Petrobras estende afretamento do Skandi Achiever

A DOF Subsea garantiu uma extensão do contrato com a Petrobras para seu navio de apoio ao mergulho de 106 metros (DSV) Skandi Achiever.

Para lembrar, a Petrobras concedeu à DOF Subsea um contrato firme de três anos com uma opção de extensão de dois anos para Skandi Achiever em abril de 2018.

Com a prorrogação do contrato, a embarcação construída em 2007 continuará prestando serviços de ROV e mergulho para a petroleira brasileira até o quarto trimestre de 2022.

Skandi Achiever, do projeto AKER DSV 06, possui motores principais de 4 x 1665 kW e 2 x 1980 kW, um hangar de ROV de 137 m² e um sistema de mergulho saturado de 18 homens.

O navio de 106 metros de comprimento pode acomodar até 100 pessoas.

TotalEnergies lança fase 4 no desenvolvimento do campo gigante de Mero

TotalEnergies e seus sócios decidiram investir na quarta fase do projeto Mero (bloco Libra), localizado em alto mar, a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, na prolífica área do pré-sal da Bacia de Santos.

A unidade Mero 4 Floating Production Storage and Offloading (FPSO) terá uma capacidade de tratamento de líquidos de 180.000 barris por dia e está previsto para iniciar em 2025. Segue as decisões de investimento para Mero 1 (inicialização prevista para 2022), Mero 2 (inicialização esperado em 2023) e Mero 3 (inicialização prevista em 2024) FPSOs. Todos eles têm capacidade de processamento de líquidos de 180 mil barris por dia.

“A decisão de lançar o Mero 4 marca o último marco no desenvolvimento em larga escala dos recursos do petróleo da Mero. Este projeto gigante está em linha com a estratégia de crescimento da TotalEnergies no Brasil que é produzir petróleo a um custo competitivo fora de campos de classe mundial enquanto limita as emissões de CO₂ a um mínimo estrito “, disse Arnaud Breuillac, Presidente de Exploração e Produção da TotalEnergies.

O campo de Mero está em pré-produção desde 2017 com o FPSO Pioneiro de Libra de 50.000 barris por dia. O Consórcio Libra é operado pela Petrobras (40%) como parte de uma parceria internacional que inclui TotalEnergies (20%), Shell Brasil (20%), CNOOC Limited (10%) e CNPC (10%). A Pre-Sal Petróleo (PPSA) administra o Contrato de Partilha de Produção de Libra.

TotalEnergies no Brasil
TotalEnergies está presente no Brasil há mais de 40 anos e conta com mais de 3.000 funcionários no país. A Companhia atua em todos os segmentos do país: exploração e produção, gás, energias renováveis, lubrificantes, produtos químicos e distribuição.

O portfólio de Exploração e Produção da TotalEnergies inclui atualmente 12 blocos. Em 2020, a produção do Grupo no país foi em média de 35 mil barris de petróleo por dia. Em outubro de 2019, um consórcio liderado pela TotalEnergies conquistou o Bloco CM-541, localizado na Bacia de Campos, na 16ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a primeira perfuração exploratória está prevista para começar no final de 2021.

Em 2017, a TotalEnergies e a Petrobras formaram uma aliança estratégica que engloba exploração e produção e atividades de gás, energias renováveis ​​e energia. Por meio da Aliança, os dois grupos estão implementando projetos de P&D em temas como inteligência artificial para ganhos de eficiência, com aplicações diretas no Brasil. A TotalEnergies entrou no mercado de distribuição de combustíveis no Brasil com a aquisição em dezembro de 2018 das atividades de distribuição do Grupo Zema. A TotalEnergies possui, assim, uma rede de 248 postos, além de diversos depósitos de produtos de petróleo e etanol.

Sobre a TotalEnergies
TotalEnergies é uma ampla empresa de energia que produz e comercializa energias em escala global: petróleo e biocombustíveis, gás natural e gases verdes, energias renováveis ​​e eletricidade. Nossos 105.000 funcionários estão comprometidos com uma energia cada vez mais acessível, limpa, confiável e acessível para o maior número de pessoas possível. Presente em mais de 130 países, a TotalEnergies coloca o desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões no centro de seus projetos e operações para contribuir com o bem-estar das pessoas.

17ª Rodada de Licitações tem oito empresas inscritas até o momento

A Wintershall Dea do Brasil Exploração e Produção Ltda. é a oitava empresa inscrita para a 17ª Rodada de Licitações de Blocos para exploração e produção de petróleo e gás natural, marcada para 7/10. Serão ofertados 92 blocos com risco exploratório, com área total de 53,93 mil km², localizados em 11 setores de elevado potencial e de nova fronteira de quatro bacias sedimentares marítimas brasileiras: Campos, Pelotas, Potiguar e Santos.

