Edição Junho/2021 – Revista digital Oil & Gas Brasil (Link direto)

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A edição de junho/2021 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

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  • Vídeos do setor: Petrobras – Resultados Financeiros do 1o Trimestre 2021
  • Vídeos do setor: Petrobras 1Q2021 Financial Results
  • MATÉRIA DE CAPA: O salto do pré-sal: do upstream ao downstream
  • PGS conclui revitalização de dados 3D no campo Bauna
  • Petrobras contrata Aker Solutions para serviços submarinos de ciclo de vida
  • Siemens Energy entrega equipamento submarino para campo de Bacalhau
  • Primeiro corte de aço para as laterais do FPSO Bacalhau gigante da Equinor
  • MODEC firma adjudicação de contrato para um dos maiores FPSOs de todos os tempos no Brasil
  • Karoon vai mais que dobrar as taxas de produção com novo projeto no Brasil
  • TechnipFMC ganha primeiro contrato iEPCI offshore no Brasil
  • Omni Táxi Aéreo assina novos contratos com a Petrobras
  • Subsea 7 garante contrato com a Petrobras para a bacia de Santos
  • Umbilicais Nexans para o campo Bacalhau da Equinor
  • Novas sondas de perfuração reforçam frota da Petrobras
  • TGS e Halliburton se unem para melhorar o monitoramento do reservatório sísmico
  • ENTREVISTA: RAPHAEL MOURA – Superintendente de Segurança Operacional e Meio Ambiente (SSM/ANP)
  • Certificação de energia renovável registra primeira usina de biogás no Brasil
  • Eneva inicia processo de comissionamento à quente em Azulão e faz teste de produção em um dos poços
  • ARTIGO I – Tecnologias 4.0 são cruciais para a manutenção da integridade de ativos por Matheus Patrick Soares Barbosa
  • Petrobras aumenta processamento de petróleo do pré-sal em suas refinarias
  • Petrobras sobre prazo para venda de ativos previstos nos TCCs
  • Petrobras lança programa para se posicionar entre as melhores refinadoras de petróleo no mundo
  • RNEST bate novo recorde de produção de óleo combustível
  • Shearwater GeoServices fechou um contrato com a Petrobras para realizar o monitoramento 3D e 4D para aquisição sísmica
  • PetroRio encontra mais petróleo no campo de Polvo
  • Enauta mantém Solstad AHTS para suporte do campo de Atlanta
  • ARTIGO II – Analisar e priorizar investimentos são práticas capazes de consolidar negócios por Marisa Zampolli
  • Sylvie D’Apote é a nova Diretora Executiva de Gás Natural do IBP
  • Karoon adiciona mais poços à carteira de equipamentos da Maersk
  • Trabalho de levantamento de terras da CGG OBN no campo Bacalhau
  • TGS inicia levantamento 3D fase 4 da Bacia de Santos
  • Petrobras assinou contrato de US $ 2,3 bilhões com o Estaleiro Keppel para construção de FPSO
  • Petrobras contrata SM Continental para serviços de ROV
  • Oceaneering Rotator lança nova válvula aceleradora química de superfície
  • Repsol Sinopec inicia projeto que desenvolverá tecnologia de captura de CO2 para produção de hidrocarbonetos verdes
  • Petrobras iniciou remoção das plataformas de Cação, no Espírito Santo

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

MODEC inicia trabalho de EPCI no FPSO do campo Bacalhau

A MODEC iniciou o trabalho de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) no navio de produção flutuante, armazenamento e descarregamento (FPSO) definido para o campo de Bacalhau.

A MODEC disse na segunda-feira através das redes sociais que a empresa irá prosseguir com os trabalhos do EPCI no FPSO Bacalhau.

A empresa acrescentou que também iniciará as obras ao abrigo do contrato de prestação de serviços de operação e manutenção no início da sua produção.

A Equinor tomou sua Decisão Final de Investimento  (FID) para o campo de Bacalhau offshore no Brasil em 1º de junho de 2021. O investimento é de cerca de US $ 8 bilhões.

