Exxonmobil contribui com campanha de combate à fome em Sergipe

A ExxonMobil, empresa do setor de óleo e gás, conhecida também como Esso, realizará sua primeira inciativa social em Sergipe, doando cestas básicas para cerca de 3.600 famílias sergipanas em situação de vulnerabilidade social e econômica agravada pelos impactos da pandemia da Covid-19.

Nesta etapa da ação asssitencial, a empresa destinará R$ 287.500 para a doação de cestas básicas com itens de nutrição básica e higiene.

“Na ExxonMobil entendemos a importância de iniciativa privada em auxiliar, de forma urgente, comunidades com maiores necessidades. Queremos ser parte contributiva neste processo”, disse Juan Lessmann, presidente da ExxonMobil no Brasil.

As doações integram a campanha “Balaio Solidário – Sergipe Sem Fome” e serão realizadas por meio do apoio do Instituto Rahamim, uma Sociedade Civil Organizada de caráter assistencial atuante no estado.

“O Instituto Rahamim vem atuando há 20 anos no desenvolvimento de comunidades em situação de vulnerabilidade social em Sergipe e, durante tada à crise instaurada pela pandemia da Covid-19, estamos buscando soluções para amenizar o sofrimento das famílias em maior vulnerabilidade. A contribuição da ExxonMobil vai trazer um grande alívio para as famílias sergipanas em estado de insegurança alimentar grave”, disse Cristiano Lima, fundador e CEO do Instituto Rahamim.

A identificação das famílias a serem assistidas pela campanha foi feita por voluntários parceiros do Instituto que realizam mapeamento social na região. O plano de distribuição das cestas abrange os municípios de Aracajú, Barra dos Coqueiros, Lagarto, Laranjeiras, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora do Socorro, Poço Redondo, Porto da Folha, Salgado e Neópolis.

A distribuição será organizada em acordo com protocolos sanitários de prevenção contra a Covid-19, com aferição de temperatura corporal, uso de máscaras e álcool etílico 70%, além do distanciamento social em casos de entrega coletiva.

Aquisição sísmica do Parque das Baleias iminente

A Shearwater GeoServices está pronta para iniciar a aquisição sísmica e levantamentos multifísicos para o projeto Parque das Baleias da Petrobras na Bacia de Campos, offshore do Brasil. 

A aquisição sísmica com a tecnologia Ocean Bottom Nodes (OBN) e novos levantamentos multifísicos, incluindo magnetométrico e gravimétrico, do projeto 3D Nodes terá início na primeira quinzena de julho.

A obra, a ser realizada em uma área de 810 km², vai melhorar a imagem 3D e obter um futuro monitoramento 4D dos campos do Parque das Baleias, informou a Petrobras.

Segundo a empresa, os novos dados sísmicos 3D obtidos com o OBN vão otimizar a caracterização dos reservatórios e seus limites, permitindo um melhor gerenciamento dos campos.

O Parque das Baleias, também conhecido como Parque da Baleia, é um aglomerado de campos de petróleo e gás em águas profundas localizado na região norte da Bacia de Campos, no litoral do Espírito Santo.

Operada exclusivamente pela Petrobras, a área inclui os campos de Jubarte, Cachalote, Pirambu, Baleia Anã, Caxaréu e Mangangá, que possuem reservas do pré-sal e do pós-sal.

A Shearwater GeoServices fechou recentemente um contrato com a Petrobras para realizar monitoramento 3D e 4D para aquisição sísmica de streamer rebocado nos campos de Marlim, Albacora e Voador na Bacia de Campos.

Pré-Sal Petróleo lança Painel Interativo com dados de produção do regime de partilha e receitas geradas para a União

Arrecadação para a União já soma R$ 3,21 bilhões desde 2018 

A partir de agora, os dados de arrecadação gerados pela Pré-Sal Petróleo (PPSA), os volumes de produção em contratos de partilha, as cargas comercializadas da União e expectativas futuras de produção, investimentos e arrecadação dos 17 contratos em regime de partilha de produção sob gestão da companhia podem ser acessados online de forma dinâmica. A empresa lança hoje (6) o Painel Interativo Pré-Sal Petróleo em mais uma iniciativa para aumentar a transparência para a sociedade e possibilitar uma nova forma avançada de visualizar os dados da União por meio de uma interface simples e intuitiva.

