Edição de Agosto/2021 – já está disponível!

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  • Vídeos do setor: Novas Fronteiras – Petrobras
  • Vídeos do setor: A TotalEnergies – TotalEnergies
  • MATÉRIA DE CAPA: A transformação digital na gestão de pessoas;
  • Solstad CSVs para apoiar as operações da Petrobras e Prysmian;
  • Siemens Energy firma acordo com Petrobras para fornecimento de software de modelagem, planejamento e suporte à tomada de decisão;
  • Terminais da Wilson Sons estão entre os melhores do Brasil em operações de longo curso;
  • Petrobras investe 24 milhões de reais no Porto de Imbetiba;
  • Programa Mais Valor atinge R$ 5 bilhões em operações realizadas;
  • Produção no campo de Atapu ultrapassa 100 mil boe/d;
  • SBM Offshore e Petrobras assinam contratos para a maior unidade de produção de petróleo a operar offshore no Brasil;
  • Estatal assina contrato para venda da Gaspetro;
  • Petrobras renova contrato de navio sonda no Brasil;
  • Enauta atinge 18 milhões de barris produzidos no Campo de Atlanta;
  • Investimentos da Petrobras e chegada de novas empresas dinamizam setor de óleo e gás na Bacia de Campos;
  • Ocyan potencializa capacidade de suporte remoto com uso de plataforma de inteligência operacional Intelie LIVE®;
  • Enauta produzindo a partir de dois poços de Atlanta após reparos;
  • Carla Murakami assume nova área de Customer Total Care da Fluke;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: KARINE FRAGOSO – Diretora Geral da  Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) e Gerente Petróleo, Gás e Naval da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan);
  • Shell Brasil desenvolve solução de inteligência artificial para verificar fadiga e riscos de quedas em trabalhadores Onshore e Offshore;
  • Levantamento da Firjan registra recuperação de vagas no mercado de petróleo e gás fluminense;
  • MATÉRIA TÉCNICA: A revolução da Robótica: Do E&P ao Downstream por Julia Vaz;
  • Schulz lança primeiro compressor de pistão isento de óleo com inversor de frequência do Brasil;
  • Petrobras e Equinor contratam a DOF;
  • Prysmian entregará umbilicais submarinos à Petrobras;
  • Skandi Neptune pronto para a Bacia de Campos;
  • Petrobras alcança recorde histórico na oferta de GNL regaseificado no país;
  • Sapura migra diretórios internos para plataforma SharePoint;
  • MODEC e TOYO negociam joint venture;
  • RNEST inicia parada programada para manutenção de equipamentos;
  • ARTIGO I: NR-12 no segmento de petróleo por Mauricio Barile – Gerente de Treinamentos e Suporte Técnico da Pilz do Brasil;
  • Petrobras conclui a venda do Polo Rio Ventura;
  • DNV verifica novo método de teste de espuma de fogo;
  • PetroRio contrata sonda Ocyan para Frade;
  • Ocyan vence licitação e recontrata sonda Norbe IX para Petrobras;
  • Petrobras assina contrato para venda do Campo de Papa-Terra;
  • PetroRio fecha compra de participação no campo Wahoo da TotalEnergies;
  • Petrobras inicia venda de ativo de E&P na Bacia Potiguar;
  • P-76 inicia exportação de gás para o continente;
  • ARTIGO II: Saiba como aplicar operações inteligentes e autônomas em poços de produção por Jonathan Chong, gerente de P&D de tecnologia avançada, Sensia;
  • Navio sonda Constellation consegue contrato de três anos com a Petrobras;

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Petrobras investe em tecnologia para monitoramento remoto de plataformas na Bacia de Campos

Com um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões, a Petrobras aprimorou seu Centro de Operações Integradas (COI) na Bacia de Campos. São mais de 50 monitores de TVs, que acompanham, em tempo real, processos de produção de petróleo e escoamento de óleo e gás na região, situados a dezenas de quilômetros de distância de Macaé.

A partir do COI, é possível acompanhar em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana, os parâmetros de produção de 190 poços operados pela UN-BC na Bacia de Campos. O COI também monitora os estoques e traça estimativas de produção e de escoamento do óleo, o que evita a parada temporária das plataformas; além de acompanhar as operações e localização dos navios-tanques e embarcações de suprimentos.

Os sistemas reconhecem qualquer alteração no processo de produção e, quando necessário, um alerta é enviado imediatamente ao COI, permitindo maior agilidade nas tomadas de decisões e ampliando o patamar de confiabilidade e de segurança.

