Sherwin-Williams Protective & Marine realiza palestra sobre Proteção Passiva Contra Fogo Hidrocarboneto

A Sherwin-Williams, divisão Protective & Marine, que oferece uma linha completa de revestimentos e sistemas de alto desempenho para a indústria em geral, realizará uma palestra sobre o tema “A Evolução da Proteção Passiva Contra Fogo Hidrocarboneto – Novas Tecnologias em Produtos”. A conferência acontece no formato virtual, no próximo dia 18/11 , das 10h às 11h, no canal do YouTube da NACE BRASIL, autoridade reconhecida mundialmente em soluções para o controle da corrosão. O conteúdo será ministrado pelo gerente de treinamento técnico e pelo Coordenador de Desenvolvimento de Mercado, Lucas Coelho.

“O curso é indicado para arquitetos, engenheiro, clientes, empresas e prestadores de serviço da área industrial que buscam conhecer mais sobre o tema PFP (Passive Fire Protection). Durante o evento iremos abordar soluções e esclarecer dúvidas sobre normas de proteção, com o objetivo de salvar vidas, preservar bens, prevenir agravamentos e manter rota de fuga,” explica Lucas Cesar Coelho Soares (foto), coordenador de Desenvolvimento de Mercado – Proteção Passiva Contra Fogo Sherwin-Williams Brasil.

O especialista apresentará também tecnologias de proteção passiva contra fogo para prevenir incêndios a partir da queima de Hidrocarbonetos causados por combustíveis orgânicos como gasolina, diesel e petróleo presentes em refinarias, plantas químicas, plataformas offshore e terminais de combustível. Além disso, vai trazer a novidade da empresa, que foi lançada em julho. O novo revestimento intumescente, FIRETEX M90/03, que atende aos requisitos de teste UL 1709 proteção passiva contra fogo em unidades “onshore”, além de permitir que as partes interessadas apliquem espessuras variáveis de material em diferentes tamanhos de seção do aço.

Lucas Coelho atua como coordenador de desenvolvimento de mercado – proteção Passiva Contra Fogo na Sherwin-Williams, e tem 12 anos de experiência no segmento de tintas industriais e 6 anos em PFP. O profissional também é Inspetor de pintura NACE II / NACE O-CAT. A NACE é uma organização global com mais de 37.000 associados de 144 países, com foco em soluções para o controle da corrosão. No Brasil atua por meio de diretoria voluntária e eleita, oferecendo networking e apoio aos profissionais da área.

Serviço

Palestra online “A Evolução da Proteção Passiva Contra Fogo Hidrocarboneto – Novas Tecnologias em Produtos”

Data: 18 de novembro

Horário: das 10h às 11h

Transmissão: Canal NACE BRASIL no YouTube

Petrobras lança Programa de Eficiência de Poços (PEP-70), com foco na redução de 30% dos custos da atividade no pré-sal

Iniciativa está alinhada à estratégia de resiliência e preservação do caixa da companhia 

A Petrobras lançou um Programa de Eficiência de Poços com foco na redução de 30% os custos envolvidos nessa atividade. A intenção é otimizar os projetos de engenharia dos poços e, ao mesmo tempo, incorporar novas tecnologias, que estão em fase de desenvolvimento. Com isso, a previsão é reduzir o tempo perfuração e completação, assim como trazer maior retorno financeiro aos projetos de Exploração e Produção da companhia. O programa está concentrado nas operações futuras de poços no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos – maior campo em águas profundas do mundo e principal ativo do portfólio da Petrobras.

O avanço esperado é a redução progressiva dos tempos de construção de poços em Búzios e, por consequência, a diminuição de custos. Para efeito de comparação, a média dos poços perfurados no campo de Búzios em 2017 foi de 171 dias. Em 2020, graças à aplicação de novas soluções tecnológicas, um dos poços foi construído em apenas 91 dias – uma redução de 47% nesse prazo, que se traduz em economia expressiva para a companhia. Com o novo programa, a meta agora é avançar ainda mais nessa atividade.

A iniciativa está alinhada à estratégia de resiliência e de preservação de caixa da companhia diante do cenário atual de queda do preço do Brent. “Pretendemos aumentar ainda mais a resiliência dos nossos projetos de desenvolvimento de produção no pré-sal, notadamente em Búzios, tornando-os ainda mais competitivos no cenário atual de redução do preço do barril. Com custos menores e maior eficiência, nossa expectativa nos próximos anos é dobrar a quantidade de poços nesse campo, chegando a cerca de 100 poços, contribuindo para maior economicidade dos projetos”, disse o Diretor de Desenvolvimento da Produção da Petrobras, Rudimar Lorenzatto.

Para alcançar a economia de 30% na atividade, a previsão é otimizar a configuração dos poços, racionalizar as operações, além de incorporar tecnologias de última geração adaptadas às condições peculiares do campo de Búzios – marcado, por exemplo, por poços com elevada produtividade e reservatórios com alta espessura e  geologia complexa, que exige emprego de técnicas mais sofisticadas. “A forte integração entre as áreas de geologia, reservatórios, suprimentos e do centro de pesquisas é fundamental para o atingimento das metas do PEP-70”, destaca o Gerente Executivo de Construção de Poços Marítimos, Samuel Miranda.

