Usina de biogás é inaugurada em Minas Gerais

O município de Santana do Paraíso, em Minas Gerais, na região Metropolitana do Vale do Aço, passa a contar com uma usina de biogás no modelo de Geração Distribuída (GD), usado para referenciar a energia gerada através de fonte renovável de pequeno porte, próxima do local de consumo.

Instalada e operada pela ENC Energy Brasil, a usina contou com investimentos de aproximadamente R$ 6 milhões e, nessa primeira fase, tem um motor com capacidade de geração de 1MW, localizado no aterro sanitário CTR Vale do Aço. A energia é gerada a partir do biogás proveniente da decomposição do lixo orgânico. O biogás é uma mistura de gás metano e gás carbônico, gerado a partir da decomposição dos resíduos orgânicos na ausência do oxigênio.

Transformar esse gás em energia é um grande benefício para o meio ambiente, pois o metano causa um impacto 25 vezes maior no aquecimento global do que o gás carbônico queimado no processo de geração de energia elétrica. O processo de transformação do gás em energia também reduz o odor do metano nas proximidades. Além desses benefícios, a queima e a geração de energia a partir do biogás geram créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas comprometidas com o meio ambiente e interessadas em reduzir suas emissões de carbono.

A usina já está em funcionamento e sua a gestão comercial será feita pela Órigo, parceira da ENC Energy em outros empreendimentos, e focará em atender os consumidores de pequeno porte, base da pirâmide social.

“Já estamos investindo no mercado de Geração Distribuída em todo o país, e agora é uma satisfação iniciar a operação em Minas Gerais, ajudando os consumidores a terem acesso à uma energia limpa” ressalta Igor Urasaki, Diretor Comercial da ENC Energy Brasil.

“É com grande satisfação que iniciamos esta parceria com a ENC em Minas Gerais para ajudar a levar ainda mais energia limpa para os consumidores de menor porte, que mais precisam de economia”, afirma Rodolfo Molinari, Diretor Geral da Órigo

Está previsto o desenvolvimento de uma segunda etapa do empreendimento, com acionamento de mais 1 motor de 1 MW, em 2021.

A ENC Energy mantém contratos com aterros sanitários privados, devidamente licenciados pela legislação ambiental brasileira.

A experiência da ENC Energy com esse modelo de geração de energia mostra que o Brasil tem grande potencial para expansão da tecnologia de biogás. “As fontes renováveis já são uma fatia importante da matriz energética brasileira. A tendência é que isso cresça, pois a forma como o lixo é armazenado no Brasil permite que o biogás seja amplamente explorado. Ou seja, além dos benefícios ambientais, o impacto social positivo que essa cadeia gera é enorme”, afirma Carla Bernardes, Diretora Financeira da Companhia.

Sobre a ENC Brasil

Criada em 2012, a subsidiária brasileira da ENC Energy tem como acionistas a empresa portuguesa ENC Energy e o fundo GEF Capital Partners. A empresa já atua no Maranhão, no Rio de Janeiro, no Paraná, em São Paulo, em Pernambuco, além de Minas Gerais onde a empresa já possui uma usina de 4,3 MW em Juiz de Fora desde 2013.

Sobre a Órigo Energia

A Órigo Energia, empresa líder em geração distribuída, é uma das companhias pioneiras do setor no Brasil, em atividade desde 2010. A Órigo tem o objetivo de massificar e democratizar a energia renovável no país, como foco em prover soluções para clientes de pequeno porte, na base da pirâmide social.

A companhia participa ativamente das principais discussões setoriais e incentiva medidas que possam tornar a energia renovável uma alternativa simples e acessível para todos os brasileiros. Em 2019, a Órigo obteve o certificado internacional de Empresa B pelo comprometimento com o impacto social e ambiental através do seu modelo de negócio e ganhou reconhecimento no Prêmio Eco pela atuação com as fazendas solares.

Redação

Petrobras se prepara para futuro do mercado de refino e gás natural

A Petrobras lançou dois programas que visam preparar suas atividades de refino e gás natural para um mercado aberto, competitivo e em transição para economia de baixo carbono. O Biorefino 2030 prevê projetos para a produção de uma nova geração de combustíveis, mais modernos e sustentáveis que os atuais como, por exemplo, o diesel renovável e o bioquerosene de aviação. Ainda na área de refino, a companhia pretende reduzir em 30% a captação de água em suas refinarias e em 16% a intensidade do carbono do segmento até 2025.