O próximo passo é incorporar tecnologias digitais, como ferramentas de Machine Learning, para encontrar padrões entre as diferentes classes de informações e, desta forma, aumentar a eficiência de atividades de exploração e produção de petróleo. O objetivo é gerar análise estatística e conseguir prever, por exemplo, maximizar o escoamento de petróleo e gás e até mesmo otimizar parâmetros de tratamento de petróleo das plantas industriais das plataformas.

“Processamento mais rápido e algoritmos mais eficientes nos ajudam a reduzir riscos e antecipar decisões, elevando o retorno econômico dos nossos processos”, explica Fernando Borges, diretor de Exploração e Produção da Petrobras.

Controle operacional remoto

O Centro de Operações Integradas conta também com recursos e tecnologias de conectividade que permitem, com total segurança, o controle operacional e de produção de uma plataforma remotamente. Atualmente, 11 plataformas já possuem controle em terra. Uma das vantagens deste modelo é a redução de equipe embarcada, que permite diminuir a exposição a risco ocupacional, mantendo o nível de qualidade e segurança.


Foto: Agência Petrobras

A plataforma é “replicada” e é possível realizar remotamente as operações. As salas de controle onshore possuem todos os dispositivos de uma offshore. O operador em terra se comunica por rádio a qualquer tempo com os profissionais embarcados e consegue controlar válvulas, bombas e demais equipamentos da produção de gás e de óleo.

São projetos como estes que elevam a eficiência operacional e a excelência em segurança da Petrobras. A companhia segue investindo em tecnologia e inovação como alavanca de negócios e também para promoção da segurança das pessoas, do meio ambiente e das instalações.

Campos da Cessão Onerosa batem recorde de produção de petróleo e gás em julho

Em julho, os campos da Cessão Onerosa tiveram recorde de produção de petróleo e gás natural, com um total de 921.741,68 barris de óleo equivalente por dia (boe/d, unidade usada para converter um volume de gás natural com um volume de óleo, permitindo a soma de ambos), um aumento de 6,23% na comparação com o mês anterior (867.662,76 boe/d).

Esses campos também tiveram a maior participação já registrada na produção nacional, representando 23,51% do total do país. A produção de petróleo foi de 740.887,63 barris por dia (bbl/d) e a de gás natural, 28,753 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d).

Os campos do contrato de Cessão Onerosa que produzem atualmente são Búzios, Atapu e Sul de Tupi. Em julho, Búzios foi o maior produtor, com 710.831,62 boe/d, sendo 569.648,36 bbl/d de petróleo e 22,446 milhões de m³/d. Esse campo também teve o maior poço produtor no mês, o poço 7-BUZ-10-RJS, na plataforma P-75, com 67.280,07 boe/d.

Atapu teve uma produção total de 142.095,69 boe/d, sendo 117.135,70 bbl/d de petróleo e 3,968 milhões de m³/d. A produção de Atapu aumentou 27% em comparação ao mês anterior, impulsionada pelo aumento de produção da plataforma P-70. Já Sul de Tupi somou 68.814,37 boe/d em julho, sendo 54.103,57 bbl/d de petróleo e 2,339 milhões de m³/d.

Esses e outros dados da produção nacional de petróleo e gás natural podem ser acessados nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.

O que é a Cessão Onerosa 

A Cessão Onerosa é um regime de contratação direta de áreas específicas de petróleo da União para a Petrobras. A Lei n.º 12.276/2010 concedeu à Petrobras o direito de extrair até cinco bilhões de barris de boe de áreas não concedidas localizadas no Pré-sal, conforme detalhado no Contrato de Cessão Onerosa, firmado entre a União e a Petrobras.

Tendo em vista a constatação da existência de volumes totais de petróleo recuperável excedentes a esse volume, em quatro campos petrolíferos contratados sob esse contrato (Búzios, Atapu, Itapu e Sépia), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a ANP a licitar os volumes excedentes.

A Primeira Rodada de Licitações dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa ocorreu em 2019, quando foram ofertados os direitos de exploração e produção sobre os volumes excedentes de petróleo das quatro áreas, sendo arrematados Búzios e Itapu. Já a Segunda Rodada, na qual serão ofertados os direitos para Sépia e Atapu, está prevista para dezembro deste ano. A Petrobras manifestou interesse em exercer o direito de preferência nas duas áreas, com percentual de 30% em cada uma.

ANP apresentará potencial das áreas da Oferta Permanente em workshop

A ANP realizará, em 23/8, às 14h30, o Workshop Técnico sobre Potencial Petrolífero dos Blocos Exploratórios na Oferta Permanente. O evento será online, com transmissão pelo canal da ANP no Youtube.