Os dados demonstram que de 2018 até hoje, a Pré-Sal Petróleo gerou uma arrecadação de R$ 3,21 bilhões para a União, sendo R$ 1,9 bilhão referente à comercialização de petróleo e gás da União e R$ 1,3 bilhão em Equalizações de Gastos e Volumes decorrentes de Acordos de Individualização da Produção realizados pela empresa. Em outro bloco, o painel demonstra a arrecadação projetada para a comercialização do petróleo e gás da União até 2030, totalizando US$ 75,3 bilhões no período.

O Painel foi desenvolvido em uma ferramenta de Business Inteligence, e consolida informações desde novembro de 2017, quando foi iniciada a produção da Área de Desenvolvimento de Mero (contrato de Libra), a primeira em regime de partilha de produção. Os dados apresentados são atualizados sempre que há um novo evento.

Ao navegar no Painel Interativo, o leitor encontrará:

  • Dados de arrecadação para a União: valores arrecadados em reais anualmente desde 2018 e subdivididos por origem: comercialização de petróleo e gás natural e equalização de gastos e volumes (acordos financeiros decorrentes dos acordos de individualização da produção). O painel oferece dados abertos sobre as equalizações realizadas em cada campo.
  • Dados de comercialização por campo: volumes de petróleo e gás natural da União comercializados por campo produtor.
  • Dados de produção:  produção média diária de petróleo e gás natural nos contratos de partilha de produção, produção média diária do excedente de óleo e gás da União, produção acumulada de petróleo e gás natural nos contratos desde 2017 e produção acumulada do excedente de óleo e gás natural da União.
  • Dados de estimativas de resultados nos contratos de partilha de produção até 2030: produção média de petróleo e gás natural estimada em regime de partilha ano a ano ao longo da década, produção média estimada do excedente da União de óleo e gás, estimativa de receita da União com a comercialização do petróleo, estimativa de royalties e tributos federais e projeção de investimentos no setor.

Acesso ao Painel Interativo: https://www.presalpetroleo.gov.br/ppsa/conteudo-tecnico/painel-interativo

Enauta fecha dois poços no campo de Atlanta devido a falha de bomba

A empresa brasileira de petróleo e gás Enauta interrompeu a produção em dois de seus três poços no campo de Atlanta, localizado no Bloco BS-4 offshore do Brasil.

A Enauta disse na segunda-feira que a produção de seu campo de Atlanta, offshore, no Brasil, foi afetada por uma falha no sistema de bombeamento de dois poços.

Segundo informações da empresa, o Campo de Atlanta está produzindo petróleo por meio de apenas um poço.

“ Dois poços pararam de produzir nos últimos dias. Esta tarde, a empresa diagnosticou falha no sistema de bombeamento desses dois poços. O primeiro poço deve retomar a produção na segunda quinzena deste mês e, a partir daí, o campo terá dois poços produtores ”, afirmou Enauta.

O segundo poço está programado para reiniciar a produção em agosto de 2021 e o campo estará produzindo a partir de três poços a partir de então. Os prazos para a retomada da produção nos poços consideram as restrições de embarque impostas pela COVID-19. Todos os três poços no campo de Atlanta estão produzindo por meio de sua conexão com o FPSO Petrojarl I.

Para lembrar, a Enauta concluiu no final de junho a transferência de uma participação de 50 por cento no campo offshore de Atlanta, anteriormente detido pela Barra Energia. A aprovação das autoridades do país para assumir a participação da Barra Energia foi recebida em abril.

No momento da aquisição, o campo estava operando por meio de dois poços. A Enauta anunciou o reinício do terceiro, bem como um aumento na produção de aproximadamente 9.000 para 18.000 barris de petróleo por dia imediatamente. Esperava atingir cerca de 22.500 barris de petróleo por dia após a entrada do terceiro poço – um recorde histórico para a Enauta . Essa última paralisação foi um revés para a empresa nesse aspecto.

A empresa informou ainda no final de junho que estão em andamento as atividades de ampliação da capacidade de tratamento de água do FPSO e aumento da produção de petróleo, com previsão de conclusão da primeira fase até o final deste ano. A Enauta também avalia a possibilidade de antecipar a perfuração do quarto poço do campo.

No início deste ano, a Enauta deu início à licitação do FPSO para o sistema de desenvolvimento completo do campo de Atlanta.

A licitação considera um FPSO com capacidade para processar 50 mil barris de óleo por dia, ao qual serão interligados de seis a oito poços produtores, incluindo os três poços já em operação no sistema de produção inicial.

