Petrobras contrata dois navios de duto da DOF Subsea

A DOF Subsea fechou dois contratos com a Petrobras para seus navios de apoio a dutos (PLSVs) Skandi Vitória e Skandi Niterói .

A Skandi Vitória conquistou um contrato de três anos mais opção por meio da joint venture TechnipFMC. Skandi Niterói obteve o mesmo contrato por meio da subsidiária brasileira da DOF, a Norskan Offshore.

Ambas as embarcações são de construção e bandeira brasileira e de propriedade da DOFCON Navegação, uma joint venture entre a DOF Subsea (50%) e a TechnipFMC (50%).

A empresa não divulgou mais detalhes, mas disse que as operações começarão em fevereiro de 2022, no máximo.

Desde o início do ano, a operadora norueguesa de serviços submarinos e marítimos fechou diversos contratos com a Petrobras.

Em maio, a DOF Subsea ganhou vários contratos para apoiar os levantamentos sísmicos do nó do fundo do oceano (OBN) que a Shearwater GeoServices conduzirá em três campos da Petrobras na costa do Brasil.

Pelo contrato, a empresa prestará serviços de embarcações e veículos operados remotamente (ROV) para as campanhas de levantamento nos campos de Jubarte, Tupi e Iracema.

Há dois meses, a DOF Subsea fechou dois contratos , por meio de sua subsidiária brasileira, para seus navios Anchor Handling Tug Supply (AHTS) com a Petrobras e a Equinor, respectivamente.

O manipulador de âncoras Skandi Paraty conquistou a prorrogação do contrato de um ano com a Petrobras até julho de 2022.

Exploração e produção de óleo e gás demandarão US$ 50 bilhões até 2025, diz ANP

As atividades de exploração e produção de óleo e gás devem demandar investimentos da ordem de US$ 50 bilhões no Brasil entre 2021 e 2025, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A previsão é que, no período, 17 novos projetos entrem em operação no país, dentre os quais 13 projetos operados pela Petrobras: Sépia (previsto para 2021), Mero 1 e Búzios 5 (2022), Marlim 1, Marlim 2, Itapu e Mero 2 (2023), Búzios 6, Mero 3 e Parque das Baleias (2024) e Búzios 7, Mero 4 e Búzios 8 (2025).

Petrobras inicia operação de plataforma no Campo de Sépia, no pré-sal da Bacia de Santos

FPSO afretado pela Petrobras será a maior unidade do Brasil em complexidade e em volume de produção de petróleo

A Petrobras iniciou, a produção de petróleo e gás natural do FPSO Carioca, primeiro sistema de produção definitivo instalado no campo de Sépia, no pré-sal da Bacia de Santos. Com essa unidade, a Petrobras soma 22 plataformas em produção no pré-sal, que juntas já respondem por 70% da produção total da companhia.

A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 200 km da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.200 metros. Com capacidade para processar diariamente até 180 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de m³ de gás natural, o FPSO Carioca, unidade afretada junto à Modec, contribuirá para o crescimento previsto da produção da Petrobras.

O projeto prevê a interligação de sete poços produtores e quatro poços injetores ao FPSO.  O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal. Alinhado ao compromisso da Petrobras de redução de 32% na intensidade de carbono na área de Exploração e Produção até 2025, com investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, o projeto também conta com sistema de remoção de CO2 presente no gás produzido e de reinjeção na jazida, reduzindo o lançamento de dióxido de carbono na atmosfera e melhorando a recuperação de óleo.

Esta será a maior plataforma em operação no Brasil em termos de complexidade. Quando atingir o pico de produção, também será a maior unidade em termos de produção de petróleo.

“O FPSO Carioca é um exemplo da nossa estratégia de concentrar investimentos em ativos de exploração e produção de classe mundial, como o pré-sal, que possui áreas com grandes reservas, baixo risco e custos competitivos. Isso promove mais retorno para a empresa e a sociedade, criando um ciclo virtuoso de geração de valor”, afirma o diretor de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen.


FOTO BRAM TITAM

O FPSO foi construído parte na China e parte no Brasil e chegou ao Estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, em fevereiro de 2021 para a realização da verticalização do flare de 135 m – uma atividade especial de construção – bem como a finalização da integração e comissionamento da unidade. Essas atividades geraram em torno de 600 empregos diretos. Nesse estaleiro, durante a fase de construção, foram fabricados dois dos módulos que compõem o FPSO, o que contribuiu para o conteúdo local do projeto e gerou aproximadamente 400 empregos diretos. Confira aqui um vídeo com imagens do FPSO Carioca saindo do Estaleiro Brasfels.

