Petrobras assina contrato de US$ 2,3 bilhões para fornecimento da P-79

A Petrobras assinou hoje (11/6) contrato com a joint venture formada pelas empresas Saipem e DSME no valor de US$ 2,3 bilhões para fornecimento da P-79, oitava unidade a ser instalada no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Com capacidade de processamento de 180 mil barris de óleo por dia e 7,2 milhões de m3 de gás por dia, a plataforma é do tipo FPSO, unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo. A entrega está prevista para 2025.

O fornecimento do FPSO será resultado da contratação na modalidade EPC (engenharia, suprimento e construção) e da estratégia da Petrobras de desenvolver novos projetos de plataformas próprias, incorporando as lições aprendidas nos FPSOs já instalados no pré-sal, incluindo aspectos de contratação e construção. O contrato prevê o atendimento ao conteúdo local de 25%, requisito previsto em edital e compromissado com a ANP para o campo de Búzios.

O projeto prevê a interligação de 14 poços ao FPSO, sendo 8 produtores e 6 injetores, por meio de infraestrutura submarina composta por dutos rígidos de produção e de injeção e dutos flexíveis de serviços.

Búzios

O campo de Búzios, descoberto em 2010, é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. É um ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração. Deve chegar ao final da década com a produção diária acima de 2 milhões de barris de óleo equivalente por dia, tornando-se o ativo da Petrobras com maior produção.

Atualmente, há quatro unidades em operação em Búzios, que respondem por mais de 20% da produção total da Petrobras. A quinta, sexta e sétima plataformas previstas para o campo (FPSOs Almirante Barroso, Almirante Tamandaré e P-78) estão em construção e a nona unidade (P-80) está em processo de contratação.

Aprovada nova resolução sobre PAD e Declaração de Comercialidade

A Diretoria Colegiada da ANP aprovou resolução que especifica o conteúdo e a forma de apresentação do Plano de Avaliação de Descobertas (PAD), do Relatório Final de Avaliação de Descobertas (RFAD) e da Declaração de Comercialidade, além de definir o mecanismo de aprovação do PAD e RFAD e da aceitação da Declaração de Comercialidade. A nova norma substituirá a Resolução ANP nº 30/2014.

As principais alterações em relação à norma anterior são: inclusão de orientações para a nomenclatura das áreas de desenvolvimento no momento da declaração de comercialidade (utilização de nomes de animais marinhos para campos marítimos e de animais da fauna terrestre brasileira para campos terrestres); inclusão de definição de prazos e regras para solicitações de postergação da declaração de comercialidade; restrição da extensão da apresentação de PAD para áreas na Fase de Exploração; indicação de prazo para análise do RFAD; inclusão da definição de parâmetros para o pedido de postergação da declaração de comercialidade; e inserção de ajustes no texto para um maior detalhamento dos principais marcos e ações do cronograma do PAD.

O PAD é um documento que contém um programa de atividades de exploração proposto pelo operador durante a vigência de um contrato de exploração e produção, quando houver decisão de avaliar o potencial de uma descoberta. A declaração de comercialidade é a notificação escrita do concessionário à ANP declarando uma jazida como descoberta comercial. Já o RFAD é o documento que apresenta os resultados do PAD e, após aprovado pela ANP, confere efetividade à declaração de comercialidade.

A minuta de resolução passou por dois períodos de consulta pública, o primeiro durante 60 dias e o segundo por 45 dias. A audiência pública sobre o tema ocorreu em 19/01/2021.

ABB Robótica faz avanços em automação para a indústria de construção para viabilizar obras mais seguras e sustentáveis

9 em cada 10 empresas de construção preveem falta de mão de obra qualificada até 2030, sendo que 81% disseram que utilizarão robôs nos próximos 10 anos, ao mesmo tempo em que a segurança e o meio ambiente impulsionam os investimentos em robótica

ABB Robótica está impulsionando a automação na indústria da construção com novas soluções de automação robótica para solucionar desafios importantes, incluindo a necessidade de mais moradias ecologicamente corretas e acessíveis e para reduzir o impacto ambiental da construção em meio a falta de mão de obra qualificada. A automação robótica oferece um enorme potencial para melhorar a produtividade, eficiência e flexibilidade da manufatura em toda a indústria da construção, incluindo automatizar a fabricação de casas modulares e construir componentes fora do local, soldagem robótica e manuseio de materiais em canteiros de obra e robô para impressão 3D de casas e estruturas customizadas. Assim como estão tornando a indústria mais segura e mais econômica, os robôs estão melhorando a sustentabilidade e reduzindo o impacto no meio ambiente ao melhorar a qualidade e reduzindo o desperdício.

