Equinor lança Bridge, programa de inovação aberta com foco em startups e pequenas e médias empresas

A Equinor, empresa de energia com atuação no setor de óleo e gás e energias renováveis no Brasil, lançou o programa Bridge, primeira iniciativa de inovação aberta da empresa no país.

A ideia é criar conexões com startups, pequenas e médias empresas na busca de soluções para desafios existentes no dia a dia das operações da companhia. As empresas interessadas em propor suas soluções poderão se inscrever até o dia 29 de agosto pelo site www.equinor.com.br/bridge. Ao final do programa, os selecionados poderão se transformar em fornecedores da companhia. O Bridge é uma parceria com a consultoria em inovação corporativa Innoscience.

“O Bridge tem um papel essencial no desenvolvimento do mercado fornecedor brasileiro. Ao oferecer a chance de pequenas empresas e startups fazerem negócios com uma multinacional de energia, como a Equinor, possibilitamos troca de aprendizado e, principalmente, apresentamos esses fornecedores ao mercado.”, comenta Rafael Tristão, Diretor de Contratações e Suprimentos da Equinor Brasil. “Com isso, todos ganham: a Equinor, que poderá contar com fornecedores e parceiros com foco cada vez maior em inovação; as startups e pequenas e médias empresas, que são inseridas no mercado de grandes empresas; e a sociedade brasileira, já que o avanço do mercado local gera empregos, impostos e impulsiona a economia do país”, complementa.

Além de testar soluções que possam ser implementadas em um curto espaço de tempo, gerando resultados rápidos e agregando valor às operações da Equinor no Brasil, o objetivo do Bridge é alavancar a cultura de inovação da empresa em conjunto com o mercado fornecedor local. Os desafios abertos vão desde a gestão de estoque e materiais à inspeção de equipamentos e drones.

“A inovação é essencial para as nossas operações, além de ser um pilar a partir do qual desenvolvemos nossas estratégias globalmente”, afirma Raul Portella, VP de Operações e Tecnologia da Equinor Brasil. “Lançar um programa como o Bridge é, de fato, estabelecer uma ponte entre grandes companhias, como a Equinor, e startups e empresas com muito potencial em apresentar e desenvolver soluções técnicas para nossos negócios”, ressalta Raul.

Como funciona o programa

Após as inscrições, as empresas e startups que tiverem soluções selecionadas na primeira fase deverão fazer uma apresentação de sua solução para as áreas de negócios da Equinor. Em um segundo momento, as startups selecionadas participarão de um período de imersão em cada um dos desafios junto à área responsável e, posteriormente, de uma etapa de trabalho por meio de um piloto mínimo viável em que as soluções serão testadas em um ambiente da empresa. No início de 2022, os resultados serão avaliados e a Equinor divulgará as startups e empresas selecionadas para eventual continuidade de relação com a empresa.

Um dos diferenciais do Bridge é a simplificação do processo de contratação. A inovação também foi incorporada neste processo, na medida em que etapas processuais internas foram simplificadas, tornando os trâmites de contratação mais ágeis e eficientes e reduzindo ainda mais essa barreira no relacionamento entre as startups e grandes empresas.

Conheça os desafios:

– Inspeção de equipamentos EX

– Inspeção por drones em áreas abertas

– Gestão automatizada do estoque de materiais

– Hub para gerenciamento de contratos padronizado

– Detector e medidor portátil de vazamento de vapor

– Gestão digital de transporte terrestre de pessoas

– Sistema para gestão de licenciamentos ambientais

Petrobras informa sobre Plano Petros 3

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 15 de junho de 2021, informa que assinou, junto à Fundação Petrobras e Seguridade Social (Petros), um Termo de Compromisso, referente à sua participação paritária, para pagamento à vista da dívida reconhecida no processo de migração dos Planos PPSP-R e PPSP-NR para o Plano Petros-3 (PP3).

