Enauta estende afretamento de FPSO

A Enauta assinou acordos com a Altera para estender o afretamento, operação e manutenção do FPSO Petrojarl I para o Sistema de Produção Antecipada (EPS) do campo de Atlanta localizado offshore no Brasil.

Localizado na Bacia de Santos, o campo de Atlanta é operado pela Enauta Energia, subsidiária integral da empresa, que também detém 100% de participação neste ativo.

Conforme informado pela Enauta, os contratos terão duração adicional de até dois anos, e seu vencimento foi prorrogado de maio de 2023 para maio de 2025. O custo para adaptação da unidade será de US$ 30 milhões. A prorrogação está condicionada à emissão do Certificado DNV antes do vencimento do contrato atual.

Carlos Mastrangelo , COO da Enauta, comentou: “Este novo prazo promove a continuidade operacional do campo de Atlanta e pode possibilitar a operação temporária e simultânea do EPS e do Sistema Definitivo, se aprovado, otimizando o tempo de transferência dos poços do FPSO Petrojarl I para o novo FPSO do Sistema Definitivo.”

Vale lembrar que a Enauta assinou em dezembro passado uma Carta de Intenções com a malaia Yinson para o fornecimento de um navio FPSO, que está previsto para ser utilizado no Sistema Definitivo do campo de Atlanta.

Mastrangelo acrescentou: “Outro ganho com a extensão é a manutenção do fluxo de caixa operacional de Atlanta por mais de um ano, já que a interrupção da produção entre o final do EPS e o início do DS pode ser evitada. Além disso, o aumento da capacidade de tratamento de água reduzirá as restrições futuras da planta de produção existente.”

De acordo com a Enauta, está prevista uma paralisação da produção de 35 dias para que sejam feitas manutenções em equipamentos que precisam ser desligados. A empresa está trabalhando para que essas atividades sejam realizadas em paralelo às paradas periódicas estabelecidas pelo Ministério do Trabalho, reduzindo assim a necessidade de paradas adicionais.

Falando em paralisação da produção, a Enauta deixou na semana passada a produção do campo de Atlanta para inspeção e reparo de uma linha de produção do FPSO Petrojarl I. A empresa também passou por diversas dificuldades no campo no ano passado.

Enquanto isso, a empresa brasileira continua o processo de licitação , iniciado em março de 2021, para o FPSO e outros equipamentos para o DS de Atlanta conforme planejado. A licitação considera um FPSO com capacidade para processar 50 mil barris de óleo por dia, ao qual serão ligados de 6 a 8 poços produtores, incluindo os 3 poços já em operação no EPS.

A Enauta está avaliando as propostas recebidas para tomar sua Decisão Final de Investimento (FID) no primeiro trimestre de 2022 e iniciar a produção no DS em meados de 2024.

Petrobras registra recorde de produção do pré-sal em 2021

Volume corresponde a 70% do total da companhia

A Petrobras registrou o seu recorde anual de produção no pré-sal em 2021, ao alcançar 1,95 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boed). Esse volume corresponde a 70% da produção total da companhia, que foi de 2,77 milhões de boed no ano passado. O recorde anterior era de 2020, quando foi alcançada a marca de 1,86 milhão de boed, representando 66% da produção total da Petrobras.

A produção da Petrobras no pré-sal vem crescendo rapidamente, e o recorde registrado em 2021 representa mais do que o dobro do volume que produzimos nesta camada há 5 anos. Com a manutenção do foco de atuação nas suas atividades em ativos em águas profundas e ultraprofundas, a Petrobras continuará investindo na aceleração do desenvolvimento dos campos do pré-sal, que possuem alta produtividade, maior resiliência a baixos preços de petróleo e mais eficiência em carbono gerando um petróleo competitivo na transição para a economia de baixo carbono.

No período do Plano Estratégico 2022-26, serão investidos US$ 57 bilhões no segmento E&P, sendo 67% desse total no pré-sal, que receberá 12 das 15 novas plataformas previstas para entrar em operação neste período e que deverá ser responsável por 79% da produção total da companhia em 2026.

Edital da Chamada Pública 03/21 da TBG é lançado

ANP autorizou transportadora a realizar a CP 03 para alocação de Produtos de Capacidade Firme no período entre 2022 e 2026

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a realização da Chamada Púbica 03/2021 para contratação de Produtos de Capacidade Firme Anual no Regime de Entrada e Saída do Gasoduto da TBG para o período de 2022 a 2026.

