Repsol Sinopec Brasil: SQUIDBOT – Inspeção autônoma com segurança, precisão e eficiência

RSB trabalha no desenvolvimento de um novo conceito de robô para inspeção autônoma em tanques de armazenamento de combustíveis em serviço, com possível redução de custos e tempo, ao mesmo tempo que em aumentaria a segurança da operação

Assim como em toda a história da tecnologia, o Squidbot surge na esteira da inovação da corrida espacial. Afinal, quem não se lembra, recentemente, do robô Perseverance aterrissando na superfície de Marte pela primeira vez? Já antes disso uma série de equipamentos autônomos passava a levantar informações rumo a uma nova fronteira planetária. Levantando poeira e seguindo por cima.

Era comum nos anos 1980 e 1990 vermos reportagens de TV sobre protótipos de robôs sendo produzidos em laboratórios de alta tecnologia no Japão, impressionando o resto do mundo. Esses robôs, em diversos formatos, hoje estão sendo utilizados nas mais diversas aplicações: desde aplicações domésticas como um aspirador de pó até desarmamento de bombas ou inspeções em lugares perigosos.

Segurança, precisão e eficiência

Com a palavra, Alexandre Diezel, coordenador do projeto Squidbot. “Tudo começou quando a unidade de negócio da companhia trouxe a problemática da inspeção de um tanque de armazenamento de combustíveis”. Para quem não sabe, um tanque desses costuma ter 30 metros de diâmetro e cerca de 15 metros de altura, o equivalente a um prédio de quatro andares. Corrosões e danos no fundo e nas paredes, comuns nesse tipo de estruturas metálicas, são os principais problemas que podem surgir.

E como é feita essa inspeção?

Alexandre: “Atualmente, é preciso esvaziar todo o tanque e transpor seu conteúdo para outro. Além da logística envolvida, estamos falando de material inflamável”. Tanque vazio, é hora dos operadores realizarem a inspeção in loco. Enquanto isso, a operação daquele tanque fica paralisada.

“E se a gente encontrasse uma maneira de tornar essa inspeção ainda mais segura e sem a necessidade de paralisar a operação do tanque?”, continua Alexandre, compartilhando a motivação da área de Pesquisa e Desenvolvimento.

Aí que entra a pesquisa.

“Automatizar o processo de inspeção de integridade dos ativos é uma tendência na indústria”, explica Marcelo Andreotti, líder da área de instalações e operações de produção no departamento de P&D. “Se pensarmos do ponto de vista da robótica em geral, duas questões estão sempre envolvidas. Aumentar produtividade e confiabilidade, principalmente em trabalhos repetitivos e manuais. Além disso, facilita o trabalho dos operadores, eliminando tarefas em locais confinados e de difícil acesso.”.

O projeto Squidbot resolveu então desenvolver um robô autônomo para realizar a inspeção nos tanques de armazenamento. O Squidbot tem o tamanho aproximado de um ser humano, com 1,70m de altura. Mas o conceito é o mesmo dos demais robôs autônomos.

Alexandre novamente: “O Squidbot já teria um mapa do tanque em sua programação, e a inteligência artificial calcularia a melhor rota de inspeção lá dentro. Mas caso surja algo no percurso que seja diferente do que foi mapeado, ele teria autonomia para corrigir e recalcular rotas. Tudo sem perder de vista o objetivo principal, que é fazer a inspeção precisa, confiável e eficaz”.

Aumentar ainda mais a segurança dos técnicos envolvidos já seria uma grande contribuição do projeto. Mas além disso, uma parada para realizar a inspeção pode durar entre alguns dias até uma semana. Com o robô, seria questão de horas.

Marcelo: “Se considerarmos a inspeção em si mais os custos associados, como serviços de manutenção, uma parada envolve um mínimo de US$ 500 mil para inspecionar um tanque”. Ou seja, reduzir drasticamente o tempo de inspeção é proporcionar uma economia nessa magnitude.

