MODEC tem novo presidente

A MODEC, fornecedora de soluções flutuantes, fez alterações em sua equipe de gestão executiva após a renúncia de seu presidente e CEO.

Em uma atualização na última sexta-feira, a MODEC compartilhou que Yuji Kozai se ofereceu para renunciar ao cargo de Diretor Representante, Presidente e CEO, bem como ao cargo de Diretor, por motivos de saúde.

Após a renúncia, Yuji Kozai assumiu a função de Consultor Executivo da empresa.

As mudanças também devem impulsionar o crescimento e aumentar o valor corporativo sob uma nova liderança em meio a mudanças no ambiente de negócios, de acordo com a MODEC.

Após a renúncia de Kozai, Takeshi Kanamori (foto acima) foi nomeado o novo Diretor Representante, Presidente e CEO da empresa.

Kanamori ingressou na MODEC em 2013 como Diretor Externo. Seu último cargo na MODEC antes desta nomeação foi o de Diretor Representante, Vice-Presidente Executivo.

Em uma mensagem no site da MODEC, o novo CEO da empresa, Kanamori, disse: “A demanda global de energia continuará a crescer, a demanda por petróleo aumentará continuamente e o uso de gás natural, uma importante fonte de energia limpa, continuará a ganhar forte impulso”.

“Vamos otimizar nosso portfólio de negócios e sermos pioneiros em novas áreas de negócios, principalmente na utilização de energia eólica offshore e na colheita de recursos minerais do fundo do mar, com o objetivo de contribuir para a criação de um futuro mais brilhante para o nosso mundo”.

Apenas um dia antes de anunciar a mudança do CEO, a empresa revelou que havia sido suspensa pela Petrobras de participar de nova licitação por 13 meses a partir de 31 de março de 2021.

A principal base para esta sanção administrativa são os prejuízos para a Petrobras, presumivelmente, causados ​​pela atuação de três navios flutuantes de produção, armazenamento e descarregamento (FPSO) sob serviços de afretamento que a MODEC prestou no passado e / ou está atualmente prestando à Petrobras.

O contrato de um desses FPSOs expirou em 2019 e os outros dois FPSOs ainda estão afretados à Petrobras.

Prevenção à Covid-19: Petrobras amplia escala de profissionais embarcados

Alteração temporária reduz troca de turnos e movimentação de pessoal e é mais uma medida para prevenção do contágio por Covid-19

A Petrobras vai alterar temporariamente a escala dos empregados que trabalham embarcados em unidades marítimas. A medida visa fortalecer os cuidados com a saúde dos colaboradores nesse que é um momento crítico da pandemia de Covid-19. A nova escala passa a ser de 21×28 + 21×35 dias, ou seja, dois embarques de 21 dias seguidos, respectivamente, por períodos de folga de 28 e de 35 dias. Essa escala será adotada temporariamente por um ciclo de 105 dias.

Nesse período, o empregado fará dois embarques em vez de três, reduzindo em pelo menos 30% o fluxo de pessoas em deslocamento em aeroportos e rodoviárias. Após o período de embarque, o empregado ficará mais dias em casa, o que também favorece o distanciamento social. Além disso, estão sendo priorizados os serviços essenciais a bordo e está sendo reduzido o pessoal embarcado (POB) em todas as unidades offshore. A Petrobras recomendou que as empresas terceirizadas adotem medidas similares.

Essa é a segunda vez na pandemia em que a Petrobras adota a escala especial. A primeira foi há cerca de um ano, em março do ano passado. Desde o início da pandemia, a companhia adota medidas rigorosas de prevenção à covid-19, que envolvem testagem periódica, com mais de 700 mil testes realizados; redução do efetivo presencial e ampla adoção do teletrabalho; uso obrigatório de máscaras; reforço na higienização e distanciamento nas unidades operacionais; conscientização sobre cuidados individuais dentro e fora do ambiente de trabalho, entre outras medidas. No período pré-embarque, os colaboradores passam por quarentena de 14 dias e antes de embarcar todos são testados com teste RT-PCR.

Petrobras conclui venda das Eólicas Mangue Seco 3 e 4

A Petrobras finalizou a venda conjunta com a Wobben Windpower Indústria e Comércio Ltda (Wobben) da totalidade de suas participações (51% Wobben e 49% Petrobras) nas sociedades Eólica Mangue Seco 3 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A. (Eólica Mangue Seco 3) e Eólica Mangue Seco 4 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A. (Eólica Mangue Seco 4) para a V2I Energia S.A., investida do Vinci Energia Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura, que tem como gestora a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos Ltda.

