Seadrill conquistou dois contratos no valor de US$ 549 milhões com a Petrobras

A  Seadrill conquistou dois contratos no valor de US$ 549 milhões com a Petrobras para as sondas West Carina e West Tellus, que trabalharão no campo de Búzios no Brasil.

A empresa informou na sexta-feira que foram firmados dois contratos com a Petrobras para obras no Brasil.

Stuart Jackson, CEO da Seadrill (foto acima), comentou: “O Brasil é um mercado estrategicamente importante para o setor offshore e estou satisfeito que a Seadrill continuará a desempenhar um papel cada vez mais significativo nos próximos anos.”

O valor total do contrato para os novos contratos é de aproximadamente US$ 549 milhões, incluindo receita de mobilização e serviços adicionais.

A Seadrill confirmou que ambos os contratos foram assinados em uma base de prazo fixo de três anos. As plataformas West Carina e West Tellus devem começar a trabalhar para a Petrobras em setembro de 2022.

West Carina é um navio de perfuração em águas ultraprofundas de sexta geração, que foi construído em 2014. Por outro lado, West Tellus foi construído em 2013 pelo estaleiro Samsung na Coreia do Sul. Este é um navio-sonda DP3 de sexta geração classificado para 3.600 m de profundidade de água.

Anteriormente, a empresa fechou um acordo para o navio sonda West Tellus em novembro de 2019  e o contrato deveria terminar em dezembro deste ano. No entanto, devido ao pedido da Petrobras de uma rescisão antecipada do negócio, a plataforma deveria estar funcionando para a Petrobras até setembro de 2021 sob uma taxa de $ 211.311 por dia.

A Seadrill conseguiu ganhar um contrato para dois poços e trabalho de intervenção adicional, além de dois poços opcionais com a Shell Brasil em continuação direta do contrato anterior da Petrobras. Portanto, a duração do contrato com a Shell para este navio sonda é de outubro de 2021 até o final de janeiro de 2022.

Matt Lyne, vice-presidente executivo, diretor comercial e de estratégia da Seadrill , disse:  “A Seadrill tem uma longa história e um histórico de sucesso de operação em ambientes benignos e adversos e em bacias estratégicas onde vemos potencial de crescimento contínuo, como o offshore no Brasil . ”

Na semana passada, a Seadrill revelou sua nova estrutura de conselho , incluindo o ex-CEO da Noble e CEO da Subsea 7, enquanto a empresa se prepara para emergir da concordata , Capítulo 11 , que começou em fevereiro de 2021.

A empresa elaborou seu  plano de reorganização  com seus credores em julho de 2021 e recebeu a confirmação do plano em 26 de outubro de 2021. A empresa agora tem como meta emergir no início de 2022, ao contrário das expectativas anteriores de que isso aconteceria no quarto trimestre de 2021 .

Leilão do pré-sal pode atrair dois novos produtores para o Brasil

O leilão dos volumes excedentes da cessão onerosa das áreas de Sépia e Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos, representa, para as petroleiras, um acesso imediato a projetos em fase operacional e pode, a depender dos resultados, atrair dois novos produtores para o país. Dentre as onze empresas habilitadas para a rodada, marcada para 17 de dezembro, a americana ExxonMobil e a colombiana Ecopetrol buscam na licitação uma oportunidade para começarem a produzir os primeiros volumes de petróleo no Brasil. As duas atuam no mercado brasileiro, mas apenas em ativos exploratórios ou em fase de desenvolvimento da produção.

Além delas, a americana Chevron – que está se desfazendo de todos os ativos operacionais no Brasil para focar no pré-sal – também pode garantir, no leilão, uma nova fonte de geração de caixa no país. As brasileiras Petrobras e Enauta e as multinacionais Equinor (Noruega), Petrogal (Portugal/China), Petronas (Malásia), Qatar Petroleum (Catar), Shell (Reino Unido) e TotalEnergies (França), que já produzem no país, completam a lista de petroleiras aptas a participar da licitação e que poderão, a partir do leilão de Sépia e Atapu, diversificar suas fontes de receita no Brasil.