A Petrobras prevê investir US$ 46,5 bilhões na produção de petróleo e gás no Brasil até 2025, atuando em parceria com outras companhias na área de E&P, com foco em águas profundas e ultraprofundas. O FPSO Carioca é a primeira das 13 novas plataformas da companhia previstas para entrar em produção entre 2021 e 2025.

Até 2025, serão mais 12 novos sistemas de produção em águas profundas, que se somam às 60 plataformas já existentes e em operação pela Petrobras. Com esse grau de especialização, a companhia se torna cada vez mais eficientes na operação.

A jazida compartilhada de Sépia é composta pelos campos de Sépia e Sépia Leste, localizados em áreas da Cessão Onerosa e Concessão (BM-S-24), respectivamente, operada pela Petrobras (97,6%), em parceria com a Petrogal Brasil S.A. (2,4%).

Com o início da produção em Sépia, a Petrobras reafirma e consolida o foco de sua estratégia nos reservatórios em águas profundas e ultraprofundas, em projetos que têm como premissa a segurança e o respeito ao meio ambiente, acelerando a geração de valor para a sociedade.

Enauta divulga resultados do 2º trimestre, com lucro líquido de R$ 635,7 milhões – O maior da história da companhia

Empresa se mantém capitalizada, com saldo de caixa de R$ 2 bilhões, em um ambiente favorável para a realização de aquisições

Divulgamos nossos resultados do segundo trimestre de 2021, com destaque para um lucro líquido recorde de R$ 635,7 milhões. O registro do valor justo da participação adicional de 50% no Campo de Atlanta contribuiu com R$ 542,1 milhões, em função da conclusão do processo de cessão. Também permanecemos com uma sólida posição de caixa que alcançou R$ 2 bilhões no final do 2T21.

A produção total de boe no trimestre foi de 1,56 milhão, com produção média diária de 17,2 mil boe. A projeção de produção de óleo no Campo de Atlanta passou de 7 mil para 10 mil barris de óleo por dia em 2021, com margem de variação positiva ou negativa de 10%, com a incorporação dos 50% adicionais de participação e alteração da projeção de produção do Campo de Atlanta para o ano corrente.

Também destacamos a otimização dos custos operacionais em Atlanta, com redução de US$ 3 por barril no segundo trimestre em relação ao primeiro, redução de 26% das emissões CO2e (escopo 3) no trimestre em comparação com o mesmo período no ano passado, aprimoramento da eficiência operacional no Campo de Atlanta e otimização da logística. A intensidade de emissões é de 15,2 kgCO2e/boe para escopo 1 e 2 em 2020, montante 25% menor que a média das empresas da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI). Também vale pontuar que não houve, nas operações da Enauta em 2021, acidentes com afastamento.

O final do segundo trimestre de 2021 foi um marco para a Enauta. Assinamos o aditivo ao contrato de concessão do Bloco BS-4, onde está localizado o Campo de Atlanta. Com isso, assumimos a totalidade dos resultados do ativo, ampliando em mais 50% nossa produção de petróleo. Atualmente, contamos com dois poços em Atlanta e o terceiro poço retornará a produção ainda nesse mês de agosto. Ganharemos importante reforço na geração de caixa, beneficiados pela forte demanda pelo óleo com baixo teor de enxofre produzido em Atlanta. Ainda, o processo licitatório da unidade de processamento (FPSO) e demais equipamentos do Sistema Definitivo seguem conforme o planejado, o que permitirá a ampliação da produção com a início do Sistema Definitivo do Campo. Nesse mês, iniciamos a licitação dos itens e serviços necessários para a perfuração do quarto poço que deve ocorrer no segundo semestre de 2022.

Ressaltamos ainda os avanços na agenda estratégica, que inclui os já mencionados ganhos de eficiência e otimização de recursos, acompanhados de conquistas relevantes no âmbito ESG. Em governança, por exemplo, contamos com 40% de liderança feminina em nosso quadro de pessoal, percentual superior à média da indústria. Esses resultados mostram que o nosso atual processo de transformação está firmemente comprometido com avanços nas iniciativas que garantam a sustentabilidade da Companhia.

Clique aqui e confira o relatório de resultados na íntegra.

Fiscalização de combustíveis: ANP divulga resultados de ações em nove estados (16 a 19/8)

De 16 a 19/8, a ANP realizou ações de fiscalização no mercado de combustíveis em diversos estados.

Nas ações, os fiscais verificam se as normas da Agência – como o atendimento aos padrões de qualidade dos combustíveis, o fornecimento do volume correto pelas bombas, apresentação de equipamentos e documentação adequados, entre outras – estão sendo cumpridas.

