Luiz Eduardo Valente assume a presidência da Transpetro

Foi realizada na última terça-feira (28/09), no Rio de Janeiro, a cerimônia de posse do engenheiro químico Luiz Eduardo Valente para a presidência da Transpetro. O evento foi restrito a poucas pessoas em função da pandemia e contou com as presenças do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, do diretor executivo de Comercialização e Logística da Petrobras, Claudio Mastella, além dos presidentes dos conselhos de administração (CAs) da Petrobras e da Transpetro, respectivamente, Eduardo Bacellar Leal Ferreira e Rafael Chaves Santos.

Valente teve a sua nomeação aprovada pelo CA da Transpetro na reunião da última sexta-feira (24/09), após cumprimento de procedimentos internos de governança corporativa. O novo presidente ocupava a Diretoria de Serviços da companhia, função que acumulará até que um novo diretor seja nomeado.

Em seu discurso, o presidente da controladora Silva e Luna ressaltou que a Transpetro é a subsidiária mais relevante do Sistema Petrobras, com grande maturidade operacional e um corpo técnico experiente. “Isso se reflete nos resultados e recordes que vêm sendo registrados pela companhia. Tenho certeza de que o engenheiro Luiz Eduardo Valente conduzirá a Transpetro com foco em segurança e eficiência, trazendo a empresa para ainda mais perto da controladora, em consonância com os interesses do grupo e em conformidade com as regulações”, disse.

O diretor Claudio Mastella celebrou a nomeação de Valente para presidente da Transpetro. “Reforço duas palavras que condizem com o profissional que assume a presidência de um braço tão importante para a Petrobras: competência e confiança. É uma posição merecida e que trará a experiência de muitos anos de dedicação à empresa. Espero que possamos trabalhar juntos para atender ao mercado com mais competitividade e agilidade”, afirmou.

Empregado de carreira do Sistema Petrobras, com mais de 40 anos de serviços prestados, Valente em seu discurso de posse agradeceu a confiança em um “velho petroleiro” que tem uma vida inteira de dedicação ao Sistema Petrobras. “Destaco algumas palavras-chave mais relevantes para nortear a nossa gestão: segurança, foco nas pessoas, integração com o Sistema Petrobras, disponibilidade dos ativos, flexibilidade logística, eficiência, otimização de recursos e respeito ao meio ambiente”, enumerou.

Sobre o presidente

Graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luiz Eduardo Valente Moreira é pós-graduado em Engenharia de Processamento de Petróleo pela UFRJ. Possui MBA Executivo pela COPPEAD (UFRJ).

Iniciou sua carreira na Petrobras em 1980, onde atuou como gerente geral da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), de Tecnologia de Refino no Abastecimento, da Refinaria Henrique Lage (Revap) e da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia.

Ocupou também a função de gerente executivo de Gás-Química e Liquefação na área de Gás e Energia, de gerente executivo corporativo de SMS e de gerente executivo na área Industrial de Refino e Gás Natural.

Na Braskem, foi diretor do Projeto Comperj Fase II e vice-presidente de Investimentos e Tecnologias Digitais.

Na Transpetro, ocupava a Diretoria de Serviços desde 1º de julho de 2020.

Transpetro tem atuação portuária reconhecida em premiação do Governo Federal

A Transpetro recebeu o reconhecimento do Prêmio Portos + Brasil por seus resultados na área de gestão portuária. A terceira colocação obtida na categoria Crescimento de Movimentação/Terminais de Uso Privativo – Granel Líquido é decorrente do crescimento de 73,5% na movimentação dos Terminais de Ilha Comprida e Ilha Redonda (RJ), em 2020, na comparação com 2019.

Promovida pelo Governo Federal, essa premiação reconhece os portos e terminais com melhor desempenho em gestão e estimula a excelência na administração portuária. A Transpetro é integrante da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) e da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP).

Os Terminais da Ilha Redonda e da Ilha Comprida atendem à logística de gás liquefeito de petróleo (GLP) no estado do Rio de Janeiro. Conectados à Refinaria Duque de Caxias (Reduc) por dois dutos bidirecionais, eles podem transportar até 660 m³ de produto por hora. A Ilha Redonda tem capacidade de armazenar 44,8 mil m³ de GLP em três tanques refrigerados e duas esferas para GLP pressurizado. O terminal pode refrigerar cerca de 160 m³ de GLP por hora.

TRBA

A Petrobras foi a vencedora na mesma categoria pela gestão realizada no Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito da Bahia (TRBA). A controladora realiza a gestão do ativo, enquanto a Transpetro mantém o terminal em perfeitas condições de funcionamento por meio da prestação de serviços de operação e manutenção.