Os ativos em licitação têm custos bilionários. Os vencedores da rodada terão que desembolsar um total de R$ 11,1 bilhões (US$ 2 bilhões) em bônus de assinatura, mais US$ 6,45 bilhões em compensações financeiras à Petrobras pelos investimentos realizados nos campos.

Esse dinheiro pode concorrer com os compromissos de investimentos assumidos pelas empresas no país. Todas as onze habilitadas adquiriram ativos nos leilões brasileiros nos últimos anos. A Wood Mackenzie destaca, por outro lado, que Sépia e Atapu podem gerar fluxo de caixa para as empresas, enquanto elas amadurecem os demais projetos no Brasil.

A Petrobras exerceu o direito de preferência pela aquisição das duas áreas, com percentual mínimo de 30%. Segundo a consultoria, Shell, TotalEnergies e Petrogal – sócias da estatal brasileira na jazida compartilhada de Atapu, que se conecta à concessão BM-S-11A (Oeste de Atapu) – também são candidatas naturais ao leilão.

Na avaliação da Wood Mackenzie, Ecopetrol, Petronas e Qatar Petroleum se enquadram na categoria de petroleiras que estão em fase de expansão em águas profundas – e que, portanto, podem se interessar pela licitação. Já a ExxonMobil, Equinor, Enauta e Chevron são citadas como companhias em fase de reestruturação do portfólio no Brasil e interessadas em ativos em fase operacional.

Os excedentes da cessão onerosa são os volumes descobertos de petróleo que ultrapassam os 5 bilhões de barris que a Petrobras tem direito de produzir no pré-sal, como parte do contrato assinado em 2010, dentro da operação que culminou no aumento da fatia da União no capital da estatal.

Os volumes excedentes de Sépia e Atapu foram ofertados, pela primeira vez, em 2019. Na ocasião, as áreas não despertaram o interesse das petroleiras, que viram muitos riscos nas regras da rodada, sendo o principal deles a necessidade de negociar com a Petrobras, depois da assinatura dos contratos, o valor da compensação pelos investimentos feitos nos ativos.

Com o insucesso no leilão de 2019, o governo reviu algumas regras. A principal novidade é que, depois de negociações entre a Petrobras e a estatal Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), o valor da compensação financeira a ser paga à petroleira brasileira foi calculado previamente ao leilão. Os bônus de assinatura também foram reduzidos em 70%, em relação aos termos da licitação de 2019.

Na avaliação da Wood Mackenzie, o leilão dos excedentes de Sépia e Atapu será um “teste emocionante” para a disciplina de capital das empresas, num momento em que as petroleiras aproveitam a valorização da commodity para recuperarem o caixa, depois de um 2020 difícil para o setor, e assumem compromissos crescentes com a transição energética. Em relatório sobre o leilão, a consultoria internacional destaca que houve melhorias nos termos da licitação, mas que os resultados econômicos de Atapu e Sépia “ainda não são convincentes”.

Delp Oferece curso gratuito de soldagem

Parceria entre DELP e Senai vai promover qualificação e ingresso ao mercado de trabalho aos profissionais

A DELP Engenharia Mecânica e o Senai de Vespasiano firmaram uma parceria para a realização do curso gratuito de Qualificação Profissional em Soldagem, voltado à comunidade em geral. São 20 vagas abertas. O objetivo é desenvolver os profissionais
referência na área de soldagem com conteúdo teórico e prático. Segundo o gerente de Recursos Humanos da DELP, Gledson Machado, os alunos que tiverem melhor desempenho ainda poderão ingressar no mercado de trabalho e fazer parte do time da DELP. “Pretendemos formar mão de obra local e, consequentemente, dar oportunidade para estes alunos. O curso será 100% custeado pela DELP. Além de fomentar a economia local, buscamos qualificar os alunos para que cheguem ao mercado com uma boa base teórica, tendo como suporte o SENAI, e prática dentro da DELP.”

