Evento Online – Jornada da Transformação Digital na Indústria Evento Transformação Digital

Dias 25 a 27 de  Maio – das 13h30 às 17h

Inscrições: https://www.baumier.com.br/index.php/destaques/eventos/item/evento-jornada-da-transformacao-digital-na-industria

O que é preciso para Transformar a Indústria digitalmente?

A Baumier Automation convida você a participar do evento online Jornada da Transformação Digital na Indústria que acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de Maio, das 13:30h às 17h, com a participação dos fabricantes das soluções industriais mais competitivas do mercado.

Confira a programação e garanta já a sua vaga.

25/05

Conversaremos sobre a importância de estruturar sua rede corretamente para uma adequada Infraestrutura de Rede e Conectividade.

Palestrantes convidados:

  • Importância dos cabos na era da Transformação Digital – Carlos Koda e Bruno Capareli – BELDEN POLIRON
  • Fibra Óptica, a Espinha Dorsal para a Transformação Digital – Marco Mallagoli – VIAVI
  • Bate-papo com o Especialista – Ricardo Avena
  • From Sensor to Cloud With Smart I/O solutions – Svenja Litz – BELDEN ALEMANHA (Apresentação em Inglês)
  • Utilização de Gateways na Transformação Digital – Eduardo Lima -PROSOFT

26/05

Conversaremos sobre a importância da correta escolha dos dispositivos de infraestrutura e gerenciamento de rede e suas corretas aplicações no nosso caminho rumo à Transformação Digital.

Palestrantes convidados:

  • Remote Access in the Digital Transformation – Sharon Roberts – SECOMEA (Apresentação em Inglês)
  • Bate-papo com o Especialista – Eduardo Honorato
  • Computadores Industriais na Transformação Digital – Rodrigo Tutilo – ADVANTECH
  • Jornada da Transformação Digital – Guilherme Normanton – BELDEN BRASIL
  • Gerenciamento de Rede – Bruno Duarte – BAUMIER AUTOMATION

27/05

Neste dia, encerraremos a jornada conversando sobre as tecnologias existentes que possibilitam a segurança total de sua rede, seja de dispositivos ou de gerenciamento de usuários e acessos, bem como aquisição, normalização, coleta de dados, e EDGE Computing para uma Transformação Digital completa.

Palestrantes convidados:

  • Construindo uma Indústria Digital através do PAM – David Muniz – SENHASEGURA
  • Industrial Digital Transformation & Security – Richard Springer – TRIPWIRE (Apresentação em Inglês)
  • Bate-papo com o Especialista – Prof. Dr. Marco Coghi
  • A importância da digitalização na minha empresa – Élvio Gravata – INTELUP
  • The Modern Edge Platform for Industry – Damian Smektala – LITMUS (Apresentação em Inglês)

Posicionamento conjunto sobre o teor de biodiesel no óleo diesel comercializado à sociedade

As entidades subscritas, que representam mais de 200 mil empresas produtoras, distribuidoras, importadoras, revendedoras e transportadoras, além de indústrias relacionadas ao consumo de diesel, vêm a público manifestar preocupação quanto às discussões sobre a evolução de teor de biodiesel na mistura óleo diesel disponibilizado à sociedade, em função dos sérios problemas de qualidade decorrentes do combustível comercializado hoje.

A evolução do percentual de mistura implicará em maiores custos para o transporte de cargas e de passageiros e consequente aumento de preços de produtos para toda a sociedade. Também lançará o país em um cenário de estagnação tecnológica, impactará no desenvolvimento da indústria automotiva e de equipamentos e comprometerá a prestação de serviços.

Cabe destacar que a partir de 2022 entrarão em vigor no Brasil novos limites de emissões de poluentes com a adoção de tecnologias veiculares mais modernas, para as quais não há experiência com teores elevados de biodiesel e que exigem a redução do teor e alterações profundas na especificação do biodiesel.

Os problemas de cristalização, higroscopia, baixa filtrabilidade e formação de borras do biodiesel, que já ocorrem com a mistura atual, associados aos recentes aumentos de teor compulsório, têm provocado danos a máquinas e motores; diminuição da vida útil; e baixa performance de equipamentos, além de aumento dos custos de manutenção e prejuízos aos mais diversos setores da economia e seus consumidores. Além disso, deve-se considerar os impactos ambientais de descarte mais frequente de produtos perigosos contaminantes como borra, filtros, peças mecânicas, entre outros.

