Oceaneering obtém mais de US$ 135 milhões em contratos submarinos

A empresa de engenharia submarina Oceaneering International, por meio de seu segmento de Produtos Manufaturados, garantiu vários contratos durante os primeiros quatro meses de 2021, com receita agregada prevista de mais de US$ 135 milhões.

A receita prevista desses contratos com operadoras internacionais de petróleo e gás e empresas de construção naval varia em valor de menos de US$ 10 milhões a mais de US$ 90 milhões, disse a empresa.

Cada escopo de trabalho do contrato envolve a fabricação de umbilicais de produção submarina e hardware de terminação de umbilical nas instalações da Oceaneering nas Américas e na Europa.

A expectativa é que a fabricação dos umbilicais comece prontamente, com cronogramas de produção variando de vários meses a cinco anos, de acordo com a Oceaneering.

Rod Larson , presidente e CEO da Oceaneering International, disse: “Essas recentes concessões de contratos fortalecem nossa posição como líder de mercado no fornecimento de produtos manufaturados globais para a indústria de petróleo e gás offshore e demonstra a confiança contínua do cliente em nossa capacidade de entregar produtos e serviços integrados de alta qualidade de forma segura e oportuna. Estamos encorajados com este aumento no recebimento de pedidos e esperamos executar esses novos escopos de trabalho ”.

No início de janeiro de 2021, a Oceaneering relatou que seu segmento de Robótica Submarina garantiu vários contratos durante o quarto trimestre de 2020, com receita agregada prevista de mais de US$ 225 milhões.

Os contratos variam em duração de vários meses a cinco anos, e os escopos de trabalho são principalmente para serviços de veículos operados remotamente (ROV) entregues a partir de plataformas de perfuração flutuantes e multi-serviços, intervenção submarina e embarcações de construção.

Petrobras divulga desempenho operacional do primeiro trimestre

Apesar do agravamento da pandemia de Covid-19, a Petrobras alcançou sólido desempenho operacional no primeiro trimestre deste ano. A produção média da companhia atingiu 2 milhões 770 mil barris de petróleo e gás por dia (boed), 3,1% acima do volume alcançado no quarto trimestre do ano passado. O que motivou esse resultado foi principalmente o crescimento da produção da plataforma P-70, no campo de Atapu.

Confira aqui os principais destaques do desempenho operacional.

RNEST bate recorde de produção de óleo combustível

Produto é exportado principalmente para Cingapura e utilizado no blend de produção de Bunker 2020

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) fechou março com o recorde de produção de óleo combustível ao alcançar a marca total de 180.725 m³, volume 7,3% acima do recorde anterior, de 168.365 m³, em maio de 2020.

O gerente geral da RNEST, Emanuel Eduardo, explica que o produto tem uma demanda permanente no mercado internacional e este aumento de produção permite a captura de novos mercados e, consequentemente, o aumento de receita, num valor estimado de US$ 70 milhões. “A previsão é de mantermos um patamar de produção similar no futuro. Estamos trabalhando para batermos um novo recorde ainda no primeiro semestre”, afirma.

O óleo combustível produzido na RNEST é exportado principalmente para Cingapura. Ele é utilizado em grandes motores por setores da Indústria, termoelétricas e navios. Além disso, o produto serve como matéria prima na formulação do Bunker 2020 – combustível marítimo com baixo teor de enxofre.

Atualmente, a produção de óleo combustível na RNEST só é superada pela produção do óleo diesel S10. A produção de óleo combustível correspondeu a aproximadamente 27% da produção total da Unidade em 2020.

Sobre a RNEST

A Refinaria Abreu e Lima tem capacidade atual instalada de 130 mil barris por dia, o que corresponde a 5% da capacidade total de refino de petróleo do país.

Atualmente, produz diesel com baixo teor de enxofre (69% da produção), nafta, óleo combustível, coque verde, gás liquefeito de petróleo (GLP), e recentemente, em dezembro, passou a produzir gasolina A, após receber autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operação do duto de nafta petroquímica também com gasolina.

Gás natural: publicado Manual de Boas Práticas Regulatórias

O Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural (CMGN) do Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou o Manual Orientativo de Boas Práticas Regulatórias para o Mercado de Gás Natural, voltado para a regulamentação pelos estados dos serviços de gás canalizado.

O documento, que oferece diretrizes gerais, já que esse segmento é regulado em nível estadual, está disponível no site do MME.

O manual foi submetido a consulta pública pela ANP (Consulta Pública nº 12/2020), entre setembro e outubro de 2020, e recebeu cerca de 300 comentários de 18 agentes e instituições relacionadas à indústria do gás natural.

Veja a notícia completa no site do Ministério de Minas e Energia.

TBG divulga cronograma da 6ª rodada de oferta de Produtos de Curto Prazo

A partir de 03 de maio, transportadora de gás ofertará capacidade disponível para contratos trimestral, mensal e diário

 Entre os dias 03 e 07 de maio, a TBG realiza a primeira etapa da Rodada 06 para oferta de capacidade de transporte de gás natural dos Produtos de Curto Prazo. De acordo com o cronograma da transportadora, nessa fase estarão disponíveis os contratos de entrada e saída trimestrais, com vigências previstas para o terceiro e quarto trimestres deste ano. Esse período compreende desde a publicação da capacidade disponível até a assinatura do contrato.