Vanguarda é logo aqui

O projeto começou em 2018, em uma parceria da Repsol Sinopec Brasil com a 13Robotics, uma startup recém adquirida pela Kraken Robotics, um grande player da área de robótica e inspeção autônoma. “O projeto ajudou a alavancar a startup, desenvolvendo mão de obra especializada”, complementa Marcelo. A utilização do conceito do robô autônomo para inspeção é uma novidade para a indústria de óleo e gás.

Atualmente, o Squidbot já tem um protótipo fabricado (veja no vídeo abaixo), e suas funções essenciais foram testadas em um tanque de mergulho no SENAI. Alexandre novamente: “Agora vamos fazer testes de maior escala, em tanques desativados e operacionais. Ou seja, para ambientes mais similares à realidade de inspeção”. Adicionalmente, a equipe está estudando estender a sua aplicação em tanques de FPSOs.

Squidbot em números

O projeto apresenta um novo conceito de robô para inspeção autônoma em tanques de armazenamento em serviço, que poderá reduzir custos e o tempo operacional necessário para as inspeções de rotina.

O projeto é fruto de parceria com a 13Robotics, uma startup recém adquirida pela Kraken Robotics.

Zero pessoas em área de risco
ao realizar a inspeção de tanques de armazenamento de combustíveis

Redução de até 90%
do tempo de inspeção

Até US$ 2 milhões de economia
em inspeção e custos associados

Veja aqui um vídeo-simulação do Squidbot e trechos do seu primeiro teste em ambiente controlado

 

Contratos em regime de partilha produziram 37 mil barris de petróleo por dia em maio

Produção acumulada dos contratos já soma 55,1 milhões de barris de petróleo

A produção média diária total nos três contratos em produção em regime de partilha foi de 37 mil bpd em maio, sendo 21 mil bpd na Área de Desenvolvimento de Mero (contrato de Libra), 10 mil bpd em Entorno de Sapinhoá e 5 mil bpd em Tartaruga Verde Sudoeste. O volume foi 34% inferior ao mês anterior, devido à parada programada de Mero para teste de integridade, iniciada no final de abril e concluída no final de maio, em uma das linhas de 6″. Os números fazem parte do Boletim Mensal de Contratos de Partilha de Produção.

A média diária do total do excedente em óleo da União nos três contratos foi de 10,1 mil bpd, com volume de 3,2 mil bpd na Área de Desenvolvimento de Mero e 6,9 mil bpd no Entorno de Sapinhoá. No geral, houve uma queda de 21% em relação ao mês anterior.

Desde 2017, início da série histórica, a produção acumulada dos três contratos de partilha é de 55,1 milhões de barris de petróleo. A parcela acumulada do excedente em óleo da União soma 9,3 milhões de barris de petróleo.

Gás 

A produção média diária de gás natural foi de 297 mil m³ nos dois contratos com aproveitamento comercial do gás natural, sendo 256 mil m³/dia no CPP do Entorno de Sapinhoá e 41 mil m³/dia no CPP do Tartaruga Verde Sudoeste. Em comparação com o mês anterior, o volume de gás disponível apresentou queda de 1,6%.

A média diária do total do excedente em gás natural foi de 177 mil m³, referente apenas ao contrato do Entorno de Sapinhoá, que apresentou um aumento de 2,7% em relação ao mês anterior. O gás natural produzido em Mero, com alto teor de CO2, está sendo injetado no reservatório para um efetivo aumento da produção de petróleo. Desde 2017, a produção acumulada dos dois contratos soma 244 milhões de m³ de gás natural. O excedente em gás natural acumulado da União é de 75,4 milhões de m³.