Estudos recentes apontam que teores elevados de biodiesel promovem aumento das emissões de óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos e monóxido de carbono, com impactos negativos que afetam a saúde humana e o meio ambiente, além de elevar o consumo de combustível, gerando ainda mais emissões e custos adicionais que são transferidos a toda população.

Desde sua concepção, o Programa Brasileiro de Biodiesel preconiza não privilegiar quaisquer rotas tecnológicas de produção. Outras leis e políticas públicas reforçam os princípios da inovação, do desenvolvimento tecnológico e da eficiência energética. A continuidade do sucesso deste programa depende da manutenção destas premissas em um mercado aberto, com diversidade de fornecedores, matérias-primas e produtos, a fim de estimular a concorrência, e oferecer, para os consumidores e para sociedade, produtos com melhor qualidade, menor impacto ao meio ambiente, melhor nível de serviço e menores preços.

Cabe destacar que o aumento compulsório de biocombustíveis na mistura do diesel somente deve ser estipulado mediante uma análise ampla e critérios fundamentados, garantindo viabilidade técnica e segurança não só para os produtores de biodiesel como para os usuários quanto à sua adoção.

Neste sentido, este grupo vem buscando o diálogo com autoridades e com a indústria de biodiesel almejando solucionar os atuais problemas de teor e de qualidade do produto.

Reiteramos nosso compromisso com a preservação ambiental no país e apoiamos a diversificação da matriz de combustíveis renováveis por meio do enquadramento regulatório de biocombustíveis avançados no mercado nacional, em benefício da sociedade, do meio ambiente, dos diversos segmentos econômicos e do consumidor.

Solução da Siemens Energy é escolhida para otimizar intervenções técnicas em equipamentos de Furnas

Em um cenário de transformação digital, tecnologias de automação e digitalização que aumentam a eficiência energética tornam-se fundamentais para garantir ganhos de competitividade. Em linha com esse objetivo estratégico, a Siemens Energy desenhou o sistema de monitoramento do Banco de Capacitor Série (BCS), a fim de evitar paradas não programadas e antecipar falhas de equipamentos.

A solução foi escolhida pela Furnas para o projeto que consistiu na modernização do Banco de Capacitor Série da Subestação da Usina Hidrelétrica de Serra da Mesa de Furnas, localizada na Bacia do Alto Tocantins, em Goiás, por conta do seu grande diferencial de acompanhamento preditivo.  A vantagem dessa tecnologia, é que ela garante a redução dos tempos de reparo e da frequência de manutenção corretiva, diminuindo paradas não programadas e aprimorando o prazo entre manutenções preventivas, aumentando a eficiência e disponibilidade dos equipamentos.

A Usina Hidrelétrica de Serra da Mesa tem capacidade instalada de 1.275 MW e possui grande relevância no panorama energético brasileiro. A solução da Siemens Energy faz o diagnóstico em tempo real do equipamento instalado na Subestação da UHE, traçando prognósticos e estimativas de possíveis falhas. Adicionalmente, a localização e classificação dos possíveis distúrbios técnicos podem ser realizadas de qualquer navegador web da rede do cliente, consolidando uma importante etapa de digitalização do equipamento.

“Essa tecnologia permite conhecer o estado dos equipamentos em operação e prever possíveis falhas, funções essenciais na redução de custos e no aumento da confiabilidade e segurança para melhor atendimento do mercado de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional”, afirma Pedro Romano, Gerente do Contrato pela Siemens Energy no Brasil.

Adicionalmente, a Siemens Energy, em consórcio com a Grantel Engenharia, também forneceu para o projeto em modelo semi integrado, a implementação de um Banco de Capacitor Série Fixo de 550 kV, incluindo a elaboração do projeto executivo, fornecimento de equipamentos, materiais e sistemas. O projeto foi desenvolvido durante 12 meses e entregue cerca de 45 dias antes da data programada em contrato.

Em evento online, ANP faz entrega de dados gratuitos e lança site de consulta

ANP participou no último dia 12/5, de mais uma edição do Circuito Brasil de Óleo e Gás. No encontro, foi apresentado o site, lançado mais cedo, que disponibiliza gratuitamente os dados técnicos públicos digitais de bacias sedimentares terrestres, uma parceria entre a ANP e o Serviço Geológico Brasileiro (CPRM).

No evento, também foi celebrada a entrega, pela Agência, dos primeiros dados técnicos gratuitos, disponíveis aos interessados desde 3/5. A primeira entidade a solicitar e receber os dados foi a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP).

