Micromazza é certificada pelo API em um escopo de produtos que poucas empresas possuem na América

Informamos que a partir de 14/04/2021 a Micromazza é certificada pelo Americam Petroleum Institute (API) em um escopo de produtos que poucas empresas possuem na América.

As certificações com a API iniciaram em 21 de novembro de 2005, onde a Micromazza estabeleceu um sistema de acordo com norma API Spec Q1, certificando sua linha de produtos de válvula esfera de acordo com Monogram Licencing 6D-0625. Sempre se acreditou em certificações por institutos respeitados e reconhecidos internacionalmente, mesmo antes do mercado nacional passar a estabelecer estas condições para empresas realizarem negócios.

A Micromazza tem em sua essência a melhoria contínua em seus produtos e serviços, resultados para o processo e meio ambiente, valorização das pessoas e desenvolvimento de novas tecnologias.
A gestão organizacional focada na performance do produto para clientes cada vez mais exigentes, aliada ao desempenho coorporativo possibilitaram a conquista destas novas certificações: Válvulas Gaveta API 600, Válvulas Gaveta API 602, API Spec Q1 9ª Edição e transferência da certificação ISO 9001:2015 para o API.

Para que uma empresa obtenha estas certificações é necessário compreender que há um trabalho realizado há mais de 29 anos, que vem consolidando suas conquistas, por meio de certificações API, Nacionais como NBR 15827 e de performance projetada para o produto como certificações válvulas Fire Safe  ISO 10497, Baixas Emissões Fugitivas ISO 15848 e de buscas por ensaios de validação de produto com base em sua vida útil.

Potencial Renovado

Conheça os novos projetos que irão revigorar a produção da Bacia de Campos nos próximos anos

A Bacia de Campos é a síntese da nossa jornada de superação e inovação em águas profundas. Com mais de 40 anos de existência, ela não só lançou para o mundo as mais modernas tecnologias offshore, como também vem se renovando a cada dia com novos projetos e novas frentes produção. São US$ 13 bilhões em investimentos programados pelos próximos cinco anos somente nessa bacia – com foco em ativos estratégicos para manter a sustentabilidade da nossa produção.

E sabe por que a Bacia de Campos continuará a exercer papel fundamental em nosso portfólio de negócios? Porque além de reunir ativos de classe mundial, com alto potencial de geração de valor, concentra uma série de projetos com grande capacidade de resiliência mesmo diante de mudanças bruscas de cenário e oscilações na cotação do barril de petróleo.

Novos investimentos 

Os novos investimentos na região abrangem a entrada em operação de três plataformas de grande porte nos próximos anos. Como parte do projeto de Revitalização do Campo de Marlim, serão dois sistemas instalados nesse ativo, com capacidade de produzir, juntos, 150 mil barris de petróleo por dia (bpd). Além disso, programamos uma plataforma para o complexo integrado do Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos, com potencial de produzir 100 mil bpd.

Outra frente será a interligação de mais de 100 novos poços aos sistemas já instalados na bacia. São projetos que fazem parte do chamado “desenvolvimento complementar” de campos que já produzem – com previsão de um aumento significativo no fator de recuperação desses ativos.

Essas iniciativas se traduzem em elevação potencial da produtividade dos ativos – e maior geração de valor aos campos com infraestrutura já instalada. Em paralelo, ainda concentraremos esforços na perfuração de 20 novos poços exploratórios nessa bacia.

Gigante em águas profundas 

Se hoje o Brasil figura no seleto grupo dos maiores produtores de petróleo e gás offshore, devemos muito à Bacia de Campos. Os números impressionam. Do primeiro óleo aos dias de hoje, foram nada menos que 14 bilhões de barris de óleo e gás (boe) acumulados. A região responde atualmente por cerca de 30% de toda a produção nacional e ainda há muito potencial a desenvolver.

Com 25 unidades em produção, essa bacia ocupa uma área que vai do Espírito Santo, na altura de Vitória, até Arraial do Cabo, no litoral norte do Rio de Janeiro. São cerca de 281 poços produtores em operação – e 7 mil colaboradores trabalhando nas mais diversas frentes de atuação. Um autêntico complexo petrolífero em alto-mar – cuja vida produtiva está longe de terminar.

Série Futuro da Bacia de Campos 

Esta é a terceira matéria da série sobre o futuro da Bacia de Campos, que destaca as perspectivas, investimentos e potencial de crescimento dessa região. De berço da produção em águas profundas a palco das mais recentes descobertas no pré-sal, essa bacia continuará sendo estratégica para a companhia – e para a indústria offshore – por muitos anos.

Agência irá revogar mais de 200 normas defasadas

A Diretoria da ANP aprovou a revogação de 224 atos normativos, sendo duas instruções normativas e 222 portarias, cujos efeitos já haviam se extinguido ou cuja necessidade ou significado não existem mais.

A medida visa à simplificação administrativa e à consolidação normativa. Atende ainda ao Decreto nº 10.139/2019, que determina a revisão e a consolidação de todos os atos normativos inferiores a decreto (portarias, resoluções, instruções normativas, ofícios e avisos, entre outros) editados por órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

Mesmo antes da publicação do decreto, a ANP já vinha realizando o trabalho de gestão do estoque regulatório, com a sistematização da análise dos regulamentos existentes, identificação daqueles que podem ser revisados ou eliminados, bem como das oportunidades de consolidação normativa e diminuição do quantitativo de normas. Esse processo resulta na promoção da melhoria do ambiente de negócios, por meio do aperfeiçoamento da regulamentação existente. Desde 2014 já foram revogadas 1.321 normas, incluindo as 224 decididas hoje.