Veja abaixo os resultados das principais ações em nove unidades da Federação, em postos de combustíveis automotivos e de aviação, revendas de GLP (gás de cozinha), distribuidores, transportadores-revendedores-retalhistas (TRR) e coletores de óleos lubrificantes usados ou contaminados (OLUC):

Tocantins 

A ANP fiscalizou, esta semana, 13 postos de combustíveis automotivos, dois de combustíveis de aviação e seis revendas de GLP nas cidades de Ananás, Araguaína e Dianópolis, no Tocantins.

Em Dianópolis, foram interditados cinco bicos abastecedores em quatro postos de combustíveis automotivos por fornecerem menos combustível do que o registrado na bomba, sendo que um deles também foi autuado por termodensímetro (equipamento acoplado à bomba de etanol hidratado para verificar aspectos de qualidade) com defeito. Uma revenda de GLP também foi interditada por não atender às normas de segurança e outras cinco autuadas por irregularidades de menor gravidade.

Já em Araguaína, dois postos de combustíveis automotivos foram autuados, um por não apresentar o Registro de Análise de Qualidade (RAQ), documento obrigatório, e outro por efetuar entrega em domicílio.

São Paulo

No Estado de São Paulo, foram fiscalizados, ao longo da semana, 26 postos de combustíveis automotivos, dois de aviação, seis revendas de GLP e quatro distribuidoras de combustíveis. Os fiscais da ANP estiveram na capital e nas cidades de Araraquara, Guaíra, Itapecerica da Serra, Paulínia, Ribeirão Preto e Taboão da Serra.

Na capital, a ANP atuou em parceria com a Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), em cinco postos de combustíveis automotivos, e com a Polícia Militar em outro posto.

No total, foram autuados cinco postos de combustíveis automotivos, sendo dois desses interditados totalmente e um parcialmente.

Um dos postos interditados totalmente operava estando com a autorização da ANP cancelada. Já no segundo, onde houve parceria da Polícia Militar, foram constatadas três irregularidades: não permitir o livre acesso aos agentes de fiscalização às suas instalações (quando a equipe de fiscalização chegou ao local, os funcionários trancaram com cadeados os bicos de abastecimento e os tanques, e saíram do estabelecimento); não funcionar no horário mínimo; e não atualizar dados cadastrais quanto à exibição de marca comercial de distribuidora. Como houve impedimento do trabalho dos fiscais, os equipamentos do posto ficarão lacrados até que a fiscalização possa ser concluída.

Outro posto teve quatro bicos abastecedores e um tanque de etanol hidratado interditados por comercializar o combustível com teor alcoólico abaixo do permitido.

Foram ainda realizadas autuações em outros dois postos, um por não funcionar no horário mínimo e o outro, no qual houve parceria com a DPPC/Polícia Civil, por ter duas bombas com problemas de medição (forneciam mais combustível do que o registrado) e por informar incorretamente os preços dos combustíveis.

Minas Gerais 

Nesta semana, a ANP realizou fiscalizações no mercado de revendas de GLP em Belo Horizonte. Ao todo foram fiscalizados 31 agentes econômicos.

Foram lavrados quatro autos de infração em duas revendas, uma por armazenamento de GLP acima da capacidade (autuação sem interdição, pois a irregularidade foi sanada durante a ação de fiscalização), e a outra, que foi interditada, por irregularidades no piso e nos extintores de incêndio e por possuir uma residência com acesso passando pela área de armazenamento.

Também foram constatadas irregularidades de menor gravidade, como nos veículos de transporte de GLP, no painel de preços e exibição incorreta da marca da distribuidora vinculada. Nesses casos, por se tratar de microempresas e empresas de pequeno porte, foram aplicadas notificações para que os problemas sejam sanados dentro de um prazo estabelecido, conforme determina a legislação. Caso a ANP encontre novamente as infrações em segunda visita, será aplicado o auto de infração.

Espírito Santo 

Nos dias 18 e 19/8, os fiscais da ANP estiveram no Espírito Santo, em operação conjunta com o Procon Estadual. Em Vitória, foram fiscalizados três postos e uma base de distribuidora de combustíveis. Já em Serra, os fiscais estiveram em três postos, um TRR, duas bases de GLP e uma base de combustíveis. Em ambas as cidades não foram encontradas irregularidades.

Rio de Janeiro  

No Estado do Rio de Janeiro, foram fiscalizados dois postos de combustíveis em São Gonçalo, no dia 16/8. Não foram encontradas irregularidades nos testes em campo, sendo realizadas coletas de amostras dos combustíveis para testes mais aprofundados em laboratório credenciado pela ANP.