“Com tão poucos negócios de construção usando automação atualmente, há um enorme potencial para nós transformarmos a indústria por meio da robótica. Diferente de construir um carro ou na montagem de eletrônicos, muitas técnicas usadas na construção não mudam há gerações, então nós estamos desenvolvendo novas soluções para solucionar os principais desafios da indústria,” disse Sami Atiya, Presidente da ABB Robotics & Discrete Automation Business Area. “Esse novo segmento de cliente irá aumentar nosso portfólio como parte de uma estratégia mais ampla para acelerar a expansão em segmentos de alto crescimento incluindo eletrônicos, saúde, bens de consumo, logísticas e alimentos e bebidas, para atender à crescente demanda por automação em diversas indústrias.”

Na pesquisa global1 realizada pela ABB, das 1.900 grandes e pequenas empresas de construção na Europa, Estados Unidos e China, 91% disseram que enfrentarão uma crise de falta de pessoal qualificado nos próximos 10 anos, com 44% dizendo que há problemas para preencher as vagas na construção. Melhorar a saúde e segurança no canteiro de obras foi uma prioridade para 42% dos entrevistados e a mesma porcentagem disse que o ambiente é o principal direcionador para a mudança na indústria.

81% das empresas de construção disseram que eles introduzirão ou aumentarão o uso de robótica e automação na próxima década, enquanto hoje só uma ou outra empresa se beneficia da robótica. Na pesquisa, somente 55% das empresas de construção disseram usar robôs, comparado com 84% na Automotiva e 79% na Manufatura.

As previsões do segmento para o valor total da indústria de construção global preveem um crescimento de até 85%, em torno de $15.5 trilhões em todo o mundo até 20302, enquanto estudo interno da ABB Robótica sobre o potencial de mercado para automação robótica para os próximos 10 anos é para uma alta taxa de crescimento de dois dígitos nos setores chave da construção, incluindo pré-fabricação e impressão 3D.

Robôs viabilizando uma nova abordagem

Com a nova indústria enfrentando regulamentações ambientais mais rigorosas e a necessidade de edifícios mais econômicos, a automação robótica reduz o desperdício ao melhorar a qualidade e consistência, o que é considerável quando estima-se que até um quarto do material transportado para um canteiro de obra será desperdiçado3. Com soluções digitais e de automação, as construtoras também podem projetar o descarte no início de um projeto por meio de um projeto eficaz de um edifício e de processos de construção.

Com mais de 200.000 vagas para trabalhadores de alto e baixo nível de capacitação na União Europeia só no segundo trimestre de 2020, a falta de mão de obra na indústria é um problema crescente, com pessoas mais jovens se desinteressando pelas carreiras de construção por achar que é uma profissão perigosa. Os trabalhadores da construção somam cerca de 30% das lesões do ambiente de trabalho e têm até quatro vezes mais chance de serem envolvidos em um acidente fatal comparado com outros setores, com 108.000 fatalidades estimadas a cada ano em todo o mundo5.

Os robôs podem tornar a construção mais segura ao manusear cargas grandes e pesadas, trabalhando em espaços menos seguros e permitindo métodos novos e mais seguros de construção. Usar robôs para tarefas repetitivas e perigosas das quais as pessoas cada vez mais não querem fazer significa que a automação pode ajudar a dar apoio para a crise de mão de obra e talentos e tornar a carreira de construção mais atraente para pessoas jovens.

“Um novo foco na saúde, segurança e sustentabilidade estão impulsionando investimentos em robótica, enquanto o encolhimento de pessoas qualificadas significa que a indústria da construção precisa de robôs para ajudar a manter junto os desafios da urbanização e da mudança climática,” adicionou Atiya. “Estamos colocando nossa expertise e portfólio líder da indústria de robôs e ferramentas digitais no centro da cadeia de valor da indústria da construção com soluções de automação para construção mais rápida, mais acessível e sustentável, enquanto dá suporte na falta de mão de obra ao manusear cargas grandes e pesadas, acessando locais insalubres e permitindo formas novas e mais seguras de construir.”

Inovação já em uso

Projetado para melhorar a flexibilidade, produtividade e qualidade, os projetos piloto incluem a fabricação automatizada de suportes de telhados de madeira com a Autovol no Canadá, a instalação robótica de elevadores com a Schindler Lifts e a automação robótica da produção de casas modulares pré-fabricadas da City Intelligent, que já aumentou a eficiência da produção em 15% e velocidade em 38%, enquanto reduz o desperdício em 30%.