Para otimizar a performance operacional dos terminais de regaseificação de GNL, superamos importantes indicadores de desempenho definidos pela Petrobras. No Índice de Disponibilidade Operacional, por exemplo, o TRBA acumulou de janeiro a julho deste ano a marca de 99,94%. Esse número é 3% superior à meta de 97% estabelecida pela controladora.

Concedido pelo Ministério da Infraestrutura, o Prêmio Portos + Brasil reconhece as melhores práticas adotadas pelos portos públicos e privados do país e os profissionais responsáveis por essas iniciativas.

IBP debate estratégia e eficiência do planejamento integrado de logística offshore

A estratégia para o progresso do planejamento integrado da logística offshore será debatida em “O Futuro da Logística Offshore”, webinar online e gratuito, que ocorre na próxima quarta (6 de outubro), a partir das 15h, para os inscritos no hub exclusivo de conteúdo da Rio Oil & Gas .

A conferência indicará como o aumento produtivo e a diminuição dos gargalos na cadeia de suprimentos devem estar conectados com as metas das operações de logística terrestre, armazenamento, operação portuária e apoio marítimo para que se transformem em diferenciais competitivos.

Outro relevante tópico do evento será a discussão sobre as perspectivas para atender as necessidades dos clientes do segmento offshore com um modelo operacional de ponta a ponta e com o compartilhamento eficiente de recursos.

José Formigli (CEO da Forsea Engenharia) será o moderador. Marcelo Martins (Diretor Técnico-Comercial do Grupo CBO), Daniel Gago de Oliveira (Gerente Executivo de Logística de Exploração & Produção da Petrobras) e Mauricio Diniz (Diretor de Operações Offshore da 3R Petroleum) serão os palestrantes.

Serviço

Evento: Webinar “O Futuro da Logística Offshore”

Data: Próxima quarta (6 de outubro)

Horário: a partir das 15h

Inscrições: hub exclusivo de conteúdo da Rio Oil & Gas

Cummins Brasil lança nova família de grupo geradores

No ano em que completa 50 anos no País, a Cummins Brasil reforça o seu compromisso de trazer mais eficiência e tecnologia para os clientes brasileiros e acaba de lançar uma nova família de grupos geradores produzidos em Guarulhos (SP), com a melhor densidade de potência da categoria superior a 300 kW até 400 kW. O grande diferencial dos novos modelos, denominados C350D6B e C400D6B, é o motor eletrônico QSG12-G3/G4, que substituiu o propulsor mecânico NTA855-G5 da geração anterior.

“O projeto QSG12 tem um peso e uma importância muito grande para o negócio de geradores no Brasil”, comenta Glauco Leite, engenheiro de Manufatura da Cummins Power Generation. “O novo motor é uma evolução do NTA855, com a vantagem de ser menor, mais compacto e potente e, consequentemente, mais econômico e com menor emissões. Será um substituto à altura do seu antecessor, sucesso de mercado no Brasil por décadas”.

Entre os principais benefícios da incorporação do propulsor eletrônico, Daiane Suzuki, gerente de projetos da empresa, destaca a melhor relação de potência versus consumo de combustível. Houve 9% de ganho em eficiência energética com relação à geração anterior e o consumo de diesel dos novos geradores foi reduzido em 6%.

“Este foi um projeto muito especial e ao mesmo tempo desafiador por causa das dificuldades decorrentes da pandemia da Covid-19”, comenta Daiane. “O importante é que após vários meses de resiliência, trabalho duro, dedicação, superação e engajamento de várias pessoas, conseguimos trazer aos nossos clientes um produto mais avançado, robusto e de alta performance, mantendo os padrões de excelência da companhia”.

Turboalimentado e pós-arrefecido, o novo motor de 11,8 litros de cilindrada, 24 válvulas e 6 cilindros, tem sistema com injeção de combustível XPI (Common Rail), uma solução padrão Cummins que garante alta performance do produto, além das opções de controladores Cummins (Power Command 2.3 & 3.3) que fornece integração total do grupo gerador, incluindo partida e parada remota automáticas, exibição de alarmes e, mensagem de status, paralemismo e muito mais.

Iniciado em fevereiro do ano passado, o projeto de desenvolvimento do novo motor e da nova família de geradores envolveu processo 100% online, com interação do time brasileiro com o da China. O motor é produzido na planta da Beijing Foton Cummins Engine em Pequim, e os geradores, que têm menor nível de ruído do que os seus antecessores, são feitos em Guarulhos, SP.

Mais versatilidade e menos manutenção – Com versatilidade para aplicações estacionárias em regimes de Emergência (Standby) e Prime (horários de ponta), os modelos C350D6B e C400D6B têm potência de, respectivamente, 350 KW e 400 KW em Standby. De acordo com Kyn Barbosa, engenheira de aplicações da Cummins Power Generation, o intervalo de manutenção dos novos geradores é o dobro dos modelos com motor mecânico – 500 horas ou 12 meses ante as 250 horas ou seis meses.

