Joaquim Silva e Luna toma posse como presidente da Petrobras

Em cerimônia transmitida ao vivo, quatro novos diretores também assumem suas respectivas funções na Diretoria Executiva da companhia

Uma cerimônia simples, realizada no Rio de Janeiro, restrita a poucas pessoas em função da pandemia, marcou o início do mandato de Joaquim Silva e Luna como presidente da Petrobras. Participaram presencialmente da solenidade o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e o diretor geral da ANP, Rodolfo Saboia.

Em seu discurso de posse, o presidente Silva e Luna destacou os principais desafios de sua gestão: “Não há dúvidas de que os principais desafios, entre tantos outros, são: fazer a Petrobras cada vez mais forte, trabalhando com visão de futuro, com segurança, respeito ao meio ambiente, aos acionistas e à sociedade em geral, de forma a garantir o maior retorno possível ao capital empregado; crescer sustentada em ativos de óleo e gás de classe mundial, em águas profundas e ultraprofundas, buscando incessantemente custos baixos de eficiência. E fazer tudo isso conciliando interesses de consumidores e acionistas; valorizando os nossos petroleiros; buscando reduzir volatilidade, sem desrespeitar a paridade internacional; perseguindo a redução da dívida; investindo em pesquisa e desenvolvimento; e contribuindo para a geração de previsibilidade ao planejamento econômico nacional. O Plano Estratégico da Petrobras 2021-2025 já sinaliza com as linhas mestras da superação desses desafios”, declarou.

O presidente valorizou a força de trabalho da companhia, ao justificar a escolha de seus novos diretores. “A Petrobras tem quadro de pessoal comprometido, engajado, vibrante, profissional, com sentimento de pertencimento à empresa; e que sempre se atualiza, posicionando-se na vanguarda do conhecimento. Foi com base nesse perfil, e com a larga experiência que acumularam na empresa, que os quatro novos diretores foram escolhidos.” O presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Eduardo Bacellar, também falou sobre a escolha. “A reconhecida capacidade técnica dos escolhidos para a diretoria reforça a meritocracia na companhia.”

Tomaram posse na mesma cerimônia Rodrigo Araujo Alves como Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores; Cláudio Rogério Linassi Mastella, Diretor Executivo de Comercialização e Logística; Fernando Assumpção Borges, Diretor Executivo de Exploração e Produção; e João Henrique Rittershaussen, Diretor Executivo de Desenvolvimento da Produção. Foram reconduzidos Nicolás Simone como Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação, Roberto Furian Ardenghy como Diretor Executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade e Rodrigo Costa Lima e Silva como Diretor Executivo de Refino e Gás Natural. O diretor de Conformidade e Conformidade, Salvador Dahan, substituirá Marcelo Zenkner em maio.

Futuro

O ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque mencionou os desafios da companhia para o futuro. “Diante de vários obstáculos que têm modificado o comportamento das pessoas e das corporações, a Petrobras segue uma trajetória histórica de transformação necessária e positiva tanto para a companhia quanto para a sociedade, concentrando seus esforços naquilo que sabe fazer de melhor e que a colocou como referência mundial: a exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas e ultraprofundas”.

O ministro pontuou a necessidade de a companhia continuar seus processos de desinvestimento. “Destaco os projetos de desinvestimentos que têm contribuído para que a empresa reduza sua dívida e aumente sua capacidade de investimentos em operações com maior retorno financeiro. Tais medidas vão ao encontro dos compromissos com o Cade e dos objetivos da política energética nacional: promover a concorrência no mercado de petróleo e gás natural”.

Leia aqui a íntegra do discurso de posse do presidente Joaquim Silva e Luna.

Shell Brasil tem interesse em participar de novos leilões de energia elétrica

A Shell Brasil tem interesse em participar de novos leilões de energia elétrica, afirmou o presidente da companhia, André Araújo, em entrevista coletiva na última sexta-feira.

No momento, o grupo desenvolve a termelétrica de Marlim Azul em Macaé (RJ). O projeto, em parceria com a Pátria Investimentos e a Mitsubishi Hitachi Power Systems (MHPS) terá 565 megawatts (MW) de capacidade. Segundo Araújo, a expectativa é começar a venda da energia da unidade em janeiro de 2022.

