Oceaneering Rotator lança nova válvula aceleradora química de superfície

O negócio de rotadores da Oceaneering International lançou uma nova válvula reguladora de pressão Topside Chemical (T-CTV) de alto desempenho para vários setores, incluindo petróleo e gás, processamento químico, tratamento de águas residuais, médico e farmacêutico. O T-CTV aproveita a tecnologia comprovada em campo existente para atender aos requisitos operacionais de dosagem química de superfície eficiente.

O T-CTV fornece uma solução inovadora, econômica e ecológica para projetos greenfield e brownfield. O T-CTV também é ideal para aplicações não tripuladas e operadas remotamente em todos os setores e pode ser configurado com recursos de Wi-Fi opcionais. A válvula também é o único projeto do setor que combina uma posição de descarga total com um raspador mecânico integrado. Esse recurso garante tolerância superior à contaminação e oferece desempenho incomparável de longo prazo sem a necessidade de filtros.

“Historicamente, o foco da Rotator tem sido nas válvulas submarinas e estamos entusiasmados com esta oportunidade de expandir para o mercado de superfície com uma solução líder do setor”, disse Tommy Tolfsen, Gerente de Produto T-CTV da Rotator. “Nosso T-CTV oferece um pacote de dosagem de produtos químicos totalmente automatizado. Ele combina medição de fluxo contínua e precisa com regulação automática de fluxo em um design modular plug-and-play.

“Com o apetite por plataformas não tripuladas crescendo, queríamos ter certeza de que nosso T-CTV está pronto para operação remota completa.”

A precisão superior da válvula resulta em menos desperdício de produtos químicos. A válvula possui ± 0,2% de leitura por meio de medição de fluxo Coriolis contínua. O sistema de controle T-CTV usa feedback contínuo e ao vivo do medidor de fluxo Coriolis para regular automaticamente e exibir continuamente as taxas de fluxo. O caminho de fluxo helicoidal exclusivo da válvula fornece fluxo estável e controlado em toda a faixa operacional. Uma banda morta totalmente programável é definida para otimizar ainda mais o desempenho do fluxo. A precisão e confiabilidade superiores do T-CTV acabarão por reduzir o OPEX por meio da redução dos custos com produtos químicos e do tempo de atividade aprimorado.

O T-CTV da Rotator se baseia em seus mais de 60 anos de experiência no fornecimento de válvulas de primeira classe para operações submarinas.

Aker Solutions revela bons números no início de 2021

A Aker Solutions relatou crescimento em ganhos e entrada de pedidos no primeiro trimestre de 2021, com cerca de 35 por cento dos novos contratos relacionados à transição energética.

No primeiro trimestre de 2021, a Aker Solutions registrou um EBITDA de NOK 427 milhões (aproximadamente EUR 42,5 milhões), com uma margem de 6,6 por cento, um aumento em relação ao mesmo período do ano passado .

A receita foi de NOK 6,5 bilhões, uma redução de 25 por cento em relação ao primeiro trimestre de 2020, principalmente devido aos menores níveis de atividade em Submarino e Eletrificação, Manutenção e Modificações (EMM), onde vários grandes projetos foram finalizados no ano passado.

A entrada de pedidos foi forte em NOK 9,4 bilhões, um crescimento de 19 por cento em comparação com o primeiro trimestre de 2020 e um aumento de 39 por cento sequencialmente. A carteira de pedidos está em NOK 41 bilhões, um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado.

Conforme relatado, a empresa recebeu a decisão final de um tribunal arbitral na Alemanha sobre o projeto eólico offshore Nordsee Ost, que lhe deu o direito de obter um valor em dinheiro recuperável de NOK 698 milhões, recebido no final do trimestre e reconhecido nas contas da empresa .

“Nossos ganhos e entrada de pedidos no trimestre aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado e sequencialmente. Continuamos a aumentar nossa carteira de pedidos, garantindo vários novos contratos importantes no trimestre ”, disse Kjetel Digre , CEO da Aker Solutions.

“Um desenvolvimento importante é que continuamos a ver um aumento na entrada de pedidos de trabalhos relacionados à transição de energia, em linha com nossas ambições estratégicas. No trimestre, isso representou cerca de 35 por cento dos novos contratos. ”

Atualizações do projeto

No Brasil, a Aker Solutions concluiu a fabricação de árvores submarinas para o projeto Ærfugl da Aker BP, em contrato firmado no final de 2019. Na China, vários umbilicais para o projeto Lingshui foram entregues durante o primeiro trimestre.

A empresa também finalizou a primeira fase da construção de 11 cascos de concreto destinados às turbinas que serão instaladas no projeto eólico flutuante Hywind Tampen da Equinor.

Em seu pátio em Verdal, a fase EPC para a jaqueta Johan Sverdrup Fase 2, também para Equinor, foi concluída quando a fundação foi derrapada na barcaça de transporte. Além disso, o progresso acelerado planejado para a plataforma de poço não tripulado Hod para a Aker BP está a caminho de ser entregue ainda este ano, disse a Aker Solutions.

Planos e expectativas

O player norueguês de serviços de energia revelou que a atividade de licitações é alta e atualmente está licitando contratos que totalizam cerca de NOK 78 bilhões. Cerca de 30 por cento disso está relacionado à transição energética, em áreas de energia eólica offshore, captura de carbono e hidrogênio, e soluções de baixo carbono para petróleo e gás, como compressão e eletrificação de gás submarino.

De acordo com a Aker Solutions, a perspectiva para 2021 permanece inalterada e uma receita geral um pouco inferior ao nível do ano passado é antecipada.

A empresa também anunciou que tem como objetivo reduzir a pegada ambiental de suas próprias operações, visando uma redução de 50 por cento nas emissões de CO2 até 2030.

Novo programa PMQBio é tema de audiência pública

A  ANP realizou audiência pública sobre a minuta de resolução que visa criar o Programa de Monitoramento da Qualidade do Biodiesel (PMQBio). A iniciativa da Agência tem o objetivo de contribuir para a garantia da qualidade do produto ao longo de toda a cadeia de abastecimento. O programa irá monitorar o cumprimento das especificações de qualidade, com o objetivo de assegurar que os combustíveis vendidos pelos agentes econômicos atendam aos limites exigidos para os parâmetros físico-químicos.

Durante a abertura, a diretora da ANP Symone Araújo destacou que, “em virtude das características específicas do biodiesel, a ANP considerou relevante a criação de um programa de verificação da qualidade desse combustível. Dessa forma, poderá alimentar a sociedade com informações valiosas sobre o cumprimento das especificações técnicas, garantindo que os produtos componentes do diesel B (diesel com adição de biodiesel) comercializados no Brasil atendam aos critérios estabelecidos nas especificações e cheguem ao consumidor com a melhor qualidade possível”.

O PMQBio terá formato similar ao novo PMQC (Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis). Está prevista a coleta de amostras de biodiesel nos agentes econômicos seguida de análises físico-químicas, permitindo a produção de dados estatísticos sobre a qualidade dos produtos e a identificação de eventuais não conformidades. O modelo proposto prevê a realização de, no mínimo, duas coletas anuais aleatórias de amostras em distribuidores de combustíveis líquidos e produtores de biodiesel, através do financiamento privado dos agentes econômicos envolvidos, a exemplo do procedimento previsto na Resolução ANP nº 790, de 2019, que trata do novo modelo do PMQC.

As amostras coletadas serão analisadas em laboratórios privados vencedores de licitação a ser realizada pela ANP e contratados pelos agentes econômicos. Estudos realizados pela Agência mostram que o PMQBio não deverá apresentar impacto nos preços dos combustíveis ao consumidor. Os resultados das análises serão publicados em boletim semestral, dando publicidade à situação da qualidade do biodiesel e diesel A (diesel sem adição de biodiesel) no país. Os resultados não conformes serão comunicados à fiscalização da ANP e órgãos conveniados.

Em funcionamento desde 1998, o PMQC tem sido bem-sucedido como indutor de ações de garantia de qualidade por parte de empresas ou instituições do mercado, de eliminação de assimetrias de informação, além de orientar, como principal vetor de inteligência, as ações de fiscalização da própria Agência e de órgãos conveniados. Índices de qualidade acima de 97% registrados nos últimos anos para os combustíveis (óleo diesel B, gasolina C e etanol hidratado) retratam a contribuição do PMQC para o consumidor final.

O biodiesel foi introduzido na matriz brasileira em 2005, com uso voluntário, e, em 2008, de maneira mandatória com proporção de 2%. Desde então, o teor de biodiesel no óleo diesel rodoviário vem sendo ampliado gradualmente, devendo chegar a 15% em 2023, conforme estabelecido pela Resolução CNPE nº 16/2018. Para que a mistura do biodiesel ao diesel continue atendendo, com eficiência, ao uso proposto, a ANP decidiu, entre outras medidas em andamento, implantar o PMQBio.

A minuta de resolução esteve em consulta pública durante 45 dias Os comentários e sugestões recebidos no período podem ser consultados na página da Consulta e Audiência Públicas nº 3/2021.

Veja a gravação da audiência

Petrobras informa sobre Assembleia de Acionistas

A Petrobras, em continuidade ao comunicado de 29/04/2021, em relação ao pedido de convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para reconstituição do Conselho de Administração, tendo em vista a renúncia do Sr. Marcelo Gasparino da Silva anunciada em 16/04/2021, informa que o Conselho de Administração da companhia, por maioria, deliberou por não convocar a referida Assembleia.

A companhia apresenta abaixo os seguintes esclarecimentos: Preliminarmente, conforme carta recebida pela companhia do Sr. Marcelo Gasparino da Silva, a renúncia somente passará a produzir efeitos a partir de 31/05/2021. Dessa forma, não há, no momento, vacância no Conselho de Administração.

Nos termos já contidos no comunicado ao mercado divulgado em 16/04/2021, a renúncia do Conselheiro Marcelo Gasparino resultará na aplicação do previsto nos artigos 141, § 3º, e 150 da Lei 6.404/76 e do artigo 25 do Estatuto Social da Petrobras. De acordo com tais dispositivos, a vacância do cargo de Conselheiro de Administração eleito por voto múltiplo poderá ser preenchida por substituto eleito pelo colegiado até que seja realizada uma próxima Assembleia Geral de Acionistas, de maneira a assegurar a continuidade da gestão e o regular funcionamento dos órgãos de administração.

Portanto, a lei 6.404/76 regula a forma de recomposição do Conselho de Administração no caso de vacância decorrente da renúncia do Conselheiro eleito por voto múltiplo. Uma vez verificada a vacância, a próxima Assembleia que ocorrer deverá proceder à eleição dos 08 (oito) membros do Conselho eleitos por voto múltiplo.

Com relação a questionamentos sobre o processo de votação na eleição para o Conselho de Administração da companhia, a Petrobras entende ser pertinente prosseguir com a análise dos fatos ocorridos, inclusive mediante contatos com a B3, com os demais agentes envolvidos na realização da Assembleia, com outras companhias que realizaram assembleias com voto múltiplo recentemente e com a CVM.

Atuação diversa poderia gerar custos, insegurança e consequências desnecessárias, sem garantia de que uma nova eleição transcorreria sem os mesmos questionamentos, como dito, ainda sob avaliação. A Petrobras reafirma seu compromisso de respeitar os direitos dos acionistas minoritários e manterá os acionistas e o mercado informados a respeito.

Sylvie D’Apote é a nova Diretora Executiva de Gás Natural do IBP

No dia 03/05, Sylvie D’Apote assumiu a Diretoria Executiva de Gás Natural do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) no lugar de Luiz Costamilan. A executiva terá como desafios fortalecer e ampliar o debate com lideranças governamentais e a sociedade com foco na abertura do mercado nacional de gás.

Economista formada pela Universidade “La Sapienza”, na Itália, com mestrado em Tecnologia da Energia e do Meio Ambiente do Imperial College, na Inglaterra, Sylvie tem mais de 25 anos de experiência como consultora internacional na área de gás natural. Através dos seus contatos com todos os elos da cadeia do gás, tem acumulado profunda experiência sobre assuntos regulatórios, dinâmicas de mercado, contratos de gás/GNL, monetização de reservas, e convergência entre os setores de gás e eletricidade.

É sócia-fundadora da consultoria Prysma E&T, no Rio de Janeiro, que dirigiu até a semana passada. Anteriormente atuou como sócia-diretora da Gas Energy e como Diretora de Gás para o Cone Sul da IHS-CERA. Antes de se mudar para o Brasil, em 2003, ela liderou o Programa para a América Latina na Agência Internacional de Energia (International Energy Agency – IEA), em Paris (França) e foi consultora com a empresa WEFA Energy, em Londres, UK.

“Sigo o compromisso do IBP de manter discussões abertas e transparentes sobre mercado em todas as suas dimensões. Agora que a Lei do Gás foi aprovada, temos que abordar o tema da transição para um mercado mais aberto e diversificado, há muitos assuntos regulatórios a serem tratados e acredito que o IBP pode contribuir muito nesta discussão”, destaca Sylvie.

Segundo a executiva, é necessário também ter uma visão social e reforçar os compromissos com todos os elos da cadeia nacional gás. “Acredito que a abertura do mercado de gás trará muitos benefícios para o país, podendo gerar investimentos, empregos, renda e desenvolvimento regional”, ressaltou.

Abertura do mercado de gás

Luiz Costamilan deixa a diretoria executiva de gás natural após cinco anos. Esteve à frente de grandes conquistas para o setor, sendo a principal delas sua articulação e trabalho junto às autoridades, empresas e associações na discussão que culminou com a aprovação do projeto de lei que promove a abertura do mercado de gás natural, conhecida como PL do Gás (Lei 4.476/2020), aprovada pelo Congresso nacional em março deste ano.

Walter Fernando Piazza Júnior é o novo diretor administrativo-financeiro da ES Gás

Walter Fernando Piazza Júnior, eleito pelo Conselho de Administração, assume como diretor administrativo-financeiro da ES Gás.