Após o cumprimento de todas as condições precedentes, a operação foi concluída com o pagamento de R$ 78,2 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato de compra e venda de ações. O valor recebido no fechamento se soma ao montante de R$ 22,5 milhões pagos à Petrobras na assinatura do contrato, totalizando R$ 100,7 milhões.  Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

As sociedades Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 fazem parte de um complexo de quatro parques eólicos (Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4) localizado em Guamaré, no estado do Rio Grande do Norte, com capacidade instalada total de 104 MW. As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 detêm e operam dois parques eólicos, com capacidade total de 52 MW, sendo 26 MW cada.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Sobre a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos Ltda.

A Vinci é a uma sociedade limitada responsável pela gestão de fundos de infraestrutura do Grupo Vinci Partners, assim compreendido como a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos Ltda. e suas controladas (Grupo Vinci), o qual possui atualmente mais de R$ 47 bilhões sob gestão. O Grupo Vinci foi fundado em 2009, possuindo 226 colaboradores, dentre os quais 33 sócios, divididos em escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Nova York.

O Grupo Vinci possui investimentos em diversos setores da economia, dentre os quais se destacam os investimentos realizados na Equatorial Energia S.A. (energia), Light (energia), LEST – Linhas de Energia do Sertão Transmissora (energia), Água Vermelha Transmissora (energia), Arcoverde Transmissão de Energia (energia), Transmissora Porto Alegrense de Energia (energia), Grupo Los Grobo (agronegócio), Austral (seguros e resseguros), Unidas (locação de veículos), Inbrands (varejo), Burger King (varejo), Le Biscuit (varejo), Cecrisa (revestimentos cerâmicos), Companhia Brasileira de Offshore (navegação), Uniasselvi (ensino superior), Dominos Brasil (varejo), Vero (telecom) e Cura (saúde).

Estatal informa sobre preço de gás natural para distribuidoras

A Petrobras informa que, a partir de 01/05/2021, os preços de venda de gás natural para as distribuidoras terão aumento de 39% em R$/m³, com relação ao último trimestre. Medido em US$/MMBtu, o aumento será de 32%

A variação decorre da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio. As atualizações dos preços dos contratos são trimestrais. Para os meses de maio, junho e julho, a referência são os preços dos meses de janeiro, fevereiro e março. Durante esse período, o petróleo teve alta de 38%, seguindo a tendência de alta das commodities globais. Além disso, os preços domésticos das commodities tiveram alta devido à desvalorização do real.

Os preços de gás natural da Petrobras também incluem o repasse dos custos incorridos pela companhia para o transporte do energético até o ponto de entrega às distribuidoras, que são definidos por tarifas reguladas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Esta parcela do preço é atualizada anualmente no mês de maio pelo IGP-M, que, para o período de aferição (março de 2020 a março de 2021), registrou alta de 31%.

Ao longo de 2020, os preços do gás natural às distribuidoras chegaram a ter redução acumulada de 35% em reais e de 48% em dólares, devido ao efeito da queda dos preços do petróleo no início do ano.

A Petrobras esclarece que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelas margens das distribuidoras (e, no caso do GNV, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais. Além disso, o processo de aprovação das tarifas é realizado pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas.

Os contratos de venda para as distribuidoras são públicos e estão disponíveis para consulta no site da ANP.

Líder na América Latina, Ciser se associa à ABII rumo à Indústria 4.0

Como parte da estratégia rumo à Indústria 4.0, a Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina, agora participa da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), que objetiva promover o crescimento e o fortalecimento da indústria 4.0 e da IIoT (Industrial Internet of Things) no Brasil. Destaque no fornecimento de soluções para indústrias de diversos segmentos, a Ciser, ao se associar, dá um passo fundamental para sua transformação digital, alinhando-se às melhores práticas e tecnologias habilitadoras da quarta revolução industrial.

Fundada em 2016, a ABII fomenta o debate entre setores privado, público e acadêmico, a colaboração e o intercâmbio tecnológico e de negócios com associações, empresas e instituições internacionais, a partir do desenvolvimento de tecnologias e inovação. “Participar da ABII é um caminho natural para facilitar a difusão do conhecimento, promover a transformação digital e estar ainda mais próxima de outros players que estão fomentando a internet industrial”, ressalta Pedro Henrique Piovesan, analista de projetos (PMO) da área de Engenharia de Processos da Ciser.