O valor da dívida da Petrobras era de R$ 1,3 bilhão, na data-base de 30/04/2021, que será atualizado atuarialmente até 31/07/2021, de acordo com os critérios contidos nos termos de migração dos planos PPSP-R e PPSP-NR. No período de 01/08/2021 até a data do efetivo pagamento, previsto para 09/09/2021, o montante final será corrigido pelas metas atuariais dos planos de origem (PPSP-R e PPSP-NR).

A previsão do início de operacionalização do PP3 é 1º de agosto de 2021.

Conteúdo local: ANP faz consulta pública sobre estudo relacionado à atividade de certificação

A ANP iniciou consulta pública sobre o relatório preliminar da análise de impacto regulatório (AIR) que tem o objetivo de aperfeiçoar a aplicação da Resolução ANP n° 19/2013, que estabelece os critérios e procedimentos para execução das atividades de certificação de conteúdo local. O relatório e demais documentos relacionados podem ser consultados na página da consulta.

Os compromissos de conteúdo local são os assumidos pelas empresas de exploração e produção de petróleo e gás natural de contratação de um percentual mínimo de bens e serviços nacionais. A atividade de certificação, regulada pela Resolução ANP n° 19/2013, é exercida por instituições acreditadas pela ANP (os organismos de certificação) e consiste em aferir o percentual de conteúdo local em determinado campo produtor ou bloco exploratório e atestá-lo publicamente.

A ANP identificou oportunidades de melhoria no que está previsto na resolução em relação a​os seguintes procedimentos de ​certificação de conteúdo local: conversão de moedas, operações de revenda​ de produtos nacionais e parâmetros de certificação de Sistemas de origem estrangeira – mais especificamente na definição do ​valor total do Sistema e do método a ser utilizado conforme níveis de atividades realizadas em território nacional. Um Sistema, no contexto do conteúdo local, é uma reunião coordenada e lógica de um grupo de equipamentos, máquinas, materiais e serviços associados que, juntos, funcionam como estrutura organizada destinada a realizar funções específicas – por exemplo, uma plataforma ou um navio de apoio completos.

Para o aperfeiçoamento das regras em vigor, a Agência deu início a uma análise de impacto regulatório (AIR), que é um procedimento prévio e formal regulamentado pelo Decreto n° 10.411/2020, que visa à reunião da maior quantidade possível de informações sobre um determinado tema regulado pela Agência, para avaliar os possíveis impactos das alternativas de ação disponíveis para o alcance dos objetivos pretendidos. A AIR tem como finalidade orientar e subsidiar a tomada de decisão e contribuir para tornar a regulação mais efetiva, eficaz e eficiente. Com base nos estudos realizados até o momento, a ANP elaborou um relatório preliminar da AIR, que entra agora em consulta pública. O objetivo é permitir a participação do mercado e da sociedade no levantamento de informações e receber contribuições para o aprofundamento desses estudos.

Após o período de consulta, a ANP analisará as contribuições e elaborará um relatório final de AIR, que será submetido para aprovação e manifestação da Diretoria Colegiada da Agência. Esse relatório final trará a proposta de ação regulatória a ser tomada para se alcançar o objetivo pretendido. Caso a decisão seja pela alteração da Resolução ANP n° 19/2013, essa futura minuta passará então por consulta e audiência públicas.

Petrobras informa sobre indicação de Conselheiros de Administração pela União

A Petrobras informa que recebeu ofício do Ministério de Minas e Energia com as seguintes indicações para a composição da chapa da União para os cargos de Conselheiros de Administração da companhia, cuja eleição ocorrerá na próxima Assembleia Geral Extraordinária:

I – Eduardo Bacellar Leal Ferreira – recondução ao cargo de Conselheiro de Administração e Presidente do Conselho;

II – Joaquim Silva e Luna – recondução ao cargo de Conselheiro de Administração;

III – Ruy Flaks Schneider – recondução ao cargo de Conselheiro de Administração;