Paraná 

A ANP fiscalizou, durante a semana, dez agentes econômicos em Curitiba, Colombo e Fazenda Rio Grande, no Paraná. Na capital e em Colombo, foram fiscalizados seis postos de combustíveis e duas revendas de GLP. Na última cidade, foram autuados dois postos – um por possuir duas bombas abastecedoras com termodensímetros com defeito e o outro por não funcionar no horário mínimo obrigatório – e uma recenda de GLP – por não possuir balança para a pesagem dos recipientes de GLP pelo consumidor.

Já em Fazenda Rio Grande, a ANP atuou em conjunto com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em uma barreira fiscal, na qual foram fiscalizados caminhões-tanque de um posto e uma distribuidora de combustíveis, não sendo encontradas irregularidades.

Rio Grande do Sul 

Ao longo da semana, os fiscais da ANP estiveram em dez postos de combustíveis, uma revenda de GLP, cinco coletores de OLUC e um distribuidor de GLP no Rio Grande do Sul.

Os fiscais estiveram nas cidades de Pelotas, Rio Grande (ambas com ações em conjunto com os Procons Municipais), Novo Hamburgo, Turuçu, Arroio do Padre, Gravataí e Sapucaia do Sul. Nas duas últimas, a Agência atuou em força-tarefa com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler – Fepam e com a Patrulha Ambiental – Patram, em denúncias de coleta irregular de OLUC.

Em Turuçu, um posto foi autuado e sofreu interdições em um bico abastecedor de óleo diesel S500 comum, por fornecer menos combustível do que o registrado na bomba, e em um tanque e um bico de gasolina aditivada, por comercializar o produto com teor de etanol de 36%, quando o determinado na legislação é 27%. O mesmo posto também foi autuado por não possuir os instrumentos necessários para análise dos combustíveis (teste de qualidade que pode ser exigido pelo consumidor) e por não realizar as análises de combustíveis quando solicitado pelo consumidor.

Outro posto no mesmo município também foi autuado por não possuir os instrumentos para análise e por não realizar o teste de qualidade quando solicitado pelo consumidor.

Em Rio Grande, um posto foi autuado e sofreu interdições por motivos diversos. Um tanque e dois bicos de etanol hidratado comum foram interditados por combustível fora da especificação da ANP, nos quesitos massa específica e teor alcoólico, e houve autuações por adquirir combustíveis de empresa não autorizada pela ANP a exercer atividade de distribuidor e por não possuir os instrumentos necessários para análise dos combustíveis.

Santa Catarina 

Em Santa Catarina, esta semana, foram fiscalizados 12 postos de combustíveis, uma revenda de GLP e um TRR, nas cidades de Araquari, Bombinhas, Camboriú, Itajaí, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Joinville, Chapecó e Navegantes. Não foram encontradas irregularidades.

Goiás 

A ANP realizou, durante a semana, fiscalizações em 12 postos de combustíveis, nas cidades de Água Limpa, Buriti Alegre, Corumbaíba e Marzagão, em Goiás. Em Água Limpa, um posto teve o bico abastecedor de gasolina comum interditado por fornecer menos combustível do que o registrado na bomba.

Também foram autuados cinco postos por não possuíram equipamento para realização do teste de quantidade de combustível, que pode ser exigido pelos consumidores, dois deles em Buriti Alegre e os outros três em Corumbaíba.

Além das fiscalizações, a ANP realizou na terça-feira (17/8) palestra para proprietários e gestores de postos de combustíveis de Goiânia sobre as legislações que regem o mercado e os direitos dos consumidores de combustíveis. A palestra foi feita a pedido do Procon Goiânia, órgão conveniado com a Agência, e fez parte do projeto “Procon Goiânia em movimento com o comércio”, que também contou com ação em um posto na qual fiscais da ANP e do Procon esclareceram dúvidas de consumidores sobre seus direitos ao abastecer.

Consulte os resultados das ações da ANP em todo o Brasil 

As ações de fiscalização da ANP são planejadas a partir de diversos vetores de inteligência, como denúncias de consumidores, dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, informações de outros órgãos e da área de Inteligência da ANP, entre outros. Dessa forma, as ações são focadas nas regiões e agentes econômicos com indícios de irregularidades.

Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento. A base de dados é atualizada mensalmente, com prazo de dois meses entre o mês da fiscalização e o mês da publicação, devido ao atendimento de exigências legais e aspectos operacionais.

Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.

Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser enviadas à ANP por meio do Fale Conosco ou do telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita).