Tenaris e Sandvik Materials Technology estendem aliança de longa data com renovação do contrato de cinco anos

A Tenaris e sua parceira de negócios de longa data Sandvik estão estendendo sua aliança de quase 20 anos com a assinatura de um novo contrato de cinco anos para o fornecimento de OCTG com conexões premium e ligas de aços especiais, incluindo CRAs, para atender o mercado de petróleo e gás.

O contrato renovado combina a experiência da Sandvik em tecnologia de materiais e o desenvolvimento de ligas de aço resistentes à corrosão com a excelência da Tenaris na fabricação de OCTG de alta qualidade e alto desempenho e conexões premium com tecnologia Dopeless®.

“Nossa aliança estratégica facilita uma cooperação mais estreita em inovações futuras visando as aplicações mais exigentes do mercado. Juntos, seremos incomparáveis ​​na indústria, permitindo-nos desenvolver e oferecer soluções exclusivas para os ambientes operacionais mais desafiadores enfrentados por nossos clientes”, disse Goran Bjorkman Presidente Sandvik Materials Technology.

O presidente e CEO da Tenaris, Paolo Rocca, visitou a sede da Sandvik Materials Technologies em Sandviken, Suécia, antes da assinatura do acordo, que marca duas décadas de colaboração entre as empresas.

“Continuamos a aproveitar nossos pontos fortes combinados em P&D e fabricação para oferecer aos clientes soluções diferenciadas, incomparáveis ​​na indústria hoje”, disse Rocca. “E, à medida que o setor gira com um foco maior em soluções de baixo carbono, estamos melhor posicionados e temos o know-how para executar projetos de transição energética, como captura e armazenamento de carbono, produção geotérmica e de gás – segmentos que exigem materiais avançados e tecnologias de produto que maximizam o desempenho enquanto reduzem o impacto ambiental. ”

A parceria estratégica entre Tenaris e Sandvik começou em 2003 para agregar valor à indústria de petróleo e gás por meio de pesquisa conjunta, desenvolvimento de produtos e fabricação de soluções tubulares especializadas para aplicações exigentes.

Navio de apoio da TechnipFMC ganha contrato de longo prazo com a Petrobras

A TechnipFMC garantiu um contrato de afretamento e serviços de longo prazo pela Petrobras para seu navio de apoio a dutos Coral do Atlântico.

A embarcação registrada no Brasil foi garantida por um contrato de três anos, com opção de prorrogação.

Coral do Atlântico será implantado principalmente em águas ultraprofundas de até 3.000 metros. O início das operações está previsto para o segundo trimestre de 2022.

Esta é a terceira embarcação de apoio a dutos TechnipFMC a ser contratada pela Petrobras neste ano.

“Coral do Atlântico é o terceiro de nossos navios de apoio a dutos a ser contratado por meio de afretamento de longo prazo pela Petrobras neste ano, indicando uma demanda crescente no mercado brasileiro por produtos flexíveis”, disse Jonathan Landes , presidente Subsea da TechnipFMC.

“A versatilidade e a capacidade do Coral do Atlântico de trabalhar em águas profundas ou rasas é grande parte do apelo da embarcação. Este último contrato fortalece ainda mais nosso relacionamento de colaboração e confiança com a Petrobras que se estende por décadas. ”


Foto: Jonathan Landes , presidente Subsea da TechnipFMC – Divulgação

Embora a TechnipFMC não especifique os termos financeiros do negócio, a empresa disse que o valor do contrato é de cerca de US $ 250 milhões a US $ 500 milhões.

4 Subsea garante contrato de prestação de serviços no campo Bacalhau

A 4Subsea obteve um contrato de serviço para monitorar risers catenários de aço no Floating Production Storage and Offloading’s (FPSO) no campo de Bacalhau no Brasil.

O serviço é fornecido usando 4insight® Subsea Asset Integrity, que combina sensores avançados de tensão e movimento para medir os movimentos da embarcação e a carga do riser com algoritmos para calcular a pressão do riser e a tensão do arco para monitorar a integridade e os riscos para risers catenários de aço no FPSO. O serviço digital é entregue como painéis de monitoramento e dados alimentados na plataforma de dados do Equinor para análise posterior.


Foto: Produção Submarina – Divulgação

Peter Jenkins, CEO da 4Subsea, disse: “Estamos muito satisfeitos por termos sido escolhidos para monitorar a integridade dos risers do Bacalhau. Esses serviços comprovadamente reduzem o risco operacional e os custos durante operações complexas e são ótimas demonstrações da transformação digital das operações offshore para aumentar a segurança ”.

Os mesmos sensores, tecnologia e algoritmos foram adaptados para monitorar a fadiga e integridade em instalações eólicas offshore para monitorar a integridade da construção e dos cabos, demonstrando a versatilidade e robustez da tecnologia de sensor 4Subsea e serviços digitais.


