Siemens Energy anuncia solução de transformador a seco digital especialmente desenhada para o Brasil

• Desenvolvido para o mercado brasileiro, modelo da linha GEAFOL tem maior quantidade de matéria-prima nacionalizada com aplicações para diversos segmentos de mercado

Com o objetivo de diversificar seu portfólio, a Siemens Energy apresenta no Brasil o novo transformador a seco GEAFOL LITE. A solução foi desenvolvida exclusivamente para atender as necessidades do mercado nacional, que demanda por tecnologia, confiabilidade e excelente custo-benefício.

A tecnologia de encapsulamento a vácuo exclusiva Siemens Energy garante a isenção de descargas parciais, um diferencial de mercado. O GEAFOL LITE é desenvolvido para atender o mercado de infraestrutura – como data center, shoppings, portos e aeroportos, todos os segmentos da indústria e também o mercado solar que tem uma grande importância na transição da matriz energética brasileira.
Na análise de Vagner Lucca, Gerente de Operações de Transformadores de Distribuição da Siemens Energy no Brasil, o novo transformador disponível ao mercado reforça o pioneirismo da companhia em soluções energéticas customizadas:

“Estamos acompanhando a evolução do setor de energia e investindo na adequação tecnológica de nossos produtos à realidade brasileira. O modelo GEAFOL LITE mantém a tecnologia dos reconhecidos transformadores GEAFOL, porém a linha LITE é mais acessível do ponto de vista econômico, agregando ainda mais valor à todas as operações”, afirma o executivo.

O executivo espera ainda um expressivo aumento da demanda por esse tipo de solução, por conta do avanço das energias renováveis e da descentralização da geração de energia, já que o transformador pode atender também o segmento de geração solar do Brasil.
“No futuro, esse gigantesco mercado solar pode colocar o país no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável, uma vez que o Brasil tem o segundo maior potencial de geração solar fotovoltaica do planeta. Nossa solução antecipa uma tendência energética no Brasil”.

Tecnologia sustentável

Além das características técnicas, o produto oferece um diferencial ecológico, visto que 94% da composição do equipamento pode ser reciclada e retornar à cadeia produtiva depois do ciclo de uso. Não gera resíduos tóxicos e contaminantes.
Essa tecnologia vai ao encontro da meta da empresa em reduzir sua pegada ecológica, impulsionar a economia de baixo carbono dentro e fora de suas operações e integrar seus negócios ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13 (mudanças climáticas) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas.

Vagner lembra que o transformador é resistente a chamas e autoextinguível, o que oferece maior segurança aos usuários. “A concepção de um produto seguro e não agressivo ao meio ambiente possibilita sua instalação dentro de salas elétricas sem necessidade de paredes corta-fogo garantindo a segurança das pessoas. Outra possibilidade é a instalação ao tempo, com cubículos IP43 ou IP54, sem necessidade de investimento em construção civil”.

Pré-Sal Petróleo faz licitação internacional para contratar agente comercializador para o petróleo da União da Área Individualizada de Tupi

A Pré-Sal Petróleo (PPSA) divulgou o edital de licitação internacional (LI. PPSA.001/2020) para a contratação de um agente comercializador para o petróleo destinado à União proveniente da Área Individualizada de Tupi. Devido às restrições impostas pela pandemia, a sessão pública da licitação será virtual, transmitida pelo canal do YouTube da PPSA, no dia 28 de abril, às 10h, com participação aberta às licitantes e ao público em geral.

Situado na Bacia de Santos, Tupi é o principal campo produtor de petróleo e de gás natural dos reservatórios do pré-sal, sendo operado pela Petrobras (65%), com os sócios Shell (25%) e Petrogal (10%). Como as reservas do campo se estendem para área não contratada, em abril de 2019 foi celebrado um Acordo de Individualização da Produção (AIP), que concedeu à União uma participação de 0,551% na jazida compartilhada.

O agente comercializador de Tupi será responsável por todo o processo de comercialização, incluindo a identificação do comprador, o carregamento no FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência), o transporte até o ponto de transbordo ou entrega por cabotagem, o eventual transporte de longo curso e a contratação de seguros, inspeção independente e operação de proteção de preço de petróleo (hedge).

O contrato terá duração de cinco anos, devendo comercializar 4 milhões de barris de petróleo a um valor estimado de US$ 218 milhões.

A licitação está aberta a empresas nacionais e estrangeiras, individualmente ou em consórcio, desde que este seja liderado por uma empresa nacional produtora e exportadora de petróleo, e atuante no pré-sal. O consórcio é limitado a três participantes, podendo fazer parte uma empresa de trading do mesmo grupo econômico da empresa líder e uma empresa de logística.

O Edital está disponível para consulta no endereço eletrônico: https://www.presalpetroleo.gov.br/ppsa/licitacoes-e-contratos/licitacoes

Serviço:

Data: 28 de abril

Hora: 10h

Transmissão: Canal do YouTube da PPSA – www.youtube.com/PresalPetroleoPPSA

Mais informações: http://presalpetroleo.gov.br/ppsa/licitacoes-e-contratos/agente-comercializador

Petroleira inicia oferta de recompra de títulos globais

A Petrobras anuncia o início de oferta de recompra de títulos globais, por meio da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. (PGF).

