Total está se transformando e se tornando TotalEnergies

Na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de Acionistas foi aprovado hoje, quase por unanimidade, a resolução de alterar o nome da empresa de Total para TotalEnergies, consolidando, assim, sua estratégia de transformação em uma empresa ampla de energia. Paralelamente a essa mudança de nome, a TotalEnergies está adotando uma nova identidade visual.

“Energia é vida. Todos nós precisamos e é uma fonte de progresso. Sendo assim, hoje, para contribuir com o desenvolvimento sustentável do planeta diante dos desafios climáticos, estamos avançando, juntos, em direção às novas energias. A energia está se reinventando e essa jornada energética é nossa. Nossa ambição é ser protagonista mundial na transição energética. É por isso que a Total está se transformando e se tornando TotalEnergies”, declarou Patrick Pouyanné, Presidente e CEO da TotalEnergies.

O novo nome e a nova identidade visual incorporam a trajetória que a TotalEnergies traçou para si mesma: o de ser uma empresa de energia ampla, comprometida em produzir e fornecer energias cada vez mais acessíveis, confiáveis e limpas.

 

About TotalEnergies 

TotalEnergies is a broad energy company that produces and markets energies on a global scale: oil and biofuels, natural gas and green gases, renewables and electricity. Our 105,000 employees are committed to energy that is ever more affordable, clean, reliable and accessible to as many people as possible. Active in more than 130 countries, TotalEnergies puts sustainable development in all its dimensions at the heart of its projects and operations to contribute to the well-being of people.

AqualisBraemar realizará aprovações de DP para navios petroleiros da Petrobras

A Petrobras contratou a AqualisBraemar com aceitação de DP e testes anuais para sua frota de navios aliviadores operando no Brasil.

AqualisBraemar informou que o contrato com a Petrobras duraria três anos. Segundo o acordo, a empresa fará testes para verificar a integridade e as capacidades do equipamento de manutenção da estação para a frota de navios-tanque da Petrobras. A AqualisBraemar decidiu não divulgar o valor do contrato.

Os navios-tanque transportam petróleo bruto de campos de petróleo offshore para terminais, refinarias ou navios-tanques maiores onde os dutos submarinos não são viáveis.

A AqualisBraemar, uma consultoria marítima e de engenharia offshore global, administrará o trabalho em seu escritório no Rio de Janeiro, enquanto a supervisão técnica do trabalho será gerenciada pela equipe de DP no escritório de Cingapura.

Os embarques e desembarques ocorrerão nas proximidades dos portos do Rio de Janeiro, São Sebastião e Angra dos Reis.

Andreas Theophanatos (foto), diretor da AqualisBraemar no Brasil, disse: “Temos uma equipe especializada de especialistas em DP que são treinados para reconhecer todos os tipos de problemas que podem afetar o desempenho e a confiabilidade do DP. Eles testarão os sistemas de DP para garantir que estejam totalmente funcionais e tenham a redundância mínima aceitável para garantir que possam operar de acordo com os regulamentos e requisitos rígidos estabelecidos pela indústria e pela Petrobras.

“A Petrobras tem uma boa governança do processo de garantia de DP de sua frota com requisitos rigorosos para garantir operações de DP seguras e temos orgulho de poder apoiá-los em seu objetivo”.

Os serviços de DP da AqualisBraemar abrangem todos os aspectos do sistema de DP, desde a consultoria de projeto inicial, procedimentos e documentação, testes de comprovação, auditorias, investigação de incidentes, estudos de extensão de vida, manutenção e gerenciamento.

ANP participa de webinar sobre o Portal Único de Importação

A ANP participou ontem (26/5) do Webinar LPCO-Importação/ANP, a convite da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O objetivo do evento foi apresentar a ANP como órgão participante do projeto-piloto para implantação do novo processo de importação brasileiro. Atualmente, para concessão das Licenças de Importação (LIS), utiliza-se o Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior), que será substituído pelo Portal Único de Importação. Com isso, uma licença poderá ser usada mais de uma vez, permitindo redução na quantidade de licenças a serem analisadas e consequentemente um aumento da produtividade nos trabalhos desenvolvidos pela equipe de comércio exterior da ANP.