“Queremos trazer produtos renováveis para o nosso parque de refino, nos negócios em que temos expertise e que geram valor para a companhia. Por isso, focaremos num parque de refino de excelência, produzindo com alta eficiência energética e preparado para competir e gerar produtos mais modernos, com inovações tecnológicas que trazem ganhos em termos de redução de emissões não só nas nossas operações, mas em toda a cadeia de valor”, destaca a diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara.

O diesel renovável é um biocombustível avançado, produzido a partir de óleos vegetais e com a mesma estrutura do óleo diesel convencional. Esse novo combustível reduz em 70% a emissão de gases de efeito estufa se comparado ao óleo diesel mineral e 15% em relação ao biodiesel éster. É isento de contaminantes e não causa danos aos motores, aumentando, na prática, a vida útil dos veículos e reduzindo o custo dos transportes. Sua comercialização no Brasil como biocombustível depende ainda de regulamentação da ANP.

O BioQAv ou bioquerosene de aviação será utilizado no mundo para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Essa é uma resolução da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e o Brasil deverá utilizá-lo obrigatoriamente a partir de 2027. O processo de produção do BioQAv por hidrogenação utiliza as mesmas matérias primas necessárias para a produção do diesel renovável. As unidades industriais que produzem o BioQAv têm como coproduto o diesel renovável (HVO). Desta forma, se por um lado a produção de BioQAv pode ser estimulada pela do diesel renovável, por outro, pode aumentar a competitividade de ambos os produtos.

A Petrobras também prevê investimentos para o aumento da produção de diesel S-10, de baixo teor de enxofre, em detrimento do diesel S-500. Para isso, serão realizadas modernizações em unidades da Reduc, em Duque de Caxias-RJ, e da Revap, em São José dos Campos-SP. Também será construída uma nova unidade de hidrotratamento de diesel na Replan. Outra iniciativa em estudo é a integração da Reduc com o Gaslub Itaboraí, que permitirá a produção de lubrificantes de alta qualidade, de nível tecnológico mais avançado.

Transformação Digital

A Petrobras começou a implementar projetos de inteligência artificial nas refinarias como, por exemplo, o Digital Twins (gêmeos digitais). Trata-se de uma representação rigorosa e integrada dos processos de uma refinaria, desde a entrada de petróleo até a saída de derivados especificados. São utilizados simuladores, que permitem explorar as condições operacionais ótimas que levam à máxima rentabilidade dos ativos e, dessa forma, otimizar a produção em tempo real. Também contribui para as atividades de segurança e manutenção. A nova tecnologia já permitiu ganhos de cerca de US$ 100 milhões em receita para as refinarias da Petrobras somente em 2020.

Outras ferramentas digitais também são utilizadas pela companhia nas suas unidades termelétricas e de processamento de gás: “data lake”; especialista de dados; armazenamento em nuvem e inteligência artificial (IA), o “Trip Detector” que através da análise dos parâmetros operacionais dos equipamentos e cruzamento com banco de dados de eventos, faz a predição em tempo real da probabilidade de eventos de desligamento (trip) permitindo ao operador evitá-los. Além disso, a companhia também passou a utilizar nas termelétricas o “Smart Alarm” que é um sistema de filtro inteligente de alarmes e indicação de falhas, que consolida em uma única interface as informações da falha e auxilia o operador com rapidez e assertividade na tomada de decisão em tempo real, aumentando a confiabilidade, disponibilidade e segurança de processo e dos colaboradores das unidades. Está solução será escalável para outras plantas industriais da companhia.

Gás +

Outra iniciativa é o Gas+, programa que visa implantar ações que aumentam a competitividade da Petrobras no segmento de gás natural. Estão previstas novas modalidades de comercialização e segmentação de produtos, bem como a prestação de serviços de processamento de gás em suas Unidades de Tratamento e o uso de ferramentas como contratos digitais e vendas por meio de plataformas automatizadas. O objetivo é propiciar mais satisfação e fidelizar o cliente da Petrobras.