Foto: Peter Jenkins, CEO da 4Subsea – Divulgação

Petrobras conclui venda de campo terrestre em Sergipe

A Petrobras finalizou, em 08/10/2021, a venda de sua participação de 50% no campo terrestre de Rabo Branco, localizado na Bacia de Sergipe-Alagoas, no estado de Sergipe, para a empresa Petrom Produção de Petróleo e Gás Ltda. A venda para a Petrom decorreu do exercício do direito de preferência da empresa previsto contratualmente. Após o cumprimento de todas as condições precedentes, a operação foi concluída pelo valor da venda de US$ 1,5 milhão, que já havia sido integralmente depositado, em conta-garantia em benefício da Petrobras, na data de assinatura do contrato de compra e venda, em 07/05/2021.

O campo terrestre de Rabo Branco faz parte da concessão BT-SEAL-13, localizada ao sul do campo de Carmópolis, na Bacia de Sergipe-Alagoas, no Estado de Sergipe. A produção média do campo, no ano de 2020, foi de 131 bpd. A Petrobras possuía 50% de participação, em parceria com a Petrom.

Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra-profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto nº 9.355/2018.

Sobre a Petrom

A Petrom é uma sociedade de propósito específico (SPE) constituída para o gerenciamento das atividades desenvolvidas no campo de Rabo Branco, no qual é operadora e passa a deter 100% de participação.

ANP debate novo modelo de comercialização de biodiesel em audiência pública

A ANP realizou audiência pública online sobre a regulamentação do novo modelo de comercialização de biodiesel em substituição aos leilões públicos, para atendimento do percentual de mistura obrigatória ao diesel de origem fóssil.

A minuta de resolução, que foi submetida a consulta pública por 45 dias, modifica a dinâmica de mercado e prevê modelo em que as distribuidoras compram o biodiesel diretamente dos produtores. A meta volumétrica compulsória individual de contratação será de 80% do contratado no bimestre anterior. Ou seja, as distribuidoras deverão adquirir pelo menos 80% do volume comprado no bimestre anterior.

“O modelo que está sendo proposto pela ANP consiste na comprovação da contratação prévia do volume de biodiesel a ser comercializado, favorecendo assim a previsibilidade e a garantia ao abastecimento, ao mesmo tempo em que preserva a liberdade de estabelecimento das condições contratuais”, afirmou o Diretor da ANP Raphael Moura na abertura da audiência.

Moura explicou ainda que a métrica volumétrica de contratação prévia é um percentual suficientemente alto para gerar a previsibilidade necessária para o abastecimento nacional, enquanto a existência do volume remanescente pretende garantir flexibilidade ao mercado e permitir que os volumes acima da meta mínima possam ser comercializados entre distribuidores e produtores de biodiesel por qualquer outra forma, como mercado à vista, spot, comercialização em bolsa etc.

“Dessa maneira, sem descuidar das medidas necessárias à garantia do abastecimento, o novo modelo pretende promover a migração do mercado para uma nova fase, em que há redução gradual da ingerência do regulador, a natural remoção do papel da Petrobras em todo o processo e maior liberdade para os agentes econômicos”, complementou.

O novo sistema de comercialização visa ao atendimento ao percentual obrigatório de adição de biodiesel ao diesel fóssil, previsto pela Lei nº 13.033/2014, e foi desenvolvido com base: 1) na proteção dos interesses do consumidor quanto a preço, qualidade e oferta dos produtos; 2) na garantia do suprimento de combustíveis em todo o território nacional; 3) na promoção da livre concorrência; 4) no incremento, em bases econômicas, sociais e ambientais, da participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional; e 5) nos objetivos, fundamentos e princípios da Política Nacional de Biocombustíveis.

O novo formato deverá entrar em vigor até 1º de janeiro de 2022, conforme determina a Resolução nº 14/2020 do CNPE.

Após 95 dias com preços estáveis, a Petrobras fará ajuste no preço do GLP. Para a gasolina, o preço será reajustado após 58 dias de estabilidade

Após 95 dias com preços estáveis, nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais, a Petrobras realizará ajuste no preço do GLP para as distribuidoras.

Para a gasolina A, o período de estabilidade foi de 58 dias.

Esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras. E refletem parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio, dado o fortalecimento do dólar em âmbito global.

Desta forma, a partir de sábado, (09/10), o preço médio de venda do GLP da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, equivalente a R$ 50,15 por 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,26 por kg.

Para a gasolina A, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,20 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço da gasolina na bomba passará a ser de R$ 2,18 por litro em média. Uma variação de R$ 0,15 por litro.

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor. Convidamos a visitar:
https://petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/precos-de-venda-de-combustiveis/