Em seu pronunciamento, o Diretor da ANP Marcelo Castilho destacou os benefícios do novo sistema, como a redução da burocracia e o aumento de eficiência e da celeridade com a crescente simplificação, além da maior transparência nos processos de importação. Também falou sobre a importância da redução significativa do tempo gasto com deferimento das licenças de importação anuídas pela ANP, bem como sobre a consequente ampliação da produtividade na realização dessa atividade.

Já o superintendente de Distribuição e Logística da ANP, Cezar Issa, destacou a sinergia e o empenho entre as equipes envolvidas, tendo em vista a importância do projeto para o desenvolvimento econômico do País, e ressaltou que esse trabalho foi antecedido de um total de 30 reuniões, que se iniciaram em junho de 2020.

Equinor renova patrocínios culturais e esportivos e divulga balanço de atuação social em 2020

Como parte de sua estratégia para gerar valor local e contribuir para o desenvolvimento das regiões onde atua, a Equinor acaba de renovar, pelo terceiro ano consecutivo, o patrocínio ao MAR (Museu de Arte do Rio), ao projeto Galpão Aplauso e ao Instituto Urece de Goalball. Por meio dos patrocínios, a empresa segue contribuindo para o aumento do acesso dos brasileiros a iniciativas e locais culturais e esportivos.

Localizado na Praça Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro, o MAR apresenta uma abordagem transversal da história da cidade do Rio, passando por questões sociais, desafios, expectativas e conflitos. O museu tem a Equinor como patrocinadora master desde 2018. Também com um olhar que mescla cultura e inserção social, o Galpão Aplauso atua há mais de 20 anos com a profissionalização de jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo formação em artes plásticas, circo, dança, música e teatro. Já o Instituto Urece promove a inclusão por meio do esporte e de práticas educacionais, como o Goalball, para jovens e crianças com deficiência visual e em situação de vulnerabilidade.

Iniciativas no combate à pandemia

No cenário desafiador da Covid-19, a Equinor investiu em 2020 um total de US$ 360 mil em doações para ações humanitárias de apoio a grupos sociais impactados pela pandemia no Brasil. Parte da verba foi destinada ao projeto de monitoramento epidemiológico Dados do Bem, para ampliar estudos de profilaxia, aumento da capacidade de testes e gerenciamento de dados do Covid-19 nas cidades de Macaé, Campos e São João da Barra, localizadas em região de atuação da Equinor. O Dados do Bem é uma iniciativa do Instituto D´Or de Pesquisa e Ensino em parceria com a Zoox Smart Data.

A companhia também doou materiais médicos e máscaras a hospitais filantrópicos do estado do Rio e à Secretaria de Saúde do Rio, vacinas para a Cruz Vermelha da cidade do Rio de Janeiro, além de kits de higiene e cestas básicas para instituições e comunidades da área de atuação da empresa. A empresa seguirá com um plano de doações este ano.

A Equinor é uma empresa global de energia com sede na Noruega, com presença em 20 países. Atualmente, é uma das maiores operadoras offshore do mundo, com uma presença crescente em energia renovável. Desde 2001 no Brasil, que é considerada uma das principais áreas estratégicas da empresa, a Equinor possui um portfólio sólido e diversificado de O&G (Oil & Gas), com ativos em diferentes estágios, da exploração à produção, e importantes projetos em desenvolvimento, como como Bacalhau, na bacia de Santos, e BM-C-33, na bacia de Campos. Dentro das energias renováveis, a primeira usina solar do portfólio global da Equinor está no estado do Ceará.

Projetos eólicos offshore aguardam definições regulatórias

Nova fronteira da energia eólica, a geração marítima está no radar dos gestores públicos e privados. A fonte consta do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), documento anual em que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indica perspectivas nacionais no horizonte de dez anos. Existe potencial para abastecer o país com 700 Gigawatts (GW) a partir da Zona Econômica Exclusiva, em locais com até 50 metros de profundidade, segundo o estudo “Roadmap Eólica Offshore Brasil”. Metade das áreas favoráveis fica na região Nordeste.

Várias empresas estão com projetos prontos, à espera da definição do marco regulatório e do momento adequado para investir. O Ibama já recebeu pedidos de licenciamento ambiental para 20 empreendimentos em sete Estados, que somam uma oferta de aproximadamente 40 GW.

