RNEST bate novo recorde de produção de óleo combustível

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) bate novo recorde de produção de óleo combustível, com o volume de 211.139 m³ em abril, 16,8% a mais que o mês anterior.

É o segundo recorde este ano. Em março, a refinaria já tinha conquistado o marco de 180.725 m³, volume 7,3% acima do recorde anterior, de 168.365 m³, alcançado em maio de 2020.

O óleo combustível produzido na RNEST é utilizado em grandes motores por setores da Indústria, termoelétricas e navios. Além disso, o produto serve como matéria prima na formulação do Bunker 2020 – combustível marítimo com baixo teor de enxofre. O produto é exportado principalmente para Cingapura.

Em 2020, a produção de óleo combustível correspondeu a aproximadamente 27% da produção total da RNEST, sendo superada apenas pela produção do óleo diesel S10.

Com os mais recentes resultados, a RNEST comprova sua capacidade de capturar e maximinizar o retorno a partir das demandas do mercado.

Novo diretor de Governança e Conformidade assume o cargo na Petrobras

Salvador Dahan chega a uma companhia com um sistema de integridade mais fortalecido e reconhecido nacional e internacionalmente

O novo Diretor Executivo de Governança e Conformidade da Petrobras, Salvador Dahan, tomou posse na terça-feira (18/5). O executivo chega a uma companhia com práticas de governança e conformidade mais fortalecidas.

“O compromisso com a integridade e o aprimoramento dos controles de conformidade são ativos inegociáveis para a Petrobras”, afirmou o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, ao participar da posse do novo diretor.

Dahan foi selecionado por meio de processo independente, conduzido por empresa especializada em seleção de executivos, conforme disposto no Regimento Interno da Diretoria Executiva da Companhia.   O diretor de Governança e Conformidade da Petrobras possui autonomia de atuação prevista em mandato de 2 anos, com possibilidade de renovação.

“Vamos seguir nesta trajetória de evolução das práticas de governança e conformidade, potencializando a construção de uma cultura de integridade dentro da companhia e junto aos nossos parceiros de negócios”, comenta Salvador Dahan, que tem 22 anos de experiência nas áreas de Conformidade, Riscos e Governança, com atuação em grandes empresas multinacionais, como Nissan Motors, Gerdau e Procter & Gamble.

Criada em 2014, a Diretoria de Governança e Conformidade tem o objetivo de assegurar a conformidade processual e mitigar riscos nas atividades da companhia, dentre eles, os de fraude e corrupção, garantindo a aderência a leis, normas, padrões e regulamentos. No Plano Estratégico 2021-2025, a Petrobras reafirma a priorização desses objetivos, ao estabelecer como compromisso de gestão um modelo de governança que permita o equilíbrio entre eficiência e controle, além do comprometimento com a integridade, transparência, tolerância zero à fraude e à corrupção. Até 2025, a companhia prevê investimento total de US$ 64,95 milhões na Diretoria de Governança e Conformidade.

Dentre as medidas adotadas pela diretoria, desde 2014, estão a criação de um Canal de Denúncias independente e a realização de Due Diligence de Integridade (DDI), processo que avalia os mecanismos de combate à fraude e à corrupção das empresas com as quais a Petrobras faz negócios. Também já foram treinados, só no ano passado, mais de 49 mil colaboradores em assuntos relacionados à integridade. Além do público interno, a Petrobras disponibilizou treinamentos para fornecedores e parceiros. A companhia também divulgou os novos Código de Conduta Ética para seus colaboradores e o Guia de Conduta Ética para os Fornecedores. Os documentos reúnem de forma clara e objetiva o que a Petrobras espera em termos de conduta ética de seus públicos de interesse.

Desde 2018, foram aplicadas R$ 27,3 milhões em multas contra fornecedores em virtude dos Processos Administrativos de Responsabilização (PARs), o que coloca a Petrobras como primeira no ranking entre os maiores sancionadores do país. A companhia aplicou 16% do total de sanções executadas contra empresas que violaram a Lei Anticorrupção Empresarial, de acordo com o Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), da Controladoria Geral da União (CGU).

O fortalecimento das boas práticas de governança e integridade tem rendido à Petrobras reconhecimento nacional e internacional. No ano passado, a companhia voltou a ser elegível para receber investimentos do maior fundo de pensão da Noruega (KLP) e também retornou ao Partnering Against Corruption Initiative (PACI), iniciativa do World Economic Forum (WEF) para temas de combate à corrupção e transparência. Recentemente, a Petrobras passou a ter representantes em um Grupo de Trabalho do Ministério Público (MP) que vai contribuir com a formulação de regras anticorrupção para os Ministérios Públicos de todo o país, incluindo o Ministério Público Federal. A Petrobras é a única empresa a integrar o grupo.

PPSA lança e-book sobre Acordo de Individualização da Produção (AIP)

A Pré-Sal Petróleo (PPSA) lançou ontem, o e-book “Entendendo os Acordos de Individualização da Produção”, com foco em acordos que envolvem áreas não contratadas. O Acordo de Individualização da Produção, conhecido pela sigla AIP, é um instituto jurí¬dico mundialmente reconhecido, que evita a produção predatória de jazidas de hidrocarbonetos que se estendem além dos limites de uma determinada área sob contrato. O e-book foi idealizado para responder a algumas das principais dúvidas sobre o tema e favorecer a compreensão sobre o que é um AIP e, de forma simplificada, como ele é executado no Brasil.

