SBM Offshore e Petrobras assinam contratos para a maior unidade de produção de petróleo a operar offshore no Brasil

A fornecedora holandesa de flutuadores SBM Offshore assinou contratos com a Petrobras para o arrendamento e operação por 26,25 anos do FPSO Almirante Tamandaré, a maior unidade de produção de petróleo a operar offshore no Brasil.

Estes contratos seguem-se à assinatura da Carta de Intenções vinculativa , anunciada a 25 de fevereiro de 2021.

O FPSO Almirante Tamandaré será implantado no campo de Búzios, na Bacia de Santos, a aproximadamente 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, no Brasil. Será a sexta unidade do sistema definitivo a ser instalada no campo de Búzios e terá capacidade para processar 225 mil barris de óleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

SBM Offshore está progredindo com o projeto e construção usando seu programa Fast4Ward . A entrega do FPSO está prevista para o segundo semestre de 2024, informou a SBM Offshore na terça-feira.

O projeto prevê a interligação de 15 poços ao FPSO, sendo 6 produtores de petróleo, 6 injetores de água e gás, 1 injetor de gás e 2 poços conversíveis, por meio de uma infraestrutura submarina composta por dutos rígidos de produção e injeção e dutos de serviços flexíveis.

O quarto casco Fast4Ward MPF da SBM Offshore foi alocado para este projeto. De acordo com as informações anteriores, o FPSO será a maior unidade produtora de petróleo em operação offshore no Brasil e uma das maiores do mundo.

Publicados o edital e o modelo de contrato da 17ª Rodada de Licitações

A  ANP publicou o edital e o modelo de contrato de concessão da 17ª Rodada de Licitações, que trazem, respectivamente, as regras e procedimentos da rodada e os direitos e as obrigações dos futuros concessionários. Os documentos podem ser acessados na página da rodada, prevista para 7/10, com a oferta de 92 blocos com risco exploratório, com área total de 53,93 mil km². Os blocos estão localizados em 11 setores de elevado potencial e de nova fronteira de quatro bacias sedimentares marítimas brasileiras: Campos, Pelotas, Potiguar e Santos.

O edital e o modelo de contrato passaram por consulta e audiência públicas. As contribuições recebidas do mercado e da sociedade foram apreciadas pela ANP e as consideradas pertinentes foram utilizadas para aperfeiçoamento dos instrumentos licitatórios. As análises das sugestões recebidas podem ser consultadas aqui. As versões finais dos documentos passaram ainda por aprovação da diretoria da ANP e pelo prazo estipulado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Entre as principais inovações no edital e no modelo de contrato da 17ª Rodada com relação aos leilões anteriores, está a oferta de três blocos exploratórios, localizados no setor SS-AUP5 da Bacia de Santos, que são cortados pelo limite das 200 milhas náuticas. O contrato de concessão desses blocos conterá disposição sobre o pagamento de valores devidos à Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), nos termos do artigo 82 da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), e redução decrescente da alíquota de royalties, a partir do 6º ano de produção, até atingir uma alíquota de 5% a partir do 10º ano de produção.

Destaca-se ainda, no modelo de contrato de concessão, a revisão da cláusula de confidencialidade, eliminando-se a necessidade de solicitação de consentimento da ANP para a divulgação de dados e informações ainda confidenciais e permitindo alinhamento dos dispositivos contratuais à regulamentação vigente.

Veja mais informações na página da 17ª Rodada

Braskem prioriza diversidade e inclusão no seu Programa de Estágio 2022

Companhia conta com seleção às cegas e demais iniciativas com o objetivo de ter um quadro interno cada vez mais diverso e inclusivo. Inscrições começam no dia 2 de agosto

A Braskem abre as inscrições, de 02 a 27 de agosto, para seu Programa de Estágio 2022, pelo site https://www.braskem.com.br/carreira. Focada nos pilares de diversidade, equidade e inclusão, a companhia realiza diferentes iniciativas no processo seletivo a fim de aumentar a diversidade e representatividade dos candidatos, com foco principalmente em universitários negros.