Para o Diretor-Geral da ANP, Rodolfo Saboia, foi um dia histórico para o onshore brasileiro. “Sabemos que a disponibilidade de dados técnicos é fundamental para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural. Em um cenário de acirramento da competição internacional pela atração de investimentos, facilidade e custo de acesso aos dados são fatores que podem fazer diferença nas decisões das empresas”, afirmou.

Saboia informou ainda que, em 13/5, serão atendidos mais 11 pedidos. “Assim, em menos de uma semana, entregaremos um total de 30 terabytes de dados terrestres. Isso representa quase 50 vezes o volume de dados terrestres que entregamos durante todo o ano passado”, completou.

O Diretor da ANP Marcelo Castilho lembrou que a disponibilização dos dados se soma a diversas outras medidas que já vinham sendo tomadas para a revitalização do onshore brasileiro. “A ANP vem trabalhando em diversas medidas para seguir as diretrizes das resoluções do Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, de aumentar a atratividade do setor, promover a extensão da vida útil dos campos e maximizar o fator de recuperação dos campos. Essa ação de hoje vem ao encontro dessas diretrizes, da missão do programa Reate e está em linha com o planejamento estratégico da ANP, que tem entre seus pontos implementar ações regulatórias que propiciem novos investimentos em campos maduros e em novas fronteiras exploratórias, ampliando a pluralidade de operadores e a competitividade”, afirmou.

Para Castilho, a medida “impulsionará o desenvolvimento de novas descobertas petrolíferas, o aumento da participação de empresas de pequeno e médio portes no setor, o fomento à pesquisa e ao desenvolvimento por meio de universidades e centros de pesquisas – incluindo o Serviço Geológico Brasileiro, essa grande parceria que estamos promovendo hoje aqui”.

Os dados disponibilizados pela ANP são referentes a 23 bacias sedimentares terrestres e contêm informações de 22.641 poços, 329 levantamentos sísmicos 2D, 204 levantamentos sísmicos 3D, 217 levantamentos não-sísmicos (gravimetria, magnetometria, magnetotelúrica e gamaespectometria), 38 levantamentos geoquímicos e 17 estudos existentes no acervo de dados técnicos do Banco de Dados de Exploração e Produção da ANP (BDEP).

O site pode ser acessado em https://reate.cprm.gov.br/anp/.

Veja a gravação do evento

Evonik, IBM e a universidade MIT investigam os usos e efeitos potenciais da inteligência artificial

A Evonik amplia sua cooperação com a IBM no campo da digitalização. As duas empresas estendem a sua parceria estratégica, antes do previsto, até 2025. A antecipação dessa decisão oferece mais oportunidades para projetos de longo prazo.

A Evonik também será envolvida no programa de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o que faz dela a primeira empresa química a participar do MIT-IBM Watson AI Lab.

Nessa interação única no campus do MIT em Cambridge, Massachusetts, especialistas acadêmicos e da indústria investigam os usos e efeitos potenciais da inteligência artificial. “Mentes brilhantes das áreas científica e empresarial trabalham juntos em prol do progresso digital. Estamos entusiasmados com a nossa participação nessa iniciativa”, diz Henrik Hahn, Chief Digital Officer (CDO) na Evonik.

A IA é uma ferramenta útil para inovações e melhorias na indústria química. A Evonik está satisfeita por integrar o MIT-IBM Watson AI Lab e seu Conselho Consultivo e contribuir com suas ideias e aplicações nos campos de descoberta de materiais, tecnologias de formulação, gestão do conhecimento e análise de mercado a fim de avançar as aplicações em geral da IA na indústria química.

“Trabalhar na inteligência artificial também representa um teste decisivo para o potencial desempenho dos sistemas digitais: por exemplo, estamos investigando como tomar decisões pode ser melhor, mais sistemático e mais rápido com a ajuda dos algoritmos”, diz Hahn. “Afinal, tudo gira em torno do valor que a IA pode adicionar à empresa”, acrescenta.

Hahn considera positiva a parceria estratégica com a IBM, que já foi iniciada em 2017: “O trabalho conjunto ajudou a avançar a transformação digital de uma maneira direcionada. A Evonik se vê como pioneira em digitalização dentro da indústria química. Nossa parceria com a IBM e nosso novo compromisso com o MIT-IBM Watson AI Lab reforça ainda mais essa afirmação”.