De acordo com o cronograma aprovado pela ANP, o edital está disponível desde o dia 17/01 e poderá ser acessado, no mesmo dia, pelo Portal de Oferta de Capacidade (POC), no endereço eletrônico: www.ofertadecapacidade.com.br. No POC, também estará disponível o cronograma de todas as etapas da CP03/21, além das Minutas Contratuais, Propostas Tarifárias, o Formulário de Inscrição e a Manifestação de Interesse (MI).

O período de inscrição dos participantes acontecerá entre os dias 17 e 21 de janeiro e a divulgação dos inscritos habilitados acontecerá no dia 24 de janeiro.

A Assinatura do Contrato de Transporte tem data prevista para acontecer entre os dias 21 e 25 de fevereiro. O início das operações de prestação de serviços acontecerá após todos os trâmites necessários, conforme cronograma, estimados para 1o de março de 2022.

Serão disponibilizadas as Ofertas de Capacidade Firme de Entrada:

Já as Capacidades de Saída Ofertadas serão:

CRONOGRAMA DA CP- 03/2021 

 

VLI e Codeba formalizam intenção de ampliar a atuação conjunta na Bahia

Memorando de Entendimento (MOU) dá início a uma nova fase de oportunidades comerciais

A VLI, empresa logística que opera ferrovias, portos e terminais, administradora da Ferrovia Centro-Atlântica, e a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), assinaram na primeira quinzena de janeiro de 2022 um Memorando de Entendimento (MOU) que ratifica a intenção de ambas as companhias em ampliar o escopo de trabalho, de forma conjunta, no Estado da Bahia. A partir de então, VLI e Codeba unirão esforços para realizarem estudos de viabilidade para prospectar possíveis novos negócios que possam agregar aos volumes que já são realizados pela operadora logística com destino aos portos baianos. “A parceria nasce da dedicação em ampliar ainda mais a matriz de cargas local e reforça o compromisso da companhia em desenvolver os setores produtivos na Região Nordeste com foco nos fluxos destinados ao litoral baiano”, afirma o gerente-geral comercial da VLI, Aroldo Cecílio.

 

“Esse momento é importante para o setor de logística. Nós trabalhamos todo o ano de 2021 visando essa parceria no sentido de incrementar ainda mais o número de cargas e receitas operadas nos Portos Organizados da Codeba”, afirmou a diretora da Diretoria Empresarial e Relação com o Mercado, Ana Paula Calhau.

 

O memorando é o mais recente avanço de uma parceria que já vem se consolidando. VLI e Codeba estiveram reunidas em setembro de 2021 para debater o cenário logístico do estado e discutir novas formas de parceria para atender aos setores produtivos locais.

 

O corredor Minas-Bahia, ramal logístico operado pela VLI que viabiliza o fluxo de insumos até o litoral baiano, atua como uma importante rota de escoamento para os setores produtivos em razão de uma característica singular: a vocação para o transporte de cargas gerais. O ramal conta com movimentações regulares de derivados de petróleo, cal, químicos, minério de ferro, minério de cromo, minério de magnesita (com destino ao Porto de Aratu e Minas Gerais), cimento (com destino ao Porto de Aratu) e contêineres. No Estado da Bahia, os municípios de Alagoinhas, Castro Alves, Iaçu, Licínio de Almeida, Camaçari, Brumado, Campo Formoso, Candeias (com acesso direto ao Porto de Aratu), Pojuca e Itiúba integram o mapa ferroviário regional e atuam como pontos de carga e descarga de produtos.

 

De janeiro a junho de 2021, a empresa movimentou pelo corredor cerca de 4 milhões de toneladas, volume 32% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior. Nos últimos dois anos, o número de clientes atendidos pela VLI via Corredor Minas-Bahia também teve alta de 25%.

 

Ao longo de 2021, a VLI divulgou novos negócios com grandes empresas na região. Em maio deste ano, a companhia iniciou, em parceria com a Tora, um novo serviço de movimentação de produtos da Braskem. A nova operação combina o uso de caminhões e trens para oferecer uma alternativa mais eficiente e sustentável ao mercado. O trajeto contempla aproximadamente 1.650 quilômetros de trechos de ferrovia entre os polos industrializados Camaçari (BA) e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A complementação do deslocamento, executada pela Tora, via modal rodoviário, possibilita a interligação com outras cidades.

 

Já em julho, VLI e Bamin assinaram um contrato para garantir o fluxo de minério de ferro da Mina de Caetité, no interior da Bahia, até o TUP Enseada do Paraguaçu, litoral baiano, por onde o insumo será exportado. A operação já teve início e a movimentação estimada é de 490 mil toneladas ao longo de 2021. Para viabilizar este fluxo estão sendo investidos R$ 35,8 milhões. Entre as destinações dos recursos, estão o investimento em material rodante, a reativação do terminal ferroviário em Licínio de Almeida e a construção de um terminal de transbordo ferroviário/rodoviário em Castro Alves, onde será realizada a descarga do minério de ferro dos vagões e o carregamento dos caminhões que seguirão até o porto.