Desenvolvido de acordo com os mais altos padrões globais de engenharia da Cummins, os novos geradores têm um novo coração, como é chamado o conjunto motor, radiador e filtros de ar, e também um novo alternador. “Graças às inovações implementadas, a partir das inovações de todo esse sistema, o limite de temperatura ambiente, ou LAT, na sigla em inglês, chega a 50º C”, destaca Kyn.

Todo o conjunto foi projetado e testado para altas temperaturas ambientes, simplificando, inclusive, os requisitos de projeto da instalação para eliminação do calor rejeitado. Entre as novidades da linha Cummins está o novo alternador STAMFORD® S-Range, que melhora a eficiência da máquina para atender as principais faixas de potência do mercado.

Além da densidade melhorada, o alternador tem melhor design térmico e oferece maior facilidade de fabricação para os OEMs de grupos geradores. Também é destaque nesse conjunto o novo sistema de dois estágios de filtragem de combustível Fleetguard, que bloqueia impurezas tão pequenas quanto 5 mícrons para proteção de alto nível contra contaminação de poeira, sujeira ou água.

Com o novo motor, pacote de resfriamento, alternador, conjunto de sistema de filtragem de combustível e atendimento às normas (ISO 8528 e locais), o novo produto foi desenvolvido para atender todas as aplicações do mercado, independente do tipo de condição, desde as mais simples até as mais severas, mantendo a alta performance.

Os novos geradores têm garantia padrão de 2 anos para aplicações Standby (1.000 horas) ou de 1 ano para Prime, contando com o suporte dos distribuidores autorizados Cummins, presentes em todo território nacional.

Com o lançamento da nova família neste último quadrimestre do ano, em que a empresa celebra 50 anos no Brasil, a Cummins pretende conquistar novos clientes no País e na região da América Latina, atendendo os mais diferentes segmentos industriais, de serviço e da área de saúde do mercado brasileiro, como data center, hospital, indústria e construção, entre outros.

“Estou feliz por fazer parte desta importante conquista da Cummins”, comenta Danilo Teixeira, engenheiro de produto da Cummins Power Generation. “Em meio a um cenário global novo, no qual precisamos nos reinventar com novos métodos de comunicação e desenvolvimento para manter a qualidade e a inovação, conseguimos trazer aos clientes este novo produto que atende os requisitos específicos de nosso mercado, com mais tecnologia e maior eficiência. É sem dúvida mais um marco para Cummins”, afirma.

Segundo David Sato, supervisor de Marketing de Produto da Cummins Power Generation para América Latina, “a tendência downsizing dos motores Cummins com alta densidade de potência está prevista ainda para outros lançamentos da nossa marca que irão ocorrer nos próximos meses”, conclui.

Usinas termelétricas poluidoras marcarão o próximo leilão de energia no dia 30, mostra novo Boletim do IEMA

Nordeste e Sudeste concentram o maior número de usinas a combustíveis fósseis cadastradas no leilão


O Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) lança o segundo Boletim Leilão de Energia Elétrica, analisando os leilões de contratação de  termelétricas fósseis. Esta edição aborda o leilão A-5, que será realizado no dia 30 (quinta-feira), para a compra de energia elétrica de novos empreendimentos de geração proveniente das fontes hidrelétrica, eólica, solar fotovoltaica e termelétrica. As usinas termelétricas a combustíveis fósseis cadastradas totalizam 35,9 GW, correspondendo a 95% da capacidade de termelétricas ofertada no leilão.  O combustível predominante é o gás natural que soma 34,6 GW (92%) da capacidade instalada de projetos.


Tal movimento, combinado com pressões para a flexibilização da legislação ambiental e com a crônica insuficiência de recursos humanos, orçamentários e técnicos dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), acrescenta ainda mais incertezas quanto aos riscos sociais e ambientais da expansão termelétrica na matriz elétrica nacional.


“Dada a localização e a tecnologia adotada na maioria dos projetos termelétricos, combinadas com as pressões para a flexibilização da legislação ambiental e com a crônica insuficiência de recursos humanos, orçamentários e técnicos dos órgãos de meio ambiente, é de se esperar um aumento dos riscos à saúde pública causados pela poluição do ar e da pressão sobre os recursos hídricos”, afirma André Ferreira, diretor-presidente do IEMA. “Além disso, o investimento na contratação de usinas a combustíveis fósseis contribui para aumentar as emissões de gases de efeito estufa e retardar a necessária transição da matriz elétrica para fontes renováveis”, completa. A energia negociada no leilão será objeto de Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) por 20 anos (termelétricas), 15 anos (renováveis) e 25 anos (hidrelétricas).


