Solstad CSVs para apoiar as operações da Petrobras e Prysmian

A Solstad Offshore fechou contrato com a Petrobras para a implantação de seu navio de apoio à construção (CSV) Normand Flower (foto acima) e do CSV Normand Pacific para a Prysmian Powerlink.

Pelo contrato, a Solstad apoiará as atividades de exploração e produção da Petrobras.

A duração do contrato é de três anos firmes, com opções de 475 dias depois, com início em abril de 2022.

Além disso, a Solstad assinou uma extensão de contrato com a Prysmian Powerlink para seu CSV Normand Pacific por um período de um ano.

O período de contrato terminará em 31 de dezembro de 2022. Prysmian tem a opção de estender o contrato por dois anos além do período de contrato, informou Solstad.


CSV Normand Pacific (cortesia de Solstad Offshore)

A duração do contrato é de três anos firmes, com opções de 475 dias depois, com início em abril de 2022.

Além disso, a Solstad assinou uma extensão de contrato com a Prysmian Powerlink para seu CSV Normand Pacific por um período de um ano.

O período de contrato terminará em 31 de dezembro de 2022. Prysmian tem a opção de estender o contrato por dois anos além do período de contrato, informou Solstad.

Petrobras reduz custos em operações de transferência de óleo por meio de nova ferramenta tecnológica

Desenvolvida internamente, ‘TUG’ permite compartilhamento de informações relevantes para a programação de alívio das plataformas

A Petrobras reduziu em 14,3 milhões de reais os gastos com as operações de transferência de óleo em suas plataformas no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2020. A economia foi possível com a contribuição da ferramenta TUG (Integração de Informações de Offloading), dentro do processo da Sala de Integração de programação, onde é possível integrar as informações relevantes que compõem a operação para que o alívio (operação que transfere o óleo acumulado na plataforma de produção para o navio aliviador) não ocorra em um tempo acima do planejado. A redução de custos permite agregar valor ao processo e maximizar recursos. Criada e desenvolvida pela Petrobras, a ferramenta TUG é resultado do Programa Startups Internas, que ajuda a viabilizar as inovações tecnológicas pensadas por equipes formadas por empregados de toda a companhia.

A ferramenta TUG fornece uma visão integrada em tempo real e uma programação mais assertiva de toda a operação. Permite ao programador da logística maior agilidade e segurança nas decisões que precisam ser tomadas para o sucesso da operação de alívio. O sistema possibilita visualizar variáveis que podem determinar o momento mais adequado para o alívio do óleo nas plataformas e disponibiliza funcionalidades de previsão meteoceanográficas, algoritmo que calcula a probabilidade de necessidade de uso de rebocador. A TUG também informa quando a plataforma atinge a capacidade máxima de armazenamento de óleo, evitando que a produção, por se aproximar do seu limite de armazenamento, seja restringida, reduzindo assim o risco de perdas. Informações relacionadas à produção, programação dos navios aliviadores e embarcações auxiliares são outras atribuições acessadas por meio do sistema.

Apresentada no Programa Startups Internas, a ferramenta começou a ser utilizada de forma mais consistente a partir de novembro de 2020 e, no início deste ano, passou a ser acionada diariamente na sala de integração de offloading (alívio). Atualmente, é utilizada em praticamente todas as operações realizadas pela Petrobras por meio de navio aliviador. Com a ferramenta TUG, a Petrobras busca obter menor custo e maior eficiência nessas atividades. Dessa forma, é possível agregar valor ao processo e maximizar o uso dos recursos da companhia, promovendo mais retorno para a empresa e para a sociedade, o que cria um ciclo virtuoso de geração de valor.

Programa Startups Internas

O Programa Startups Internas buscar incentivar a cultura de inovação na companhia, acelerando a criação de soluções digitais, ao mesmo tempo em que soluciona desafios complexos do negócio. O programa valoriza iniciativas intraempreendedoras propostas pelo corpo de empregados da Petrobras, trazendo para dentro da companhia o conceito de startup, que fomenta a inovação e as novas formas de trabalho.

Na primeira etapa, o programa, lançado em 2020, já possibilitou a criação de 22 startups internas, que estão atualmente em fase de aceleração. “Esse é mais um exemplo da eficiência do programa de startups internas, construindo um caminho para a geração de novas ideias, por meio de seus próprios colaboradores. Os times das startups internas apresentam soluções criativas e inovadoras para os desafios enfrentados pela companhia, focando sempre na geração de valor. Costumo reforçar que aqui na Petrobras ‘santo de casa faz sim milagres’”, afirma o Diretor de Transformação Digital e Inovação, Nicolás Simone.