As inscrições começam hoje, 29 de novembro e vão até 06 de dezembro. Para se inscrever é preciso ter 18 anos ou mais, ensino médio completo e é desejável que tenha curso de aprendizagem ou técnico em mecânica, caldeiraria ou áreas correlatas. As inscrições devem ser feitas por meio de um formulário, disponível no link forms.office.com/r/DxgQvcp75x. Após a primeira seleção, serão realizados entrevistas e testes presenciais e, em seguida, os candidatos serão escolhidos e deverão fazer a matrícula no Senai.
O curso terá início no dia 05 de janeiro e termina no dia 11 de março, de segunda à sexta, das 18h às 22h. Carga horária total de 160 horas.

VAGAS DE EMPREGO:

Atualmente a DELP está com 59 vagas para diferentes cargos. Os processos seletivos estão abertos. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail de recrutamento da DELP (recrutamento@delp.com.br). As contratações são para início imediato. Saiba mais em nossas redes sociais @delpengenharia.

A DELP ENGENHARIA MECÂNICA:

A DELP Engenharia Mecânica está no mercado desde 1964 e possui a segurança e saúde como o seu maior valor. É uma empresa de engenharia mecânica que desenvolve, fabrica e reforma equipamentos de grande porte para os mercados de ancoragem, óleo e gás e indústria. Oferece ainda diversos serviços e serviços de campo aos seus clientes. A DELP possui sede fabril em Vespasiano/MG e Porto do Açu/RJ e escritórios no Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2021, ampliou sua ocupação no mercado mundial e hoje possui escritórios em Houston na América do Norte, Roterdã na Europa e Singapura na Ásia. Possui mais de 600 colaboradores, é a maior caldeiraria do Brasil com uma marca de mais de 1600 dias sem acidentes.

CURSO GRATUITO DE QUALIFICAÇÃO EM SOLDAGEM DELP/SENAI:

•Inscrições: 29/11/2021 à 06/12/2022
•Vagas: 20
•Link para inscrição: forms.office.com/r/DxgQvcp75x
•Curso: de 05/01/2022 à 11/03/2022, das 18h às 22h (160 horas)

Requisitos:
•Ensino médio completo;
•Ter 18 anos completos;
•Desejável ter curso de aprendizagem ou técnico em mecânica, caldeiraria ou áreas correlatas.

Conteúdo do curso:
•Terminologia de soldagem;
•Simbologia de soldagem;
•Metais de base;
•Eletricidade básica;
•Fontes de energia para soldagem;
•Soldagem com o processo GMAW e FCAW
•Soldagem com o processo GTAW;
•Trabalho em equipe;
•Segurança no trabalho;
•Preparação para soldagem;
•Soldagem com o processo MIG/MAG;
•Soldagem com arame tubular;
•Soldagem com o processo TIG;
•Ferramentas, instrumentos e Insumos.

Missão da ANP visita empresas e centros de pesquisa do setor de energia na França

O Diretor da ANP Raphael Moura liderou, na semana de (22 a 26/11), missão à França que teve por objetivo discutir oportunidades de investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) nas próximas décadas, com foco nos aspectos de transição energética e energias renováveis, redução de emissões de gases de efeito-estufa, segurança das operações e gerenciamento dos impactos ambientais.

A delegação visitou a sede do Grupo Total Energies em Paris, bem como a “Fabrica Digital”, unidade voltada às pesquisas para acelerar a transformação digital e gerar soluções para o Grupo. Houve também visita técnica ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Saclay, voltado para pesquisas sobre energias renováveis.

Para o Diretor Raphael Moura, os centros de pesquisa têm papel essencial na transição energética. “As recentes mudanças nas regras de aplicação dos recursos de PD&I implementadas pela ANP vão exatamente nessa direção: a da viabilização de investimentos, criação de valor e identificação de sinergias a partir do desenvolvimento de novas tecnologias financiado pela cláusula de PD&I dos contratos de E&P”, afirmou o diretor.

Além do Diretor Raphael Moura, acompanham a delegação o Superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ANP, Alfredo Renault, e o Assessor Técnico de Meio Ambiente Tiago Machado de Souza Jacques.