 

Sobre a VLI
A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Eleita em 2020 e 2021 a empresa mais inovadora do país na categoria “Logística e Transportes” pelo Prêmio Valor Inovação, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

 

Sobre a Codeba
A Companhia das Docas do Estado da Bahia é uma autoridade portuária, que administra os Portos Organizados de Salvador, Ilhéus e Aratu-Candeias, que são de grande importância para a economia do Estado da Bahia, e, consequentemente, para o país, dando suporte aos processos de importação e exportação de granéis sólidos, líquidos, produtos gasosos, movimentação de contêineres e cargas gerais. A CODEBA fechou o balanço de 2021 batendo a marca de 13 milhões de toneladas, registrando 13.491.011 de cargas movimentadas em seus Portos Organizados. O número supera o recorde histórico anual, de 2017, quando foram registradas 11,8 milhões de toneladas. A revitalização do modal ferroviário vai ampliar a movimentação dos Portos da Companhia e propiciar maior eficiência na logística do Estado baiano.

Engenheiros da Petrobras empreendem em franquia e apostam na alta busca de clientes estrangeiros beneficiados pelo câmbio favorável

A diferença cambial favorável e a excelente relação custo-benefício fazem da capital carioca um destino potencial para outros tratamentos de saúde. Os turistas americanos economizam cerca de 30% em tratamentos estéticos no Brasil.

Brasil, janeiro de 2022: Fatores como segurança hospitalar, fama internacional e custo reduzido tem atraído cada vez mais os estrangeiros a virem ao Brasil exclusivamente para realizar cirurgias e outros procedimentos estéticos. Segundo o Ministério do Turismo, os eventos de estética vêm impulsionando as viagens de negócios no país, tornando- se líder no setor de turismo estético e tendo a cidade do Rio de Janeiro como principal destino brasileiro.

De acordo com a Patients Beyond Borders, o tamanho do mercado atual gira entre US$ 65 e 87,5 bilhões. São cerca de 24 milhões de pacientes, que gastam uma média de US$ 3.410 por visita, incluindo custos médicos, serviços locais, transporte, internação, acomodação e tratamentos estéticos

Já para 2022, o Ministério do Turismo, além de focar no turista brasileiro, que enfrenta a dificuldade da alta cotação das moedas estrangeiras para viajar para o exterior, pretende promover o Rio de Janeiro no exterior, estado que promete serviços plásticos e estéticos de alta qualidade a preços acessíveis, atraindo cada vez mais pacientes viajantes internacionais para cuidar da saúde e bem-estar.

Mediante esse cenário, quem está surfando nessa onda da capital carioca são os empreendedores.  O Rio de Janeiro está entre as 30 melhores cidades do Brasil para se abrir uma franquia, informa um estudo da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Analisando os dados favoráveis, os amigos Yuri Bastos, Anderson Braga, Leonardo de Siqueira, e Joemar Narciso resolveram abrir uma franquia da rede de estética Ad Clinic em Copacabana. A empresa é uma das franchisings mais bem-sucedidas dos últimos anos.

A clínica, que hoje conta com mais de 100 procedimentos estéticos, tem um ranking com os tratamentos mais procurados: Depilação a Led, Aplicação de Enzimas para emagrecimento, Lipos sem cortes, Botox, Preenchimento e Harmonização Facial, sempre proporcionando o que há de melhor nos tratamentos corporais e faciais, com segurança, autocuidado e saúde para seus clientes.

Joe, Leonardo e Yuri já investiram antes na franquia e na sociedade, com a parceria tendo início na unidade da Ad Clinic Downtown, na Barra da Tijuca, também no Rio. Agora, o mais novo integrante, Anderson Braga, vendo os o sucesso e a competência dos amigos, decidiu embarcar nos negócios.

“Sei o quão importante é empreender e é isso que eu estou fazendo. Tenho certeza de que fiz uma boa escolha, afinal os dados são promissores, a franquia tem resultados incríveis, acompanhei de perto o processo com meus amigos. Tenho a intenção de proporcionar mais que um procedimento estético para os cariocas, mas sim uma experiência de bem-estar completo”, comenta Anderson.

Ainda de acordo com a ABF, o Brasil é o quarto maior mercado de estética e beleza, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão. Ainda segundo a Associação Brasileira de Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, (ABIHPEC) o setor cresceu cerca de 567%, envolvendo mais de 480 mil profissionais. No ramo de franquias, na área da Saúde, Beleza e Bem-estar, faturou-se aproximadamente R$34,2 bilhões.