A MODEC obteve oficialmente o contrato de EPCI para o FPSO poucos dias após o FID. O contrato oficial foi baseado em um acordo de compra e venda (SPA) para o FPSO que foi assinado entre a Equinor e a MODEC em janeiro de 2020. O primeiro aço para o FPSO foi cortado no início deste mês pelo estaleiro chinês BOMESC.

O FPSO será implantado no campo de Bacalhau nos blocos BM-S-8 e Carcará Norte, localizados na gigantesca região do pré-sal da Bacia de Santos, a 185 quilômetros da costa do Brasil.

A Equinor planeja operar o FPSO até o final do período de licença em 2053. Seus parceiros de campo são ExxonMobil (40 por cento), Petrogal Brasil (20 por cento) e Pré-sal Petroleo SA (empresa governamental, gerente de PSA).

Segundo a MODEC, o FPSO será um dos maiores FPSOs já entregues ao Brasil. Terá uma grande superfície projetada para produzir até 220.000 barris de petróleo bruto por dia, produzir e injetar até 530 milhões de pés cúbicos padrão de gás associado por dia e injetar até 200.000 barris de água do mar por dia. Sua capacidade mínima de armazenamento de petróleo bruto será de 2.000.000 de barris.

ANP promove programas interlaboratoriais de combustíveis

Dois programas interlaboratoriais da ANP estão com inscrições abertas até 16/6: o Programa Intelaboratorial de Combustíveis (PIC), que abrange a avaliação de amostras de gasolina C, óleo diesel B e etanol hidratado, e o Programa Interlaboratorial de Biodiesel (PIB), que contempla a análise de amostras de biodiesel (B100). A previsão é que o relatório final com os resultados dos programas esteja concluído no final de agosto deste ano.

Os programas interlaboratoriais são uma das ferramentas utilizadas pela ANP para verificar se os laboratórios de análise da qualidade de combustíveis observam as normas e as boas práticas exigidas. O desempenho dos laboratórios é determinado por meio da análise de amostras preparadas e enviadas pelo Centro de Pesquisa e Análises Tecnológicas (CPT) da ANP.

A participação nos programas interlaboratoriais da ANP é gratuita, e as inscrições estão abertas a qualquer laboratório. O número de vagas é limitado, e será aplicado critério específico de prioridade de inscrição, conforme condições descritas no Protocolo de Instruções. O formulário de inscrição e demais informações podem ser acessadas aqui.

Ocyan Waves realiza Pitch Day com startups

Pelo terceiro ano, plataforma de inovação da empresa busca parceiros para oferecer soluções para desafios operacionais 

Após análise de 150 startups interessadas em participar do programa de inovação Ocyan Waves Challenge, 18 delas foram selecionadas para a segunda fase, chamada de Pitch Day. O programa atraiu startups de dez estados brasileiros, de todas as regiões do país.

Esta etapa aconteceu na última sexta-feira, dia 11, novamente em formato virtual devido à pandemia e ao distanciamento social. Neste dia, os participantes apresentaram aos times de cada projeto mais detalhes das soluções propostas para os desafios operacionais definidos pela Ocyan. Cada desafio ouviu três startups, que tiveram sete minutos para as apresentações, cada uma.

“O Pitch Day é muito importante porque permite uma interação maior entre as startups e a Ocyan. É o momento em que as equipes das áreas que precisam das soluções têm para fazer o primeiro contato com os empreendedores, esclarecer dúvidas e avaliar as propostas. Este é um dos primeiros passos rumo a construção de uma parceria e criação de uma relação futura entre as empresas”, explica Patrícia Grabowsky, gerente de Inovação da Ocyan.

As startups selecionadas têm expertise em diferentes segmentos e não apenas no setor de óleo e gás. “As pré-selecionadas vêm de seis estados diferentes, demostrando que a virtualização das fases do programa, acelerada pela pandemia, facilitou ainda mais o engajamento de startups de outros estados, que tem aumentado da primeira edição em diante. Tem sido uma boa experiência para nós encontrar empreendedores de alto nível por todo o Brasil”, avalia Patrícia.