Por ser uma modalidade licitatória contínua, a Oferta Permanente não dispõe dos seminários Técnico e Ambiental/Jurídico-fiscal realizados para as rodadas de licitações tradicionais. Por isso, o evento tem o objetivo de apresentar às empresas interessadas as informações técnicas sobre os blocos exploratórios em oferta, seu potencial petrolífero e aspectos legais da licitação.

A Oferta Permanente consiste na oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas. A exceção são os blocos localizados no Polígono do Pré-sal, nas áreas estratégicas ou na Plataforma Continental além das 200 milhas náuticas, bem como os autorizados a compor a 17ª e a 18ª Rodadas de Licitações. Dessa forma, as empresas, especialmente as que ainda não atuam no Brasil, têm a oportunidade de estudar essas áreas sem a limitação de tempo que as rodadas tradicionais proporcionam.

Saiba mais sobre a Oferta Permanente

Log-In Logística Intermodal apresenta melhor desempenho operacional em seus negócios no segundo trimestre

De abril a junho, a companhia atingiu lucro líquido de R$ 37,5 milhões e receita de R$ 352,8 milhões. Volumes nos serviços de Feeder e Cabotagem se destacam no período; TVV tem maior movimentação de veículos

A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira, de soluções logísticas integradas, movimentação portuária e navegação de cabotagem e longo curso, divulgou na terça-feira (10/8), os resultados financeiros e operacionais obtidos no segundo trimestre. De abril a junho, o lucro líquido foi de R$ 37,5 milhões contra um prejuízo de R$ 14,8 milhões no mesmo período do ano passado. No consolidado semestral, a empresa alcançou lucro líquido de R$ 16,3 milhões, superando o resultado negativo de R$ 129,4 milhões registrado nos primeiros seis meses de 2020. A alta se deve ao melhor desempenho operacional dos negócios e menor despesa de variação cambial.

A Receita Operacional Líquida (ROL) e o Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também apresentaram resultados significativos no segundo trimestre. Entre os meses de abril e junho, a Log-In registrou um crescimento de 50,4% na receita, totalizando R$ 352,8 milhões, devido a incremento de volumes, com destaque para o feeder (+38%), a viagem inicial e final da carga de importação e exportação entre os portos escalados pela Log-In. Já na cabotagem, o resultado foi 20% superior ao segundo trimestre de 2020, com maior movimentação de contêineres, carga geral e serviços de armazenamento em nosso terminal portuário de Vila Velha (TVV).

O Ebitda ficou em R$ 93,2 milhões no segundo trimestre, uma alta de 62% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Entre as razões para este incremento estão: aumento de volumes movimentados na Navegação e melhora do cenário econômico em comparação com o início da pandemia. Outros fatores que puxaram esse resultado foram o crescimento nos volumes movimentados de contêineres, carga geral e granel no TVV, e de veículos no TEV, novo terminal de veículos implementado recentemente pela Log-In.

De acordo com o diretor-presidente da Log-In Logística Intermodal, Marcio Arany, os novos recordes nos resultados do TVV e o crescimento de receita e volumes na Navegação Costeira confirmam a resiliência dos negócios da companhia. “Temos aproveitado eficientemente a alta demanda por transporte de cargas feeder e mantido um crescimento de volume superior ao do setor, tanto neste trimestre quanto no semestre”, declarou.

Arany acrescenta ainda outros destaques do período, como a aprovação da 4ª emissão de debêntures no valor de R$ 340 milhões, a docagem de dois navios sendo substituídos pelo Log-In Discovery, novos negócios de soluções logísticas e o início de operação do terminal de veículos – TEV, instalado em área próxima ao TVV.

Navegação Costeira

De abril a junho, o serviço de Navegação Costeira alcançou receita de R$ 277,6 milhões, a maior já registrada desde o início da Companhia. O Ebtida foi de R$ 76,9 milhões, recorde para um segundo trimestre. Outro destaque foi o volume movimentado no feeder, crescimento de 38% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, serviço impulsionado pelo crescimento na importação e pela manutenção do ritmo da exportação.

O melhor ritmo operacional da Navegação é justificado pela retomada das operações das empresas no Brasil, altamente impactadas no início da pandemia com a redução e até suspensão das operações. No período, houve uma melhora no mix de cargas movimentadas com destaque para os segmentos de eletrônicos, alimentos, bebidas, higiene e limpeza.