Para o CEO da franquia, Rodrigo Nunes, que transformou R$ 5 mil de investimento inicial em franquias com faturamento de R$ 32 milhões e já anunciou 600 operações até 2024, sendo 10 unidades internacionais, afirma que agora é o melhor momento de investir . “Em tempos de crise, é onde se vê os melhores resultados, nessa hora o empreendedorismo cria asas”. Afirma

O mais surpreendente de tudo é que a rede de estética iniciou com um investimento do casal no valor de R$ 5 mil em panfletos para divulgar a primeira loja. Enquanto Aline Medici, sócia e namorada, realizava os procedimentos estéticos, Rodrigo panfletava nas ruas para atrair mais clientes.

Sobre a rede de estética Ad Clinic:

São mais de 102 unidades em diversas localidades. Em termos de cifras, a marca vale R$100 milhões.

Entre os tratamentos estéticos mais procurados estão as massagens relaxantes, como a de pedras quentes, que alivia as tensões, combate a hiperatividade e traz sensação de prazer pelo calor. Os serviços que apresentam maior demanda em todas as lojas são: harmonização facial, Botox, preenchimento, depilação a laser e tratamentos corporais como lipoaspiração sem cortes, massagens e muito mais. Destaque ainda para o programa de emagrecimento com método exclusivo. Através dele é possível eliminar 15 quilos em apenas 60 dias.

Inovação e sinergia com energias renováveis mostram como o setor de óleo e gás pode auxiliar no processo de diversificação da matriz energética

IBP participou do último dia do Rio Innovation Week que discutiu as transformações no setor de energia 

As perspectivas e evoluções esperadas para o setor de energia nos próximos anos foram debatidas neste domingo (16/1), no último dia do Rio Innovation Week. No painel “As transformações no setor de energia”, a Diretora Executiva Corporativa do IBP, Fernanda Delgado, destacou a importância do setor de óleo e gás como grande gerador de empregos, renda e arrecadação, além do seu papel no processo de transformação da matriz energética.

“O setor é responsável por parcela significativa do PIB e entende que tem um papel central na descarbonização. É consciente das mudanças climáticas e há uma preparação nessa direção”, afirmou Delgado.

A executiva enfatizou que a indústria de óleo e gás contribuirá ainda mais no processo de transição energética, principalmente por meio do desenvolvimento tecnológico. Fernanda Delgado citou iniciativas como a evolução de biorrefinarias, de biocombustíveis de segunda geração e inovações na captura, sequestro e armazenamento de carbono, além da sinergia com outras indústrias.

“A indústria de petróleo é grande geradora de tecnologia que transborda o próprio segmento. Ela auxilia o setor eólico e de biocombustíveis (biorrefinaria), por exemplo. É uma indústria preparada, capitalizada e que anda de braço dado com a indústria renovável para fazer essa transformação”, afirmou Delgado.

Elbia Gannoum, CEO da ABEEÓLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica -, destacou o crescimento do segmento nos últimos anos, prevendo um aumento expressivo no futuro, baseado no desenvolvimento tecnológico.

“Nos últimos 10 anos, instalamos 10 GW [de capacidade de geração eólica]. Hoje, em 2022, já estamos com 21 GW e daqui a três anos vamos instalar mais 10 GW. Isso demonstra a velocidade de implementação do setor. A nossa contratação a partir de 2018 também cresceu, passou para 4 GW/ano”, afirmou Gannoum, ressaltando que o setor eólico no país tem potencial de 50 GW em geração onshore e de mil GW em instalações offshore. “Temos ainda uma indústria nacional. Cerca de 80% de um aerogerador é feito no Brasil. Temos cadeia produtiva forte capaz de atender essa demanda”, concluiu.

Já Rodrigo Lopes Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), apontou a evolução tecnológica do segmento como um fator impulsionador, tornando-o mais atrativo e acessível. “Com a evolução da tecnologia, a energia solar barateou mais de 85%, se tornou a fonte mais barata disponível na maior parte do mundo. Hoje, um sistema de energia solar pode ser acessado mais facilmente para instalação seja em casa, num negócio ou em propriedade rural. No Brasil temos 1 milhão de consumidores atendidos por geração própria de energia solar”, revelou Sauaia.

O executivo ressaltou que a energia solar ganha força na onda de diversificação da matriz energética e atribui esse crescimento à tecnologia e à inovação. “Temos hoje cerca de 13 GW de capacidade instalada, quase uma Itaipu em energia. O segmento investe em média 3% do faturamento em inovação. Inovação está no nosso dna”, enfatiza Sauaia.