A aplicação de soldagem robótica da Skanska melhorou a qualidade, a produtividade dos funcionários e a segurança ao automatizar a fabricação de malhas de estrutura de aço no local. Esta solução também reduziu o custo e o impacto ambiental do transporte de malhas de estrutura acabados em grandes volumes para os canteiros de obras.

“É cada vez mais desafiador encontrar pessoas para realizar tarefas difíceis e demoradas, o que significa que nós devemos olhar mais para frente no campo para encontrar os trabalhadores que nós precisamos,” disse Ulf Håkansson, Diretor Técnico para a Skanska Construction. “Alocar essas tarefas para os robôs pode ajudar nisso, permitindo que nós empreguemos nossos funcionários de maneira mais eficaz. A automação também se encaixa na experiência e imaginação da próxima geração de engenheiros, estes que já cresceram com a tecnologia e serão inestimáveis para nos ajudar a encontrar novas formas de usar robôs em nossos negócios.”

A ABB também está trabalhando com as principais universidades para co-desenvolver novas tecnologias de construção automatizadas, incluindo a ETH Zurich, uma universidade de pesquisa líder na Suíça. Na ETH, a ABB está dando suporte na pesquisa no campo de fabricação robótica na arquitetura e construção e já ajudou a estabelecer o primeiro laboratório do mundo para fabricação digital de robótica colaborativa em arquitetura, no Instituto de Tecnologia em Arquitetura do ETH.

Essa semana, a mais recente tecnologia de larga escala de impressão 3D de robótica da ABB para indústria de construção está sendo exibida pelo escritório de arquitetura austríaco MAEID na 17th International Architecture  – La Biennale di Venezia para inspirar arquitetos sobre as possibilidades da automação e impressão 3D, direcionando a inovação e permitindo novas formas de construção.

NTS Encerra consulta ao mercado para chamada pública incremental

Ao todo, 19 empresas participaram do mapeamento de demanda por capacidade de transporte. Solicitações incluíram a construção de pontos de entrega e recebimento, além de novos dutos

A Nova Transportadora do Sudeste (NTS) encerrou em maio a fase de consulta pública para mapeamento da demanda por capacidade de transporte em sua malha. Ao todo, 19 empresas participaram do mapeamento de demanda. Nesta etapa, que deu início à primeira chamada pública incremental promovida pela transportadora, a NTS recebeu um total de 20 formulários, entre produtores, importadores, comercializadores, distribuidoras e consumidores industriais e térmicos de gás natural.

As solicitações incluíram a construção de pontos de recebimento e de entrega, além de novos dutos. As indicações de capacidade de transporte aconteceram nos três estados que contam com a presença da NTS: Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Por ser um processo confidencial, não é permitida a divulgação de informações sobre as empresas que participaram do mapeamento de demanda.

“A resposta do mercado à consulta pública foi extremamente positiva. Avaliando o mapeamento, poderemos entender melhor e, assim, atender da melhor maneira possível as necessidades dos carregadores, com expansões da malha e aumento de capacidade, reduzindo gargalos que possam surgir com a ampliação do atendimento a futuras demandas. O engajamento das empresas mostra que o mercado de gás está receptivo diante de novos cenários”, declarou o presidente da presidente da NTS, Wong Loon.

Próximos passos

Após esta etapa de consulta ao mercado, a NTS irá avaliar se as solicitações podem ser atendidas por sua atual malha ou se demandam ampliação da infraestrutura. Os próximos passos incluem a depuração dos formulários e execução de simulações termo-hidráulicas das capacidades solicitadas, que serão seguidos da elaboração de propostas de projeto de capacidade incremental.

Além desta ação, a NTS está elaborando outras duas chamadas públicas. A CP01 tem como objetivo ofertar a capacidade remanescente liberada pela Petrobras, atual carregador. Com conclusão prevista para dezembro deste ano, essa Chamada Pública representa um importante passo para a abertura do mercado, já movimentado pela recente aprovação pelo Congresso Nacional da Nova Lei do Gás. A CP01 será a primeira oportunidade para um novo carregador, além da Petrobras, contratar capacidade firme na malha da NTS.

Também em fase de elaboração, a CP02 tem como objetivo construir o GASIG, o gasoduto Itaboraí-Guapimirim, que desempenhará função estratégica no escoamento da futura produção de gás do pré-sal. Esta Chamada Pública dará oportunidade aos carregadores interessados em compartilhar a nova infraestrutura, de 11 quilômetros de extensão, que representa o primeiro novo duto de transporte construído em mais de uma década.