Entre as startups selecionadas para participar do Pitch Day, Altave, BR Hommed, Confirm8, GLR Tech, DR TIS e VR Glass são de São Paulo. A DR1, Eyllo e a Pix Force são do Rio de Janeiro. A Instor e Optix, do Rio Grande do Sul. Das 18 startups, cinco são do Paraná: a Vidya, Goepik, LZ Energia, Quality Storm e Tau Flow. A Ledcorp é de Minas Gerais e a Mogai, do Espírito Santo.

Este ano, os desafios foram focados, sobretudo, em questões específicas de fases técnicas da operação da Ocyan. Foram eles: “Redução do consumo de diesel e emissão de gases dos moto-geradores”, “Aumento da produtividade e redução da digitação no levantamento de campo”, “Redução no número de consultas de exames periódicos presenciais na Base Macaé”, “Dificuldade na inspeção de Sistemas com Isolamento Térmico devido à necessidade de remoção”, “Inspeção inteligente de Drops (Risco de Quedas de Equipamentos)” e “Acesso à informação documentada atualizada na área operacional”.

As startups que forem selecionadas após o pitch day avançam para a etapa de Imersão, e a partir daí, aquelas com maior aderência aos desafios da empresa seguem adiante até o projeto piloto, quando as soluções começam a ser testadas internamente. Por fim, as startups aprovadas após o projeto piloto passam a ser fornecedoras da companhia ou até parceiras de desenvolvimento de soluções ligadas a atividades adjacentes às áreas de atuação da Ocyan.

As possibilidades de relacionamento da Ocyan com as startups ficam sempre abertas. O cadastro no site ocyanwaves.com pode ser feito a qualquer momento, de acordo com a estrutura de macro temas apresentada: Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Operacional, Digitalização e Transição Energética. A startup que tiver conexão com esses temas pode se cadastrar, apresentar sua solução e ser chamada para novas oportunidades.

ANP e Sefaz-RJ firmam acordo para fiscalização da Participação Especial

A  ANP e o Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), firmaram acordo de cooperação técnica, cujo objetivo é a auditoria da participação especial (PE), relativa aos gastos dedutíveis, utilizados no cálculo da PE, declarados pelas empresas concessionárias sobre os campos produtores de petróleo e gás natural confrontantes com o estado. O documento foi assinado pelo diretor da ANP Dirceu Amorelli, pelo Governador Cláudio Bomfim de Castro e Silva, pelo secretário de Fazenda do Estado, Nelson Rocha, e pelo Procurador-Geral do Estado, Bruno Teixeira Dubeux, com a interveniência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), representada pelo seu Presidente André Luiz Ceciliano, em cerimônia realizada na própria Alerj.

Por meio do acordo, a Sefaz realizará auditorias relativas aos gastos declarados pelas empresas concessionárias e, posteriormente, encaminhará os resultados para a ANP, que instruirá o processo administrativo de cobrança de valores de Participação Especial das concessionárias, quando apontados pela Sefaz. Caberá à ANP a distribuição e a divulgação destes valores para os entes beneficiários (União, Estado do Rio de Janeiro e municípios fluminenses).

Durante a cerimônia, o diretor Dirceu Amorelli falou sobre a importância da iniciativa.

“Esse acordo firmado entre a ANP e a Sefaz para fiscalização da participação especial inaugura uma parceria inédita que, espero, possa ser replicada em outras unidades da federação. A combinação da qualidade e da competência técnica da Sefaz e da ANP ampliará sobremaneira a capacidade de auditorias nos gastos dedutíveis declarados pelas empresas concessionárias sobre os campos produtores de petróleo e gás confrontantes com o Estado do Rio de Janeiro. Teremos mais transparência e publicidade na arrecadação da participação especial e, do meu ponto de vista, a transparência e a publicidade são bens intangíveis que aumentam o entendimento da sociedade e a credibilidade das instituições públicas”, afirmou.

Dirceu Amorelli informou que a arrecadação com a participação estadual, para 2021, está estimada em R$ 9 bilhões. Ele também destacou que a troca de informações nos programas de capacitação entre ANP e Sefaz previstos no acordo dará mais agilidade aos processos de auditoria, otimizando recursos humanos e técnicos, que são a base de uma fiscalização bem feita.

O que é participação especial  

A participação especial é uma compensação financeira extraordinária devida trimestralmente pelas empresas concessionárias das atividades de produção de petróleo e gás natural, com relação aos campos sob o regime de concessão que apresentam grande volume de produção ou de rentabilidade.