Inovação: Rudolph Usinados tem projeto aprovado pela Finep

Sistema vai conectar equipamentos usando inteligência artificial

A Rudolph Usinados, de Timbó (SC), dá mais um passo no caminho da Indústria 4.0. Fabricante de componentes mecânicos, com ênfase para o setor automotivo, a companhia anuncia a aprovação de um projeto de inovação pelo Programa Finep 2030 Empresarial – Mobilidade e Logística, da Financiadora de Estudos e Projetos, empresa pública brasileira de fomento. Voltado ao desenvolvimento de soluções de digitalização e inteligência artificial aplicadas à fábrica, o projeto tem prazo de 19 meses para conclusão e será conduzido por um time multifuncional da Rudolph. No total, representa investimentos de R$ 3,1 milhões, entre aporte da própria empresa e subsídio da Finep.

O princípio da Indústria 4.0 já foi o eixo de um projeto em parceria com a Bosch, nos últimos três anos. “Esse tema convida nossa operação à inovação constante, e estamos dando um grande passo de excelência operacional”, diz o CEO da Rudolph Usinados, Alex Marson. Segundo ele, o projeto irá digitalizar os processos de fabricação – do recebimento da matéria-prima à expedição –, eliminando apontamentos manuais e documentos físicos. A primeira etapa deverá interconectar 120 equipamentos, possibilitando a coleta automatizada das informações de processos, com o objetivo de orientar o planejamento avançado de produção.

Apoiado por algoritmos de Inteligência Artificial, o sistema vai otimizar o balanceamento e a sincronização do processo produtivo, conectando-o às demandas do cliente. ”O resultado é o aprimoramento da gestão de estoques, enquanto asseguramos o pleno atendimento de entregas no ambiente dinâmico das nossas cadeias, agilizando a resposta a eventuais gargalos e desvios”, explica Marson.

O projeto será desenvolvido com parceiros que apoiarão a conexão do chão de fábrica à gestão pelo MES (Manufacturing Execution System), o desenvolvimento do sistema de inteligência artificial e a integração da solução com as plataformas de gestão e planejamento avançado de produção. “A tecnologia emite relatórios em tempo real, otimizando o encadeamento de etapas de produção. São máquinas interconectadas em plataformas de análises avançadas para o processamento dos dados produzidos. Ou seja: a Internet Industrial das Coisas a nosso serviço”, conclui o CEO.

Wilson Sons adere à ranking global de sustentabilidade

Relatório internacional, que reúne mais de nove mil empresas e 800 cidades, publica dados sobre emissão de carbono e políticas climáticas

O Grupo Wilson Sons deu mais um importante passo para o gerenciamento do impacto de suas operações ao meio ambiente com a implementação de medidas que visam a construção de uma companhia mais sustentável. A empresa aderiu ao Carbon Disclosure Project (CDP), programa sem fins lucrativos que auxilia empresas e cidades a divulgarem seu desempenho ambiental com o objetivo de reduzir emissões e atenuar as mudanças climáticas.

Pioneiro no sistema global de divulgação ambiental, o CDP tem como proposta a elaboração e publicação de um questionário coletivo, formulado por investidores institucionais e direcionado às empresas listadas nas principais bolsas de valores do mundo, unificando informações das instituições sobre políticas de impacto ao meio ambiente e gestão eficiente dos riscos relacionados ao carbono.

Com a adesão ao programa, a Wilson Sons fortalece o avanço da agenda climática da companhia. “Nos juntamos às maiores empresas do mundo e reafirmamos nosso processo de transparência. Estamos entre 21% das companhias que alcançaram o nível C no segmento de transporte marítimo, média global das empresas deste setor”, afirma o gerente de Saúde, Meio Ambiente, Segurança e Sustentabilidade da Wilson Sons, João David Santos. 

A iniciativa da empresa reitera os compromissos com a sustentabilidade e políticas socioambientais adotadas ao longo dos últimos anos, como  a adesão ao Pacto Global (ONU) e ao Programa Brasileiro GHG Protocol, projetos que têm como objetivo promover a transformar a atuação da sociedade em relação aos impactos ao meio ambiente e à responsabilidade social corporativa.

