração e Produção no Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), pontuou que, mesmo em meio à crise causada pela pandemia da Covid-19, o Brasil produz 3 milhões de barris/dia, o que o coloca como 10º maior produtor de petróleo do mundo, com potencial para galgar algumas posições nesse ranking. Mas alertou que diante do cenário futuro, que prevê preços menores, os países com potencial vão promover ajustes no seu ambiente regulatório para tentar atrair uma parcela maior de investimento.

“É preciso exigir dos governantes um ambiente de negócios que transforme essa oportunidade em realidade, uma vez que o Brasil já tem matéria-prima, que são as reservas, tem blocos contratados e perspectiva geológica de se descobrir mais. Tudo isso acompanha o portfólio que nos deixa otimistas.” Segundo ele, esse é o trabalho que o IBP tem feito, em parceria com a Firjan, para delinear claramente as melhorias necessárias.

Já o Rio de janeiro, de acordo com o presidente do IBP, possui 85% das reservas de petróleo do país e 64% das reservas de gás natural. E em termos de oportunidade para o desenvolvimento, apresenta reservas provadas maiores do que as do México: algo em torno de 10 bilhões de barris. Ele lembrou que o descomissionamento de plataformas e os campos maduros na Bacia de Campos também são oportunidades que podem se somar aos investimentos no estado fluminense.

Esta semana, a Websérie Óleo, Gás e Naval da Firjan chegou à sua 20ª edição, contabilizando palestras de mais de 60 convidados e mais de 20 mil visualizações.

A transmissão on-line ocorre todas as terças-feiras, às 16h. Veja a playlist no link https://www.youtube.com/playlistlist=PLrU28uWBDTQAtoIRokLyeqXr9PF1ZURxY

Assista aqui a Websérie de 1/9: https://www.youtube.com/watch?v=2mkyn8S0D2o

Redação