“Dobramos o investimento previsto para o projeto de implantação da Indústria 4.0, quando comparamos ao total investido em 2020, e estamos fortalecendo o conceito de ‘Open Innovation’, um modelo de inovação aberta que encoraja empresas a buscar fontes externas para criar novos produtos e soluções, aumentando a eficiência e competitividade do negócio”, frisa Rafael König, gerente do setor de Manufatura da Ciser.

A Ciser atualmente tem capacidade produtiva de 6,6 mil toneladas/mês e portfólio de 27 mil produtos divididos em 500 linhas, para atender clientes em mais de 20 países. Destaque em Santa Catarina, a Ciser atua com produtos para segmentos diversos, como agronegócio, energia solar, moveleiro, metalmecânico, construção civil, estruturas metálicas, automotivo, linhas branca e marrom, petróleo e gás, eletrônica e varejo da construção civil. Mais de 1.600 colaboradores estão divididos entre as unidades de Araquari (SC) e Sarzedo (MG), além do centro de distribuição e o centro administrativo, em Joinville (SC).

“A entrada da Ciser no ecossistema de transformação digital da ABII fortalece o nosso propósito de acelerar a adoção das tecnologias emergentes para trazer valor aos negócios, maior qualidade de vida às pessoas e maior sustentabilidade ao planeta”, frisa Claudio Henrique Goldbach, diretor da ABII.

Ligação de portos capixabas ao Porto do Açu é tema de reunião em Campos

Prefeito Wladimir Garotinho recebeu deputado do Espírito Santo e o presidente do Porto Central (ES) para tratar da mobilização pela ferrovia entre Vitória, Campos e São João da Barra

Devido à importância estratégica para a logística regional, Campos exerce liderança no movimento em prol da construção do trecho inicial da EF-118 (Ferrovia Litorânea) do Plano de Investimento em Logística do Governo Federal, cujo traçado ligará os portos do Estado do Espírito Santo aos Portos do Estado do Rio. Neste contexto, o prefeito de Campos, Wladimir Garotinho, recebeu na quarta-feira (31) o ex-prefeito de Vila Velha (ES) e atual deputado federal pelo Espírito Santo, Neucimar Fraga (PSD), e o presidente do Porto Central de Presidente Kennedy (ES), José Maria Vieira de Novaes.

A pauta da reunião constou de temas para que Campos seja líder na mobilização do Sul do Espírito Santo e do Norte Fluminense para construção, o mais breve possível, da ferrovia que ligará os Portos de Tubarão na Grande Vitória; da Samarco, em Anchieta (ES), e Porto Central, em Presidente Kennedy ao Porto do Açu, em São João da Barra. (leia mais abaixo).

A denominada EF-118, um projeto de nova ferrovia para ligar os portos do Espírito Santo aos portos do Estado, é um projeto complexo e caro devido a sua extensão, mas estudos indicam viabilidade econômica para o médio prazo e, por isso, o governo federal definiu que ele será realizado em duas etapas. Contudo, sabedor da importância da ferrovia como vetor de desenvolvimento, o prefeito, que até 2020 detinha cadeira na Câmara Federal, tem feito gestões junto ao Ministério da Infraestrutura para viabilizar a extensão do primeiro trecho da ferrovia até o Norte do Estado do Rio.

Wladimir contou que já tratou do assunto relacionado ao ramal ferroviário com o ministro da Infraestrutura Tarcisio de Freitas.  “De acordo com informações que obtive do ministro, quando esteve aqui na nossa região no início de fevereiro e, em função do potencial da logística portuária do Sul do Espírito Santo e do Norte Fluminense, com o Porto do Açu, que o primeiro trecho da EF-118 será construído entre Vitória e Anchieta numa parceria público-privada. Mas nós estamos nos mobilizando para que este primeiro trecho seja estendido de Anchieta até o Porto do Açu”, disse.

—E, para isso, estamos determinados a unir forças para que a ferrovia seja estendia até ao Porto do Açu, de forma que passe também pelo Porto Central, em construção em Presidente Kennedy, município vizinho com a nossa região, no limite com São Francisco do Itabapoana — defende o prefeito, que é presidente da Ompetro (Organização dos Municípios Produtores de Petróleo e Gás da Bacia de Campos).