Edição de Julho/2021 no ar! – Acesse

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A edição de Julho/2021 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem).

  • Vídeos do setor: Tecnologia e Inovação;
  • Vídeos do setor: Guinada para o refino do futuro;
  • MATÉRIA DE CAPA: A lenta transição energética;
  • MPS ganha novos projetos no mercado internacional;
  • OTC 2021 – Reune os players da indústria mundial de óleo e gás;
  • Origem Energia adquire Polo Alagoas da Petrobras;
  • Navio-plataforma Carioca deixa estaleiro rumo ao campo de Sépia, na Bacia de Santos;
  • Sembcorp Marine contratada para modificar o ex-FPSO Tupi para implantação em águas profundas;
  • Petrobras recebe ofertas para Golfinho da BW Energy, DBO Energia;
  • TechnipFMC firma outro contrato a Petrobras;
  • Petrogotas cresce na pandemia com foco em sanitização industrial;
  • Baker Hughes obtém grandes contratos da Petrobras para cinco campos offshore;
  • PetroRio obtém aprovação do plano de desenvolvimento do campo de Frade;
  • ANP aprovou a constituição das garantias do Campo de Atlanta;
  • Tiger Rentank lança limpeza automatizada para tanques de embarcações;
  • Keppel e Sembcorp Marine discutem fusão de negócios marítimos e offshore;
  • Robô para pré-sal é finalista do Prêmio ANP de Inovação 2021;
  • Wilson Sons vê oportunidades de negócios para apoio marítimo com Nova Lei do Gás;
  • ENTREVISTA: Heloisa Borges Esteves – Diretora de Estudos de Petróleo, Gás Natural na Empresa de Pesquisa Energética (EPE);
  • Petroleira informa sobre venda de ativos de E&P em Alagoas;
  • Petrobras informa sobre venda de participação na Deten Química S.A.;
  • ARTIGO I – O FUTURO CHEGOU – Construindo poços 4.0, sem esquecer as lições do passado por Carlos Alberto Pedroso – Engenheiro de Completação Master na Enauta e Presidente da Society of Petroleum Engineers (SPE) – Brazil Section;
  • Petrobras investirá R$ 2,5 bilhões até 2025 em refino de combustíveis de maior qualidade e menor teor de poluentes;
  • Estatal inicia contratação de unidade de hidrotratamento para a Replan;
  • Petrobras informa sobre arrendamento de Terminal de Regaseificação de GNL;
  • Kongsberg Digital fornecerá software de perfuração em tempo real Sitecom® para a Ocyan;
  • Maersk ganha contrato EPCI para projeto Mero 2 no Brasil;
  • Petrobras contrata linhas flexíveis para revitalização de Marlim e Voador;
  • Hitachi ABB Power Grids lança novos transformadores para energia eólica offshore flutuante;
  • Petrobras dá início à operação do supercomputador Dragão;
  • ARTIGO II – Panorama de desinvestimento em upstream no Brasil por Felipe Germini;
  • Propav  fecha novo contrato com a Transpetro;
  • Modec  inicia trabalho de EPCI no FPSO do campo Bacalhau;
  • A Oil States do Brasil assina contrato estratégico para prestação de Serviços de Manutenção Integrados da Petrobras;
  • Programa Petrobras Conexões para Inovação lança edital de R$ 22 milhões;
  • Petrobras conclui a venda de campo terrestre em Sergipe;
  • Estatal assina Acordo de Coparticipação de Búzios;
  • Petrobras informa sobre aquisição sísmica de Sapinhoá;
  • Petrobras assina contrato de US$ 2,3 bilhões para fornecimento da P-79;
  • ARTIGO III – Novo lubrificante para fluidos de completação em poços de petróleo por Polyana Medeiros de Menezes pesquisadora da Oxiteno;
  • Sinergia acelera inovação em comissionamento industrial;

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Estatal sobre ativos de E&P na Bacia do Paraná

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 01 de julho de 2021, informa o início da fase vinculante referente à venda de 100% de sua participação nas Concessões PAR-T-175_R14, PAR-T-198_R12 e PAR-T-218_R12, localizadas em terra na Bacia do Paraná.

Os potenciais compradores habilitados para essa fase receberão carta-convite com instruções sobre o processo de desinvestimento, incluindo orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação de capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em ativos de classe mundial em água profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

Sobre as Concessões

As Concessões PAR-T-198_R12 e PAR-T-218_R12, localizadas no extremo oeste do estado de São Paulo, foram adquiridas na 12ª Rodada de Licitações da ANP em 2013 e estão atualmente no 1º Período Exploratório e com compromissos do Programa Exploratório Mínimo (PEM) já integralmente cumpridos. A Petrobras é operadora do campo com 100% de participação.

A Concessão PAR-T-175_R14, localizada na porção leste do Estado de Mato Grosso do Sul, foi adquirida na 14ª Rodada de Licitações da ANP em 2017 e apresenta Período Exploratório Único de 6 anos. A Petrobras é operadora do campo com 100% de participação.

Gás natural atrai interesse de gigantes

Três investidores apostam no gás natural do pré-sal para gerar energia elétrica térmica a preço compatível com o das hidrelétricas. E são dos grandes: a empresa petrolífera Shell, a fabricante de equipamentos Mitsubishi Hitachi Power Systems Americas (MHPS) e o Pátria Investimentos, operador da usina térmica Marlim Azul. Nesse projeto de R$ 2,5 bilhões, em construção no município de Macaé, no norte fluminense, o “pulo do gato” está no preço do gás, utilizado como insumo, disseram os investidores.

Com operação prevista para o início de 2023, a usina será a primeira pensada para agregar valor ao gás do pré-sal. A Shell vai fornecer a matéria-prima, extraída por ela própria da Bacia de Santos, a um valor mais competitivo, porque não será atrelado ao dólar e a cotações internacionais, como fazem concorrentes. A Petrobras, por exemplo, alinha o preço de seu gás ao do produto importação. Na prática, seus clientes compram o produto brasileiro a preço do importado.

Gás natural atrai grandes empresas para investir em térmicas
“Baixamos o preço (do megawatt-hora, MWh) e vamos ser chamados sempre. Nossa energia é mais barata do que a de hidrelétricas, e a previsão é despachar mais de 80% (da capacidade)”, disse Bruno Chevalier, presidente da Marlim Azul.

Quando pronta, a usina terá capacidade para gerar 565 megawatt (MW), o suficiente para abastecer uma cidade de 2,5 milhões de habitantes. Metade da construção foi concluída, e os principais equipamentos já estão no Brasil. Uma nova unidade pode ser instalada no mesmo terreno. Mas, para isso, o projeto deve ser contratado em novo leilão, o que dificilmente vai acontecer ainda neste ano.

Marlim Azul, assim como outras térmicas planejadas para Macaé, surgiu do empresário Hugo Crespo, do Grupo Vale Azul. A estratégia do GVA é desenvolver projetos de infraestrutura que superam sua capacidade de investimento. Assim, ele se associa a parceiros de grande porte e, quando o projeto está maduro e na fase de decisão de investimento, o grupo vende sua participação. O GVA começou a desenvolver térmicas e licenciá-las em 2008.

Além das térmicas do GVA e de Marlim Azul, o Estado do Rio de Janeiro já licenciou usinas da EDF, Eneva, MHPS e GPE.

GEF Biogás Brasil anuncia plantas de biogás ganhadoras de edital para investimento em infraestrutura

O projeto GEF Biogás Brasil anunciou as oito propostas ganhadoras de um edital de seleção de plantas de biogás no sul do Brasil. O edital oferece um investimento total de cerca de 4 milhões de reais para a otimização da infraestrutura e das operações das propostas selecionadas. O edital também vincula as plantas de biogás escolhidas ao Projeto GEF Biogás Brasil como unidades de demonstração (UDs), apresentando ao mercado brasileiro cases de sucesso que podem ser replicados em todo o país.

O investimento é destinado à compra de equipamentos ou serviços de maior robustez que promovam ganhos de eficiência e segurança. As obras de otimização têm o objetivo de transformar as plantas de biogás selecionadas em modelos de sucesso e inovação implementados em situação real, com viabilidade técnica e econômica.

O projeto GEF Biogás Brasil é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e executado pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás).

“Queremos garantir que o mercado brasileiro conte com plantas de biogás que sirvam como exemplos de operações bem-sucedidas, sustentáveis e rentáveis”, explica o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Paulo Alvim.

“Nosso objetivo é entregar ao mercado plantas de biogás com modelos de negócio inovadores e replicáveis em circunstâncias variadas”, esclarece o coordenador adjunto de Inovação em Tecnologias Setoriais do MCTI, Gustavo Ramos.

O edital de seleção de unidades de demonstração é regido pela UNIDO de forma independente, e os recursos para investimento são oriundos do GEF, que é um mecanismo multilateral de cofinanciamento que apoia projetos em países em desenvolvimento.