Em paralelo, o grupo também tem buscado autorizações junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para projetos de geração de energia solar. Araújo explicou que a companhia deve fechar parcerias para desenvolver essas usinas. “Alguns desses projetos podem ter uma velocidade mais acelerada pois têm condições mais claras de radiação solar.”

A companhia também avalia possíveis investimentos em geração de energia eólica em alto-mar no Brasil. A modalidade é uma das prioridades para o grupo globalmente e a petroleira já tem projetos do tipo no Mar do Norte e nos Estudos Unidos. “Estamos discutindo se colocamos o Brasil como prioridade [para projetos de eólicas em alto-mar] já nesses próximos anos. Acompanhamos as discussões sobre o marco regulatório e sobre possíveis autorizações e leilões”, acrescentou Araújo.

Recentemente, a Shell anunciou que pretende neutralizar as emissões de carbono totais até 2050 e reduzir em até 65% a pegada de carbono de seus produtos, no período, em linha com as metas do Acordo de Paris. Araújo já afirmou, no passado, que o Brasil pode ser um dos destinos prioritários dos investimentos do grupo anglo-holandês em novas fontes.

O executivo lembrou, no entanto, que a companhia segue com o interesse em avaliar novas oportunidades em exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Ele afirmou que o grupo tem interesse em avaliar leilões de áreas em todos os regimes oferecidos, mas que tem uma preferência pelo modelo de concessão.

“É importante que o país continue bastante competitivo. Os preços de óleo e gás são voláteis e as empresas trabalham com cenários sem uma nova escalada como vimos no passado. É um momento diferente de 2019 e espero que isso fique transparente nas condições oferecidas [pelo governo] ao mercado”, concluiu.

IBP avalia que cada campo maduro de petróleo e gás viabilizado no Brasil pode gerar US$ 1 bi em investimentos

Durante 1º Workshop Promar, organizado com o MME, o Instituto analisou que cada campo maduro pode proporcionar 23 mil novos postos de trabalho e cerca de US﹩ 1,5 bilhão em arrecadação de tributos

O 1º Workshop Promar (Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Maduros), uma parceria entre o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), debateu, em 15 e 16 de abril (quinta e sexta-feira), a revitalização de campos maduros e viabilização de campos e acumulações de economicidade marginal, dentro do atual quadro regulatório, legal, ambiental e tributário brasileiro. A Presidente interina e Diretora Executiva Corporativa do IBP, Cristina Pinho, ressaltou que cada campo viabilizado pode gerar US﹩ 1 bilhão em investimentos, 23 mil novos postos de trabalho (diretos e indiretos no pico de investimentos) e US﹩ 1,5 bilhão em arrecadação para o governo.

A executiva indicou que o Promar deve ser uma via de atração para chegada de novos players e aportes no mercado nacional diante de um ambiente jurídico e de negócios estável e aquecido, o que se torna essencial para geração de renda e criação de novos postos de trabalho para diferentes localidades. “O setor de petróleo e gás tem um compromisso com a recuperação econômica e social brasileira, o que está entre as missões do IBP, e tem demonstrado resiliência na pandemia com diversificação de fontes renováveis e cumprimento do Acordo de Paris”, comenta Cristina.

De acordo com a fala do Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, José Mauro Ferreira, houve queda de mais de 55% na produção no pós-sal, ao longo dos últimos seis anos. Em sua avaliação, este dado tem total convergência com a queda de produtividade na Bacia de Campos, que, hoje, produz cerca de 850 mil barris de petróleo diários. José Mauro Ferreira analisou que somente 28 planos de avaliação de descoberta em áreas marítimas, entregues à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), alcançaram declaração de comercialidade, dos 97 planos apresentados à ANP nos últimos 10 anos. O restante foi postergado por não haver condições econômicas para viabilizar as descobertas.

“Devemos ter senso de urgência. Trabalhar com ações práticas para que o governo possa proporcionar vetores e direcionamento ao mercado. Temos capacidade de sair dos atuais 3 milhões de barris / dia para 5.3 milhões de barris diários”, comentou.

A mesma preocupação foi apresentada por Rodolfo Saboia, Diretor Geral da ANP, ao mencionar que o pós-sal foi responsável por 16 bilhões de barris de óleo equivalente, ou seja, 63% de todo produção nacional de petróleo e gás até agora. Hoje, representa apenas 23% da produção brasileira offshore. “Os debates do Promar ajudarão no aperfeiçoamento de regulação e processos. Para alcançar os objetivos do programa, devemos focar em descobertas subcomerciais de petróleo e gás em mar, consideradas como economicidade marginal”, analisa. Saboia também aponta que nove descobertas – com potencial de 10 bilhões de barris – postergaram sua declaração de comercialidade.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, reforçou o empenho para avançar em estudos que visem à análise da relação de reserva e produção com perspectivas para ampliação da vida útil do campo e viabilidade de acesso dos insumos para a sociedade. “O Promar promove uma agenda para oportunidade de novos entrantes. Temos uma janela de oportunidades para atrair estes investidores”, avalia.

A longevidade dos campos marginais do Mar do Norte, localizado próximo das costas da Noruega e Reino Unido, foram citados como benchmark de planejamento governamental por Adyr Tourinho, Presidente da ABESPetro (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo). “Calculamos que a Bacia de Campos tem um fator de recuperação de 14% e pode atrair até US﹩ 15 bilhões em aportes com a geração de 400 mil empregos”, analisa.

A especialista em política industrial do IBP, Natália Baltazar, reforçou a importância de se ter uma segurança jurídica e regulatória no processo de cessão de contratos de Exploração e Produção de Gás Natural, tornando o ambiente mais atrativo para as empresas que já atuam em seus campos adquiridos e também para os novos entrantes. Além disso, informou sobre o interesse do Comitê de Áreas Terrestres e Águas Rasas do IBP em trabalhar na construção de um manual de boas práticas capaz de orientar a indústria e as diferentes autoridades do governo quanto à transição de ativos entre operadoras. Ela reforçou a importância da cessão para a manutenção dos projetos e maximização da produção, a fim de viabilizar resultados positivos para indústria, governo e sociedade brasileira.

Beatriz Souto (Cofundadora da BW Offshore) também reforça que campos caracterizados como marginais precisam de tratamento especial. O tratamento, classificação e o descarte de águas, além da adequação do plano de emergência individual em plataformas, foram destacados por Anabal Santos, Secretário Geral da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), como prioritários dentro da conjuntura de licenciamento ambiental dos Campos Maduros e Marginais.

O segundo workshop do Promar está previsto para junho. O relatório final, fruto destes debates, será entregue no mês seguinte para análise do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

 

Planta da Evonik em Castro promove alto nível de sustentabilidade

A aplicação de “Avaliações do Ciclo de Vida” (ACV) objetiva mensurar as práticas sustentáveis desde a estrutura fabril até o produto final

Uma empresa sustentável tem suas ações e iniciativas pautadas pela ética e pelo respeito ambiental. Justamente dentro dessa proposta nasceu a planta da Evonik para a fabricação de Biolys® na cidade de Castro, Paraná, utilizando a mais avançada tecnologia de biofermentação. Desde 2015, cerca de 100 pessoas trabalham na produção de aproximadamente 60 mil toneladas por ano de Biolys® (Sulfato de L-lisina) na base equivalente de lisina HCl, empenhados em garantir que produtos e serviços sejam fabricados e fornecidos da forma mais sustentável possível e com a garantia de fornecimento ao mercado de produção animal.

Um dos meios utilizados pela Evonik para atingir tal meta foi a aplicação de “Avaliações do Ciclo de Vida” (ACV), que mensura os impactos ambientais de um produto ao longo de toda a sua vida, levando em consideração a extração e o processamento das matérias-primas, as práticas de fabricação, a distribuição, o uso, a reciclagem e, por fim, o descarte.

Utilizada pela empresa no mundo todo, trata-se de uma abordagem implementada a partir de 2003, ano da primeira ACV feita para o MetAMINO® (aminoácido DL-Metionina). Essa análise de sustentabilidade tem sido constantemente aplicada ao crescente número de produtos do portfólio e plantas de produção da Evonik.

Sustentabilidade da estrutura ao produto
Os inovadores processos de produção do Biolys® na planta de Castro/PR também passaram por essa avaliação. O enfoque foi a pegada de carbono, que representa o grau de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Além disso, a Evonik também analisou todo o ciclo de vida, demonstrando o papel-chave dos aminoácidos como ferramenta para melhorar o desempenho e sustentabilidade das operações de produção animal.