O trabalho é de autoria de Ricardo Loureiro, gerente Executivo de Contratos, e de Claudio Kuyven, coordenador de Gestão de Contratos, ambos empregados da PPSA com larga experiência no tema. O e-book também vem acompanhado de um anexo com o panorama atual dos 20 acordos que envolvem áreas não contratadas pertencentes à União. Desse total, já estão assinados oito acordos e outros 12 estão em avaliação.

A PPSA é uma empresa pública federal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), responsável pela gestão dos contratos em regime de partilha de produção, pela representação da União nos Acordos de Individualização da Produção e pela gestão da comercialização dos hidrocarbonetos da União.

O trabalho está disponível para download no site da empresa:

http://presalpetroleo.gov.br/ppsa/conteudo-tecnico/artigos-e-publicacoes

Em live com principais agentes do mercado, Firjan lança ‘Perspectivas do Gás no Rio 2021’

Documento da federação aponta que consumo de gás natural pode aumentar dez vezes no Rio de Janeiro num horizonte de dez anos

A Firjan lançou a 4a Edição do Perspectivas do Gás no Rio 2021, que tem como uma novidade um painel interativo para apresentação de dados dinâmicos, atualizados ao longo do ano. “Temos excelentes perspectivas e precisamos avançar rápido nas regulações estaduais e federais. Há grandes fundos de investimento interessados em se associar a empreendedores e a Firjan está pronta para viabilizar esses negócios”, explicou Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da federação, na websérie Óleo, Gás e Naval especial sobre o lançamento do documento, em 18/5.

Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval na Firjan, destacou que o Perspectivas 2021 também apresenta como novidade o Mapa do Gás Natural interativo. “Podemos analisar o mercado de gás, acompanhando os investimentos atuais e os previstos. O Perspectivas também consolidou estatísticas de ofertas e demandas, entre outros dados”.

Acesse o Perspectivas de Gás 2021 no link

https://www.firjan.com.br/publicacoes/publicacoes-de-economia/perspectivas-do-gas-no-rio-1.htm 

Veja a plataforma de dados dinâmicos de gás 2021 em www.firjan.com.br/gasnorio

Para a edição 2021, a Firjan contou com o apoio de entidades, como a Associação de Empresas Transportadoras de Gás (ATGás). “As empresas transportadoras TBG, NTS e TAG já estão com previsão de contratos de curto e longo prazos para o segundo semestre de 2021 e início de 2022. Criamos uma plataforma única de oferta de capacidade com as três transportadoras,” anunciou Rogério Manso, diretor-presidente da ATGás.

 Hélio da Cunha Bisaggio, superintendente da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), participou do lançamento e deu outros exemplos de que o novo mercado de gás está saindo do papel. Os parceiros da Petrobras já assinaram os primeiros termos de contrato para acessar diretamente o gás natural e vendê-lo ao mercado. No início de 2022 essas operações devem começar.

Já o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) vem colaborando com a ANP e outras agências para ajudar a regular o mercado de gás. Sylvie D’Apote, diretora-executiva de Gás do IBP, explicou que a recente regulamentação de ICMS das térmicas vai garantir maior competitividade no estado do Rio.

Modelo de país

“Não podemos perder de vista que não olhamos só o gás, mas o modelo de país. Vamos ser o país do cartório, das reservas de mercado, ou da diversidade, da competição, do poder de escolha? Não podemos repetir o que já ocorreu no passado”, provocou Paulo Pedrosa, presidente da Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace).

“Buscar o mercado competitivo com mais ofertantes dá impulso para a indústria de gás. Os rumos são promissores e é por esse futuro que estamos trabalhando”, declarou Heloisa Borges, diretora da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), citando o Perspectivas 2021 da federação.

Nesse sentido, a Associação Brasileira do Biogás (ABiogás) trouxe o olhar de uma fonte alternativa. “O biogás é uma oportunidade para o Rio diversificar a oferta de combustível, com sustentabilidade. O potencial no estado é de 1,8 milhão de m3 por dia, principalmente no interior, onde não há rede de gás natural. Está sendo pouco aproveitado e tem emissão negativa de carbono”, defendeu Gabriel Kropsch, vice-presidente da ABiogás.

A federação está ainda com uma frente de ação para mapear informações sobre o potencial de consumo de gás no estado, como quem tem interesse de comprar e a que preço, em um olhar de cinco, dez e 15 anos para frente. No documento deste ano, foi mapeada uma região, que sugeriu preços de viabilidade de US$ 6 por milhão de BTU em 5 anos.

“Há potencial para uma expansão expressiva de gás natural em um polo de consumo já mapeado. A partir de preços competitivos, os volumes podem aumentar em mais de 10 vezes”, ressaltou Fernando Montera, coordenador de Relacionamento Petróleo, Gás e Naval da Firjan.

Assista a  websérie com o lançamento do estudo em https://www.youtube.com/watch?v=dZVrkxUfyaU