IV – Sonia Julia Sulzbeck Villalobos – recondução ao cargo de Conselheiro de Administração, indicada para a vaga destinada ao Ministério da Economia;

V – Márcio Andrade Weber – recondução ao cargo de Conselheiro de Administração;

VI – Murilo Marroquim de Souza – recondução ao cargo de Conselheiro de Administração;

VII – Cynthia Santana Silveira – recondução ao cargo de Conselheira de Administração, selecionada em lista tríplice, elaborada por empresa especializada; e

VIII – Carlos Eduardo Lessa Brandão – indicado ao cargo de Conselheiro de Administração, selecionado em lista tríplice, elaborada por empresa especializada.

O Sr. Eduardo Leal Ferreira é Presidente do Conselho de Administração da Petrobras desde 2019. É Almirante de Esquadra da Reserva e foi Comandante da Marinha do Brasil (2015 – 2019), tendo, portanto, chegado ao topo de sua carreira. Além da Escola Naval, Eduardo Leal Ferreira fez cursos de pós-graduação na Escola de Guerra Naval do Brasil e na Academia de Guerra Naval do Chile. Entre os cargos que exerceu cabe citar o de Capitão dos Portos do Rio de Janeiro (2003-2004) e Diretor de Portos e Costas (2010-2012), quando teve a oportunidade de aprofundar ligações com as atividades offshore ligadas à indústria do petróleo. Foi também Comandante da Escola Naval, da Escola Superior de Guerra (2013-2015) e Comandante-em-Chefe da Esquadra Brasileira (2012-2013). No exterior, serviu no Chile (1992) e foi instrutor da Academia Naval de Annapolis (Escola Naval da Marinha Americana) (1987-1989).

O Sr. Joaquim Silva e Luna é presidente da Petrobras e membro do Conselho de Administração da companhia. Foi Diretor-Geral brasileiro da Itaipu Binacional. É General de Exército da Reserva e foi Ministro da Defesa até janeiro de 2019, tendo chegado ao topo da hierarquia na sua carreira. Fez cursos de pós-graduação em Projetos e Análise de Sistemas na Universidade de Brasília, pós-graduação em Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, Mestrado em Operações Militares e Doutorado em Ciências Militares. Entre os cargos que exerceu cabe citar o de Comandante de várias Companhias de Engenharia de Construção na Amazônia, o de instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficias e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, o de Chefe da Seção de Inteligência no Comando de Operações Terrestres e a Seção de Imprensa do Centro de Comunicação Social do Exército, o de Comandante do 6º Batalhão de Engenharia de Construção, o de Comandante da 16º Brigada de Infantaria de Selva, o de Diretor de Patrimônio, o de Chefe do Gabinete do Comandante do Exército, o de Chefe do Estado-Maior do Exército, o de Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, o de Secretário-Geral do Ministério da Defesa, o de Ministro da Defesa e o de Diretor-Geral da Itaipu Binacional. Foi o primeiro militar a ocupar os cargos de Secretário-Geral do Ministério da Defesa e o de Ministro da Defesa. No exterior, foi membro da Missão Militar Brasileira de Instrução e Assessor de Engenharia na República do Paraguai como instrutor nas Escolas de graduação, pós-graduação e doutorado e Adido de Defesa, da Marinha, do Exército e da Aeronáutica no Estado de Israel. Foi Conselheiro da Amazônia Azul Tecnologia de Defesa S.A. (AMAZUL) por três anos.