A eliminação de regulamentos desnecessários facilita a gestão e a consulta ao estoque regulatório da ANP por parte da sociedade e do mercado regulado. Além disso, simplifica a identificação das superposições de normativos e de exigências de obrigação, e viabiliza o agrupamento das normas por tema, assunto e agentes afetados, o que permite uma visão integrada da regulamentação existente.

A revogação dos atos se dará por meio de uma única portaria, a ser publicada em breve no Diário Oficial da União.

Oferta Permanente: aprovadas as inscrições de três novas empresas

A Comissão Especial de Licitação (CEL) aprovou as inscrições de mais três empresas para a Oferta Permanente: Giongo Óleo e Gás Ltda., Nobel Energy Ltda. e Petropotiguar Petróleo e Gás Ltda. As inscrições foram aprovadas em reunião da CEL, e publicadas no último dia (15/4) no Diário Oficial da União.

Com as três novas empresas, já são 65 inscritas na Oferta Permanente.
+ Veja a relação completa.

A Oferta Permanente é uma modalidade de concessão de blocos e de áreas com acumulações marginais para exploração ou reabilitação e produção de petróleo e gás natural. Nessa modalidade, há a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas. A exceção são os blocos localizados no Polígono do Pré-sal, nas áreas estratégicas ou na Plataforma Continental além das 200 milhas náuticas, bem como os autorizados a compor a 17ª e a 18ª Rodadas de Licitações.

Uma vez tendo sua inscrição aprovada no processo, a empresa pode declarar interesse em um ou mais dos blocos e áreas ofertados no Edital. Após aprovação pela CEL uma ou mais declarações de interesse, tem início um ciclo da Oferta Permanente, com a divulgação de seu cronograma pela Comissão. Os ciclos correspondem à realização das sessões públicas de apresentação de ofertas para um ou mais setores que tiveram declaração de interesse. No dia da sessão pública, as empresas inscritas podem fazer ofertas para blocos e áreas com acumulações marginais nos setores em licitação naquele ciclo.

ANP participa de workshop sobre o Promar, programa voltado a campos marítimos

A ANP participou, ontem e hoje (15 e 16/4), do 1º Workshop Promar – Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Marítimos, que ocorre em formato online.

O Diretor-Geral da Agência, Rodolfo Saboia, e os Diretores Dirceu Amorelli, José Cesário Cecchi, Marcelo Castilho e Symone Araújo participaram da mesa de abertura do evento. A ANP está sendo representada ainda, por superintendentes e técnicos, em todas as sessões técnicas.

Em sua fala, o Diretor-Geral da ANP lembrou que os campos marítimos do pós-sal já produziram cerca de 16 bilhões de barris de óleo equivalente ao longo de sua história, ou seja, 63% de tudo o que foi extraído de petróleo e gás no Brasil até o momento, mas, atualmente, sua produção é declinante, representando apenas 23% da produção nacional.

“As descobertas declaradas no Boletim Anual de Reservas da ANP mostram que estamos falando de um ambiente que ainda possui grandes oportunidades de aumento do fator de recuperação, que poderão contribuir imensamente para geração de empregos, renda e riqueza neste País. Para alcançar os objetivos do Promar, precisamos não só viabilizar novos investimentos em campos maduros, como também em descobertas subcomerciais existentes, criando melhores condições de aproveitamento econômico de acumulações de petróleo e gás natural em mar consideradas como de economicidade marginal”, afirmou.

O workshop, realizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), debate diversos aspectos relacionados aos campos maduros offshore, como cessão de direitos e transição de operação; descomissionamento e garantias; escoamento e comercialização do petróleo e do gás natural; participações governamentais; extensão da vida útil; capacitação profissional; pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I); e meio ambiente.

O encontro é transmitido ao vivo pelo canal no YouTube do IBP.

Petrobras prorroga prazo de inscrições para primeira etapa do projeto Janelas para o Amanhã

A Petrobras prorrogou, na quarta-feira (14/4), o prazo para inscrições das escolas dos 20 municípios do Rio de Janeiro contemplados na primeira etapa do projeto Janelas para o Amanhã – Programa de Inclusão Digital da companhia. As inscrições, abertas desde 31 de março, foram prorrogadas até 3 de maio. As etapas seguintes, previstas para o segundo semestre, contemplarão as escolas públicas de São Paulo e do Espírito Santo. Até 2022, serão atendidas cerca de 230 escolas.

A divulgação das escolas selecionadas na primeira etapa ocorrerá em 10 de maio. A retificação do edital inclui também o município de Campos dos Goytacazes na lista de contemplados e não altera as datas previstas para início da entrega dos equipamentos (a partir de 31 de maio). As atividades de formação em tecnologia da informação nas escolas terão início no segundo semestre.

O projeto Janelas para o Amanhã prevê a formação em tecnologia da informação para alunos e professores de escolas da rede pública de ensino e a doação de mais de nove mil computadores com potencial para ampliar o acesso digital a mais de 50 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio.

Ao longo de dois anos, serão investidos cerca de R$ 2,5 milhões (o valor não engloba os computadores doados) na formação em tecnologia de dois mil e quinhentos alunos e de dois mil professores de escolas públicas dos três estados.

A formação em tecnologia da informação ficará a cargo da Recode, organização da sociedade civil que utiliza a informática como mecanismo de inclusão e empoderamento digital de comunidades vulneráveis. Conheça mais sobre o projeto acessando o edital no site https://petrobr.as/janelas-amanha

SERVIÇO:

Onde: Prorrogadas as inscrições das escolas púbicas do RJ para a seleção do projeto “Janelas para o Amanhã”. Inscrições podem ser feitas no site https://petrobr.as/janelas-amanha