 

Com condução 100% on-line e gamificada, a seleção busca alinhamento do perfil do candidato com a cultura e os valores da empresa. Nesta edição, o programa oferece mais de 212 vagas para os seguintes estados: São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Alagoas.

 

Para atingir suas metas, a Braskem também flexibilizou alguns critérios de seleção, um deles é o inglês. O idioma deixou de ser obrigatório e os candidatos que ingressarem no programa serão elegíveis a bolsa de inglês. Além disso, a avaliação de currículos acontece às cegas, sem acesso a informações como idade, instituição de ensino e experiência prévia. Outro destaque é que o teste de raciocínio lógico foi substituído por uma avaliação de tomada de decisão permitindo conhecer de forma mais inclusiva os candidatos.

 

A companhia ainda conta com o apoio da Cia de Talentos para realizar iniciativas direcionadas a atração, contratação, desenvolvimento e inclusão de grupos minorizados na sociedade.

 

Em 2021, o Programa de Estágio da Braskem contratou 250 estudantes. Desse total, 38% negros, 54% mulheres, 45% pessoas de baixa renda e 5% acima de 28 anos. “A Braskem busca ter, cada vez mais, um ambiente de trabalho inclusivo e diverso. Com o nosso Programa de Estágio buscamos, ano a ano, inovar e superar nossos desafios para alcançar a nossa meta de aumentar a representatividade de grupos minorizados no nosso quadro de colaboradores, principalmente a de negros”, explica Camila Fossati, responsável pela área de Diversidade e pelo Programa de Estágio da Braskem.

 

Neste ano, a Braskem traz quatro etapas diferentes para selecionar os candidatos: Exploração é a fase que o candidato troca experiências com personagens em um game, para conhecer a companhia e seu negócio; Inovação é a dinâmica que trabalha ideias que causem impacto dentro e fora da empresa; Transformação será realizada em grupo, para os candidatos aprovados nas duas primeiras etapas, na qual os líderes da Braskem terão a oportunidade de avaliar como os participantes tomam decisões práticas para transformar ideias em ação; e, por fim, acontece a Entrevista Individual, que é a porta de entrada para iniciar a carreira na companhia.

 

As vagas são para estudantes universitários que estejam cursando a partir do segundo ano de graduação nos cursos de: Engenharias (Química, Elétrica, Mecânica e Produção), Administração, Economia, Ciências Contábeis, Psicologia, Química, Publicidade, entre outros. É necessário ter disponibilidade para estagiar em média 30 horas semanais. O Programa de Estágio da Braskem tem duração de um a dois anos, com início a partir de janeiro de 2022.

 

Vozes da experiência

Segundo o estudante de Relações Públicas, Robert Santos, 21 anos, o processo seletivo para o Programa de Estágio da Braskem é muito humanizado. Mesmo nas fases iniciais, quando interagiu apenas com o sistema, sentiu que a companhia teve uma preocupação com o bem-estar dos candidatos. “A Braskem é uma empresa muito acolhedora, que te motiva a ser você em todos os momentos. Somos convidados a participar de agendas que buscam mostrar a importância do respeito, da autoaceitação e do acolhimento ao próximo. A empresa não se limita ao discurso, mas promove ações que impactam de verdade na visão e posicionamentos de cada colaborador”, explica.