Petrobras e Sebrae realizam webinars com startups vencedoras de edital de inovação

Empresas falam sobre sua experiência no processo e especialistas darão dicas sobre inscrição para os candidatos do novo edital

A Petrobras e o Sebrae realizam, a partir desta segunda (19/7), webinars para apresentar o III Edital do Programa Petrobras Conexões para Inovação, Módulo Startups, e alguns dos vencedores dos editais anteriores. Representantes de empresas, como a Pam Membranas, que já estão desenvolvendo os projetos selecionados, contarão a experiência de participar da maior seleção de inovação aberta do setor de óleo gás e energia, voltada para startups e pequenas empresas. Serão dicas valiosas para os interessados no edital em curso, que investirá R$ 22 milhões e tem inscrições abertas até 1 de agosto.

“Criamos um importante ecossistema de inovação capaz de desenvolver soluções para as atividades da Petrobras, apoiando a execução do plano estratégico e com foco na agregação de valor para a companhia. Já fizemos muito nos últimos anos, mas queremos desenvolver ainda mais nosso ecossistema, conferindo mais agilidade para a companhia, segurança às operações e competitividade para os negócios”, destaca o diretor de Transformação Digital e Inovação, Nicolás Simone.

Os webinars serão de 19 a 28 de julho, com a apresentação de cases de startups de sete estados (RJ, SP, MG, ES, SC, PR e RS). Os eventos, online, são abertos a todos os públicos, dos candidatos já inscritos no edital a qualquer pessoa interessada no tema. Haverá representantes da Petrobras e do Sebrae e os participantes poderão enviar perguntas.

Pam Membranas

A Pam Membranas, empresa do Rio de Janeiro, foi uma das selecionadas pelo primeiro edital do programa. A startup, que usa tecnologia de processos de separação com membranas para o tratamento de efluente e purificação de água, desenvolve, para a Petrobras, separadores de água e CO2. A previsão das primeiras entregas é o final deste ano.

“Estamos desenvolvendo permeadores capazes de operar em condições de concentração elevada de CO2 no gás natural, como as encontradas nos campos do pré-sal, com desempenho similar ou superior aos existentes, o que nos permitirá atuar em um mercado com demanda crescente. Além disso, a nacionalização desta tecnologia possibilita um melhor posicionamento para as empresas que atuam no setor de óleo e gás do país”, explica Cristiano Piacsek, sócio fundador da Pam Membranas.

Segundo Cristiano, “a cooperação com a Petrobras e o Sebrae é uma oportunidade para ampliar a atuação da empresa em uma aplicação estratégia para o setor de O&G. “Vemos a participação no programa com entusiasmo pela possibilidade de transformar conhecimento acumulado em produto, associado a um forte interesse de mercado”, avalia.

Módulo Startups

O III Edital do programa traz 32 desafios nas áreas de eficiência energética, tecnologia de segurança, robótica, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologia de inspeção e tecnologia digital. As empresas selecionadas receberão investimentos de até R$ 500 mil e de até R$ 1,5 milhão, a depender da categoria do desafio (soft ou deep tech), para desenvolver seus projetos.

Durante e após o processo de seleção, os empreendedores contarão com assessoria da Petrobras e do Sebrae para que os projetos finalizados com sucesso tenham a oportunidade de implantação de um lote piloto ou serviço pioneiro na Petrobras. As startups vencedoras dos editais anteriores já estão desenvolvendo e testando em campo as soluções aprovadas e, como a proposta é de inovação aberta, os projetos podem impactar positivamente toda a cadeia produtiva de petróleo e gás.

Inovação

A companhia atua em parcerias com startups, universidades e centros de pesquisa globais, por meio de seu centro de pesquisa e inovação, o Cenpes, que é o maior da América Latina. Como protagonista em pesquisa e tecnologia no Brasil, a empresa investe em inovação para obter ganhos de eficiência e sustentabilidade dos negócios.

As inscrições nos webinars podem ser feitas no site do edital.

