Setor de petróleo e gás aposta em conexão com jovens talentos

Young Summit Rio Oil & Gas promoverá mais de 20 horas de mesas redondas para desmistificar a indústria de óleo e gás para jovens profissionais 

O setor de óleo e gás está de portas abertas para ouvir jovens profissionais, fomentando, assim, uma indústria cada vez mais inovadora, diversa, transparente e sustentável. É nesse contexto que o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) realiza o Young Summit, iniciativa da Rio Oil & Gas totalmente voltado para estudantes e jovens profissionais, de 30 de novembro a 2 dezembro, de forma online e gratuita.

“Queremos mostrar que o segmento de óleo e gás também é inovador e busca modernizar sua gestão de inovação tecnológica. Esse setor agora é fundamental para atender aos anseios da sociedade para a transição energética justa e segura, e, para isso, soluções disruptivas serão muito bem-vindas”, analisa Cristina Pinho, diretora executiva corporativa do IBP.

Carla Diniz, chair do Young Summit e diretora de Gente e Gestão da NTS, acrescenta que há um ponto de conexão entre o ambiente acadêmico e a indústria.

“Precisamos sempre renovar nossa cadeia com maior diversidade de ideias e inovações. Por isso, são bem-vindos professores e instituições de ensino que desejam compartilhar seu conhecimento e empresas interessadas em atrair e reter talentos que contribuirão com processos inovadores na transição para uma matriz energética de baixo carbono”, complementa.

Discussões  

O Young Summit contará com 12 sessões de conteúdo divididas em quatro pilares. O pilar Carreira vai abordar as tendências para a profissionalização e capacitação, tornando o jovem protagonista de sua própria trajetória e mostrando para ele que, na indústria, existe lugar para carreiras além da engenharia, como biblioteconomia, medicina, psicologia, economia, comunicação, direito, só para citar alguns exemplos.

Já Diversidade & Inclusão debaterá as iniciativas por parte da indústria envolvendo as relações de trabalho com equidade de gênero, raça e etnia, acessibilidade, pessoas com deficiência e grupo LGBTQIA+.

O painel Empreendedorismo e Transformação Digital vai apresentar a possibilidade de olhar para os novos desafios com mais criatividade, agilidade, clareza e conexão com os propósitos de uma geração.

Sustentabilidade convida os jovens a participar do debate sobre os riscos e o papel do setor de óleo e gás no consumo sustentável. Também serão abordadas as mudanças pelas quais passa a indústria de O&G em um universo da neutralidade de carbono. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, alinhados com as medidas para garantir a agenda ESG para as próximas gerações, receberão destaque.

A curadoria do evento conta com apoio de diversos parceiros de conteúdo, como BlendEdu Instituto Proa, École 42, Empodera, Lee Hecht Harrison (LHH), Cmov e MIT Reap.

De forma online e gratuita, com mais de 20 horas de programação, o evento será transmitido diretamente da Fábrica de Startups para o hub de conteúdo da Rio Oil & Gas, das 9h30 às 17h. Haverá intérprete de libras, interação com o público via chat em tempo real, e os participantes terão direito a certificado.

O Young Summit é patrocinado por Petrobras, TotalEnergies, NTS, Prumo e TechnipFMC, além de contar com a participação do Governo Federal.

Link de inscrição –  https://www.riooilgas.com.br/young-summit

Link do evento – https://hub.riooilgas.com.br/

Mais informações:

Carla Zacconi – (21) 99125-1924

Bruno Postiga – (21) 99702-3702

Pedro Soares – (21) 98269-1840

Petrobras patrocina o Hacking.Rio 2021, maior hackaton da América Latina

Participantes devem propor soluções para desafios tecnológicos e concorrem a bolsas de estudo, prêmios e até programas de aceleração de startups

A Petrobras patrocina, de 26 a 28/11, o maior encontro de hackers da América Latina, o Hacking.Rio. Na maratona tecnológica de 42 horas, os participantes devem propor soluções para desafios alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), além de responderem a um desafio da NASA relacionado a crimes cibernéticos. A competição será dividida em 17 clusters temáticos que podem incluir games, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e Blockchain, entre outros. As equipes de “hackers do bem” contarão com o apoio de mentores e especialistas de empresas como a Petrobras para o desenvolvimento de soluções para os desafios lançados durante o evento.