O Sr. Ruy Flaks Schneider é engenheiro industrial mecânico e de produção formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) em 1963 e mestre em engenharia econômica pela Universidade de Stanford em 1965, cursou a Escola Superior de Guerra. Oficial da Reserva da Marinha. Fundou na PUC/RJ o Departamento de Engenharia Industrial, tornando-se seu primeiro Diretor (1966-1968), estabelecendo o primeiro programa de mestrado em Engenharia Industrial no Brasil. Com diversos artigos publicados, atua como palestrante, no Brasil e no exterior. Acumulou vasta experiência, tanto como executivo quanto como membro do Conselho de Administração e Conselho Fiscal de grandes empresas, incluindo Xerox do Brasil SA (1966-1970), Banco Brascan de Investimento SA e Banco de Montreal AS – Montreal Bank (1970-1998), Grupo Multiplan (1988-1991) e INB Indústrias Nucleares do Brasil (2007-2012). Atuou como membro do Conselho Consultivo do Banco Central para o mercado de capitais, participando da assessoria na preparação do programa de conversão de dívida externa. Criou o primeiro fundo de pensão multipatrocinado e introdutor no Brasil dos fundos de Contribuição Definida. É membro do Conselho de Administração da Eletrobras desde 2019 e da Petrobras desde 2020.

A Sra. Sonia Julia Sulzbeck Villalobos é bacharel em administração pública e tem mestrado em administração de empresas com especialização em finanças, ambos na Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP-FGV). Sonia Villalobos tem mais de 30 anos de experiência no mercado acionário brasileiro, sendo a primeira pessoa na América do Sul a receber a credencial CFA em 1994. Sonia Villalobos trabalhou de 1985 a 1987 na Equipe DTVM, e de 1987 a 1989 no Banco Iochpe como analista de investimentos. De 1989 a 1996, no Banco Garantia como Chefe do Departamento de Análise de Investimentos, quando foi votada melhor analista do Brasil pela Revista Institutional Investor em 1992, 1993 e 1994. Trabalhou de 1996 a 2002 na Bassini, Playfair & Associates como responsável por private equity no Brasil, Chile e Argentina. De 2005 a 2011, trabalhou para Larrain Vial como gestora de fundos. De 2012 a 2016, Sonia Villalobos trabalhou como sócia fundadora e gestora dos fundos de ações na América Latina pela Lanin Partners. Desde 2016, é professora do Insper na pós-graduação Lato Sensu nas matérias de gestão de ativos e análise de demonstrações financeiras. Sonia Villalobos é membro do Conselho de Administração da Telefônica do Brasil e da LATAM Airlines Group S.A. Ela também atuou como membro do Conselho de Administração da TAM Linhas Aéreas, Método Engenharia (Brasil), Tricolor Pinturas e Fanaloza/Briggs (Chile), Milkaut e Banco Hipotecario (Argentina). Foi membro do Conselho de Administração da Petrobras de maio de 2018 até julho de 2020, eleita por acionistas detentores de ações preferenciais. Atualmente é membro do Conselho de Administração da Petrobras.

O Sr. Márcio Andrade Weber é engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1975), com especialização em engenharia de petróleo pela Petrobras. Ingressou na Petrobras em 1976 onde trabalhou por 16 anos, tendo sido um dos pioneiros no desenvolvimento da Bacia de Campos, e ocupou, em seguida, diversos cargos gerenciais e diretivos entre os quais se destacam atividades no exterior, na área internacional da Petrobras, em Trinidad (1980-1981), Libia (1984-1986) e Noruega (1987-1990). Foi membro da Diretoria de Serviços da Petrobras Internacional (Braspetro) (1991-1992) e Diretor da Petroserv S.A. (2007-2020), desenvolvendo a participação da companhia nas atividades de E&P, navegação de apoio e sondas de perfuração para águas profundas. Foi responsável como CEO da empresa BOS navegação (JV entre Petroserv e duas companhias estrangeiras) pela construção em estaleiros nacionais de 4 rebocadores de apoio. Paralelamente, como Diretor da Petroserv participou na construção e operação de 4 plataformas de perfuração para águas profundas, unidades estas que entre seus clientes se encontram a Shell e a ENI (Indonésia). Posteriormente prestou assessoria ao grupo PMI na operação das referidas unidades (2020-2021). Atualmente é membro do Conselho de Administração da Petrobras.