A oferta de recompra é para a totalidade dos títulos globais em circulação descritos na tabela abaixo e está limitada ao montante total a ser dispendido pela PGF de US$ 3,5 bilhões. Adicionalmente, os detentores de títulos que entregarem seus títulos também receberão juros capitalizados até a data de liquidação, conforme abaixo definido.

Os valores a serem pagos aos investidores que entregarem seus títulos em cada uma das séries consideradas serão os preços equivalentes à taxa de retorno ao investidor (yield) definida com base na taxa do tesouro norte-americano às 11:00h da cidade de Nova York em 07 de abril de 2021, somada ao acréscimo (spread) definido abaixo.

Caso o montante ofertado pelos investidores na oferta de recompra de um determinado título faça com que o limite de US$ 3,5 bilhões seja excedido, a oferta será cancelada para aquele título e aceita para o(s) título(s) seguintes, seguindo a ordem de prioridade, até que o limite de US$ 3,5 bilhões seja alcançado de forma que nenhum título poderá ser aceito parcialmente.

A oferta de recompra irá expirar às 17:00h, horário de Nova York, em 7 de abril de 2021 (Data de Expiração). Detentores de títulos que forem validamente entregues, não retirados e aceitos para recompra até a data de expiração serão elegíveis a receber o pagamento conforme termos e condições descritos na tabela acima, o que deve ocorrer no terceiro dia útil após a Data de Expiração (Data de Liquidação). O preço de recompra de cada título será calculado a partir do spread sobre a taxa das notas do tesouro americano (Treasury) de referência de cada título, de acordo com os valores elencados na tabela. Adicionalmente, os detentores de títulos que entregarem seus títulos também receberão juros capitalizados até a Data de Liquidação.

A oferta será conduzida por BNP Paribas Securities Corp, Banco Bradesco BBI S.A., Citigroup Global Markets Inc., Credit Agricole Securities (USA) Inc., Mizuho Securities USA LLC e Morgan Stanley & Co. LLC. Solicitações de cópias do documento com os termos e condições da oferta (Offer to Purchase) bem como outros documentos relacionados à oferta de recompra poderão ser feitas diretamente ao Global Bondholder Services Corporation através dos telefones +1 (866) 470-3800 (toll-free) ou +1 (212) 430-3774. Os documentos das ofertas de recompra também poderão ser obtidos através do link https://www.gbsc-usa.com/Petrobras/.

Petrobras lança projeto para promover inclusão digital em escolas públicas

Perspectiva é beneficiar mais de 50 mil estudantes em 230 instituições de ensino com a iniciativa “Janelas para o Amanhã”

A Petrobras lançou, na última quarta-feira (31/3), a iniciativa Janelas para o Amanhã – Programa de Inclusão Digital, que prevê a formação em tecnologia da informação para alunos e professores de escolas da rede pública de ensino nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. O projeto também prevê a doação de mais de nove mil computadores para as escolas e tem potencial para ampliar o acesso digital a mais de 50 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio.

Ao longo de dois anos, serão investidos cerca de R$ 2,5 milhões (o valor não engloba os computadores doados) na formação em tecnologia de dois mil e quinhentos alunos e de dois mil professores de escolas públicas em 35 municípios dos três estados. A primeira etapa do projeto, que contemplará escolas de 19 municípios do Rio Janeiro, terá inscrições abertas entre 31 de março e 23 de abril. Escolas de São Paulo e Espírito Santo poderão se candidatar nas etapas seguintes, previstas para o segundo semestre. Até 2022 serão selecionadas 230 escolas.

Os computadores também serão entregues em etapas, até 2022. De forma alinhada ao conceito de economia circular, os desktops e notebooks já foram utilizados na Petrobras e passaram por recondicionamento em perfeitas condições de uso e com vida útil ampliada. Os equipamentos ficarão nas escolas e contarão com suporte técnico por um período de dois anos.

“A construção de um Brasil depende fundamentalmente da educação. Nesse contexto, é fundamental prover o acesso de crianças e adolescentes ao novo mundo cada vez mais digital. Temos a convicção de que é um investimento com elevado retorno social”, avalia Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras.

Relatório da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) indica que, até 2024, a oferta de empregos na área de TIC será de 70 mil ao ano, enquanto a oferta de formados na área será de apenas 46 mil. Dados do Banco Mundial e do IBGE apontam que 25 milhões de jovens brasileiros não estudam nem trabalham e estão desengajados economicamente.

No âmbito do ensino fundamental, a iniciativa Janelas para o Amanhã trabalha na redução das desigualdades na área da educação pública, que ficaram ainda mais evidentes com a pandemia de Covid-19. Estudos acadêmicos revelaram que 42% dos professores brasileiros da rede pública não passaram por nenhum tipo de treinamento na área digital e 21% deles enfrentam dificuldades na utilização de tecnologias em sala de aula. A necessidade de investimento em inclusão digital nas escolas foi identificada também nos diagnósticos feitos pela Petrobras nas comunidades próximas às suas unidades operacionais.