MODEC e TOYO negociam joint venture

A MODEC do Japão e a Toyo Engineering Corporation (TOYO) estão entrando em negociações para estudar uma aliança para embarcações FPSO.

A MODEC disse que as duas empresas chegaram a um acordo para assinar um Memorando de Entendimento (MOU) para entrar em discussões e conduzir o Estudo de Viabilidade (FS) sobre a aliança no negócio de Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (EPCI) para embarcações FPSO.

Sujeita ao resultado da discussão e FS, a aliança de negócios também contempla o estabelecimento de uma empresa de joint venture até o final de 2021.

A MODEC acredita que a demanda potencial por FPSOs deverá permanecer consistente com a demanda global por petróleo e gás e o desenvolvimento de novos projetos também deverá prosseguir de forma constante. Portanto, MODEC e TOYO reconhecem os papéis importantes que desempenham, fornecendo energia estável por meio do negócio FPSO.

Além disso, ambas as empresas reconhecem que os esforços para realizar uma sociedade descarbonizada e MODEC e TOYO aspiram a explorar em um novo negócio, bem como desenvolver novas tecnologias para FPSOs de próxima geração por meio das sinergias das duas empresas.

As principais expectativas em relação à aliança de negócios incluem o aprimoramento dos recursos de engenharia e gerenciamento de projetos e a otimização dos recursos humanos e da estrutura organizacional.

As expectativas também incluem o aproveitamento de capacidades para lidar com vários projetos de grande escala, ofertas mais competitivas em termos de custos para proteger os projetos e aumentar a lucratividade dos negócios de EPCI por meio de iniciativas eficientes de estimativa / redução de custos.

Finalmente, as duas empresas estarão desenvolvendo novas tecnologias aplicáveis ​​aos FPSOs de próxima geração e explorando novas tecnologias e oportunidades de produtos em mercados em crescimento para a realização da sociedade descarbonizada.

A empresa japonesa também ganhou recentemente um contrato para entregar um dos maiores FPSOs já entregues ao Brasil para o projeto Bacalhau da Equinor. A MODEC também fornecerá à Equinor os serviços de operação e manutenção do FPSO durante o primeiro ano de sua primeira produção de petróleo, após o qual a Equinor planeja operar o FPSO até o final do período de licença em 2053.

Em outras notícias da empresa, o presidente e CEO da MODEC , Yuji Kozai , em abril de 2021 renunciou por motivos de saúde. Após a renúncia de Kozai, Takeshi Kanamori foi nomeado o novo Diretor Representante, Presidente e CEO da empresa.

Sapura migra diretórios internos para plataforma SharePoint

A Sapura acaba de migrar todos os seus diretórios internos para o ambiente SharePoint em nuvem. A migração faz parte do processo interno de transformação digital da companhia, substituindo a rede local interna, baseada em grandes servidores físicos on-premise, por uma solução em nuvem.

De acordo com o gerente de Tecnologia da Informação da Sapura, Jorge Kort, são muitos os benefícios desta evolução tecnológica. Este processo permitirá à companhia maior segurança da informação, com documentos administrados e armazenados diretamente na nuvem; maior velocidade para o acesso remoto sem necessidade de Virtual Private Network (VPN) e com enorme aplicabilidade para os serviços da empresa durante a pandemia; além de ferramentas de backup dos arquivos mais tecnológicas e atualizadas.

“A questão da segurança da informação é uma de nossas prioridades. O ambiente em nuvem nos permite um sistema de segurança multicamadas, através da criptografia de dados, níveis de permissão, senhas de utilizador fortes, autenticação de múltiplos fatores (ainda não implementado), backups e redundância, entre outros. Ou seja, os riscos de divulgação de documentos, perda de informação ou indisponibilidade de dados são quase nulos”.

Kort explica ainda que, anteriormente, para ter acesso aos arquivos corporativos, era necessário conectar a VPN através de um software instalado no computador dos usuários. Essa conexão acontecia diretamente a um equipamento na sede da empresa, tendo-o como ponto central de conexão, o que por vezes causava lentidão excessiva na rede.