Mais termelétricas à vista


Há 52 projetos cadastrados de geração térmica a combustível fóssil acima de 50 MW. Desse total, não foi possível encontrar informações de licenciamento ambiental de cinco unidades. Das 47 unidades restantes, quatro tinham documentação disponível insuficiente para avaliar os indicadores ambientais. 


O Boletim analisou 43 dos projetos cadastrados, correspondendo a 35 usinas termelétricas licenciadas ou em processo de obtenção da Licença Prévia. As Regiões Nordeste e Sudeste concentram o maior número de usinas, somando 29 empreendimentos a gás natural.  O Sudeste é responsável por 44% da potência cadastrada e o Nordeste responde por outros 40%.  Vale destacar o predomínio de projetos a Gás Natural Liquefeito (GNL): 20 usinas termelétricas, correspondendo a 61% da potência total licenciada.


Estresse hídrico


A análise dos sistemas de resfriamento propostos para as usinas termelétricas cadastradas nos leilões mostra que a opção pelo uso de água com tecnologia de torres úmidas é predominante, com 24 usinas, correspondendo a 25,5 GW de potência licenciada (70% do total). Usinas termelétricas resfriadas à água podem reduzir significativamente a disponibilidade hídrica na bacia hidrográfica na qual estiverem localizadas. Para efeito de comparação, a demanda de água de uma usina termelétrica a gás natural de 1.000 MW equivale ao abastecimento público diário de uma cidade de aproximadamente 156 mil habitantes.

Das 20 usinas cadastradas que utilizam água doce em seus sistemas de resfriamento, sete encontram-se em bacias com balanço hídrico quantitativo crítico, o que representa uma potência total de 10,7 GW. A região Sudeste lidera o ranking de potência licenciada em bacias sensíveis, tendo três projetos localizados em bacias classificadas como críticas,  totalizando 5,1 GW. 

Um aspecto positivo observado nos projetos cadastrados no leilão é que cinco usinas termelétricas propõem a utilização de condensadores a ar. Esta tecnologia reduz consideravelmente o uso de água, por isso, seu emprego está em expansão em todo o mundo, principalmente na África do Sul, na China e nos Estados Unidos, segundo dados do IEMA, de 2016.

Poluição do ar

Das 35 usinas licenciadas participantes dos leilões, apenas nove estão localizadas em municípios onde exista pelo menos uma estação de monitoramento da qualidade do ar em operação e que disponibilize para a sociedade as concentrações de poluentes aferidas. Isso significa que vazões significativas de gases e partículas poderão ser lançadas em territórios onde se desconhece as concentrações pré-existentes de poluentes atmosféricos e, consequentemente, também as estimativas das concentrações projetadas para o futuro. 


Para que se tenha uma ideia dos impactos potenciais, uma usina termelétrica a gás natural de 1.000 MW, operando em ciclo combinado, pode emitir até 3.600 kg por dia de NOx (óxidos de nitrogênio), o que corresponde aproximadamente às emissões de  uma frota de três milhões de automóveis rodando, em média,  15 quilômetros por dia cada um. 


Um ponto de especial atenção quanto aos possíveis desdobramentos dos leilões de energia elétrica em relação à poluição do ar são os adensamentos de usinas termelétricas em um mesmo território. Tal situação tem se verificado nas proximidades de complexos industriais e portuários integrados a terminais de gás natural liquefeito (GNL) ou próximos aos gasodutos de escoamento de gás natural offshore-: Barcarena (PA), Pecém (CE), Suape (PE), Barra dos Coqueiros (SE), Açu (RJ) e Macaé (RJ). Tratam-se, em geral, de territórios já densamente industrializados com múltiplas fontes de poluentes atmosféricos em operação.  


Tal movimento, combinado com pressões para a flexibilização da legislação ambiental e com a crônica insuficiência de recursos humanos, orçamentários e técnicos dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), acrescenta ainda mais incertezas quanto aos riscos sociais e ambientais da expansão termelétrica na matriz elétrica nacional.

A maior parte deste  contingente de termelétricas deverá ser oferecido novamente em oportunidades futuras, como o leilão emergencial de outubro ou o leilão de reserva de capacidade de dezembro. Neste sentido, recomendamos a revisão dos critérios para a habilitação técnica de empreendimentos em leilões, bem como suas exigências à conformidade ambiental. “Vem ocorrendo uma importante discussão de valoração de impactos ambientais de empreendimentos energéticos no âmbito da Lei 14.120, mas sugerimos que os riscos sociais e ambientais de projetos sejam discutidos nas fases iniciais do planejamento da expansão do sistema elétrico. O risco de racionamento está abrindo um mercado significativo para a contratação de mais térmicas e este processo deve incluir os custos para o meio ambiente e a sociedade, bem como a contratação preferencial de alternativas renováveis e econômicas.”