Novas tecnologias trazem redução de custos 

A atividade de construção de poços offshore corresponde em média a cerca de 1/3 do orçamento total de um projeto na área de Exploração e Produção da Petrobras. Por conta disso, toda oportunidade de reduzir custos nesse tipo de operação é sinônimo de alto potencial de geração de valor para a companhia.

Uma das principais frentes do programa é a incorporação de soluções inovadoras para aumentar a eficiência da atividade e a produtividade do campo.  Uma dessas soluções, é a chamada “completação inteligente elétrica” – uma técnica de preparação do poço para produzir por meio de acionamento remoto. A solução garante ainda maior confiabilidade das atividades – as operações são controladas remotamente graças a sensores elétricos instalados no poço –, além de evitar perdas de produção e garantir o melhor gerenciamento do reservatório.

Também na frente de novas tecnologias, o programa prevê o aprimoramento das operações de perfuração do poço; na otimização do escopo de reservatórios e, como sempre em todos os programas deste tipo, na adoção de iniciativas para aumentar a segurança de processo das atividades.

Agência Petrobras

ANP aprova a recriação da Comissão de Conflitos das Agências Reguladoras

A Diretoria da ANP aprovou minuta de resolução que recria a Comissão de Conflitos das Agências Reguladoras dos setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo de que trata a Resolução Conjunta nº 2, de 27 de março de 2001.

A recriação da Comissão de Conflitos é necessária para a retomada da instrução dos processos de solução de conflitos relativos ao compartilhamento de infraestruturas dos setores de energia, telecomunicações e combustíveis, os quais se encontram interrompidos desde a edição do Decreto nº 9.759/2019, que extinguiu e estabeleceu diretrizes, regras e limitações para colegiados da administração pública federal. A reinstituição da comissão tem como base a Lei nº 13.848/2019, conhecida como Lei Geral das Agências Reguladoras.

A minuta foi aprovada pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no último dia 3/11. A publicação da resolução ocorrerá após a aprovação da minuta pelas três agências que regulam os setores por ela abarcados: ANP, Anatel e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ascom ANP

Preços do petróleo caem com aumento de produção na Líbia e disparada do coronavírus

Os preços do petróleo recuaram cerca de 2% na sexta-feira, pressionados pela crescente produção da Líbia e por temores de que o aumento no número de casos de coronavírus possa retardar a recuperação da economia global e da demanda por combustíveis.

As expectativas por uma vacina contra a Covid-19, porém, fizeram com que os contratos futuros do petróleo registrassem a segunda semana consecutiva de ganhos.

O petróleo Brent fechou em queda de 0,75 dólar, ou 1,7%, a 42,78 dólares por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) cedeu 0,99 dólar, ou 2,4%, para 40,13 dólares o barril. Na semana, ambos acumularam alta de mais de 8%.

A produção de petróleo da Líbia avançou para 1,2 milhão de barris por dia (bpd), disse uma fonte do setor no país à Reuters, ante bombeamento de 1 milhão de bpd relatado pela National Oil Corp em 7 de novembro.

Sinais de aumento na produção dos EUA também contribuíram com o sentimento baixista. A contagem de sondas de petróleo em operação no país aumentou em dez unidades nesta semana, atingindo 236, maior nível desde maio, segundo dados da Baker Hughes.

“Em essência, parte do bem-estar pela vacina da Pfizer se dissipou, e números decepcionantes da AIE (na véspera, sobre aumento nos estoques dos EUA) criaram uma leve correção para baixo”, disse Harry Tchilinguirian, chefe de pesquisas em commodities do BNP Paribas.

Agência Reuters

Audiência pública debate acesso a terminais aquaviários

A ANP realizou audiência pública sobre a proposta de revisão da Portaria ANP nº 251/2000, que trata da regulamentação do acesso não discriminatório, por terceiros interessados, aos terminais aquaviários, existentes ou a serem construídos, para movimentação de petróleo, seus derivados e de biocombustíveis.

Durante a abertura, o superintendente de infraestrutura e movimentação da ANP, Hélio Bisaggio, destacou a importância do tema: “A necessidade desse debate se mostra muito atual, uma vez que está em curso o desinvestimento da Petrobras. O interesse dos agentes foi imenso, tendo em vista que recebemos contribuições de 20 agentes de mercado e órgãos de governo”.

O processo de revisão dessa portaria teve início em 2015 e tem contado com ampla participação da sociedade e dos agentes de mercado, com a realização de consulta prévia, em 2016, além de intensos debates de 2017 a 2019 no âmbito dos programas governamentais Combustível Brasil e Abastece Brasil, bem como a realização de dois workshops durante o período de consulta pública.