Projetos aprovados – A seleção contemplou empreendimentos localizados na Região sul do Brasil voltados para o uso de resíduos orgânicos agrícolas, agropecuários, agroindustriais ou oriundos da distribuição e/ou do armazenamento de gêneros agrícolas. Conheça as oito propostas selecionadas pelo edital de unidades de demonstração do projeto GEF Biogás Brasil:

  • Recuperação de Biofósforo (Estruvita) contido em digestato resultante da biodigestão anaeróbica de resíduos orgânicos
    Humorgan Indústria e Comércio de Fertilizantes Ltda / PR
    Atende à linha temática 3 – Valorização do digestato
  • Usina Termelétrica a Biogás Fecularia Três Fronteiras
    Fecularia Três Fronteiras Ltda / PR
    Atende à linha temática 1 – Geração de energia elétrica a partir do biogás, nos modais da geração distribuída
  • Obtenção do Biometano e Recuperação do CO2 extraído do Biogás para uso na insensibilização no abate de animais
    3DI Engenharia Ltda / PR
    Atende à linha temática 4 – Aproveitamento energético para autoabastecimento ou abastecimento em circuito fechado
  • Central de Bioenergia Abastecida com Dejetos de Suínos por Meio de Veículos Pesados Movidos a Biometano
    EnerDinBo Geradora de Energia LTDA / PR
    Atende à linha temática 2 – Produção e uso de biometano
  • Granja Kist e Froelich – Arranjo Produtivo Sustentável de uma Granja de Suínos.
    Edson Caetano Kist / RS
    Atende à linha temática 3 – Valorização do digestato.Proponente: Edson Caetano Kist
  • Planta Biometano Tamboara
    Sinergas GNV do Brasil / PR
    Atende à linha temática 2 – Produção e uso de biometano
  • Desenvolvimento de Unidade Referência na produção de fertilizantes com alto valor agregado a partir da valorização do digestato de efluentes por cogeração em plantas de biodigestão 
    Luming – Inteligência Energética/Master Agroindustrial LTDA / SC
    Atende à linha temática 3 – Valorização do digestato
  • Unidade referência de agroindústria autossuficiente em energia elétrica e térmica a partir de cogeração com biogás
    Luming Inteligencia Energética/Amidos Bankhardt LTDA / PR
    Atende à linha temática 4 – Aproveitamento energético para autoabastecimento ou abastecimento em circuito fechado

Critérios gerais do edital – Segundo o diretor presidente do CIBiogás, Rafael González, o edital de seleção de unidades de demonstração atende a demandas importantes do setor de biogás.

“O Projeto GEF Biogás Brasil realizou estudos de mercado para identificar algumas necessidades de inovação em tecnologias e modelos de negócios que permitam ser replicados no país”, explica González. “Desta forma, o edital atende às demandas de mercado, garantindo acesso a recursos e mais investimentos no setor de biogás. A expectativa é que tenhamos exemplos de sucesso para o avanço de unidades produtoras de biogás e biometano no Brasil”.

O edital foi lançado no início de março deste ano, e propostas foram encaminhadas por interessados ao projeto GEF Biogás Brasil até o final de abril. As propostas foram avaliadas por um comitê técnico que levou em consideração o impacto social, ambiental, econômico, financeiro e técnico de cada proposta candidata.

Além disso, o comitê também fez visitas técnicas às plantas de biogás pré-selecionadas após uma análise preliminar. Durante as visitas presenciais, foram avaliadas a viabilidade, replicabilidade, inovação técnica e capacidade de melhoria das plantas de biogás.

“Verificamos arranjos interessantes e muito diferentes entre si. Há um potencial imenso de otimização dos processos envolvidos, tornando essas plantas mais robustas e eficientes”, explica a especialista em tecnologias de biogás e consultora da UNIDO em parceria com o CIBiogás, Natalí Nunes. “Além disso, devemos valorizar as boas práticas para servirem como referência para o setor no Brasil”, diz Natalí.

As Unidades de Demonstração serão concluídas em até seis meses. O acompanhamento técnico e financeiro da implementação dos projetos de otimização é feito pela equipe técnica do Projeto GEF Biogás Brasil.

Semana da Inovação da ABB mostra novas tecnologias e formas de negócios para diversos setores da indústria

A ABB, empresa líder global em tecnologia que impulsiona a transformação da sociedade e da indústria para um futuro mais produtivo e sustentável, promove entre 16 e 20 de agosto uma série de webinars voltados para os segmentos de Bens de Consumo, Alimentos e Bebidas, Farma, Cuidados Pessoais e Logística. Durante essa semana, será possível acompanhar duas apresentações por dia, sempre às 9h e às 16h30, com especialistas de diferentes áreas da ABB e convidados e cases externos.

“Seguimos disseminando novas tecnologias e soluções para o mercado através de encontros virtuais. Será uma semana dedicada a palestras que mostrarão como a inovação tecnológica e novos modelos de negócios podem se transformar em aumento de produtividade, segurança e digitalização para as empresas”, ressalta Adrian Covi, gerente de robótica para Bens de Consumo e Logística da ABB Brasil.

É possível encontrar palestras de todas as diferentes áreas da ABB, incluindo a B&R, empresa adquirida pela ABB há alguns anos, desde a eletrificação, passando por robótica e automação de máquinas, até a digitalização e análise de dados, com lançamentos e tendências da empresa para a indústria.

A programação completa pode ser acessada neste LINK onde também é possível fazer a inscrição