Doação de computadores para escola pública em Duque de Caxias, RJ

 

A formação em tecnologia da informação ficará a cargo da Recode, organização da sociedade civil que utiliza a informática como mecanismo de inclusão e empoderamento digital de comunidades vulneráveis. Conheça mais sobre o projeto acessando o edital no site https://petrobr.as/janelas-amanha

Em vídeo, a Gerente Executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Olinta Cardoso, fala sobre a iniciativa “Janelas para o Amanhã”. Clique aqui para conferir.

SERVIÇO:

Onde: As inscrições das escolas para a seleção do projeto “Janelas para o Amanhã” pode ser feita no site https://petrobr.as/janelas-amanha

Quando: de 31 de março a 23 de abril para escola no estado Rio de Janeiro

Operações de petróleo e gás: Tendências de automação digital para maior eficiência operacional

A indústria de energia tem enfrentado profundas mudanças nos últimos anos e ainda mais em 2020. Particularmente para a indústria de petróleo e gás, o último ano tem sido complicado: declínio drástico na demanda pela pandemia da Covid-19, o impulso para os renováveis, a queda considerável do preço do petróleo globalmente, entre outros fatores.   Tudo isso levou a indústria a uma mudança de paradigma necessária, segundo especialistas que participaram do fórum de Óleo & Gás, durante a Automation Fair at Home 2020, da Rockwell Automation.

Essa mudança de paradigma deve ser baseada na adaptabilidade. Os líderes petrolíferos do futuro devem ter uma visão muito maior do que seus antecessores, pois a escala das mudanças atinge áreas de situação social, histórica e planetária.

“Agora temos um conceito, a ‘Intensidade Industrial’, que representa a pegada total da indústria, não só da física, mas ambiental e social. Então, do ponto de vista da liderança, esperamos uma visão muito mais ampla para identificar qual tecnologia pode resolver esse complicado balanço patrimonial”, disse Fred Wasden, membro-gerente da OptilytiX LLC, durante sua participação no painel ” Operações de Petróleo e Gás: Tendências de Automação Digital para Melhorar a Eficiência Operacional”.

Para ele, “A mudança de paradigma é clara, a tecnologia deve focar menos na inventividade e mais na adaptabilidade. Os líderes petrolíferos do futuro enfrentarão esse desafio.” Nesse sentido, a abordagem Ambiental, Social e Governança da ESG estabeleceu um caminho para as empresas fazerem a transição.

“Do ponto de vista tecnológico, vemos uma enorme aceleração na qualidade dos sensores, automação de processos, inclusão de inteligência artificial e sistemas autônomos ou de auto aprendizado. E tudo isso nos leva a melhorar as operações. No entanto, tudo isso não é suficiente, devemos mudar a maneira como produzimos”, disse Andy Weatherhead, CTO da Sensia.

Por sua vez, Chetan Desai, vice-presidente de tecnologia digital da Schlumberger, acrescentou que, embora haja uma aceleração acentuada na indústria de digitalizar e automatizar processos, o desafio não é mais o acesso a essa tecnologia, mas seu propósito. “O desafio de hoje é conectar todo esse segmento tecnológico para maximizar o ciclo de vida dos ativos. Como exemplo o ativo de hidrocarbonetos. É necessário acompanhar da criação ao último dia, e maximizando sua eficiência ao longo de seu ciclo de vida, desde o design, planejamento até desempenho e produção.”

“Essa coesão e integração da tecnologia tanto na cadeia operacional quanto na cadeia de trabalho, oferecerá aos operadores a adaptabilidade necessária para enfrentar essa série de mudanças”, acrescentou durante sua intervenção no fórum, organizada pela Rockwell Automation, em uma modalidade totalmente digital, trazendo mais de 36 mil inscritos para o evento.

Nesse sentido, tecnologias como a gêmea digital oferecem às operadoras controle superlativo sobre o desempenho dos ativos, que, por outro lado, na indústria petrolífera ocupam um espaço físico óbvio. Criar um gêmeo digital que acompanha o desempenho do equipamento em tempo real propõe aos operadores informações vitais que maximizam a segurança e ampliam o ciclo de vida dos ativos.

“À medida que o ativo muda através de seu ciclo de vida vários questionamentos devem ser feitos, por exemplo: muda o mercado ao seu redor? Queremos fazer algo diferente com ele? Como nos adaptamos? Como operamos com segurança? Como protegemos as pessoas que trabalham nele e como cuidamos do meio ambiente ao seu redor?”, disse Dave Hedge, arquiteto de computação e especialista em TI da ExxonMobil.

Ele concluiu: “Ao unir a parte digital com o trabalho em equipe em toda a indústria, devemos pensar como um todo e entender o que a mudança que enfrentamos realmente significa. Se alcançada, a tecnologia digital desempenhará um papel fundamental na adaptabilidade da nossa indústria.”