A receita total da Navegação foi impulsionada também pela maior demanda por veículos no segundo trimestre. Isso se deve à retomada nas importações, visto que no mesmo período no ano passado, algumas montadoras interromperam a produção devido à pandemia e, consequente, redução de demanda. A receita obtida no transporte de veículos entre Brasil e Argentina aumentou 365% versus o segundo trimestre de 2020.

Terminal Portuário de Vila Vela (TVV)

O terminal portuário de Vila Velha é, hoje, um prestador de serviços logísticos e esse novo perfil foi refletido nos resultados do segundo trimestre. Entre os principais destaques estão a captura de novas cargas, o crescimento em volumes movimentados e outros serviços agregados operados atualmente pela diversificação do terminal. O crescimento nas importações, a captação de novos negócios em exportação e granel, além do efeito do câmbio nas receitas fixadas em dólar também contribuíram para a boa performance no trimestre.

Os meses de abril, maio e junho foram de grande movimentação de contêineres no local, totalizando 47.174 TEUs, o maior desde 2015. A receita e o Ebitda do terminal também foram recordes e somaram R$ 66 milhões e R$ 30,4 milhões, respectivamente, beneficiados pela melhora no mix de cargas, maior volume de contêineres e carga geral, especialmente veículos, além de serviços de armazenagem. O início da operação do TEV, destinado à armazenagem e movimentação, também foi responsável pelo aumento no volume de veículos no local.

As exportações pelo TVV tiveram alta demanda no segundo trimestre, principalmente, no setor de rochas ornamentais para construção civil com destino a mercados norte-americanos, e outros produtos como café, pimenta do reino e gengibre. Houve alta também na exportação de produtos siderúrgicos, especialmente tubos, e cargas gerais, como maquinários e equipamentos para indústrias. Já os volumes importados apresentaram recuperação em diversos setores, com destaque para insumos de mineração e equipamentos para indústria siderúrgica e metalmecânica.

Investimentos

Os investimentos realizados pela Log-In Logística Intermodal totalizaram R$ 42,8 milhões no segundo trimestre, recursos alocados, principalmente, nas docagens programadas dos navios Log-In Resiliente e Log-In Endurance. No TVV, o montante de R$ 121 milhões integra o projeto executivo, aprovado pela ANTAQ, utilizado para a aquisição de guindastes (MHC) e empilhadeiras (Reach Stackers). O prazo de execução desse aporte será de 21 meses com término previsto para 10 de março de 2023. De janeiro a junho, foram investidos um total R$ 165,6 milhões, incluindo US$ 20 milhões utilizados na aquisição do navio Log-In Discovery, a partir de recursos próprios levantados no último follow on da companhia.

Sobre a Log-In Logística Intermodal:

A Log-In Logística Intermodal é uma empresa 100% brasileira, que oferece soluções logísticas customizadas, movimentação portuária e navegação de cabotagem integrada a outros modais e serviços, conectando por mar e terra, o Brasil e o Mercosul. Atualmente, a empresa possui uma frota própria de seis navios porta-contêineres, com capacidade total de 15.500 TEUs, que oferecem serviços de navegação com rotas regulares, integrando os principais portos do país à Argentina e ao Paraguai. Recentemente, a companhia anunciou a aquisição do Log-In Discovery adicionando mais uma embarcação à sua frota. A Log-In também administra e opera o Terminal Portuário de Vila Velha, localizado no Porto de Vitória (ES), além de dois terminais intermodais, um em Itajaí (SC) e outro no Guarujá (SP) com operações dedicadas.

ANP faz acordo de cooperação com Confaz e secretarias de fazenda

A ANP celebrou acordo de cooperação técnica com o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e suas unidades federadas (secretarias de fazenda estaduais). O documento, publicado em 13/8 no Diário Oficial da União (DOU), permitirá a troca de dados e informações que facilitarão o trabalho de fiscalização do mercado de combustíveis pela Agência.

O acordo tem como objeto a disponibilização e integração, por parte do Confaz, de dados cadastrais dos contribuintes de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) das unidades federadas e, por parte da ANP, de informações relativas à permissão, autorização, registros, demais elementos correspondentes ao funcionamento das pessoas jurídicas com atividades econômicas voltadas à importação, produção, comercialização e ao transporte de petróleo, de gás natural e de seus derivados e de biocombustível.

Além da ANP e do Confaz, assinam o acordo Secretarias de Estado da Fazenda, Economia, Finanças, Receita e Tributação das seguintes unidades da Federação: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Veja o acordo na íntegra no DOU