De acordo com Miguel Menezes, gerente da fábrica da Castro, mais de 90% da demanda de energia elétrica da planta serão supridos por fontes renováveis em 2021, principalmente por energia hidrelétrica. Isso corresponde a um potencial de aquecimento global menor do que a matriz padrão da rede elétrica brasileira. O vapor necessário para a produção é totalmente gerado com cavacos de madeira de eucalipto, outra fonte renovável.

A principal matéria-prima necessária ao processo de produção do Biolys® (Sulfato de L-lisina) é o açúcar. Na unidade de Castro, é usada dextrose proveniente do milho, que captura grandes quantidades de CO2 durante o seu crescimento. A planta está localizada em uma região de cultivo de milho e justamente ao lado de um moinho produtor de dextrose, reduzindo assim as emissões com transporte, além de outros benefícios de sustentabilidade acumulados no processo de produção.

A fábrica é altamente instrumentada e automatizada, o que favoreceu a utilização de “big data” para a otimização de processos, permitindo a redução no consumo específico das principais utilidades, nos 4 primeiros anos de funcionamento, conforme segue:

Água : -14% ; Gás Natural: -6 % ; Vapor: – 41 % ; Eletricidade: – 6%

“As otimizações de processo realizadas pelos profissionais altamente preparados da planta de Castro/PR, com o suporte científico de pesquisadores e engenheiros da Alemanha, permitiram a produção e comercialização de um produto mais concentrado a partir de meados de 2020. Com isso, menos diesel é gasto para transportar a mesma quantidade de lisina HCl, além de diminuir a utilização de recursos naturais, por kg de lisina HCl, com embalagens e gás GLP para empilhadeiras”, explica Menezes.

Efeito cascata
As melhorias contínuas da produção permitiram à Evonik implementar uma nova formulação de produto: novo Biolys®, agora com 60% L-lisina, sendo um aumento de 10% no teor de lisina sulfato em comparação com a formulação do produto anterior. Tal aprimoramento trouxe benefícios específicos de sustentabilidade.

Segundo Victor Naranjo, Diretor Técnico América Latina, considerando que o processo para produzir o produto alternativo de lisina na forma HCl demanda quantidades significativas de HCl e gera subprodutos, o processo de produção do Biolys® não separa a biomassa (o que agrega valor nutricional ao produto) e não gera nenhum subproduto ou resíduo a ser descartado.

“Com as melhorias tecnológicas introduzidas para a produção do Biolys®, foi obtida uma redução adicional das emissões de CO2 na planta, alcançando o valor atual de 0,23 kg de equivalentes de CO2 por kg de Biolys®. Esse baixo valor também se deve ao fato de que as áreas agrícolas do entorno da fábrica já são utilizadas há mais de 20 anos para a plantação de milho e de outros produtos agrícolas”, finaliza o executivo.

Vale destacar ainda que a adição dos aminoácidos à alimentação animal, combinada com a redução consistente de proteína bruta nos alimentos, é um método extremamente sustentável para garantir uma nutrição animal saudável para uma população mundial em crescimento. Tudo isso nos impõe a necessidade de fazer uso dos recursos naturais existentes com a maior eficiência possível.

Oxiteno fecha 2020 com a melhor performance dos últimos cinco anos e publica seu Relatório de Sustentabilidade

Apesar de cenário desafiador, a companhia reforçou seu compromisso com a construção de uma indústria cada vez mais responsável com as pessoas, a sociedade e o meio ambiente

A Oxiteno, líder na produção de tensoativos e especialidades químicas nas Américas, acaba de lançar o seu Relatório de Sustentabilidade 2020. Totalmente digital, a publicação destaca as principais práticas ASG da companhia. Apesar do cenário desafiador causado pela pandemia da Covid-19, a companhia encerrou 2020 com receita líquida de R$ 5,22 bilhões, a melhor performance dos últimos cinco anos e com um crescimento de 22% em comparação ao ano anterior. Outros destaques são: a representatividade feminina no corpo diretivo (57%); a estruturação de um laboratório digital (XLab); o lançamento do novo portal de educação (OxiEducation); a participação da Oxiteno no programa de aceleração Inova 2030 – Jovens Inovadores em ODS do Pacto Global da ONU e Fundação Dom Cabral com o projeto Laboratório 4.0; reconhecimento pelo Nível de Gestão para os temas Mudanças Climáticas e de Segurança Hídrica no CDP e o estabelecimento da parceria com a EcoVadis para a avaliação de seus fornecedores nos principais temas de sustentabilidade.