A base de cálculo da participação especial é a receita líquida da produção do campo, sob a qual incidem alíquotas progressivas, de acordo com a sua localização, o número de anos de produção e os respectivos volumes de produção fiscalizada de petróleo e de gás natural.

Saiba mais sobre participação especial.

Demanda mundial de petróleo vai superar nível pré-pandemia no fim de 2022, prevê AIE

A demanda mundial de petróleo vai superar os níveis prévios à pandemia no fim de 2022, em contradição com os esforços necessários para limitar o aquecimento do planeta, anunciou na sexta-feira (11/06) a Agência Internacional de Energia (AIE) em um relatório que detalha as previsões para o próximo ano.

“A demanda mundial de petróleo vai continuar se recuperando e até o fim de 2022 superará os níveis anterior à covid”, afirmou a instituição.

Após um retrocesso recorde de 8,6 milhões de barris por dia (mbd) em 2020, a demanda mundial deve aumentar em 5,4 mbd este ano e em 3,1 mbd em 2022, quando alcançará 99,5 mbd de média.

No último trimestre de 2022, a demanda deve atingir 100,6 mbd, segundo a AIE. O pico mundial até o momento foi registrado no quarto trimestre de 2019, com 100,5 mbd, antes da pandemia.

Rimac

“A recuperação será desigual tanto entre as regiões como entre os setores e produtos”, aponta o relatório.

A agência considera que, apesar do fim da pandemia estar no horizonte dos países desenvolvidos, a lentidão das campanhas de vacinação pode afetar a recuperação em outras nações.

“Os produtos petroquímicos se beneficiarão da forte demanda de plásticos, enquanto o comércio mundial apoiará a demanda de combustíveis marítimos”, completa o relatório. “Mas o setor da aviação será o mais lento na recuperação, pois algumas restrições às viagens devem seguir em vigor até que a pandemia esteja firmemente sob controle”.

A organização também espera que a gasolina continue abaixo do nível prévio à crise, consequência da continuidade do trabalho à distância em vários setores e do aumento da participação no mercado dos veículos elétricos.

“Responder ao crescimento esperado da demanda não deve representar um problema”, afirma a agência, que destaca as capacidades de produção adicionais dos países da OPEP e seus aliados.

Estes países, reunidos no grupo OPEP+, limitaram sua produção para apoiar os preços do petróleo durante a crise, mas agora começam a retomar as operações com 2 mbd adicionais.

A agência calcula que os países da OPEP+ poderão produzir até 6,9 mbd a mais e, caso as sanções internacionais contra o Irã sejam retiradas, o mercado teria outros 1,4 mbd.

A  AIE, no entanto, destaca novamente as dificuldades para alcançar a neutralidade de carbono no mundo e limitar o aquecimento global.

“A demanda de petróleo deve continuar aumentando, ressaltando os enormes desafios necessários para alcançar as ambições declaradas”, afirma o relatório.

A agência, que aconselha os países desenvolvidos, destacou em um documento publicado em maio os esforços necessários para manter a mudança climática sob controle, como exige o Acoro de Paris sobre o clima.

A organização defende o abandono de qualquer projeto de prospecção de petróleo ou gás e a suspensão da venda de novos veículos com motores a combustão a partir de 2035.

Isto implicaria que a demanda de petróleo não supere nunca o pico de 2019, pois cairia gradualmente a 72 mbd em 2030 e a 24 mbd em 2050, calculou a AIE em maio.

Na quinta-feira, o petróleo do tipo Brent fechou a US$ 72,52 o barril, com alta de 0,42%. Em Nova York, o barril de WTI fechou em alta de 0,47%, a US$ 70,29.

Fonte: G1

ANP faz operações de fiscalização do abastecimento em seis estados

A  ANP realizou, na semana de (7 a 11/6), seis grandes operações de fiscalização, no Distrito Federal e nos Estados de Goiás, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Veja abaixo mais informações.

Vinte e seis agentes econômicos fiscalizados em Goiás 

De 7 a 11/6, a ANP realizou ações de fiscalização em 20 postos revendedores nas localidades da Cidade Ocidental e de Luziânia, bem como em seis distribuidoras de combustíveis em Senador Canedo, no Estado de Goiás.