Cláusula de PD&I 

A Lei nº 9.478/1997, Lei do Petróleo, deu à ANP a atribuição de estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias para o setor. Diante disso, os contratos celebrados entre a Agência e as empresas petrolíferas para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural dispõem de cláusulas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Cláusula de PD&I) que estabelecem a obrigação de realização de despesas qualificadas como PD&I por essas empresas. A cláusula de PD&I estabelece a aplicação de percentual da receita bruta da produção, segundo condições específicas de cada modalidade de contrato. A ANP é responsável pela análise, aprovação, acompanhamento e fiscalização da aplicação dos recursos oriundos da cláusula de PD&I.

ANP disponibiliza relatórios de Análise de Impacto Regulatório

A ANP passou a disponibilizar em seu site, os relatórios de Análise de Impacto Regulatório (AIR) realizados pela Agência, ressalvadas as informações com restrição de acesso nos termos da Lei de Acesso à Informação (12.527/2011). A medida atende ao disposto no Decreto nº 10.411, de 2020, que estabelece o conteúdo, a metodologia, os quesitos mínimos a serem objeto de exame, as hipóteses em que será obrigatória sua realização e as hipóteses em que poderá ser dispensada.

Os relatórios podem ser consultados, por tema e data de publicação, na página: https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/analise-de-impacto-regulatorio-air.

A Análise de Impacto Regulatório consiste em um processo sistemático que visa orientar, com base em evidências, a tomada de decisão regulatória. Partindo de um problema e dos objetivos a serem alcançados, a AIR identifica e avalia as alternativas decisórias normativas e não-normativas, bem como analisa sua efetividade para solucionar o problema e, de maneira ampla, as potenciais consequências positivas e negativas.

A Nova Lei das Agências Reguladoras (13.848/2019) e a Lei da Liberdade Econômica (13.874/2019) preveem que as propostas de edição e de alteração de atos normativos de interesse geral de agentes econômicos, consumidores ou usuários de serviços prestados devem ser precedidas da realização de AIR.

São Paulo recebeu exposição “Um oceano para todos” com projetos patrocinados pela Petrobras

Mostra conta com 47 imagens que apresentam aos visitantes do Museu Catavento o universo dos animais marinhos em seus habitats naturais

A Rede Biomar, formada por cinco projetos ambientais patrocinados pelo Programa Petrobras Socioambiental, lança a exposição fotográfica “Um oceano para todos”, na última sexta-feira (26), no Museu Catavento, em São Paulo. A mostra conta com 47 imagens registradas pelos biólogos e integrantes dos projetos que apresentam aos visitantes o universo dos animais marinhos em seus habitats naturais, trazendo à tona a importância de sua conservação. São fotos de albatrozes, baleias-jubarte, corais, golfinhos-rotadores e meros, por exemplo. A exposição fica em cartaz até fevereiro de 2022.

Com patrocínio da Petrobras, que incentiva as iniciativas para a preservação marinha no país, os projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador e Meros do Brasil, juntos, trabalham pela conservação de mais de 60 espécies marinhas ameaçadas de extinção na região marinha e costeira do Brasil. A dimensão deste trabalho é uma referência em ações nacional e internacionalmente atuando diretamente ao longo do litoral de 13 estados brasileiros – Pará, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O Museu Catavento foi escolhido para receber a exposição por ter a missão de aproximar crianças, jovens e adultos do mundo científico, despertar a curiosidade e transmitir conhecimentos básicos e valores sociais, por meio de exposições interativas e atraentes, com linguagem simples e acessível. O museu está localizado em um dos edifícios históricos mais importantes da cidade de São Paulo, o Palácio das Indústrias, inaugurado em 1924.

Valorizando a conservação das espécies

A Petrobras é responsável por incentivar o trabalho dos projetos para a conservação marinha no Brasil, com patrocínio para suas ações e pesquisas. A exposição “Um oceano para todos” mostra que muitas das espécies que enriquecem o litoral brasileiro passam a maior parte do tempo em alto-mar, ou submersas em regiões distantes da costa. Um exemplo disso são os albatrozes, que nascem em ilhas remotas no Atlântico Sul e viajam todos os anos para o litoral brasileiro em busca de alimento e temperaturas mais amenas. A poluição do oceano e a interação com a pesca de espinhel são as principais ameaças à conservação deste grupo de aves, considerado o mais ameaçado do planeta.

