Produção do campo de Bacalhau será destinada à exportação

A Equinor esclarece que a produção de petróleo do campo de Bacalhau, na Bacia de Santos, será prioritariamente destinada ao mercado externo. Portanto, a empresa ressalta que apenas embarcações de apoio logístico, que transportarão equipamentos, alimentos e outros recursos para o funcionamento da plataforma, utilizarão a base de apoio da Triunfo, localizada na Baía de Guanabara. A empresa destaca ainda que não está prevista a utilização de bases de apoio logística ou terminal aquaviário nas Baias de Sepetiba ou Ilha Grande. A decisão final de investimento para o projeto de Bacalhau foi anunciada pela Equinor e seus parceiros em junho de 2021 e o primeiro óleo do campo está previsto para 2024.

Bacalhau será o primeiro campo do pré-sal brasileiro operado por uma operadora internacional. No total, serão cerca de três mil pessoas trabalhando para o projeto no país. O campo também contará com o primeiro FPSO do Brasil a usar turbinas a gás de ciclo combinado, o que reduzirá significativamente as emissões de carbono. A fase 1 do projeto contará com um dos maiores FPSOs do Brasil, com capacidade de produção de 220.000 barris por dia e capacidade de armazenamento de dois milhões de barris.  No total, serão 8 bilhões de dólares destinados ao desenvolvimento do campo.

Shell amplia portfólio no Brasil após leilão da ANP

Portfólio da companhia chega a 28 blocos exploratórios

Na 17ª rodada de concessão de áreas para exploração de óleo e gás organizada hoje pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no Rio de Janeiro, a Shell Brasil Petróleo Ltda (Shell), subsidiária da Royal Dutch Shell plc, arrematou cinco blocos exploratórios na Bacia de Santos: S-M-1709, S-M-1707, S-M-1715, S-M-1717 e S-M-1719. A Shell será operadora de todos os blocos e pagará R$ 35,1 milhões em bônus de assinatura. No bloco S-M-1709, a Shell terá participação de 70%, em parceria com a Ecopetrol, com participação de 30%.

“O leilão de hoje demonstra mais uma vez a continuidade de nossos investimentos no Brasil, país que já responde por cerca de 13% da produção total de óleo e gás da empresa mundialmente. Estes novos blocos vêm se somar ao nosso extenso portfólio no Brasil, onde atuamos como operadores desde o início da década de 2000”, afirmou o presidente da Shell Brasil, André Araujo.

Com a aquisição destes novos blocos, a presença total da Shell no Brasil chega a 28 blocos exploratórios, 1 campo em desenvolvimento e 14 campos em produção no Brasil.

Com 108 anos de presença no Brasil, a Shell foi a primeira empresa internacional de energia a produzir petróleo em escala comercial após o fim do monopólio no país, no fim da década de 1990.

Após 95 dias com preços estáveis, a Petrobras fará ajuste no preço do GLP. Para a gasolina, o preço será reajustado após 58 dias de estabilidade

Após 95 dias com preços estáveis, nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais, a Petrobras realizará ajuste no preço do GLP para as distribuidoras.

Para a gasolina A, o período de estabilidade foi de 58 dias.

Esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras. E refletem parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio, dado o fortalecimento do dólar em âmbito global.

Desta forma, a partir do último sábado, (09/10), o preço médio de venda do GLP da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, equivalente a R$ 50,15 por 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,26 por kg.

Para a gasolina A, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,20 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço da gasolina na bomba passará a ser de R$ 2,18 por litro em média. Uma variação de R$ 0,15 por litro.

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor. Convidamos a visitar:
https://petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/precos-de-venda-de-combustiveis/

Petrobras Cultural apresenta “O Circo no Fundo do Mar”

Espetáculo, um dos selecionados na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas para Crianças, fará 10 apresentações gratuitas em Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais

Que tal aproveitar o Dia das Crianças para dar um mergulho no fantástico mundo do fundo do mar? Esta é a proposta do grupo goiano Teatro para Todos, um dos 32 projetos aprovados nas chamadas Petrobras Cultural para Crianças, realizadas pela empresa e voltadas para artes cênicas, audiovisual e feiras literárias.

O espetáculo “O Circo no Fundo do Mar”, da AM Produções Artísticas, conta a história de um tubarãozinho que se encanta com uma trupe circense, e parte com ela numa grande aventura pela preservação do meio ambiente.

Serão 10 apresentações gratuitas e com plateia, e observando as normas de segurança como distanciamento e uso de máscaras, em 5 cidades brasileiras. A estreia será na próxima terça-feira (12), às 16 h, no Teatro Goiânia, na capital. Em seguida, o circo parte para sessões em Morrinhos (GO), Brasília (DF), Ibirité e Betim, em Minas Gerais.

O projeto busca alcançar também crianças de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade social. Para assistir as sessões, as crianças contarão com ônibus da escola ao teatro. Os ingressos podem ser retirados nas bilheterias dos locais onde ocorrem as apresentações.