Como parte da parceria, Evonik e IBM já investigaram, em projetos piloto, novas possibilidades de criar uma inteligência colaborativa entre humanos e máquinas. Os especialistas já não precisam buscar informações valiosas como se procurassem uma agulha num palheiro. Em vez disso, décadas de conhecimento hoje são fáceis de acessar e analisar de maneira intuitiva. Agora já se podem estabelecer novas conexões entre dados. O químico pode explorar intuitivamente e comparar formulações e suas propriedades relacionadas para desenvolver ideias para novos produtos.

Evonik e IBM também conseguiram construir uma Inteligência Artificial que vai acelerar ainda mais a pesquisa por novos materiais. Em estreita colaboração com a IBM Research, uma Deep Neural Network (rede neural profunda) foi desenvolvida e treinada para prognosticar propriedades ou novas formulações para polímeros de alta performance. Esses prognósticos ajudam os pesquisadores como uma bússola apontando para direções promissoras para novos produtos e soluções customizadas.

DRYKO Impermeabilizantes firma parceria com SENAI-SP

Empresa subsidiará cursos de impermeabilização na escola técnica da construção civil e produzirá vídeos didáticos sobre aplicação dos produtos

Tendo como princípio a importância da impermeabilização dentro de uma obra, responsável diretamente por sua durabilidade e qualidade dos acabamentos, a DRYKO Impermeabilizantes fechou uma parceria com a Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo”, voltada à construção civil, no bairro do Tatuapé (SP), para capacitar e formar profissionais nesta área.

A parceria prevê a realização do curso “Aperfeiçoamento Profissional – Impermeabilização de Estruturas”, com duração de 40 horas, a ser realizado em dois momentos deste ano: julho e outubro. Para o desenvolvimento do programa didático, a DRYKO cederá ao SENAI todos os materiais para a realização das exposições, demonstrações e explicações das soluções, assim como o suporte técnico necessário. O curso é indicado tanto para consumidores quanto profissionais da construção civil, entre eles, instaladores, pedreiros, além de atendentes de lojas e promotores de vendas. Informações para inscrição em dryko.com.br/senai.

“O SENAI é a escola da indústria e, estar dentro dela, propicia o contato com as mais atualizadas técnicas e tecnologias, lançamentos de produtos e inovações. Tudo isso será transmitido aos alunos dos cursos profissionalizantes, capacitando-os a especificar e aplicar os melhores produtos para as atividades do setor da Construção Civil”, afirma Abilio José Weber, Diretor da Escola SENAI “Orlando Laviero Ferraiuolo”.

Para Rodrigo Morelli, Gestor de Marketing da DRYKO Impermeabilizantes, e cuja relação com o SENAI-SP não é de hoje, o objetivo com esta ação é formar profissionais com conhecimento teórico e prático das atividades que envolvem a técnica de impermeabilização de estruturas, para que saibam indicar produtos de qualidade no desenvolvimento de seus projetos. “Nossa intenção é subsidiar os treinamentos para obter um bom desempenho das estruturas das obras por meio de materiais confiáveis. Para isso, é importante formarmos profissionais que saibam fazer esse reconhecimento e ofereçam serviços com melhor qualidade aos clientes”.

A parceria vai além

A parceria da DRYKO Impermeabilizantes com o SENAI-SP compreende também a produção de vídeos didáticos – no espaço físico apropriado da escola – sobre informações técnicas dos produtos, a fim de transformá-los em “pílulas de treinamento” on-line para serem usadas como ferramenta de divulgação pelos representantes de vendas.

Outra oportunidade que surgiu com a aproximação e o bom relacionamento entre as partes é que a DRYKO Impermeabilizantes se tornará uma empresa conveniada do SENAI-SP ao lado de importantes indústrias. Isto significa que a companhia vai dar suporte e participar, com palestras e treinamentos, de vários cursos extras que demandam técnicas de impermeabilização, ministrados pelo Senai do Tatuapé. Alguns deles: assentador de revestimento cerâmico; construtor de alvenaria; construtor de edificações; técnico de edificações; mestre de obras. “Estamos muito satisfeitos com essa associação, já que conseguimos nos unir à melhor instituição do ensino técnico e profissional brasileiro”, finaliza Rodrigo.

Além da parceria firmada com o SENAI-SP, a DRYKO Impermeabilizantes desenvolve outras ações de treinamento dentro da própria empresa, voltadas ao fomento do setor da construção civil. São treinamentos diversos, dirigidos a instaladores, especificadores, atendentes de lojas do varejo, promotores e clientes das áreas de construção civil. “Qualificar os profissionais que atuam na área contribui para obras de qualidade, evitando problemas causados por instalações mal executadas ou por produtos inadequados para cada situação”, reforça Rodrigo Morelli.