A companhia também está ampliando a capacidade operacional do terminal de regaseificação de gás natural liquefeito da Baía de Guanabara (TR-BGUA) de 20 para 30 MM m³/dia. Adicionalmente, com a entrada em operação do gasoduto Rota 3, será possível escoar até 44 MM m³/dia de gás natural do pré-sal. A companhia também está implementando o projeto de adequação da UTGCA (Unidade de Caragutatuba) para capacitá-la a processar até 10 MM m³/dia de gás do Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos, sem necessidade de mistura com gás do Pós-Sal.

Na área de geração termoelétrica, o foco da companhia está em ativos de alta performance. Para isso, está realizando a modernização dos ativos existentes para melhoria da eficiência energética e redução de emissões, como também, realizando pesquisas com novas turbinas de CO2 em ciclo combinado, aumentando a geração de energia sem captação de água e sem impacto nas emissões. A companhia também está em fase inicial de estudos de um projeto de nova termelétrica de alta eficiência e integrada ao Polo Gaslub.

“A gestão ativa de portfolio que temos empreendido ao longo dos últimos anos vai nos permitir manter um parque de refino e um parque térmico de alta performance e resiliente à volatilidade do mercado de óleo e gás mundial, com alta capacidade de geração de valor para nossos acionistas, incluindo a sociedade brasileira”, conclui a diretora Anelise Lara.

Agência Petrobras

EXCLUSIVO-Shell busca cortar custos em preparação para transição energética

A petroleira Shell está buscando cortar em até 40% os custos de produção de petróleo e gás, em uma grande iniciativa para economizar recursos para que a companhia possa transformar seus negócios e focar mais em energia renovável e mercados de energia elétrica, disseram fontes à Reuters.

A nova revisão de custos da Shell, conhecida internamente como “Projeto Reshape” e com estimativa de ser concluída ainda neste ano, afetará suas três principais divisões e visará cortes adicionais à meta de 4 bilhões de dólares definida no começo da crise da Covid-19.

A redução de despesas é vital para os planos da Shell de se mover para o setor elétrico e renováveis, onde as margens são relativamente baixas.

A competição também deve se intensificar com empresas de energia e petroleiras rivais incluindo a BP e a Total todas buscando disputar participação no mercado à medida que economias pelo mundo buscam se tornar mais verdes.

“Temos um ótimo modelo, mas ele é o modelo correto para o futuro? Haverá diferenças, e não só em estrutura, mas sobre cultura e o tipo de companhia que queremos ser”, disse uma fonte da Shell, que falou sob a condição de anonimato.

No ano passado, os custos operacionais gerais da Shell somaram 38 bilhões de dólares, enquanto os investimentos totalizaram 24 bilhões de dólares.

A Shell está explorando maneiras de reduzir gastos na produção de petróleo e gás, sua maior divisão upstream, em 30% ou 40% por meio de cortes de custos operacionais e em investimentos em novos projetos , disseram duas fontes envolvidas no assunto.

A Shell agora quer focar sua produção de petróleo e gás em apenas poucas regiões chave, incluindo o Golfo do México, a Nigéria e o Mar do Norte, disseram as fontes.

A divisão integrada de gás da empresa, que toca as operações de Gás Natural Liquefeito (GNL) e a produção de gás, também busca cortes, segundo as fontes.

No setor de distribuição, a avaliação mira cortar custos na rede de 45 mil postos da Shell, a maior do mundo, vista como uma de suas atividades de maior valor e que deve ter papel fundamental na transição, segundo as fontes.

“Estamos passando por uma revisão estratégica da organização, que visa garantir que estejamos preparados para prosperar durante a transição energética e ser uma organização mais simples, mas também competitiva em termos de custos. Estamos analisando uma série de opções e cenários neste momento, que estão sendo avaliados cuidadosamente”, disse uma porta-voz da Shell em um comunicado.

O esforço de reestruturação da Shell reflete movimentos recentes das rivais europeias e Eni, que planejam reduzir seu foco em petróleo e gás na próxima década e construir novos negócios de baixo carbono.

A revisão, que fontes da empresa dizem ser a maior da história moderna da Shell, deve ser concluída até o final de 2020, quando a Shell deseja anunciar uma grande reestruturação.

Ao falar com analistas em 30 de julho, o presidente-executivo da Shell, Ben van Beurden, disse que a companhia lançou um programa para “redesenhar” a empresa anglo-holandesa.