A inscrição da Wintershall foi aprovada em (31/8), em reunião da Comissão Especial de Licitação (CEL), e publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU). Em reuniões anteriores, foram aprovadas para participar da licitação: Petrobras, Chevron Brasil Óleo e Gás Ltda., Shell Brasil Petróleo Ltda., Total Energies EP Brasil Ltda., Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil Ltda. e Murphy Exploration & Production Company (17/8) e a Karoon Petróleo e Gás Ltda (25/8). O número de inscritas poderá aumentar, já que está prevista mais uma reunião da CEL para tratar do assunto.

As empresas inscritas atenderam todos os requisitos previstos no edital e estão aptas a participar da rodada. A inscrição é obrigatória e individual para cada interessada, mesmo para aquelas que pretendam apresentar oferta mediante consórcio. Cumpridas as exigências estabelecidas no edital, e tendo a inscrição julgada e aprovada pela CEL, a empresa poderá apresentar ofertas somente para os blocos localizados nos setores para os quais tenha efetuado o pagamento de taxa de participação e aportado garantia de oferta.

O processo de qualificação das empresas (operadora A, B ou não-operadora) só será feito para as empresas vencedoras no dia da sessão pública de apresentação de ofertas, procedimento adotado desde a 13ª Rodada.

ANP participa do 2º Workshop Promar, programa voltado a campos marítimos

A ANP participou no último dia (31/8) do 2º Workshop Promar – Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Marítimos, que ocorreu em formato híbrido (presencial, na cidade de Macaé/RJ, e online).

Na mesa de abertura do evento, a Diretora Symone Araújo destacou que a ANP vem acompanhando, em conjunto com o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o plano de desinvestimentos da Petrobras. “Entendemos que este é um elemento fundamental para a revitalização e retomada da produção dos campos maduros offshore. O que desejamos é ter agentes diversos, cada um operando exatamente com o perfil mais próximo das suas características. Diversidade é o segredo para que possamos fazer a retomada da produção, em especial nos campos maduros”, declarou.

Ela citou como exemplos os polos de Maromba, Pargo, Pampo e Enchova, cujos campos foram vendidos pela Petrobras e que, segundo estimativas da ANP, irão gerar cerca de R$ 10 bilhões em investimentos em novas atividades, além de mais do que dobrar sua produção até 2025. “Isso mostra a importância de ter agentes operando em áreas coerentes com seu perfil”, afirmou.

A ANP foi representada ainda por superintendentes e técnicos nas sessões técnicas. O workshop, realizado pelo MME, debateu diversos aspectos relacionados aos campos maduros offshore, como boas práticas para a transição de operações, meio ambiente, queima de gás e remoção de instalações.

O Promar tem como objetivo a criação de condições para a revitalização dos campos marítimos maduros e de melhores condições para o aproveitamento econômico de acumulações de petróleo e gás natural, consideradas como de economicidade marginal. Assim, o programa busca o melhor aproveitamento dos recursos petrolíferos nacionais, o aumento no pagamento das participações governamentais, a geração de empregos e a ampliação da indústria de bens e serviços voltados para a atividade de exploração e produção de petróleo e gás natural em áreas marítimas.

Veja a gravação do evento

– Parte da manhã: https://www.youtube.com/watch?v=3Ad0nIwtcaM&t=54s

– Parte da tarde: https://www.youtube.com/watch?v=TXkR4_Pbg7U

Agência identifica gasolina com solvente em postos do Estado do RJ

A ANP detectou a comercialização de gasolina C comum com solvente em dois postos de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, conforme resultados disponibilizados em (31/08) por laboratório credenciado pela ANP. Fiscais da Agência estiveram nos estabelecimentos no último dia (28/8), em operação que fiscalizou dez postos da cidade.

Na ação, foram realizados testes em campo e também coletadas amostras dos combustíveis para realização de testes mais aprofundados (como o que detecta a presença de solventes) em laboratório credenciado pela ANP. Os postos serão autuados pela Agência e estão sujeitos a multas que podem chegar a R$ 5 milhões.

Os dois postos, que estão localizados nos bairros Raul Veiga e Zé Garoto, também tiveram a gasolina reprovada em outros três quesitos: apresentar resíduos, teor de enxofre e ponto final de ebulição acima das especificações da ANP.

Um terceiro posto, localizado no bairro Coelho, também foi reprovado no teste do laboratório por comercializar gasolina com aspecto heterogêneo, quando a especificação determina que ela deve ser homogênea.

Além disso, outro posto, no bairro do Mutondo, já havia sido autuado no próprio sábado por irregularidade detectada no teste de campo: comercializar gasolina C comum com 34% de etanol anidro, sendo que o determinado pela legislação é 27%.

Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.

Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento. A base de dados é atualizada mensalmente, com prazo de dois meses entre o mês da fiscalização e o mês da publicação, devido ao atendimento de exigências legais e aspectos operacionais.