 

Já para Letícia Ramos, 22 anos, estudante de Psicologia, o game é um diferencial notável e foi o que mais chamou a sua atenção durante o processo seletivo. Segundo ela, a ausência de testes de lógica, de inglês e de exatas evidencia uma preocupação da companhia em proporcionar uma experiência diferenciada, pois o candidato foca em ser ele mesmo e consegue transmitir seus conhecimentos e sua experiência. Ela ainda comenta sobre questões relacionadas a diversidade, equidade e inclusão: “Trabalhar diversidade, equidade e inclusão são pontos cruciais no meio corporativo, porque somos regidos por vieses inconscientes e estamos imersos em estruturas de preconceito, o que nos faz julgar, desrespeitar e menosprezar determinadas pessoas por conta de suas características. Sendo uma mulher preta e pobre, passei por diversas situações de racismo, de menosprezo e sempre tive em mente que para tudo que fosse fazer eu teria que ser a melhor, mil vezes mais dedicada, pois caso contrário não seria nem notada. O meio corporativo tem uma potência em termos de empregabilidade e exemplo para outras empresas e até para a sociedade, e deve exercer essa potência para tornar os ambientes cada vez mais respeitosos, inclusivos, favorecendo o bem-estar geral”, declara.

 

Por fim, para Sarah Nogueira, 24 anos, estudante de Engenharia Química, a Braskem realiza um processo seletivo inovador, desafiador e transformador, uma vez que o game dá a oportunidade de experimentar como é a realidade da companhia, através dos desafios propostos. Segundo ela, a relação da empresa com o tema diversidade e inclusão foi um dos fatores que levou em consideração na hora de escolher a Braskem. “É uma empresa onde realmente, no dia a dia, podemos vivenciar a diversidade e a inclusão. Nos times, é normal ter pessoas de diferentes raças, cores, gêneros, de diversas regiões do país e do mundo e com vastas bagagens e experiências. É ótimo trabalhar em um ambiente onde você pode aceitar o outro como ele é e reconhecer sua importância para o time, além de poder ser você mesmo e trazer suas contribuições”, finaliza.

Impacto da intervenção do Estado na formulação de preços dos derivados será debatido em Fórum do IBP

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) debaterá os impactos da intervenção do Estado na economia e seus efeitos na formulação e comportamento dos preços dos derivados no Fórum IBP de Competitividade, nesta quarta-feira (28/7), às 9h, em webinar produzido em parceria com o Valor Econômico.

Será o segundo encontro online do Fórum, que tem como objetivo discutir temas relevantes e as perspectivas da indústria de óleo e gás diante do atual cenário brasileiro e internacional.

O webinar contará com a participação de Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos; Anelise Lara, conselheira do IBP e ex-diretora da Petrobras; Leonardo R. Linden, vice-presidente comercial da Ipiranga; e Adriano Pires, sócio-fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). A mediação será realizada por Zeina Latif, economista e colunista do jornal O Globo.

Para acompanhar o Fórum IBP de Competitividade basta se inscrever aqui.

Serviço 

Evento: Fórum IBP de Competitividade “Intervenção do Estado na economia – Desdobramentos sobre os preços de derivados” 
Data: Quarta-feira (28/07) 
Horário: 9h
AssistirClique aqui para assistir (gratuito)

Treze peixes-bois resgatados e reabilitados são devolvidos aos rios da Amazônia

Soltura foi a maior já realizada pelo Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, que tem o patrocínio da Petrobras

Treze peixes-bois resgatados e reabilitados pelo Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia – que tem o patrocínio da Petrobras e é executado pela Associação Amigos do Peixe-boi (AMPA) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) – foram devolvidos aos rios da região na última semana. Após viajarem por mais de 20 horas, os animais foram soltos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, a 223 km de Manaus. Essa foi a primeira soltura no Amazonas desde o início da pandemia e a maior já realizada pelo projeto. A ação desse ano também foi considerada especial porque, além de marcar o retorno dos peixes-bois ao seu ambiente natural, só pôde ser realizada após a superação de muitos desafios.

Inicialmente, a soltura estava programada para abril de 2020, mas precisou ser adiada em função das restrições de circulação de pessoas impostas pela pandemia de Covid-19 e que também levou ao fechamento das unidades de conservação da região. Além disso, em janeiro de 2021 o Amazonas sofreu com uma das maiores enchentes de sua história, que provocou a inundação do lago do semicativeiro onde os peixes-bois ficam para se aclimatar às condições naturais. Em função disso, os animais precisaram ser retirados do lago e levados de volta aos tanques de cativeiro do INPA, o que também adiou a soltura.

Clique aqui para baixar o vídeo de uma das solturas

Mais recentemente, com o início da vazante e a redução do número de casos de Covid-19 no estado do Amazonas, os integrantes do Projeto iniciaram os preparativos para a soltura, fazendo os exames necessários (de sangue, medição e pesagem) para verificar se os animais estavam com condições físicas e de saúde adequadas para voltar aos rios. Dos 13 peixes-bois selecionados para essa soltura, com idades entre quatro e 14 anos, cinco receberam cintos transmissores – um equipamento de frequência VHFacoplado no pedúnculo caudal do animal – para que os pesquisadores possam avaliar o sucesso de adaptação às condições do ambiente natural. Os peixes-bois podem viver por cerca de 60 anos. “Mesmo com atividades de campo interrompidas e as restrições impostas pela pandemia, o número de animais resgatados e levados ao INPA aumentou em 2020, com a chegada de mais de dez peixes-bois vivos em um tempo muito curto. Recuperar a condição física dos animais, a enchente e as restrições da Covid fizeram dessa soltura algo muito especial. Diferente de outras vezes, nessa soltura não tivemos interação com as comunidades ao longo da viagem; mas esse é um cuidado fundamental para a saúde de todos”, avalia Dra. Vera Silva, coordenadora do projeto.

O respeito ao meio ambiente é um valor para a Petrobras, que investe em ações e projetos – como o Mamíferos Aquáticos da Amazônia – que buscam ampliar o conhecimento, a conservação e a recuperação da biodiversidade e que geram transformações positivas para as comunidades.

Programa Petrobras Socioambiental

O investimento em projetos socioambientais está previsto em um dos dez compromissos de sustentabilidade assumidos no Plano Estratégico 2021-25. Por meio do Programa Petrobras Socioambiental, a Petrobras apoia projetos em temas relevantes para a indústria de óleo e gás e para os territórios onde atua, em todo o país, através de parcerias – muitas de longa data – com instituições do terceiro setor. São apoiadas ações com potencial de grande alcance em número de pessoas atendidas e biomas protegidos, e voltadas para a geração de emprego e renda; para o preparo para o exercício da cidadania; para o atendimento de crianças e adolescentes; para a conservação da biodiversidade costeira e marinha; e para a recuperação de florestas e áreas naturais, entre outras. Em 2020, a Petrobras investiu R$ 89 milhões em projetos socioambientais.

Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia

O Programa de Reintrodução de Peixes-bois da Amazônia, criado em 2008, reabilita animais resgatados, em sua maioria filhotes órfãos. Eles vão crescendo e mudando de tanque até que estejam aptos para serem transferidos para o semicativeiro e, depois, soltos nos rios da Amazônia. Além dos 13 peixes-bois soltos na semana passada, atualmente cerca de 15 animais estão em processo de reabilitação pelo Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia visando a futura reintrodução. Desde 2016, 44 peixes-bois órfãos reabilitados foram reintroduzidos com sucesso na RDS-Piagaçu-Purus.

O projeto tem como principal objetivo proteger as espécies de mamíferos e ecossistemas aquáticos da Amazônia por meio dos estudos de ecologia, história natural e comportamento desses animais, além da integração com as comunidades ribeirinhas e o uso sustentável dos recursos naturais. Também executa diversas ações de pesquisa e educação ambiental, as quais visam garantir a conservação dos animais e permitem que as informações sobre as espécies e seus habitats cheguem às escolas, universidades e comunidades ribeirinhas da capital e dos interiores.

Grupo Açotubo faz pesquisa com colaboradores e amplia engajamento em ações sociais

Com a responsabilidade social como parte do planejamento estratégico de desenvolvimento, o Grupo Açotubo busca o aprimoramento constante de suas políticas frente à realidade dos locais onde está inserido. Por isso, realizou no mês de junho uma pesquisa interna com os colaboradores para mapear projetos para novas parcerias.

A empresa buscou identificar quais instituições os funcionários conheciam ou ajudavam com doações e trabalhos voluntários para, depois de avaliação, divulgar as ações destas ONGs e associações, ampliando a rede de colaboração.

“A proposta é levantar projetos que eles ajudam e, por meio de critérios que serão pré-definidos, selecionar as próximas ações sociais que receberão algum tipo de auxílio até o final do ano”, conta a Coordenadora de Governança e Responsabilidade Social do Grupo Açotubo, Nathalia Bassi.

Além dos tradicionais parceiros, Graac e Amigos do Bem, a intenção é ajudar 26 instituições, no período entre março e dezembro deste ano, conforme informa Bassi. Uma das parcerias mais recentes foi fechada com o Instituto Sonhar Alto – Gerando Falcões.

Localizado em Guarulhos (SP), a instituição busca, por meio do esporte, estimular o desenvolvimento social crianças e jovens entre 05 e 16 anos, em situação de vulnerabilidade e, assim, transformar suas vidas.  Foram doados 125 uniformes para quem treina futebol.

O Grupo já definiu as três iniciativas que receberão o apoio da companhia no mês de julho. Conheça um pouco sobre cada uma delas e os trabalhos que realizam:

  • Adus Instituto de Reintegração do Refugiado. Localizado no centro de São Paulo, atende refugiados, solicitantes de refúgio e pessoas em situação análoga ao refúgio. Oferece aulas de português gratuitas e de idiomas com integrações culturais dos professores refugiados, trabalha na sensibilização de empresas, capacitação de refugiados e encaminhamento para o mercado de trabalho. O grupo apoiará a instituição por meio da doação de equipamentos eletrônicos, notebook e projetor, para as aulas de idiomas.
  • ONG Eco Água Azul. Localizada em Guarulhos (SP), promove acessos a benefícios e serviços sócio assistenciais, fortalecendo a rede de proteção social. Neste período de frio intenso, a empresa irá colaborar com a distribuição de cobertores para 108 famílias atendidas pelo projeto.
  • Lar da Fraternidade. A Ong, localizada no Rio Grande do Sul, acolhe idosos, oferecendo-lhes um lar e uma rede de apoio. Em suas ações, busca resgatar a autonomia e autoestima dos moradores. A ação foi escolhida pela empresa para receber alimentos, produtos de higiene e limpeza.

Sobre o Grupo Açotubo

Com 47 anos de atividades, o Grupo Açotubo é reconhecido pelo portfólio, serviços e soluções em distribuição siderúrgica. A empresa tem seis cinco de negócio, sendo Tubos e Aço, Conexões, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), com unidades estratégicas posicionadas em diferentes regiões para atendimento em todo o Brasil. Com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura, a empresa tem como meta atender os clientes com agilidade e qualidade em todas as suas necessidades, independentemente de volume. Valoriza seus colaboradores como força motriz de desenvolvimento e tem a responsabilidade social como um de seus principais pilares.  Mais informações em: https://acotubo.com.br/.

Dia de Proteção aos Manguezais: Petrobras prevê investir R$ 12,3 milhões na preservação do ecossistema até 2024

Mangues desempenham importante papel na regulação climática, manutenção do ciclo de vida e proteção das áreas costeiras

A Petrobras prevê investir, até 2024, R$ 12,3 milhões em projetos que promovam a preservação de manguezais – ecossistemas que desempenham importante papel na regulação climática, na manutenção do ciclo de vida das espécies e na proteção das áreas costeiras, além de servirem como fonte de renda e segurança alimentar para os moradores que vivem em suas regiões. Para isso, terá como foco quatro iniciativas desenvolvidas por meio do Programa Petrobras Socioambiental, que investe em ações e projetos que buscam ampliar o conhecimento, a conservação e a recuperação da biodiversidade e que geram transformações positivas para as comunidades.