A modalidade mensal de contrato de capacidade firme será ofertada entre os dias 10 e 14 de maio. A aquisição desse produto é para o período entre junho e dezembro deste ano.

Os produtos diários serão liberados para contratação entre os dias 17 e 19 de maio. Caso haja necessidade de contratação imediata de produtos Diários, o Portal de Oferta de Capacidade – ambiente digital que deve ser acessado por meio do endereço eletrônico: ofertadecapacidade.tbg.com.br – permite a solicitação do produto com apenas um dia de antecedência para o mês corrente. A solicitação e a contratação do produto acontecem nas primeiras horas do dia e, uma vez contratada a capacidade, a requisição de transporte, pelo cliente, pode ser feita para o dia seguinte.

Os carregadores interessados poderão solicitar a contratação da capacidade de um ou mais produtos, por ponto de entrada e/ou zona de saída, conforme seus interesses. O tutorial para aquisição dos Produtos de Curto Prazo pelo POC está disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=aZh7J8iNotM&t=8s e https://www.youtube.com/watch?v=mtWcjlc2wwI

 

 Cronograma da Rodada 06 (MAI/2021) – Produtos de Curto Prazo

                                           

6ª Rodada dos Produtos de Curto Prazo

 

 

Início

 

Término

Oferta Trimestral (3º e 4º trimestres) Seg 03/05/21 Sex 07/05/21
         Publicação Capacidade Disponível Seg 03/05/21 Qua 05/05/21
         Leilão/Solicitação de Capacidade Qui 06/05/21 Qui 06/05/21
         Alocação/Assinatura do Contrato Sex 07/05/21 Sex 07/05/21
Oferta Mensal (6/7/8/9/10/11/12) Seg 10/05/21 Sex 14/05/21
         Publicação Capacidade Disponível Seg 10/05/21 Qua 12/05/21
         Leilão/Solicitação de Capacidade Qui 13/05/21 Qui 13/05/21
         Alocação/Assinatura do Contrato Sex 14/05/21 Sex 14/05/21
      Oferta Produto – Díário – jun/21 Seg 17/05/21
         Publicação Capacidade Disponível Seg 17/05/21
         Início do Leilão/Solicitação de Capacidade Ter 18/05/21
         Início da Alocação/Assinatura do Contrato Qua 19/05/21

Websérie Firjan Óleo, Gás e Naval discute a economia do mar como fator de desenvolvimento do Rio

Encontro on-line destacou a atuação do Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro

O Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTN-RJ) pretende destacar a vocação do estado para a economia do mar, ampliando as sinergias e fazendo interlocução com os agentes públicos. Essa é a proposta de Carlos Erane de Aguiar, presidente do Conselho de Administração do Cluster e vice-presidente da Firjan, durante a Websérie Firjan Óleo, Gás e Naval em 27/4. “A economia do mar pode ser um vetor de criação de empregos, tecnologias e arrecadação de impostos; além de melhoria econômica, social e educacional”, frisou Carlos Erane.

“O Cluster Naval é um dos quatro eixos de retomada da economia do Rio, que a federação apresentou ano passado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Mais da metade dos estaleiros e a maior produção de óleo e gás do país estão no estado. Contem com os nossos Institutos de Tecnologia e Inovação para atender à demanda em meio ambiente, metalurgia, informação e automação”, incentivou Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan.

A transmissão on-line da websérie teve como tema o “Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro: o caminho para o desenvolvimento econômico e social do estado”, com moderação de Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da federação e diretora-geral da ONIP.

O vice-almirante Edesio Teixeira Lima Junior, diretor-presidente da Emgepron, lembrou que o Rio conta com a sede da esquadra e de importantes programas de construção da Marinha do Brasil. “Mas o Brasil precisa definir seu conceito de economia do mar, para desenvolver políticas públicas. O Cluster tem que ser um ambiente de governança, desde o operacional ao federal, envolvendo também o estado e municípios”.

Criado em novembro de 2019, o Cluster Tecnológico Naval está divulgando seus planos Estratégico, de Negócios, de Comunicação e Marketing e seus Conselhos Consultivos. Emgepron, Amazul, Condor Tecnologias Não Letais e Nuclep foram as primeiras a se associarem ao grupo. Agora estão abertas inscrições para adesão de outras empresas.

O contra-almirante Walter Lucas da Silva, diretor-presidente da Associação do Cluster, ressaltou que a construção de quatro fragatas da Marinha, em Itajaí (SC), vai demandar serviços de tecnologia e de manutenção no Rio. Ele informou ainda que em junho a Marinha deve divulgar o edital para construção do Navio de Apoio Antártico.

Já o deputado estadual Luiz Paulo elogiou a estratégia do grupo: “É importante o Cluster Naval apontar um rumo. Precisa gerar sinergia com outras áreas para dar solidez. É uma proposta de vanguarda”. O consultor Miguel Marques, sócio-fundador da Skipper & Wool, apresentou números e conceitos usados em organismos internacionais, destacando a alta capacidade dos profissionais brasileiros, do conhecimento ímpar das águas ultraprofundas e da extensão de águas que o Brasil e o Rio de Janeiro têm a seu dispor para dinamizar a economia do mar.

Para conhecer e aderir ao Cluster Tecnológico Naval visite o link www.clusternaval.org.br

Assista a Websérie Óleo, Gás e Naval – Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro: o caminho para o desenvolvimento econômico e social do estado em https://www.youtube.com/watch?v=ievLlfiVXBA