A abertura ao mercado das duas novas Chamadas Públicas da NTS poderá ser acompanhada pelo site da transportadora.

Enel Green Power inicia operação comercial do maior parque eólico da América do Sul, Lagoa dos Ventos

A subsidiária brasileira de energia renovável do Grupo Enel, Enel Green Power Brasil Participações Ltda. (“EGPB”), iniciou a operação comercial do parque eólico Lagoa dos Ventos (716 MW), o maior parque eólico atualmente em operação na América do Sul e o maior parque eólico da Enel Green Power em todo o mundo. A construção da unidade de 716 MW, localizada nos municípios de Lagoa do Barro do Piauí, Queimada Nova e Dom Inocêncio, no estado do Piauí, envolveu um investimento de cerca de 3 bilhões de reais, o equivalente a cerca de 620 milhões de euros na taxa de câmbio atual.

“Lagoa dos Ventos é um projeto eólico recorde e seu início de operações comerciais é um marco importante para a Enel Green Power em todo o mundo, especialmente à luz dos desafios do cenário global de saúde”, disse Salvatore Bernabei, CEO da Enel Green Power e Head da linha de negócios Global Power Generation da Enel. “Como nossa maior usina eólica do mundo, Lagoa dos Ventos representa um passo significativo para o nosso crescimento sustentável, ao mesmo tempo que apoia a recuperação verde no Brasil, contribuindo ainda mais para a diversificação da matriz energética do país.”

O parque eólico Lagoa dos Ventos, que agora está em operação, é composto por 230 turbinas eólicas e será capaz de gerar mais de 3,3 TWh por ano, evitando a emissão de mais de 1,9 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera. Da capacidade instalada total da planta, 510 MW foram conquistados pela Enel Green Power no leilão A-6, em dezembro de 2017, e estão apoiados por contratos de fornecimento de energia de 20 anos para um pool de distribuidoras que operam no mercado regulado, enquanto a produção dos 206 MW restantes será fornecida ao mercado livre para venda a clientes comerciais, alavancando a presença integrada da Enel no país.

Em dezembro de 2020, a Enel anunciou o início da construção do novo projeto eólico Lagoa dos Ventos III, com 396 MW. Com o novo parque eólico, que exigirá um investimento de cerca de 360 milhões de euros, a capacidade total de Lagoa dos Ventos atingirá cerca de 1,1 GW. Todo o complexo eólico terá 302 aerogeradores e poderá gerar cerca de 5,0 TWh por ano, evitando a emissão de mais de 2,8 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera a cada ano.

Dada a escala do projeto, a Enel Green Power desenhou um layout de planta inovador e baseado numa avaliação em alta resolução dos recursos eólicos para otimizar a produção de energia em Lagoa dos Ventos. Além disso, a EGP está utilizando uma variedade de ferramentas e métodos inovadores na construção do parque, como sensores de proximidade em máquinas para ampliar a segurança na construção; drones para levantamento topográfico; rastreamento inteligente de componentes de turbinas eólicas; plataformas digitais avançadas e soluções de software para monitorar e apoiar remotamente as atividades do local e comissionamento da planta, bem como uma ferramenta específica para otimização do cronograma de montagem dos geradores das turbinas. Estes processos e ferramentas possibilitam uma coleta de dados mais rápida, precisa e confiável, aumentando a qualidade da construção e facilitando a comunicação entre os times dentro e fora da obra. A empresa também implementou nos canteiros de obra iniciativas em linha com o modelo “Sustainable Construction Site” da Enel Green Power, como ações de economia e reuso de água e medidas de eficiência na iluminação.

Durante a construção de Lagoa dos Ventos, foram implantados rigorosos protocolos de segurança, em função da pandemia e em linha com as indicações das autoridades sanitárias, com o objetivo de garantir a proteção necessária aos trabalhadores envolvidos na construção bem como às comunidades onde o parque está instalado. Os mesmos protocolos também estão sendo implementados na construção do novo parque eólico Lagoa dos Ventos III. A empresa estabeleceu diretrizes rígidas para viagens, que incluem quarentena preventiva quando os trabalhadores se deslocam para cidades fora da região do canteiro de obras; maior higienização das instalações, veículos e ambientes nos canteiros de obras; bem como medidas para garantir práticas de trabalho seguras. Nos canteiros, a rotina das equipes e operações foram estruturadas para manter o distanciamento social. A Enel Green Power também vem realizando campanhas de testes massivas envolvendo todos os funcionários que trabalham nos canteiros de obras.