Reuters

Opep monitora de perto retomada de produção de petróleo na Líbia, dizem fontes

A Opep e seus aliados estão acompanhando esforços para retomada da produção de petróleo na Líbia muito de perto, disseram fontes do grupo nesta segunda-feira, embora os produtores ainda devam esperar para ver se haverá um recomeço sustentável antes de qualquer reação.

A Líbia, que faz parte da Opep, está isenta de cortes de produção sob um acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados para restringir a oferta. Uma retorno da produção líbia poderia forçar outros países a cortes adicionais para apoiar os preços.

Os preços do petróleo Brent, referência internacional, operavam perto de 42 dólares por barril nesta segunda-feira, recuando em meio à expectativa de possível retorno da Líbia ao mercado. A produção do país estava praticamente paralisada desde janeiro, e o retorno aconteceria em momento em que a alta no número de casos de coronavírus gera preocupações com a demanda.

Três fontes da Opep disseram que será preciso algum tempo para avaliar a situação.

“Neste estágio, precisamos assistir por algum período”, disse uma fonte da Opep, que falou sob anonimato. “Mas o mercado está reagindo muito rápido com um sentimento baixista.”

Uma segunda fonte disse que a organização está acompanhando muito atentamente a produção da Líbia, enquanto uma outra fonte próxima à Opep disse que a produção da Líbia é menos preocupante do que um possível novo enfraquecimento da demanda devido a novas medidas de restrição contra o coronavírus.

A National Oil Corp (NOC) da Líbia disse no sábado que retirou a força maior sobre portos e instalações que considera seguras e que estava em procedimentos para retomada em algumas localidades, após um bloqueio à produção de petróleo que começou em janeiro.

Reuters

TBG divulgará no dia 21/09 capacidade disponível para oferta de produtos mensais no transporte de gás natural

Na próxima segunda-feira (21/09), a TBG estará divulgando a capacidade disponível para a oferta de Produto de Curto Prazo Mensal ao mercado. A partir do dia23/09 (quarta-feira), os interessados poderão fazer a solicitação da capacidade desejada, definir os pontos de entrada e saída disponíveis, além de assinarem o contrato. Todo esse trâmite poderá ser realizado por meio do Portal de Oferta de Capacidade (POC) da empresa, a ser acessado em: ofertadecapacidade.tbg.com.br.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) definiu no dia 09 de setembro as datas para a realização dos leilões de aquisição dos Produtos de Curto Prazo da TBG, que preveem a celebração de contratos trimestrais, mensais e diários.

As capacidades de transporte ofertadas para contratação no curto prazo são firmes e disponíveis, pois são remanescentes das Chamadas Públicas Anuais. Os carregadores interessados poderão solicitar a contratação da capacidade por meio de um ou mais produtos, por ponto de entrada e/ou zona de saída, conforme seus interesses.

A oferta de Produtos de Curto Prazo disponibiliza serviços diferenciados de solução logística no transporte de gás natural no Brasil, possibilitando ao carregador organizar seu portfólio de capacidade de transporte, adaptando-se às questões de sazonalidade.

As tarifas para os produtos de curto prazo, segundo a ANP, serão calculadas tomando por base a tarifa de referência dos contratos para transporte firme oriundo das Chamadas Públicas Anuais, sobre as quais serão aplicadas um multiplicador, que varia de acordo com o prazo contratual (diário, mensal ou trimestral).

De acordo com a ANP, a aprovação do lançamento desses produtos pelo órgão regulador e pela TBG está alinhada com a Resolução CNPE nº 16/2019 e com os pilares do programa Novo Mercado de Gás, contribuindo para a transição em direção a um mercado concorrencial de gás natural, na medida em que cria condições para a ampliação do acesso e para o aumento da eficiência na operação e utilização das infraestruturas de transporte.

Para conhecer o passo a passo detalhado da aquisição dos Produtos de Curto Prazo pelo Portal de Oferta de Capacidade, acesse os tutoriais do canal da TBG no YouTube pelos links: https://www.youtube.com/watch?v=aZh7J8iNotM&t=8s e/ou https://www.youtube.com/watch?v=mtWcjlc2wwI.