A Rede Biomar reúne cinco projetos que convergem conhecimentos e experiências para a realização de ações conjuntas, enriquecidas por decisões previstas em um Planejamento Estratégico Integrado. Os projetos atuam na proteção de espécies e ecossistemas marinhos brasileiros, cuja ocorrência inclui áreas de atuação da Petrobras. Juntos, ao longo de dez anos, já envolveram mais de 9 milhões de pessoas em ações de sensibilização e educação ambiental; produziram mais de 720 publicações técnicas e científicas; apoiaram a elaboração e execução de seis Planos de Ação Nacionais; e participaram de mais de 2.230 fóruns nacionais e internacionais.

SERVIÇO
Exposição “Um oceano para todos”
Museu Catavento
Av Mercúrio, s/n – Parque Dom Pedro II – Brás – São Paulo – SP
Informações – www.museucatavento.org.br
Horário de funcionamento: 3ª a Domingo, de 9h às 17h

Petrobras prorroga prazo de inscrição para seleção de R$ 12,9 milhões, baseada no novo Marco Legal das Startups

Valor de investimento por solução inovadora é o maior já utilizado pela companhia no Programa Petrobras Conexões para Inovação

Interessados em participar do primeiro edital da Petrobras baseado no novo Marco Legal das Startups (MSL) poderão inscrever-se até o dia 12 de dezembro. A empresa estendeu o prazo que terminaria no próximo domingo (28/11). O edital piloto visa a seleção e contratação de soluções inovadoras de acordo com o novo ambiente regulatório criado pela lei complementar 182/21, que entrou em vigor em agosto deste ano. Os selecionados poderão receber até R$ 1,6 milhão por proposta, a depender do desafio, para desenvolvimento e testes das soluções em ambientes produtivos. É o maior valor de investimento por proposta já utilizado pela companhia, alcançando o limite estabelecido pelo novo marco. O edital prevê 12 desafios para aplicação de robótica, novos materiais e tecnologias digitais nas áreas de óleo e gás, corporativa e de saúde e segurança, totalizando até R$ 12,9 milhões em investimentos.

A seleção faz parte do Módulo Teste de Soluções do programa Petrobras Conexões para Inovação, que tem como foco acelerar a implantação de inovações, com ou sem risco tecnológico, que tenham alto potencial de geração de valor para o setor de óleo, gás e energia. A busca é por soluções inovadoras de startups e demais empresas, já validadas ou em validação no mercado, para realização de testes em ambiente produtivo. Após a homologação do resultado do edital e a seleção das melhores propostas para cada desafio divulgado, a Petrobras poderá celebrar um Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI) com as proponentes selecionadas, com vigência de até 12 meses, prorrogável por outros 12 meses para validação das soluções tecnológicas. Além disso, o marco permite que, após o contrato de inovação, a solução com melhor desempenho seja contratada por um período de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos, para fornecimento em escala. Essas duas fases em conjunto agilizarão a implantação das soluções na companhia e a consolidação desses fornecedores no mercado.

As regras do novo marco legal já estão incorporadas ao Regulamento de Licitações e Contratações da Petrobras (RLCP), disponível no Canal Fornecedor. Mais informações sobre o edital podem ser obtidas no portal de tecnologia da Petrobras: https://petrobr.as/editalsolucoes

Este ano, a Petrobras lançou outros quatro editais do Programa Petrobras Conexões para Inovação. A companhia é uma das principais investidoras em inovação aberta do país, com mais de R$ 35 milhões em investimento. Os editais já lançados e em curso permanecem nos formatos originais.

Confira nos vídeos:

3 motivos pelos quais a Petrobras é a melhor parceira para escalar a sua solução inovadora

Especialistas da companhia explicam cada um dos desafios do edital