Piazza é engenheiro civil, com pós-graduação em Qualidade e Produtividade e MBA em Administração de Negócios na Michigan State University (EUA). Tem ampla trajetória no segmento de petróleo e gás, já tendo atuado como conselheiro de administração da Compagás (PR), da Sulgás (RS) e da Algás (AL), como diretor-presidente da GásBrasiliano (SP) e da SCGÁS (SC) e como diretor técnico-comercial da Sulgás (RS) e da SCGÁS (SC), além de vasta experiência em funções gerenciais na Petrobras.

O novo diretor administrativo-financeiro da ES Gás também tem se destacado com importantes contribuições a entidades setoriais e de ensino e pesquisa, como a Cogen, Fiesp, Ciesp, Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, IGU e FEA-USP, além de ter recebido vários títulos de reconhecimento por sua trajetória, como a eleição, por três vezes consecutivas, como um dos 100 mais influentes do setor de energia no Brasil, em 2016, 2017 e 2018.

Piazza é apaixonado pelo Espírito Santo e vê a ES Gás como importante indutor de desenvolvimento do estado: “O gás natural é a energia abundante, mais econômica e o melhor caminho para chegarmos a uma economia de baixo carbono” diz o novo diretor.

 

Repsol Sinopec inicia projeto que desenvolverá tecnologia de captura de CO2 para produção de hidrocarbonetos verdes

Com este projeto pioneiro, a Repsol Sinopec inaugura a sua linha de Pesquisa & Desenvolvimento em Gestão de Carbono, reforçando o seu compromisso com a sustentabilidade no caminho da transição energética.

O projeto de pesquisa e desenvolvimento “CO2CHEM” lançado pela a Repsol Sinopec vai trabalhar no desenvolvimento de tecnologias inovadoras de captura de CO2 para produção sustentável e economicamente viável de hidrocarbonetos verdes, ou seja, compostos químicos produzidos através de processos industriais que não emitem gases do efeito estufa. Esses hidrocarbonetos podem ser combustíveis verdes, como diesel e gasolina verde, ou até parafinas especiais utilizadas na fabricação de vários produtos utilizados no nosso dia a dia.

“Atualmente, a redução das emissões de CO2 é um dos pilares fundamentais da nossa estratégia de Pesquisa e Desenvolvimento, alinhado ao objetivo global do grupo Repsol de ter zero emissões líquidas até 2050. Uma das alternativas que exploramos é a utilização do CO2 proveniente de diferentes fontes para gerar produtos de alto valor agregado, como combustíveis e produtos químicos, especialmente aqueles que ainda não possuem substitutos. Esse processo industrial é mais sustentável ao fechar o ciclo do carbono e diminuir a pegada de CO2 das nossas atividades” – Complementa Támara García, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Repsol Sinopec.

Os pesquisadores vão trabalhar do desenvolvimento à implantação em escala piloto de dois sistemas integrados com tecnologias nacionais capazes de consumir CO2 de diferentes fontes, como por exemplo das atividades de exploração e produção offshore para produção dos hidrocarbonetos verdes, em um ciclo fechado de produção e consumo de COalimentado por fontes de energia renovável.

Como esses sistemas serão os primeiros processos integrados de geração de hidrocarbonetos verdes a partir de CO2 em escala piloto do Brasil, o CO2CHEM é considerado um projeto pioneiro e com ele, a RSB inaugura a sua linha de Pesquisa & Desenvolvimento em Gestão de Carbono, reforçando o seu compromisso com a sustentabilidade, no caminho da transição energética.

Nos aliamos aos melhores cientistas e profissionais do mercado, pois acreditamos que a colaboração é essencial para a inovação.

A ideia inicial do projeto surgiu no Workshop «Bright Ideas for Research and Innovation» organizado pelo Research Center for Gas Innovation (RGCI-USP) em parceria com a Repsol Sinopec Brasil (RSB), em fevereiro de 2020. No evento, especialistas debateram questões relevantes para a gestão de carbono e identificaram a possibilidade da criação do projeto.

Com ideia inicial em rascunho, a RSB se juntou a importantes parceiros, como a empresa Hytron, parte do grupo NEA, o Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica da USP e o SENAI CETIQT, através do Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras, para desenvolvimento do projeto CO2CHEM.

Além dessas instituições, o Instituto alemão Fraunhofer participará em algumas etapas do projeto, firmando uma importante colaboração para transferência tecnológica da Alemanha para o Brasil. O projeto contará também com o apoio do RCGI, o centro de pesquisas financiado pela FAPESP e baseado na USP, que foi parceiro da RSB desde o início da concepção de ideias para o projeto e que vem se destacando no desenvolvimento de tecnologias para a mitigação de gases de efeito estufa.

Dada sua relevância para o setor, o projeto CO2CHEM tem apoio financeiro da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII). Adicionalmente, outras importantes agências de fomento à pesquisa, como a FAPESP, têm demonstrado interesse na linha de pesquisa do projeto.