Na operação, foram realizados 91 testes de qualidade em campo nos produtos comercializados e aferidos 329 bicos abastecedores com relação à quantidade. Um posto localizado no bairro Parque Industrial Mingone, em Luziânia, foi autuado e teve um bico de abastecimento de gasolina comum interditado por fornecer menos combustível do que o indicado no painel da bomba medidora.

Outros três postos, dois em Luziânia e um na Cidade Ocidental, também foram autuados por não manter todos os equipamentos necessários à realização dos testes de qualidade nos combustíveis quando solicitado pelo consumidor.

Foram ainda coletadas amostras de gasolina para análises mais detalhadas de qualidade no laboratório da ANP em Brasília (Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas – CPT).

Fiscalização no interior do RJ 

Entre 7 e 11/6, fiscais da ANP estiveram nos municípios de Sapucaia, Carmo, Cambuci, Itaocara e Santo Antônio de Pádua, no interior do Estado do Rio de Janeiro, e em Além Paraíba, em Minas Gerais, na divisa com o RJ. Foram fiscalizados 16 postos de combustíveis nessa região.

Foram realizados 72 testes de qualidade em campos e coletadas amostras de combustíveis para análise em laboratório credenciado pela ANP. Um posto em Sapucaia e outro em Carmo tiveram os tanques e bicos de etanol hidratado comum interditados por problemas de qualidade (teor alcoólico fora da especificação). Outros dois postos no município de Itaocara sofreram interdições em dois bicos abastecedores por fornecerem menos combustível do que o indicado no painel da bomba.

Fiscalizações com Procons na Região Sul 

Também de 7 a 11/6, a ANP fez ações conjuntas com os Procons Municipais das cidades de Mafra, São Bento do Sul e São José, em Santa Catarina, e de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Foram fiscalizados, no total, 35 postos de combustíveis, três revendas de GLP (gás de cozinha) e um transportador-revendedor-retalhista (TRR).

Houve uma interdição de bico de abastecimento por fornecer menos combustível do que o indicado no painel da bomba, na cidade de Santo Ângelo/RS. Na operação, também houve três autuações em postos – duas pelos estabelecimentos não estarem abertos no horário obrigatório determinado pela ANP e uma por falta de instrumentos de análises de qualidade dos combustíveis – e uma em revenda de GLP por comercializar botijões de bandeira (marca comercial) diferente da autorizada.

Ação com a Polícia Civil no DF 

Equipes da ANP e da Polícia Civil do Distrito Federal (29ª DP) realizaram operação conjunta em 9/6 visando combater o comércio não autorizado de GLP (gás de cozinha) em Riacho Fundo, no Distrito Federal. Foram flagrados e interditados dois pontos de revenda de GLP não autorizados a funcionar.

A ação conjunta resultou na apreensão de 28 recipientes de 13kg de GLP, direcionados para uma empresa regularmente autorizada, que ficará com a guarda dos produtos até a conclusão do processo administrativo na ANP e da decisão final sobre a destinação desses produtos.

A Polícia Civil instaurou inquéritos policiais para aprofundar as investigações, para colher novos elementos de informação sobre os fomentadores da prática ilegal.

Dez postos fiscalizados em Minas Gerais

Nos dias 7 e 8/6, a ANP fiscalizou dez postos revendedores nas cidades de Belo Vale, Moeda, Itabirito e Contagem, em Minas Gerais. Foram aferidos 40 bicos de abastecimento e feitas 35 análises de qualidade dos combustíveis em campo. Houve uma interdição de bico, na cidade de Belo Vale, por fornecer menos combustível do que o indicado no painel da bomba.

Na operação, os fiscais realizaram ainda outras três autuações, por painel de preços em desacordo com a legislação, falta de instrumentos de análise de qualidade e falta de balde aferidor para realização do teste de volume.

Os estabelecimentos autuados/interditados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 20 mil a R$ 5 milhões, conforme previsto em lei. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa. Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser encaminhadas ao Fale Conosco ou por ligação gratuita pelo telefone 0800 970 0267.