“A pandemia tem causado impactos sem precedentes. Na indústria, o cenário de crise e instabilidade econômica levou à revisão de metas e prioridades. Um dos principais desafios da Oxiteno tem sido garantir a preservação da saúde dos funcionários e a continuidade operacional, tendo em vista o seu papel essencial na sociedade. Os produtos da Oxiteno são matérias primas indispensáveis para a produção de alimentos, fármacos e produtos de higiene, limpeza, sanitização, entre outros. Nesse cenário adverso, reforçamos nosso compromisso com a construção de uma indústria cada vez mais responsável com a sociedade e o meio ambiente, colocando a sustentabilidade como elemento central da estratégia. O resultado foi muito positivo”, afirma o presidente da Oxiteno, João Parolin.

Com a sustentabilidade incorporada à estratégia do negócio e aos processos de desenvolvimento e inovação, a Oxiteno avançou também durante o ano em ações como: implementação de home office, restruturação do programa de qualidade de vida, melhorias no processo de avaliação de fornecedores e novas ações para melhorar ainda mais o desempenho em segurança e meio ambiente. Como reflexo do esforço para práticas mais sustentáveis, a empresa conquistou a categoria Platinum do EcoVadis Sustainability Rating – plataforma que avalia a performance de sustentabilidade empresarial – ocupada por apenas 1% das empresas avaliadas no mundo todo, sendo a segunda empresa brasileira a conquistar essa posição.

“Em 2019, estabelecemos nossos objetivos no Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030. E, em 2020, mobilizamos toda a companhia com a meta de evoluir nos oito pilares que nos colocarão como referência em desenvolvimento sustentável do setor. O uso da água, da energia, o tratamento de resíduos, efluentes e os níveis de emissões de gases de efeito estufa são monitorados de perto para prevenirmos os possíveis impactos gerados”, diz a gerente de Sustentabilidade, Juliana Maria da Silva.

A Diversidade & Inclusão (D&I) também continuou recebendo destaque. Uma das iniciativas do pilar foi o lançamento do programa TOGETHER, que promove a representatividade de gênero, raça e etnia, pessoas com deficiência e LGBTQIA+, ampliando a pluralidade de opiniões e pensamentos. Entre as ações estão: a inclusão de autistas, a abertura de salas de amamentação e o incentivo à diversidade no código de vestimenta por meio da campanha “Química de Estilos”.

“Em um ano marcado por desafios, a cultura organizacional e as iniciativas nos diversos pilares de nosso plano de sustentabilidade foram essenciais para o crescimento do negócio. Temos o propósito de contribuir para o bem-estar das pessoas através da química e, tendo ciência disso, buscamos sempre reforçar o senso de pertencimento, orgulho e conexão com o negócio. Desenvolvemos soluções essenciais que estão no dia a dia das pessoas e ajudam a sociedade a passar por momentos como este. Avançamos em 2020, mas sabemos que há ainda muito por fazer e muitas oportunidades nesta jornada”, diz Parolin.

O portfólio da Oxiteno conta com mais de 700 produtos e 3 mil aplicações nos segmentos de Crop Solutions, Home Care and I&I, Personal Care, Coatings, Oil & Gas, Industrial Applications, Functional Fluids e Nutrition & Health, que são exportados para mais de 50 países. O Relatório de Sustentabilidade 2020 pode ser consultado na íntegra aqui. Além dos dados contemplados nesse conteúdo, o documento traz as iniciativas da Oxiteno de apoio à sociedade no combate à pandemia, redução de impactos ambientais e sociais, governança e engajamento sobre o tema

Sobre o Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030
Estruturado em 2019, o Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030 da Oxiteno é constituído de oito pilares que representam os temas materiais para o seu negócio com objetivos e metas alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  Esta estratégia guia todas as práticas e processos decisórios da companhia. Saiba mais: www.oxiteno.com