Seminário da ANP apresenta Relatório Anual e Painel Dinâmico de Exploração

A ANP realizou o seminário virtual Novos Instrumentos de Divulgação de Informações sobre Exploração de Petróleo e Gás Natural. No encontro, foram apresentados o 1º Relatório Anual de Exploração e o Painel Dinâmico de Exploração, instrumentos que visam à consolidação e à divulgação de informações sobre o desempenho do segmento de exploração de petróleo e gás natural no Brasil.

“Desejo que esses novos instrumentos de informações estimulem discussões e auxiliem na elaboração de outros estudos e documentos técnicos, que contribuam para o planejamento de ações que resultem no crescimento do segmento de exploração de petróleo e gás no Brasil”, afirmou o Diretor da ANP José Cesário Cecchi, na abertura do evento.

A primeira edição do Relatório Anual de Exploração mostra informações relativas ao desempenho do segmento de exploração, de 2016 a 2020. A publicação está dividida em quatro capítulos. O primeiro traz informações sobre os blocos sob contrato. No capítulo 2, estão os números relativos às atividades exploratórias realizadas no período. O capítulo 3 aborda as ações da Agência voltadas para o incremento das atividades exploratórias, enquanto o capítulo 4 apresenta uma avaliação sobre as perspectivas para o segmento, incluindo informações sobre as previsões de investimentos para o ano de 2021.

Painel Dinâmico da Fase de Exploração, disponível desde 25/05, é uma forma interativa de visualização dos dados relativos à primeira fase dos contratos de exploração de petróleo e gás natural. Os dados disponíveis no painel são atualizados diariamente, permitindo que o usuário acompanhe, quase em tempo real, a evolução dos blocos e contratos ao longo da fase de exploração. Acesse o painel aqui.

O que é fase de exploração

A fase de exploração tem início com a assinatura do contrato. Nela, as áreas exploradas são chamadas de blocos, e as empresas realizam estudos e atividades (como levantamentos sísmicos e perfuração de poços) para detectar a presença de petróleo e/ou gás natural em quantidade suficiente para tornar sua extração economicamente viável. Em caso positivo, a empresa apresenta uma declaração de comercialidade à ANP e o bloco (ou parte dele) se transforma em um campo produtor, dando início à fase de produção. Em caso negativo, a empresa pode devolver o bloco (ou parte dele) à ANP.

Assista à gravação do seminário

TotalEnergies e Veolia unem forças para desenvolver o cultivo de microalgas a partir de CO2 para a produção de biocombustíveis de nova geração

A TotalEnergies e a Veolia estão unindo forças para acelerar o desenvolvimento da produção de microalgas a partir de CO2. Os dois parceiros estão combinando know-how para desenvolver um projeto de pesquisa de 4 anos no local da biorrefinaria de Mède, operada pela TotalEnergies, visando, em última instância, a produção de biocombustíveis.

Por meio da fotossíntese, as microalgas usam a luz do sol e o CO2 atmosférico ou industrial para crescer. Uma vez maduros, eles podem ser transformados em biocombustíveis de baixo carbono de próxima geração.

Como parte do projeto, uma plataforma de teste é montada para comparar diferentes sistemas inovadores de cultura de microalgas e identificar os mais eficientes.

A Veolia, portanto, oferece sua experiência em:
• o setor de água para otimizar a gestão do ambiente aquático das culturas,
• valorização da biomassa de algas como solução eficaz para a captura de CO2.

A TotalEnergies, em sinergia com os negócios do site La Mède, disponibiliza seu know-how em:
• biomassa, refino e produção de biocombustíveis avançados,
• Tecnologias de captura e recuperação de CO2.

“Estamos satisfeitos com a parceria com a Veolia em nosso site La Mède para acelerar a avaliação de sistemas de cultivo de microalgas usando CO2 com o objetivo de produzir biocombustíveis de última geração. Os biocombustíveis permitem que os clientes da TotalEnergies reduzam sua pegada de carbono e, assim, contribuam para a ambição da empresa de atingir a neutralidade de carbono até 2050, junto com a sociedade ”, declarou Marie-Noëlle Semeria, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da TotalEnergies.

“Esta parceria inédita permite que a TotalEnergies e a Veolia acelerem o ciclo de produção de uma promissora alternativa energética necessária à preservação do planeta. Com este projeto, a Veolia é capaz de trazer sua experiência técnica na otimização e segurança de tratamentos biológicos em um projeto mais global que contribuirá positivamente para a transformação ecológica. Esta parceria é um bom exemplo das capacidades de inovação ecológica que a Veolia deseja disponibilizar aos seus clientes para responder às mudanças climáticas “, disse Philippe Seberac, Diretor Técnico e Científico da Veolia.