“Liberando todo este tráfego existente nos servidores on-premise, adicionado ao projeto de redimensionamento da nossa rede, estamos conseguindo melhorar de forma significativa a conectividade de internet dos navios”, concluiu.

Novo PMQC: agentes de GO e DF devem contratar laboratório até 30 de julho

A ANP comunica às  bases de distribuição, transportadores-revendedores-retalhistas (TRRs) e postos revendedores de combustíveis localizados no Estado de Goiás e no Distrito Federal que fica estabelecida a data limite para contratação do Novo Programa de Monitoramento da Qualidade de Combustíveis (PMQC) junto ao laboratório LAMES da UFG (https://lames.quimica.ufg.br/) para o dia 30 de julho de 2021. O LAMES é a instituição credenciada para desenvolver o Novo PMQC nessas unidades da Federação.

Em 2020, foi conduzida licitação para a primeira etapa do Novo PMQC, que teve como vencedora a Universidade Federal de Goiás (UFG). O Termo de Credenciamento com a UFG já foi assinado e está em vigor.

Pelo novo formato do PMQC, as análises das amostras dos combustíveis serão feitas no LAMES, a partir da contratação pelos agentes econômicos do DF e de GO. Mas, para isso, deve ser feito um pré-cadastro, disponível na página: https://forms.gle/J2eF5XBCJYQgJQfK6.

O pré-cadastro é necessário para atualização de dados dos agentes econômicos e para fornecimento das informações sobre quais combustíveis esses agentes comercializam, com o objetivo de elaborar os contratos individuais a serem firmados com o laboratório credenciado.

As tabelas com os valores unitários dos serviços podem ser consultadas na página https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/qualidade-de-produtos/programas-monitoramento/novo-programa-de-monitoramento-da-qualidade-dos-combustiveis.

O Novo PMQC

O novo modelo do PMQC, quando totalmente implementado, contemplará o monitoramento de 100% dos postos revendedores da região monitorada, assim como de todas as distribuidoras, que também passam a ter os produtos monitorados em suas bases, e os TRRs.

A periodicidade das coletas e amostras de combustíveis para o programa passa a ser a seguinte: para postos revendedores e TRRs, o mínimo será de duas coletas ao ano e, para bases de distribuidoras, 12 coletas ao ano (sendo uma coleta por mês).

O PMQC tem como objetivo oferecer à sociedade panorama da qualidade dos combustíveis (gasolina, etanol hidratado e óleo diesel) no Brasil, com a publicação de boletins mensais que trazem os dados nacionais, por região e por estado. Desde a criação do programa, em 1998, os índices de conformidade desses combustíveis aumentaram consideravelmente, chegando a padrões internacionais. Em 2020, a média de conformidade foi de 98,3% para etanol hidratado combustível, 98,6% para gasolina C e 97,2% para óleo diesel B, o que indica a manutenção da alta qualidade nos combustíveis comercializados no país.

A ANP manterá a supervisão do PMQC, definindo, sem o conhecimento prévio dos agentes econômicos, as datas em que postos revendedores, TRRs e distribuidoras serão monitorados, respeitando-se a frequência mínima de coletas determinada pela Resolução ANP nº 790/2019. A Agência já estabeleceu os requisitos técnicos mínimos para atendimento pelos laboratórios independentes, além da obrigatoriedade de participação anual em programas interlaboratoriais com os vencedores das licitações, e da previsão de serem submetidos, periodicamente, a vistorias/auditorias técnicas em suas instalações.

A proposta do novo PMQC traz ainda, como inovação, a possibilidade de postos revendedores, distribuidores e TRRs utilizarem os resultados do monitoramento a que se submeteram, podendo inclusive, a seu critério, ampliar a frequência das coletas e escopo de ensaios.