Reino Unido, Alemanha e China concentram mais de 90% da atividade global de geração eólica offshore, com mercados consolidados. Estados Unidos, Japão, Taiwan, Coreia do Sul, Vietnã e Índia também incentivam as indústrias locais. O Brasil pode se beneficiar da queda de custo da tecnologia, pois aerogeradores mais potentes e maiores permitiriam viabilizar as eólicas marinhas como substitutas das grandes hidrelétricas. A atividade pode aproveitar a infraestrutura de plataformas de petróleo e tem sinergia com a futura exploração de hidrogênio verde – obtido por meio de fontes renováveis. Contudo, um desafio é a competitividade, já que os parques em terra são mais baratos. Outros pontos a equacionar são os conflitos de uso com navegação e pesca, e as linhas de transmissão.

A Equinor, empresa global de energia com sede na Noruega, planeja construir um complexo eólico offshore nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Com capacidade total prevista de 4 GW e potência instalada suficiente para abastecer 2 milhões de residências, o empreendimento será composto por 320 geradores a cerca de 20 km da costa, em águas entre 15 e 35 metros de profundidade. Os projetos, batizados de Aracatu I (na costa do RJ) e Aracatu II (em ambos os estados), preveem utilização de fundações fixas e geradores com capacidade nominal de 12 MW.

Pioneira no segmento, a Equinor está desenvolvendo o maior parque eólico offshore do mundo, Dogger Bank, no Reino Unido, e também o maior parque eólico offshore flutuante, Hywind Tampen, no Mar do Norte. A empresa vê o Brasil como um mercado potencialmente interessante, em função da disponibilidade e regularidade de ventos ao longo da costa. “Os mercados de energia estão passando por grandes mudanças, por conta do processo de transição energética, e a Equinor acredita que esta é uma oportunidade para que as empresas moldem seus portfólios de forma a atender metas ambientais”, diz nota da empresa.

Controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, a Neoenergia possui três projetos eólicos offshore em fase inicial de estudos de licenciamento, com possibilidade de chegar até 9 GW de capacidade. Os 600 aerogeradores serão instalados em três Estados. No Ceará, o complexo eólico marítimo Jangada (3 GW) ficará a 22 km dos municípios de Trairi e Itapipoca.

Ele terá quatro parques fixados em uma profundidade de 20 metros a 50 metros. No Rio de Janeiro, a empresa pretende construir o complexo Maravilha (3 GW), também com quatro parques, a 26 km dos municípios de São João da Barra e Campos dos Goytacazes. No Rio Grande do Sul, o complexo Águas Claras, também de 3 GW, será construído a 7,3 km do município de Osório, a uma profundidade de 20 a 50 metros.

A Petrobras solicitou ao Ibama a licença ambiental para instalação do projeto-piloto de uma torre eólica offshore no campo de Ubarana, litoral do Rio Grande do Norte. Com 5 MW de potência nominal, ela será conectada através de um cabo submarino elétrico-óptico à plataforma de Ubarana 3 e terá equipamentos para mensurar o potencial da região, já estimado em 140 MW no RN e CE. O objetivo da empresa é desenvolver conhecimento na atividade, que pode eventualmente ser aproveitada para a eletrificação de plataformas de petróleo.

Entre os projetos sob avaliação do órgão ambiental federal está o Nova Energia, da empresa alemã Sowitec, que pretende construir um aerogerador na extremidade de um píer turístico no bairro de Armação, em Salvador. Sua capacidade nominal é de 3,4 MW. Conforme o documento que descreve o projeto, o píer de 200 metros de comprimento e seis metros de largura fará a interligação entre dois restaurantes.

Fonte: Valor

Petrobras informa sobre ação coletiva na Holanda

A Petrobras informa que no último dia (26/5), foram decididas pela Corte Distrital de Roterdã (Corte) algumas questões relativas à admissibilidade da ação coletiva proposta em 2017 pela Stichting Petrobras Compensation Foundation (Fundação), na Holanda, em face da companhia e de outros réus.

A Fundação alega que representa os interesses de investidores que não estejam abrangidos pelo acordo firmado para o encerramento da class action dos Estados Unidos. Com base nos fatos revelados pela Operação Lava Jato, a Fundação busca que a Corte declare que os réus agiram de maneira ilegal perante os investidores.

Nessa ação, a Fundação não pode pleitear o pagamento de indenizações a investidores. A eventual indenização pelos danos alegados somente poderá ser determinada por decisões judiciais em ações posteriores.

A Petrobras esclarece que a fase de mérito da ação ainda não foi iniciada.