Sobre a TBG – A TBG é a empresa brasileira que realiza o transporte ininterrupto de até 30 milhões de m³/dia de gás natural para o principal eixo econômico do Brasil, formado pelas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, que respondem por mais de 50% do PIB nacional. Com extensão de 2.593 quilômetros, o gasoduto atravessa 136 municípios de cinco estados: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Schneider Electric traz soluções assistidas por IA para acelerar programas de energia, sustentabilidade e clima

A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão de energia elétrica e automação, anunciou na terça-feira (15) o impacto de um novo investimento multimilionário em ferramentas de machine learning e ciência de dados. A iniciativa inclui consultoria assistida por inteligência artificial (IA) para a oferta de serviços de energia e sustentabilidade, a fim de propiciar aos clientes da empresa acesso a ferramentas digitais de última geração. Isso melhora os insights e a análise do portfólio de energia e sustentabilidade de uma companhia, o que gera valor maior em eficiência nas ações de resiliência às mudanças climáticas e em outras metas relacionadas à redução de recursos.

Com isso, o investimento otimiza o uso de recursos corporativos em um período de grandes mudanças no consumo de energia e no cenário climático mundial. A maioria das empresas ainda enfrenta desafios em relação a processamento de dados, o que limita sua abordagem de sustentabilidade. Desse modo, as companhias sofrem com o consumo equivocado de recursos e com dados de custo inconsistentes, incompletos, superabundantes e de baixa qualidade. A introdução da IA permite às companhias obter mais valor dos dados que produzem, além de fornecer análises mais precisas e eficientes para estratégia de energia e sustentabilidade.

O avanço em machine learning e ciência de dados, permite a Schneider dar melhor suporte aos clientes que obtêm e adquirem energia, e gerenciam recursos. As melhorias em IA converterão mais rapidamente os dados em percepções significativas, e vão permitir que os parceiros alcancem as metas ambientais de longo prazo. Os usuários também poderão tirar conclusões mais assertivas que ajudam a reduzir custos, gerenciar riscos, mapear oportunidades e criar resiliência em sua estratégia de sustentabilidade.

“Vemos uma grande oportunidade de usar dados e percepções gerados pelas organizações para produzir mais do que apenas benefícios operacionais. Esses dados, combinados com a experiência de nossa equipe global, podem aprimorar significativamente a forma como as empresas abordam a sustentabilidade”, diz Steve Wilhite, vice-presidente sênior da Schneider Electric. “Descobrimos que a inteligência colaborativa produzida por essa mais nova classe de tecnologia, em conjunto com nossos consultores de classe mundial, ajuda nossos clientes a criar vantagem competitiva baseada na sustentabilidade.”

O investimento da empresa em serviços de última geração beneficia clientes em todos os setores, ao mesmo tempo em que aumenta as ofertas existentes, como a solução EcoStruxure Resource Advisor™, a melhor da classe da empresa. Entre os novos recursos, estão:

• Dados mais personalizados combinados com recomendações mais rápidas.
• Novos aprimoramentos para gerenciar recursos de energia distribuída (DERs), hedges de commodities e dispositivos conectados.
• Processos de coleta de dados aprimorados, incluindo automação de processos robóticos, que permitem a localização de erros e a detecção de novas oportunidades de economia de forma mais rápida e completa do que antes.
• Maior capacidade de recuperação e confiabilidade em tempo real dos portfólios de energia.
• Visualizações otimizadas para celular para acesso a informações a qualquer momento.

“Este investimento é o resultado de ouvir e responder às necessidades dos nossos clientes e capitalizar em tecnologias de ponta”, afirma Wilhite. “Nossas equipes conduzem nossos clientes a soluções mais rápidas, inovadoras e sustentáveis nesta era de urgência climática, com um resultado financeiro mais saudável como subproduto, e isso é uma vitória para todos”, complementa.

Sobre a Schneider Electric

Na Schneider, acreditamos que o acesso à energia e ao mundo digital é um direito humano básico. Empoderamos as pessoas para fazerem mais com menos, garantindo que Life Is On seja realidade em todos os lugares, para todos, em todos os momentos. Fornecemos soluções digitais de energia e automação para mais eficiência e sustentabilidade.

Combinamos as mais avançadas tecnologias de energia do mundo, automação em tempo real, software e serviços com soluções integradas para residências, edifícios, data centers, infraestruturas e indústrias. Estamos empenhados em desvendar as infinitas possibilidades de uma comunidade aberta, global e inovadora, apaixonada por nossos valores de: Propósito, Inclusão e Empoderamento. www.se.com/br