“O uso de inovações tecnológicas cresce vertiginosamente no dia a dia das pessoas e das empresas e na Petrobras não é diferente. Temos a inovação como parceira de negócios e nada mais natural do que apoiarmos iniciativas que promovam o uso da tecnologia para propor soluções, como fazemos na empresa. Com integrantes do nosso corpo técnico atuando como mentores, colocamos nossa expertise a serviço da sociedade”, afirma a gerente de Patrocínios e Eventos, Alessandra Teixeira.

A plataforma exclusiva desenvolvida para o evento online permitirá a troca de ideias dos hackers por meio de chats e vídeo chamadas. Os participantes, organizados em equipes de 3 a 5 pessoas, de diferentes perfis e áreas do conhecimento, devem apresentar um MVP (Mínimo Produto Viável).

Cada equipe vencedora de uma das 17 categorias do Hacking.Rio terá uma premiação de R$ 5 mil. Para a equipe vitoriosa do Desafio da NASA, o prêmio é de R$ 30. Depois, as 18 equipes vencedoras disputam a finalíssima do Hacking.Rio e o “vencedor dos vencedores” receberá mais R$ 30 mil.  Também serão premiados com R$ 5 mil o Melhor Mentor, dando destaque à Melhor Instituição de Ensino, totalizando R$ 150 mil em premiação geral. Além do dinheiro, outros benefícios de parceiros serão oferecidos aos vencedores como: programas de aceleração de startups, bolsas de estudos, produtos exclusivos e viagens ao exterior. Os vencedores das duas categorias, Junior e Master, serão divulgados pelo site e canal do Youtube do Hacking.Rio, no dia 30 de novembro.

“Não somos um evento e sim um movimento em prol da educação e empreendedorismo digitais. Nosso propósito de promover hackathons simultâneos por todo Brasil é incentivar que mais pessoas queiram aprender a programar e mergulhem neste novo mundo digital. O Hacking.Rio já reuniu milhares de participantes e abriu muitas oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Todos podem participar dessa rede de colaboração e fazer a diferença na sua comunidade”, avalia a CEO e fundadora do Hacking.Rio, Lindália Junqueira.

Inovação

A Petrobras é uma das maiores investidoras em inovação aberta do país e acredita no potencial que a transformação digital e a inovação têm para promover mudanças. Patrocina eventos que estimulem a reflexão sobre o impacto das tecnologias na vida das pessoas e o desenvolvimento de soluções para a sociedade, como a Febrace (Feira Brasileira de Ciências), Campus Party, Rio@2C, Robocup (Competição Brasileira de Robótica) e maratonas hacker como o Hacktudo e Hacking.Rio.

ANP disponibiliza relatórios de Análise de Impacto Regulatório

A ANP passou a disponibilizar em seu site, os relatórios de Análise de Impacto Regulatório (AIR) realizados pela Agência, ressalvadas as informações com restrição de acesso nos termos da Lei de Acesso à Informação (12.527/2011). A medida atende ao disposto no Decreto nº 10.411, de 2020, que estabelece o conteúdo, a metodologia, os quesitos mínimos a serem objeto de exame, as hipóteses em que será obrigatória sua realização e as hipóteses em que poderá ser dispensada.

Os relatórios podem ser consultados, por tema e data de publicação, na página: https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/analise-de-impacto-regulatorio-air.

