SBM Offshore conclui empréstimo ponte de US $ 635 milhões para FPSO Almirante Tamandaré

A SBM Offshore tem o prazer de anunciar que garantiu um empréstimo-ponte de US $ 635 milhões para o financiamento da construção do FPSO Almirante Tamandaré.

A operação foi assegurada pela sociedade de propósito específico que será proprietária do FPSO Almirante Tamandaré . Atualmente, a SBM Offshore é a única proprietária desta sociedade de propósito específico. As discussões sobre a alienação de 45% da participação acionária a sócios continuam a progredir.

A linha será totalmente sacada nos próximos dias para financiar as obras em andamento do FPSO Almirante Tamandaré . O prazo do empréstimo-ponte é de doze meses, com opção de prorrogação por mais seis meses. Espera-se que o reembolso ocorra após o fechamento e o primeiro saque do empréstimo do projeto.

Perfil Corporativo

As principais atividades da empresa são o projeto, o fornecimento, a instalação, a operação e a extensão da vida útil de soluções de produção flutuantes para a indústria de energia offshore ao longo de todo o ciclo de vida. A companhia é líder no mercado de arrendamento de sistemas flutuantes de produção, com diversas unidades em operação.

Em 31 de dezembro de 2020, a empresa empregava aproximadamente 4.570 pessoas em todo o mundo, espalhadas por escritórios em nossos principais mercados, bases operacionais em terra e frota de navios offshore.

SBM Offshore NV é uma holding listada com sede em Amsterdã, Holanda. Possui participações diretas e indiretas em outras empresas.

Quando referências são feitas a SBM Offshore NV e / ou suas subsidiárias em geral, ou onde nenhum propósito útil é servido pela identificação de uma determinada empresa ou empresas, “SBM Offshore” ou “a Empresa” são algumas vezes usados ​​por conveniência.

Eneva coloca Azulão em operação comercial 20 anos após descoberta do campo

A Eneva iniciou a produção comercial do campo de Azulão, na Bacia do Amazonas. É o primeiro projeto a entrar em operação na região, após 20 anos de sua descoberta.

— A Eneva comprou Azulão da Petrobras em novembro de 2017 por US$ 54,5 milhões. A área foi descoberta em 1999 e declarada comercial em 2004, mas até sua venda – 13 anos depois – não foi colocada em operação pela estatal, que chegou a estudar diversos modelos de produção para o projeto.

— O Amazonas é um grande produtor de petróleo e gás natural em terra, mas na Bacia do Solimões, onde há infraestrutura para movimentação e processamento de óleo e gás, e escoamento para Manaus.

— O gás produzido em Azulão será usado na geração de energia pela termelétrica (UTE) Jaguatirica II, de 117 MW de potência, contratada no 1º leilão para atendimento aos sistemas isolados, realizado em 2019. O gás será liquefeito e transportado por carretas para Boa Vista, capital de Roraima.

— A energia servirá para atender Roraima, onde está localizada a usina, o único estado do país ainda desconectado do Sistema Interligado Nacional (SIN) de transmissão de energia. Depende, portanto, da geração local.

— Ao todo, a previsão de investimento é de R$ 1,8 bilhão.

Marcos do projeto de Azulão

Maio de 2021: produção dos primeiros volumes de gás natural, para comissionamento da planta;
Janeiro de 2020: aprovação de financiamento de R$ 1 bilhão do Banco da Amazônia;
Outubro de 2019: enquadramento, pelo Ministério de Minas e Energia, da UTE térmica Jaguatirica II como projeto prioritário para emissão de debêntures incentivadas;
Setembro de 2019: emissão de licença do IPAAM (Amazonas) para a construção das unidades de tratamento de gás natural e de liquefação em Azulão;
Maio de 2019: Eneva negocia a energia de UTE Jaguatirica II no 1º leilão para um sistema isolado.

ANP publica autorizações que poderão ampliar produção de biocombustíveis no Brasil

A ANP publicou, no Diário Oficial da União, duas autorizações a produtores de biocombustíveis que poderão auxiliar no avanço do país com relação a uma matriz energética mais limpa e renovável.

A Zeg Biogás e Energia S.A. foi autorizada a iniciar operação de uma instalação produtora de biometano de aterro sanitário, em São Paulo. Trata-se da primeira planta desse biocombustível aprovada no Estado, e a quarta do país.

O biometano é um combustível renovável e representa um melhor aproveitamento dos resíduos existentes em aterros sanitários já sendo utilizado em diversos países. Representa ainda um incremento na oferta de gás a ser injetado na rede de distribuição. A ANP regulamentou a qualidade do biometano de aterros sanitários e estações de tratamento de esgoto em 2017, com a Resolução ANP nº 685/2017, e em 2018, regulamentou o exercício da atividade de produção de biometano, com a Resolução ANP nº 734/2018.

A segunda autorização foi dada à Inpasa Agroindustrial S.A., localizada em Sinop/MT, referente ao aumento da capacidade de produção, de 1.750 m³/d para 3.000 m³/d de etanol hidratado e 1.750 m³/d para 3.000 m³/d de etanol anidro. Com isso, a unidade, que produz etanol a partir do milho, passa a ser a maior instalação produtora de etanol do País em termos de capacidade autorizada.

Veja a autorização à Zeg Biogás e Energia S.A.

Veja a autorização à Inpasa Agroindustrial S.A.

Comunicado: consulta de processos eletrônicos

A ANP informa que a ferramenta de pesquisa pública do SEI/ANP está funcionando de forma irregular desde o dia 24 de agosto de 2021. Na pesquisa apenas alguns processos administrativos e documentos eletrônicos, que foram incluídos no SEI após esta data, são apresentados.

A ANP está trabalhando para encontrar uma solução o mais breve possível, visando normalizar este importante canal para a sociedade.

Assim, para obter informações sobre o andamento de processos administrativos ou solicitar o acesso aos autos, basta preencher o formulário disponível em nossa página Fale Conosco, mencionando a motivação/justificativa e o número completo do processo. Caso não possua o número do processo, deve-se informar a razão social do interessado, o objeto (exemplo: autorização para produtor de biodiesel) e período aproximado que o processo foi aberto.