Sobre o Grupo Wilson Sons:  

A Wilson Sons é a maior operadora integrada de logística portuária e marítima do mercado brasileiro e oferece soluções da cadeia de suprimento, com mais de 180 anos de experiência. Com presença nacional, a Companhia presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica, conectando as melhores soluções aos resultados esperados pelos seus clientes.

IPO da Raízen visa acelerar crescimento da joint venture de energia renovável da Shell no Brasil

A Shell Brazil Holding B.V. (Shell), subsidiária da Royal Dutch Shell plc, anunciou em (05/08) o início de negociações de ações da Raízen SA (Raízen), joint venture de energia renovável entre a Shell e a Cosan, na bolsa de valores brasileira (B3), após a realização de uma oferta pública inicial (IPO).

“A Shell está comprometida com a Raízen à medida que expandimos nossos negócios de energia renovável e nossa presença no Brasil e na Argentina”, comenta Huibert Vigeveno, diretor de Downstream da Shell. “Este IPO deve ajudar a Raízen a crescer mais rapidamente, fazendo com que a companhia entregue mais energia limpa aos nossos clientes. Acreditamos que a abertura de capital seja a melhor maneira de financiar esta estratégia e fornecer retornos consistentes sobre o investimento tanto para os parceiros da joint venture quanto para novos investidores”.

A Raízen é líder global na produção de biocombustíveis de primeira e segunda geração a partir da cana-de-açúcar. A empresa busca uma estratégia de crescimento ambiciosa, conforme demonstrado pelo recente acordo para adquirir a Biosev e pela integração dos negócios de lubrificantes da Shell no Brasil (ambos sujeitos à conclusão do negócio), além da decisão de investimento para expandir a capacidade de produção de biocombustíveis de segunda geração. O crescimento da Raízen também contribuirá para a meta da Shell de se tornar um negócio de energia com zero emissões líquidas até 2050, em sintonia com a sociedade.

Os pontos de varejo da marca Shell e os negócios de lubrificantes no Brasil e na Argentina continuarão sendo administrados pela Raízen.

Informações adicionais:

  • O IPO contemplou 810.811.000 ações preferenciais colocadas à disposição dos investidores pelo valor unitário de R$ 7,40. O IPO levantou R$ 6,0 bilhões (US$ 1,15 bilhão) para financiar o programa de crescimento da Raízen.
  • Após o IPO, e sujeito à opção de compra a ser exercida e à conclusão da aquisição da Biosev, as participações acionárias da Shell e da Cosan na Raízen serão de cerca de 43,5% cada, embora ambas continuem a deter 50% das ações ordinárias com direito a voto.
  • A Raízen foi criada em 2011 como uma joint venture entre a Shell e a Cosan. É uma empresa integrada de energia e líder na produção de cana-de-açúcar, etanol e bioenergia no Brasil. Possui 26 unidades de produção, 860.000 hectares de terras agrícolas cultivadas, uma rede de mais de 7.300 pontos de venda com a marca Shell, 1.300 lojas de conveniência Shell Select e mais de 4.000 clientes comerciais no Brasil e na Argentina. Em seu último exercício financeiro (2020-21), a Raízen produziu cerca de 2,5 bilhões de litros de etanol (sem contar com a produção de etanol celulósico de segunda geração – veja abaixo).
  • Em fevereiro de 2021, a Raízen anunciou um acordo para adquirir a Biosev, produtora líder de etanol no Brasil (sujeito à conclusão do negócio). Em maio de 2021, foi firmado um acordo para prorrogar o Contrato de Licença de Marca de Varejo entre a Shell e a Raízen – segundo o qual os pontos de varejo operados pela Raízen carregam a marca Shell e vendem combustíveis Shell – por mais 13 anos com possibilidade de prorrogação. Em junho de 2021, foi fechado um acordo para a Raízen adquirir os negócios de lubrificantes da Shell no Brasil (sujeito à conclusão do negócio), e uma decisão de investimento foi tomada para a construção de uma nova planta de biocombustíveis de segunda geração, que deve iniciar a produção em 2023 e responderá por mais 82 milhões de litros de capacidade de produção de etanol celulósico por ano, além dos atuais 38 milhões de litros já produzidos pela Raízen.