A Análise de Impacto Regulatório consiste em um processo sistemático que visa orientar, com base em evidências, a tomada de decisão regulatória. Partindo de um problema e dos objetivos a serem alcançados, a AIR identifica e avalia as alternativas decisórias normativas e não-normativas, bem como analisa sua efetividade para solucionar o problema e, de maneira ampla, as potenciais consequências positivas e negativas.

A Nova Lei das Agências Reguladoras (13.848/2019) e a Lei da Liberdade Econômica (13.874/2019) preveem que as propostas de edição e de alteração de atos normativos de interesse geral de agentes econômicos, consumidores ou usuários de serviços prestados devem ser precedidas da realização de AIR.

Petrobras informa sobre aprimoramento da Política de Remuneração aos Acionistas

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada, aprovou a revisão da Política de Remuneração aos Acionistas (Política).

O aprimoramento da Política tornou-se importante em razão da antecipação do alcance da meta de endividamento bruto abaixo de US$ 60 bilhões no 3º trimestre de 2021, originalmente prevista para 2022.

A Companhia estabelece o nível de endividamento bruto ótimo de US$ 60 bilhões, incluindo os compromissos relacionados a arrendamentos mercantis, por isso, para fins da Política, adotará parâmetro que comporte flexibilidade em torno desse endividamento alvo, passando a aplicar o endividamento bruto de US$ 65 bilhões como critério para definição da forma de apuração da remuneração a ser distribuída.

Adicionalmente, foi definido que a distribuição de remuneração deverá ser feita trimestralmente. O CAPEX da fórmula original do fluxo de caixa livre também foi ajustado, para contemplar o bônus de assinatura dos leilões.

A revisão também teve o objetivo de simplificar a Política e estabelecer uma remuneração mínima anual, promovendo maior previsibilidade ao fluxo de pagamentos aos acionistas.

Em todos os parâmetros de distribuição, a remuneração aos acionistas deve seguir as regras previstas na Lei 6.404/76, no Estatuto Social da Companhia e não deve comprometer a sustentabilidade financeira de curto, médio e longo prazos da Companhia.

A Política traz os seguintes parâmetros de distribuição de proventos, que deverão ser seguidos nas decisões do Conselho de Administração e nas propostas da Administração à Assembleia Geral de Acionistas:

1. A Companhia estabelece uma remuneração mínima anual de US$ 4 bilhões para exercícios em que o preço médio do Brent for superior a US$ 40/bbl, a qual poderá ser distribuída independente do seu nível de endividamento, desde que observados os princípios previstos na Política.

1.1. A remuneração mínima anual será equivalente para as ações ordinárias e as ações preferenciais, desde que supere o valor mínimo para as ações preferenciais previsto no Estatuto Social da Companhia.

2. Em caso de dívida bruta igual ou inferior a US$ 65 bilhões e de resultado positivo acumulado, a serem verificados no último resultado trimestral apurado e aprovado pelo Conselho de Administração, a Companhia deverá distribuir aos seus acionistas 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e os investimentos, conforme equação abaixo, desde que o resultado desta fórmula seja superior ao valor previsto no item 1 e não comprometa a sustentabilidade financeira da Companhia:

Remuneração aos acionistas = 60% x (Recursos líquidos gerados pelas atividades operacionais – Aquisições de ativos imobilizados e intangíveis)

3. Independentemente do seu nível de endividamento, a Companhia poderá, em casos excepcionais, realizar o pagamento de dividendos extraordinários, superando o dividendo mínimo legal obrigatório e/ou os valores estabelecidos nos itens 1 e 2, desde que a sustentabilidade financeira da Companhia seja preservada.

Além disso, a Companhia poderá excepcionalmente promover a distribuição de dividendos extraordinários mesmo na hipótese de não verificação de lucro líquido, uma vez atendidas as regras previstas na Lei 6.404/76 e observados os critérios definidos na Política.

A Política na íntegra está disponível no website de Relações com Investidores (www.petrobras.com.br/ri) ou no site da CVM (www.cvm.gov.br).