A iniciativa da ANP busca compatibilizar dois pilares de políticas públicas de Estado: o incentivo de atração em investimentos portuários e o desenvolvimento de um mercado competitivo no setor de combustíveis a partir do amplo acesso de terceiros a instalações portuárias, o que estimula a entrada de novos atores no mercado concorrencial.

Ascom ANP

Petrobras recebe prêmio Firjan de Sustentabilidade por projeto de Captura, Uso e Armazenamento de Carbono (CCUS)

Premiação reconheceu as melhores práticas de desenvolvimento sustentável no estado do Rio

A Petrobras recebeu o prêmio Firjan de Sustentabilidade pelo projeto de Captura, Uso e Armazenamento de Carbono (CCUS) no processo de produção de óleo e gás no pré-sal. A companhia foi a campeã da categoria Mudança Climática e Eficiência Energética, na premiação que reconheceu as melhores práticas de desenvolvimento sustentável no estado do Rio. O trabalho vencedor é uma solução inovadora que concilia a otimização da extração de óleo com o armazenamento de CO2 em rochas reservatórios.

“O prêmio coroa uma década de muito trabalho em que reduzimos em mais de 40% a emissão de gases de efeito estufa para cada barril produzido. Nos últimos cinco anos, a Petrobras aumentou a produção operada e reduziu emissões. Foram tecnologias pioneiras, premiadas, como a da reinjeção de CO2 que nos permitiram essa trajetória, hoje como um dos operadores mais eficientes do mundo. A Petrobras recebe o prêmio com muita alegria, que só nos estimula na trajetória da inovação para um desempenho em carbono cada vez melhor”, destaca Viviana Coelho, gerente executiva de Mudança Climática da Petrobras, área recentemente criada para liderar as ações relativas à gestão de carbono, redução das emissões atmosféricas, eficiência energética e mudança do clima. A companhia tem como prioridades operar com baixos custos e com baixa emissão de carbono, de forma a contribuir tanto para o crescimento econômico quanto para a transição para uma economia de baixo carbono.

A aplicação da tecnologia no ambiente de águas ultraprofundas é pioneira no mundo, pois ao mesmo tempo em que reduz as emissões de CO2, otimiza a recuperação de óleo, ao se injetar o gás de forma alternada com água (Water-Alternating-Gas injection – WAG). Até dezembro de 2019, a Petrobras reinjetou 14,4 milhões de toneladas de CO2 nos reservatórios. Atualmente, o processo é realizado por oito FPSOs e, com a entrada em operação de novas unidades de produção, a perspectiva é de atingir a marca, em volume acumulado, de 40 milhões de toneladas de CO2 reinjetadas até 2025.

Atualmente, esse é o terceiro maior projeto de CCUS em operação no mundo. A capacidade global dos projetos de CCUS em operação foi de 39,4 milhões de toneladas de CO2/ano em 2019, sendo que, desse montante, 4,6 milhões de toneladas de CO2 foram resultado do projeto de CCUS do pré-sal, o que significa que a Petrobras foi responsável pela reinjeção de cerca de 12% da capacidade global.

Na mesma premiação, o projeto Uçá, realizado pela ONG Guardiões do Mar com patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental, também foi ganhador na categoria Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. Entre os resultados e ações realizadas desde 2012 pelo projeto, estão a restauração de 182 mil m² de manguezais em Guapimirim, o plantio de mais de 64 mil árvores de três espécies de mangue, a retirada de 35 toneladas de lixo de 28 hectares de manguezais no recôncavo da Guanabara, e um pioneiro trabalho de educação ambiental inclusiva, o qual entregou dez novos verbetes com temas ambientais à comunidade surda. Com grande produção científica, o projeto também realizou a primeira publicação em braile sobre os manguezais da Guanabara.

Investimento em melhores práticas

De 2006 a 2019, a Petrobras investiu mais de US$ 115 milhões em programas tecnológicos visando desenvolvimento de projetos de PD&I em CCUS, bem como estabeleceu as melhores práticas de gerenciamento das emissões de GEE.  Em julho, a companhia declarou seu apoio ao Task Force for Climate-related Financial Disclosures – TCFD (Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima), uma iniciativa do Financial Stability Board (Conselho de Estabilidade Financeira) do G20, grupo formado pelas 19 principais economias do mundo mais a União Europeia. Em paralelo disponibilizou o Caderno do Clima, documento que se tornou referência para investidores especializados em Environmental, Social, and Governance – ESG (Fatores de Desempenho Ambiental, Social e de Governança Corporativa), com objetivo de aprofundar e dar transparência às informações de sustentabilidade da companhia frente à transição energética para uma economia de baixo carbono.

O prêmio

A iniciativa do Prêmio Firjan Ambiental reconhece as práticas empresariais que contribuem para o avanço da agenda do desenvolvimento sustentável, com foco na proteção ambiental, no equilíbrio econômico e no bem-estar social. Foram avaliadas cinco categorias: Água e Efluentes; Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos; Mudança do Clima e Eficiência Energética; Resíduos Sólidos; e Relação com Públicos de Interesse. O prêmio considerou como um dos critérios de avaliação, a contribuição dos projetos aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Agência Petrobras