A Corte decidiu que a ação coletiva deve prosseguir e que a cláusula de arbitragem do Estatuto Social da Petrobras não impede que acionistas da companhia tenham acesso ao Poder Judiciário holandês e sejam representados pela Fundação. Não obstante, estão excluídos da ação os investidores que já tenham iniciado arbitragem contra a Petrobras ou que sejam partes em processos judiciais nos quais tenha sido reconhecida de forma definitiva a aplicabilidade da cláusula de arbitragem.

Como a decisão trata de questões processuais, em regra, não está sujeita a recurso nessa fase do processo, salvo mediante autorização judicial. A ação coletiva prosseguirá para a fase de discussão das questões de mérito.

A Petrobras nega todas as alegações apresentadas pela Fundação.

As autoridades públicas que conduzem as investigações da Operação Lava Jato e o Supremo Tribunal Federal reconhecem que a Petrobras é vítima dos fatos revelados por esta investigação. Como resultado, a companhia já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões recuperados pelas autoridades, provenientes de companhias e indivíduos envolvidos em práticas criminosas, que prejudicaram a Petrobras.

Firjan considera que o Rio e o país podem se beneficiar de investimentos em energia eólica offshore

Frente às metas mundiais de descarbonização, novas energias, como a eólica offshore, vêm ganhando cada vez mais atenção. Conforme a Rystad Energy, CAPEX e OPEX no mercado de eólica offshore pode alcançar US$ 810 bilhões nos próximos 10 anos e a capacidade global instalada de geração desta energia deve ultrapassar 250 GW até 2030.

Não é por acaso que grandes empresas do mercado offshore, como as que atuam em petróleo, gás e naval, apresentam planos de intensificar seus investimentos nestas novas energias. Para eólica offshore, a expertise e fôlego financeiro dessas companhias – intensificados pelos seus planos de sustentabilidade – são exemplos de razões que demonstram sinergia para posicionamento no mercado de novas energias.

Do ponto de vista do negócio, destacam-se os desafios para aumentar o retorno do investimento e diminuição do custo da energia gerada pela turbina eólica offshore. No Brasil, estão em discussão 40 GW em projetos ao longo da costa, dos quais 17,5% são apresentados como potenciais de serem instalados em águas fluminenses.

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) avalia que o estado do Rio precisa manter essas oportunidades no radar, aproveitando as sinergias entre os mercados offshore existentes e o potencial dos projetos de eólica offshore. Além da similaridade de ambiente, as competências de mão de obra têm potencial para transitar entre as operações e as descobertas tecnológicas, podendo ser mutuamente benéficas.

A federação lista cinco fatores para o interesse das companhias de petróleo:

  • experiência em projetos de petróleo e gás em águas cada vez mais distantes da costa ajuda com projetos de eólicas offshore que estão em alto mar, onde a velocidade dos ventos é menos instável;
  • fôlego financeiro para executar projetos de longo prazo, com custo de investimento menor do que projetos de petróleo e gás;
  • relacionamento já estabelecido com fornecedores em todo mundo;
  • compromisso com a sustentabilidade e energias renováveis;
  • existência de pesquisas que relacionam o uso da energia eólica offshore com aumento de produção de petróleo em campos próximos.

Websérie Novas Energias em 1º de junho

Por isso, a federação inicia a Websérie Novas Energias com o objetivo de discutir o desenvolvimento de novas energias, que possam contribuir nos movimentos de transição energética, e como o mercado offshore já instalado no Rio pode atender a essas novas oportunidades. Em correalização com o consulado da Holanda, a primeira edição, em 1º de junho, a partir das 10h, tratará do desenvolvimento de eólicas offshore no Brasil e da experiência holandesa na implementação desses projetos.

O webinar contará com a participação de Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica e vice-chair, board of Global Wind Energy; Rafael Torres, diretor de Desenvolvimento de Negócios da SBM Offshore; Niels Veenis, cônsul-geral adjunto e chefe do setor de Energia – Brasil do consulado geral dos Países Baixos no Rio de Janeiro; e Erick Aeck, diretor executivo da Van Oord – Brasil; e moderação de Fernando Montera, coordenador de Relacionamento Petróleo, Gás e Naval da Firjan.

Assista a primeira edição da Websérie Novas Energias no Youtube da Firjan no link

https://youtu.be/yuM3FxS2Efw