O Sr. Murilo Marroquim de Souza é formado em geologia pela Universidade Federal de Pernambuco, com mestrado em geofísica pela Universidade de Houston, Texas, nos Estados Unidos. Trabalha na indústria de petróleo há 50 anos, tendo exercido atividades em mais de 20 países na América, Europa, África e Ásia. Atuou na Petrobras entre 1971 a 1994, onde ocupou diversas funções gerenciais na área de exploração e produção, tendo sido Diretor da Brasoil UK (1989-1993), em Londres, com atividades de exploração no Mar do Norte e outras Bacias. Foi Gerente Geral da IBM da Unidade de Soluções para Indústria de Petróleo na América Latina (1994-1998). Atuou como consultor, trabalhando para ANP em vários projetos (1998-1999), e na Ipiranga como Assessor para Exploração e Produção (1999-2001). De 2001 a 2011 foi Presidente da Devon Energy do Brasil (Ocean Energy) e desde 2011 é Presidente da Visla Consultoria de Petróleo, empresa de consultoria focada em projetos especiais para indústria de energia. Atualmente é membro do Conselho de Administração da Petrobras.

A Sra. Cynthia Santana Silveira é engenheira eletricista formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro –UERJ, com mestrados em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro –COPPE/UFRJ e em Engenharia de Gás pela École des Mines de Paris. Sua trajetória profissional foi desenvolvida na indústria de óleo e gás, tendo atuado na operadora francesa Total por 17 anos. Entre 2004 e 2015, foi a Diretora Executiva de Gás e Eletricidade desta companhia. Também atuou como Diretora Executiva eleita no Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis-IBP entre 2011 e 2015 e como Diretora Executiva da BBPP Holding de 2004 a 2015. Desde 2015, exerce a função de consultora independente da EXERGIA Consultoria e Projetos de onde é sócia. Cynthia Silveira possui experiências relevantes como Conselheira de Administração e Membro de Comitês de empresas e instituições do setor de petróleo e gás. Atuou como membro do Conselho de Administração da Transportadora Associada de Gás (TAG), Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia–Brasil (TBG) e Transportadora Sul brasileira de Gás (TSB); membro do Comitê Executivo da International Gas Union (IGU); e Membro da Comissão Coordenadora de Gás Natural do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP). Atualmente é membro do Conselho de Administração da Petrobras.

O Sr. Carlos Eduardo Lessa Brandão é engenheiro civil (UFRJ), Mestre em Planejamento Energético (COPPE/UFRJ) e Doutor em História e Filosofia da Ciência (HCTE/UFRJ), com MBA Executivo em Finanças (IBMEC). É sócio da JFLB Ltda. (desde 2005) atuando em consultoria em governança e sustentabilidade e em educação executiva. O Sr. Brandão tem 18 anos de experiência como executivo em construção pesada, TI, meios de pagamento, telecomunicações, comércio eletrônico e sistemas de informação geográfica. Atuou em desenvolvimento de negócios e M&A, como CFO e diretor executivo de holdings (AG Telecom e Valepontocom) e de empresas do portfólio. Desde 2016 atua como conselheiro independente. Foi conselheiro de administração da Companhia de Distribuição de Gás do Rio de Janeiro (2016-18), Progen S/A (2016-18), Cemig (2017-18) e Multiner S/A (2018-21). É conselheiro consultivo da Santa Ângela Urbanização e Construções Ltda. Com relação aos temas ESG, é conselheiro de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa–IBGC e membro do Standards Advisory Council do B Lab (EUA). Foi membro dos conselhos do Instituto Ethos, do Índice de Sustentabilidade Empresarial–ISE, da B3, do Fundo Ethical e do Conselho de Stakeholders da Global Reporting Initiative (Holanda). É administrador de recursos de terceiros autorizado pela CVM e conselheiro de administração certificado pelo IBGC (CCA+).