No Brasil, o Grupo Enel, por meio de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade total instalada renovável de mais de 3,7 GW, dos quais 1.498 MW são de fonte eólica, 979 MW são de fonte solar e 1.269 MW de hidro.

Latin America Energy Week debaterá o futuro da energia com as lideranças mais importantes da região

Um dos maiores – e cada vez mais urgentes – desafios do milênio para empresas de diferentes setores está em manter seu crescimento econômico, suprir sua necessidade energética e, ao mesmo tempo, combater as mudanças climáticas que ameaçam o planeta. Com a missão de discutir essas e outras questões definidoras do futuro do setor de energia, a Siemens Energy organiza a “Energy Week Latin America”, conferência digital que ocorre entre 22 e 24 de junho.

Com o mote “Moldando o Futuro da Energia”, o evento tem como missão conectar empresas de energia, lideranças do mercado, representantes governamentais e associações civis para que essas importantes forças possam, juntas, endereçar desafios e oportunidades regionais na jornada rumo à transformação energética e à descarbonização.

Ao longo de nove painéis, ilustres convidados nacionais e internacionais abordarão temas que envolvem a cocriação no desenvolvimento de soluções para o fornecimento sustentável de energia, a crescente necessidade de integrar a infraestrutura existente aos sistemas mais atuais, além de cenários para a estruturação de modelos de financiamento holísticos e competitivos. Grandes inovações que despontam como apostas ao desafio de combate às mudanças climáticas, como a produção em grande escala de hidrogênio verde e tecnologias de digitalização, também terão um papel importante nos debates que serão conduzidos na conferência.

“A criação de uma plataforma de discussão regional como a Latin America Energy Week  é fundamental para o fomento de soluções inovadoras, descarbonizadas e competitivas que farão a diferença na pavimentação de um futuro verde para a América Latina e o Caribe. Trata-se de uma excelente oportunidade de aproveitarmos sinergias locais em prol de medidas efetivas que impulsionem a transformação energética nesses países,” afirma Tim Holt, Board Member da Siemens Energy para a América Latina.

O evento também promoverá discussões acerca de iniciativas de diversidade para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Dessa forma, a Latin America Energy Week contará com um espaço de diálogo sobre o papel essencial que a inclusão e a diversidade desempenham na pavimentação de um futuro sustentável para as organizações e a sociedade, aumentando a inovação, o desempenho e a produtividade das empresas.

As instituições parceiras da Latin America Energy Week incluem: Câmara de Comércio Alemãs no Exterior (AHK); IDB Invest (membro do Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento); a Agência Alemã de Energia (DENA); o Comitê de Negócios Alemães da América Latina (LADW); o Conselho Mundial de Energia da Argentina, Chile, Colômbia e México (WEC); e a Siemens Gamesa.

BASF e Omya entram em parceria global de microesferas ocas de vidro para aplicações na indústria de petróleo e gás

A BASF e a Omya estão unindo esforços no avanço e na comercialização de microesferas ocas de vidro BasoSphere™ para aplicações de cimentação na indústria de petróleo e gás. Com combinações únicas de forma e tamanho, além de menor densidade e maior resistência de compressão, a BasoSphere é uma família de produtos de microesferas ocas de vidro desenvolvida para oferecer resistência superior a taxas de densidade e evitar perda de fluido e danos à formação durante a conclusão do poço. Ela será exclusivamente comercializada pela BASF.

As inovadoras microesferas ocas de vidro combinam a especialidade química e de aplicação da BASF em produtos de cimentação para a indústria de petróleo e gás com a experiência da Omya na produção de preenchimentos. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com a Omya para esta solução de cimentação leve que melhora nossa oferta para a indústria global de petróleo e gás”, afirma Damien Caby, vice-presidente sênior de Químicos para Petróleo e Soluções para Mineração da BASF. “Além de reduzir a quantidade de cimento necessária, as microesferas ocas de vidro BasoSphere também contribuem para a redução das emissões de CO2 durante a completação de poços de petróleo e gás”, comenta.

“A Omya tem o orgulho de fazer parceria com a BASF e estabelecer uma sólida cooperação para tornar a próxima geração de materiais leves disponíveis para aplicações na indústria de petróleo e gás”, diz Herlinde Wauteraerts, CEO da Omya, Região da Europa.