O respeito ao meio ambiente é um valor para a Petrobras. Nesse Dia Mundial de Proteção aos Manguezais, comemorado em 26 de julho, a companhia finaliza os preparativos para a assinatura do contrato de patrocínio para novos ciclos de dois projetos desenvolvidos com esse objetivo. Um deles é o Uçá, apoiado pela Petrobras desde 2012 e que atua na região da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, desenvolvendo atividades de restauração florestal, limpeza de manguezais, pesquisas e educação ambiental. O projeto registra entre seus resultados alcançados a restauração de 18,2 hectares de manguezais, o plantio de 64 mil mudas, a participação de mais de 130 mil pessoas em suas atividades e a retirada de 30 toneladas de lixo (como embalagens plásticas, capacetes, pneus, sofás, geladeiras e brinquedos) dos manguezais por catadores de caranguejo contratados para atuar na limpeza durante a época do defeso. Para os próximos anos, o projeto pretende retirar mais 21 toneladas de resíduos em 12 hectares de manguezais, além de desenvolver programas de educação ambiental, produzir conhecimento científico sobre o tema e atuar de forma integrada com os projetos da Rede de Conservação Baía de Guanabara (REDAGUA), que também é integrada pelos projetos Guapiaçu, Coral Vivo e Meros do Brasil, todos apoiados pela Petrobras.

O outro projeto que irá iniciar um novo ciclo é o Rebimar, que já teve três edições anteriores e que busca promover a proteção dos oceanos e da biodiversidade marinha no litoral do Paraná e sul de São Paulo, área de alta diversidade biológica, por meio de pesquisa, educação e sensibilização ambiental. O projeto vai buscar uma melhor compreensão do estado de conservação dos manguezais, seu papel na manutenção do ciclo de vida das espécies e seu potencial no sequestro de carbono. O objetivo final é entender melhor o papel da Grande Reserva da Mata Atlântica na conservação da biodiversidade marinha e no fornecimento de serviços ecossistêmicos e disseminar essas informações para a população, com foco especial na inserção das meninas na ciência.

Ainda para os próximos anos, a seleção pública do Programa Petrobras Socioambiental, que está em fase de avaliação de projetos, prevê oportunidade, na linha de Clima, para projetos que atuem na conservação de manguezais no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e/ou Santa Catarina. Os projetos selecionados serão divulgados em setembro.

Mangues da Amazônia

Iniciado em 2021, o projeto Mangues da Amazônia atua na maior área de manguezal do país, no Pará. O projeto prevê a conservação de 30 hectares de mangues e a recuperação de outros 12 hectares já impactados, incluindo oferta de assistência técnica e engajamento social, beneficiando direta e indiretamente mais de 7,6 mil pessoas. Em dois anos, o projeto planeja realizar o plantio de 60 mil mudas das três espécies de árvores de mangue dominantes na região, com construção de viveiros e monitoramento. Em paralelo, são desenvolvidas atividades de educação, cultura e pesquisas científicas em diferentes campos, com destaque aos estudos para ajudar a entender o papel dos manguezais nas mudanças climáticas.

Programa Petrobras Socioambiental

O investimento em projetos socioambientais está previsto em um dos dez compromissos de sustentabilidade assumidos no Plano Estratégico 2021-25. Por meio do Programa Petrobras Socioambiental, a Petrobras apoia projetos em temas relevantes para a indústria de óleo e gás e para os territórios onde atua, em todo o país, através de parcerias – muitas de longa data – com instituições do terceiro setor. São apoiadas ações com potencial de grande alcance em número de pessoas atendidas e biomas protegidos, e voltadas para a geração de emprego e renda; para o preparo para o exercício da cidadania; para o atendimento de crianças e adolescentes; para a conservação da biodiversidade costeira e marinha; e para a recuperação de florestas e áreas naturais, entre outras.