Petrobras divulga Relatório Fiscal do 1º Semestre de 2021

A Petrobras recolheu no primeiro semestre de 2021 o total de R$ 76,7 bilhões aos cofres públicos, compreendendo: R$ 32,4 bilhões em tributos próprios de suas operações; R$ 23,3 bilhões em participações governamentais e R$ 21,0 bilhões em tributos retidos de terceiros, uma vez que a companhia possui incumbência legal de recolhimento por toda a cadeia, na figura de substituta tributária.

Para a União foram pagos R$ 14,3 bilhões em Tributos Federais + R$ 23,3 bilhões em participações governamentais, totalizando R$ 37,6 bilhões ao ente Federal. Para os estados foram recolhidos R$ 38,6 bilhões, enquanto para os municípios foram recolhidos os valores de R$ 497,3 milhões no acumulado do primeiro semestre.

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Estatal aprova pagamento de remuneração aos acionistas

O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião realizada, aprovou o pagamento de duas antecipações da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2021, no valor total de R$ 31,6 bilhões (cerca de US$ 6 bilhões).

Essa distribuição extraordinária considera as perspectivas de resultado e geração de caixa da Petrobras para o ano de 2021, sendo compatível com a sustentabilidade financeira da companhia, sem comprometer a trajetória de redução de seu endividamento e sua liquidez, em linha com os princípios da Política de Remuneração aos Acionistas.

Os valores serão distribuídos da seguinte forma:

1ª parcela

Valor total: R$ 21 bilhões

Valor bruto por ação ordinária e preferencial: R$ 1,609911 por ação

Data de corte:  para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 será no dia 16 de agosto de 2021 e a record date para os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociadas na New York Stock Exchange – NYSE será o dia 18 de agosto de 2021. As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 e na NYSE a partir de 17 de agosto de 2021.

Data de pagamento: para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 o pagamento será realizado no dia 25 de agosto de 2021. Os detentores de ADRs receberão o pagamento a partir de 01 de setembro de 2021.

Forma de distribuição: Dividendos

2ª parcela

Valor total: R$ 10,6 bilhões

Valor bruto por ação ordinária e preferencial: R$ 0,812622 por ação

Data de corte:  para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 será no dia 01 de dezembro de 2021 e a record date para os detentores de ADRs será o dia 03 de dezembro de 2021. As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 e na NYSE a partir de 02 de dezembro de 2021.

Data de pagamento: para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 o pagamento será realizado no dia 15 de dezembro de 2021. Os detentores de ADRs receberão o pagamento a partir de 22 de dezembro de 2021.

Forma de distribuição: A Petrobras irá declarar e comunicar a forma de distribuição (dividendos e/ ou juros sobre o capital próprio – JCP) anteriormente à data de corte.

Os valores antecipados aos acionistas a título de dividendos ou JCP, reajustados pela taxa Selic desde a data do pagamento até o encerramento do exercício, serão descontados dos dividendos mínimos obrigatórios, inclusive para fins de pagamento dos dividendos mínimos prioritários das ações preferenciais.

A Política de Remuneração aos Acionistas da Petrobras pode ser acessada no site da companhia (http://www.petrobras.com.br/ri).

Petrobras apresenta excelentes resultados financeiros no segundo trimestre de 2021

Resultado positivo permitirá antecipar pagamento de dividendos à União e aos acionistas minoritários

A Petrobras atingiu excelentes resultados operacionais e financeiros no segundo trimestre de 2021, com lucro líquido de US$ 8,1 bilhões, impactado positivamente pelo efeito da apreciação do Real sobre a dívida. Entre os destaques, estão a geração de fluxo de caixa operacional e a de fluxo de caixa livre, totalizando US$ 10,8 bilhões e US$ 9,3 bilhões, respectivamente, e o EBITDA ajustado de US$ 11,8 bilhões, 32% acima do trimestre anterior.

Em função desse resultado, o Conselho de Administração da companhia aprovou a antecipação do pagamento de remuneração ao acionista referente ao exercício de 2021 no montante de US$ 6 bilhões, sendo US$ 4 bilhões [R$ 21 bilhões] a serem pagos em 25 de agosto deste ano e US$ 2 bilhões [R$10,6 bilhões] em 15 de dezembro de 2021. Dessa forma, a Petrobras compartilha os ganhos financeiros com a sociedade brasileira. A União, acionista controlador, receberá R$ 11,6 bilhões desse valor e, somadas as parcelas já pagas, o montante chegará ao final de 2021 em R$ 15,4 bilhões.

“É um prazer apresentar os excelentes resultados operacionais e financeiros do segundo trimestre de 2021. Continuamos trabalhando duro, amparados em decisões absolutamente técnicas; evoluindo e tornando-nos mais fortes para melhor investir, suprir um mercado cada vez mais exigente e gerar prosperidade para nossos acionistas e para a sociedade”, afirmou o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna.

A Petrobras segue também comprometida com a redução do endividamento e, neste segundo trimestre, chegou a uma dívida bruta de US$ 63,7 bilhões, 10,3% inferior ao trimestre passado. Esse valor está abaixo da previsão para 2021 (US$ 67 bilhões) e muito próxima do objetivo de atingir US$ 60 bilhões, inicialmente previsto para o fim de 2022. A Dívida Líquida/EBITDA ajustado atingiu 1,49x ao final do segundo trimestre, melhor marca desde o terceiro trimestre de 2011, quando os arrendamentos ainda não faziam parte do endividamento.

“Os resultados alcançados neste trimestre decorrem da nossa resiliência, foco nos melhores ativos e da nossa capacidade de adaptação. Ressalto ainda a forte desalavancagem, as conquistas com o processo de gestão de portfólio e, não menos importante, o substancial pagamento de dividendos como reconhecimento aos nossos acionistas. Trabalharemos para fazer com que esse pagamento percentual aumente ainda mais ao longo dos anos”, afirmou o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Rodrigo Araujo.

Os resultados operacionais também se destacaram pela produção média de 2,8 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 1,1% acima do primeiro trimestre, sendo que os campos do pré-sal contribuíram com 1,96 milhão de boed, o equivalente a 70% do total. Tais resultados confirmam a estratégia bem-sucedida de gestão de portfólio da companhia, ao reduzir a presença em negócios de baixa aderência a sua carteira de ativos para realocar recursos em projetos e ativos de maior produtividade e que que maximizam o retorno sobre o capital empregado.

Neste ano, até 31 de julho, a entrada de caixa referente à venda de ativos atingiu o valor de US$ 2,8 bilhões. Além da assinatura da venda da Gaspetro, concluímos no período as seguintes operações: a oferta pública da participação remanescente na BR, a venda dos campos de Frade e Dó-Ré-Mi, do Polo Rio Ventura, das Sociedades Eólicas Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4, da Petrobras Uruguay Distribución (PUDSA), da BSBios e da participação remanescente de 10% na NTS. Estes recursos permitirão aumentar investimentos em projetos promissores como, por exemplo, o desenvolvimento de campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo. É um ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e que permite uma produção de petróleo e gás duplamente resiliente, com baixa intensidade de emissões de carbono e baixos custos.

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Braskem registra resultado operacional recorrente de R$ 9,4 bi no 2T21

Resultado cresce pelo quarto trimestre consecutivo; alavancagem cai ao menor patamar histórico e lucro atinge R$ 7,4 bilhões

A Braskem registrou no segundo trimestre deste ano um forte resultado operacional recorrente, com aumento da receita líquida de vendas e do lucro líquido. Em função disso, a companhia seguiu reduzindo a sua dívida bruta e a sua alavancagem corporativa, a qual chegou ao patamar mais baixo de sua história ao final do trimestre.

  • No trimestre, o resultado operacional recorrente foi de R$ 9,4 bilhões, 35% superior ao trimestre anterior e 522% acima do mesmo período do ano passado;
  • A receita líquida de vendas alcançou R$ 26,4 bilhões, crescimento de 16% e de 136% em relação ao primeiro trimestre deste ano e ao segundo trimestre de 2020, respectivamente;
  • O lucro líquido foi de R$ 7,4 bilhões, 198% maior do que no trimestre anterior;
  • A relação em dólares de dívida líquida/resultado operacional recorrente em dólares foi de 1,1 vez no trimestre, inferior 39% quando comparada ao trimestre anterior (1,8 vez). A redução em relação ao mesmo período do ano passado foi de 85%.

“Os resultados da Braskem no trimestre refletem o positivo momento do cenário petroquímico internacional e o nosso compromisso com a higidez financeira, mantendo firme nosso objetivo de voltarmos ao nível de risco de grau de investimento. Estamos trabalhando duro para continuar a contribuir para a retomada econômica e para atender bem nossos clientes e parceiros, sempre tendo como prioridade a segurança e a saúde de nossos integrantes”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

O resultado operacional recorrente da companhia foi gerado pela melhoria dos spreads internacionais e pelo maior volume de vendas de polipropileno nos EUA e de polietileno no México. No mercado brasileiro, a Braskem registrou uma queda na demanda por resinas no segundo trimestre de 7%, quando comparado ao primeiro trimestre do ano. Tal queda se deu principalmente pela normalização da demanda em alguns segmentos da economia, como construção civil, embalagens, bens de consumo, entre outros. Apesar disso, a demanda permanece em patamares saudáveis. Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando a economia desaqueceu por causa da pandemia de Covid-19, houve aumento de 34%.

Para reduzir a dívida bruta, a Braskem concluiu uma série de operações no segundo trimestre, totalizando US$ 643 milhões. Adicionalmente, em julho, a companhia concluiu o resgate total do bônus com vencimento em 2022 no montante de US$ 255 milhões e o pré-pagamento do empréstimo bancário no valor de US$ 100 milhões.

Como reflexo, em maio, a agência de classificação de risco Fitch Ratings alterou a perspectiva do rating da Braskem para positiva, no nível de risco em escala global de BB+ e, em julho, a agência Moody’s alterou a perspectiva do rating da Braskem para estável, no nível de risco em escala global de Ba1.

 ESG

Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para 2030, a Braskem assumiu novos compromissos estruturados em sete dimensões: saúde e segurança, resultados econômicos e financeiros, eliminação de resíduos plásticos, combate às mudanças climáticas, ecoeficiência operacional, responsabilidade social e direitos humanos e inovação sustentável.

Um marco importante para tornar públicos os esforços da companhia nesse sentido foi o lançamento do Relatório Integrado 2020, contemplando os padrões de reporte GRI (Global Report Initiative), IIRC (International Integrated Reporting Council) e, pela primeira vez, SASB (Sustainability Accounting Standards Board). Veja mais em: www.braskem.com.br/portal/Principal/arquivos/relatorio-anual/Braskem_RI2020_PT.pdf

Outro marco importante foi a aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em julho, da reforma e consolidação do Estatuto Social da Companhia para transformar o Comitê de Conformidade em Comitê de Conformidade e Auditoria Estatutário (CCAE). A formação do CCAE é uma recomendação do Código Brasileiro de Governança Corporativa, recepcionado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na Instrução CVM no 480/09. O comitê será formado por membros independentes sendo dois externos nomeados a partir de lista selecionada por empresa de headhunter.

Seguindo nas ações de apoio na assistência ao combate à Covid-19 e aos efeitos sociais causados pela pandemia, a Braskem destinou neste ano R$ 15 milhões para projetos que incluíram a distribuição de mais de 55 mil cestas básicas e 25 mil kits de higienização. O programa de voluntariado da Braskem também entrou nesse esforço e, para aumentar ainda mais seu impacto, a companhia multiplicou em cinco vezes as doações de seus integrantes, em formato de cestas básicas.

Alagoas

Desde 2018, a Braskem vem contribuindo com o poder público na compreensão do fenômeno geológico em Maceió e na minimização dos seus efeitos. A companhia assinou acordos com o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas para promover a segurança e a compensação financeira dos moradores dos bairros atingidos pelo fenômeno e para a reparação socioambiental e urbanística da região.

Para dar conta da compensação dos moradores, da reparação socioambiental e urbanística e do fechamento seguro dos poços de sal na região, a Braskem fez o provisionamento de R$ 10,2 bilhões havendo saldo atual de R$ 7,7 bilhões.

A Braskem vem cumprindo o cronograma acertado com as autoridades alagoanas. Dos imóveis localizados no mapa de ações prioritárias da Defesa Civil alagoana, 13.807 já foram desocupados, ou seja, quase 96% do total.

O Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação (PCF) chegou em julho a 8.298 propostas apresentadas aos moradores, comerciantes e empresários da área de desocupação, com um índice de aceitação de 99,7%. Até agora, o Programa pagou mais de R$ 1,3 bilhão entre indenizações e auxílios financeiros.

Dassault Systèmes reforça compromisso com a sustentabilidade: empresa aprova metas com base científica e cronograma para zerar emissões

Dassault Systèmes anuncia que a iniciativa Science Based Targets (SBTi – Objetivos baseados na Ciência) aprovou suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, já em linha com os protocolos defendidos pelo Acordo de Paris e as orientações de melhores práticas do SBTi. A empresa também se compromete a zerar a emissão de gases em toda sua operação até 2040, em medidas para ajudar a impulsionar a sustentabilidade em escala global e em alta velocidade por meio da utilização de Soluções de Gêmeo Digital (Virtual Twin Experiences).

As metas aprovadas cobrem as emissões das próprias operações da Dassault Systèmes – escopos 1 e 2 -, que focam nas reduções necessárias para limitar o aquecimento em no máximo 1,5 graus Celsius, a meta mais ambiciosa do Acordo de Paris. As metas de emissões de viagens de negócios e deslocamento de funcionários e de sua cadeia de valor – escopo 3 – estão alinhadas às orientações das melhores práticas do SBTi.

Para compensar as emissões restantes e cumprir seus compromissos de sustentabilidade até 2040, a Dassault Systèmes fará parcerias com empresas industriais no desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras em sua plataforma 3DEXPERIENCE, que removem permanentemente o dióxido de carbono da atmosfera.

A plataforma 3DEXPERIENCE está no centro das Soluções de experiência de Gêmeo Digital (Virtual Twin Experiences) e é um divisor de águas para as melhores práticas de Gerenciamento de Ciclo de Vida de Produto, com oportunidades que estão impulsionando a transformação industrial nos segmentos de manufatura, saúde, construção e outros setores econômicos. Ela fornece às empresas uma abordagem totalmente nova para imaginar, desenvolver e entregar inovações sustentáveis ​​a seus clientes. Eles podem simular cenários integrando dados do mundo real para testar e aprimorar ideias inovadoras sem riscos, bem como otimizar o processo de criação de valor para reduzir emissões e resíduos.

“A Dassault Systèmes é uma empresa baseada na ciência e nosso objetivo é ‘Harmonizar produto, natureza e vida’. Por meio da a plataforma 3DEXPERIENCE e Soluções de Gêmeo Digital (Virtual Twin Experiences) nossos clientes estão atualizando sua pegada ambiental e de fatura ecológica para reinventar uma economia mais sustentável, e estamos implementando nossa própria estratégia de roteiro prático para atingir nossas metas de emissões aprovadas e nosso compromisso de zero emissões líquidas”, diz Bernard Charlès, Vice-Presidente e CEO da Dassault Systèmes. “Ao fornecer as soluções segmentadas e as melhores práticas que apóiam os negócios em sua transição em direção à sustentabilidade, podemos harmonizar ainda mais  produto, natureza e vida, e fazer uma contribuição significativa para cumprir as metas do Acordo de Paris na próxima década”.

A Dassault Systèmes tem se esforçado continuamente para ajudar a cumprir as metas do Acordo de Paris e apoiar a resposta global à ameaça das mudanças climáticas. Além de incorporar a sustentabilidade em suas próprias atividades e fornecer a seus clientes a tecnologia necessária para inovar de forma sustentável, a Dassault Systèmes está trabalhando com uma variedade de públicos de interesse para mitigar coletivamente os impactos de resíduos, consumo e processos industriais no meio ambiente. Mais recentemente, a Dassault Systèmes, tornou-se membro fundador da European Green Digital Coalition (Coalização Digital Verde Europeia) e da iniciativa Digital with Purpose da GeSI (Digital com propósito). Ela também foi classificada no Corporate Knights 2021 Clean200 (Cavaleiros Corporativos 2021 – Os 200 mais limpos) e recebeu uma classificação ESG (Environment, Social, Governance Regulations) de AA da MSCI.

“Parabenizamos a Dassault Systèmes por esses compromissos ambiciosos, pois eles aceleram a ação climática em suas próprias operações, seus fornecedores e clientes”, diz Jonathan Sykes, Presidente Executivo da Carbon Intelligence, cuja equipe apoiou a estratégia. Os detalhes completos sobre os objetivos da Dassault Systèmes podem ser encontrados no site da empresa.