Aker Solutions utiliza PaleBlue para simulador de ROV

A PaleBlue entregou um simulador de engenharia de veículo operado remotamente (ROV) “moderno” para a  Aker Solutions.

O simulador será utilizado para auxiliar a Aker Solutions a simular o comportamento dos robôs/ROVs submarinos em ambiente controlado, realizando verificações de acessibilidade das instalações submarinas de óleo e gás.

De acordo com a PaleBlue, o produto de projeto de ROV se integra a uma ampla gama de dados CAD.

Os dados de geometria são importados diretamente para a solução de edição e podem ser otimizados e manipulados de várias maneiras. Hierarquia e metadados são preservados do CAD para permitir acesso rápido às propriedades estruturais, disse a empresa.

Outros recursos incluem diferentes modelos de ROV, tipos de braço de ROV, ferramentas de medição e distância, bem como controles TMS e tether.

Métodos de entrada flexíveis permitem realizar o planejamento de acesso ao ROV a partir de qualquer PC com alguns dispositivos conectados, como um gamepad ou um joystick, afirmou PaleBlue.

Fonte: PaleBlue

 

Estatal faz parcerias com empresas do setor de óleo e gás e instituições para ampliar alcance de programa social de acesso ao gás de cozinha

Iniciativa envolve dez companhias do setor e quatro instituições sem fins lucrativos com abrangência nacional que irão atuar para que o GLP chegue a famílias vulneráveis

A Petrobras está liderando uma iniciativa setorial, envolvendo dez empresas do setor de óleo e gás reunidas no Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), para ampliar o alcance do seu programa social de acesso ao gás de cozinha (gás liquefeito de petróleo – GLP). A iniciativa será operacionalizada por quatro instituições sem fins lucrativos que possuem histórico de campanhas de distribuição de doações e têm capilaridade nacional. Além de participar da iniciativa setorial, essas instituições serão também parceiras da Petrobras para a distribuição do GLP para famílias vulneráveis de todas as regiões do país.

Na última sexta-feira (18/2), foi realizada cerimônia na sede IBP, no Rio de Janeiro, para marcar a parceria entre as empresas e as instituições participantes. A iniciativa setorial faz parte de uma série de ações que a Petrobras está realizando no âmbito do seu programa social de acesso ao gás de cozinha, para o qual irá destinar R$ 300 milhões até o fim desse ano, beneficiando mais de 4 milhões de pessoas.

A iniciativa envolve as empresas Baker Hughes, Enauta, GNA – Gás Natural Açu, Infotec Brasil, PetroRio, Repsol Sinopec Brasil, Schlumberger, Subsea 7, TechnipFMC e Vibra, que indicaram cerca de 20 projetos socioambientais apoiados por elas e que atuam em municípios e áreas de interesse comum da Petrobras e demais empresas do setor de óleo e gás. O objetivo é beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade participantes desses projetos, ampliando a capilaridade do programa social de doação de gás de cozinha. Dessa forma, além de já terem acesso a ações de educação, geração de renda e atividades esportivas e culturais continuadas, cerca de sete mil famílias irão também receber cinco auxílios, na forma de voucher, fornecidos pela Petrobras, cada um no valor de até R$ 102, para compra do GLP durante o ano de 2022.

Também como parte do seu programa de acesso ao gás de cozinha, a Petrobras fechou parceria com quatro instituições sem fins lucrativos com abrangência nacional. São a Ação da Cidadania, Central Única das Favelas (Cufa), Gerando Falcões e Movimento União BR. Elas irão distribuir o auxílio para outras cerca de 270 mil famílias ao longo desse ano, contemplando as cinco regiões do país e beneficiando mais de 1 milhão de pessoas, com até cinco entregas por família. As instituições foram convidadas pela Petrobras para participar do programa em função do histórico de execução de campanhas de distribuição nacional e por possuírem capilaridade e capacidade operacional, além de mecanismos de compliance estabelecidos.

“É motivo de grande orgulho ver todas essas pessoas, instituições, empresas e organizações do terceiro setor mobilizadas, trabalhando em rede, para materializar a entrega de um produto tão essencial para pessoas em situação de vulnerabilidade: o gás de cozinha”, disse Silva e Luna. “Cada um dos atores agrega suas características e recursos que, somados, são capazes de tirar do papel tudo aquilo que pretendemos fazer.  É um ganho de escala exponencial para fazer chegar, com oportunidade, o que é necessário a quem mais precisa”, afirmou o presidente da Petrobras.

“O IBP se sente honrado em servir como o veículo catalisador desta importante ação patrocinada por suas associadas. A missão do Instituto cita o reconhecimento da sociedade como importante medida do seu trabalho e o momento requer uma especial atenção para os mais necessitados. Tomara que esta jornada sirva à criação de muitas outras tão significativas quanto”, ressalta o presidente do IBP, Eberaldo de Almeida Neto.

Outras linhas de atuação

Além da parceria com empresas do setor e instituições sem fins lucrativos com capilaridade nacional, a Petrobras desenvolve outras linhas de atuação em seu programa social de acesso ao gás de cozinha. As ações somam R$ 300 milhões e irão beneficiar mais de 4 milhões de pessoas, direta e indiretamente, até o fim desse ano. Elas envolvem a doação de auxílios para compra de gás de cozinha e de cestas básicas para famílias que vivem em comunidades no entorno das unidades operacionais, em conjunto com instituições parcerias da companhia em projetos socioambientais; a entrega de auxílios para aquisição de GLP para famílias beneficiadas pela campanha solidária “Brasileiros pelo Brasil”, por meio de parceria entre a Petrobras e a Fundação Banco do Brasil; e a doação para a compra do gás de cozinha para instituição sem fins lucrativos que fornece alimentação para pessoas em situação de rua de grandes centros urbanos.

Petrobras aprova doação de R$ 1 milhão para apoio às vítimas das enchentes em Petrópolis

Recurso será destinado à cidade da região serrana do Rio de Janeiro em parceria com a Firjan SESI

A Petrobras aprovou, no último dia (17/02), a doação de R$ 1 milhão para apoiar a população atingida pelas enchentes causadas pelas fortes chuvas na cidade serrana de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro. O recurso será destinado para aquisição de itens de maior necessidade, como alimentos, água potável, produtos de higiene pessoal e de limpeza, por meio de uma parceria com a Firjan SESI, através da campanha “Firjan SESI Solidariedade – SOS Petrópolis”.

“Estamos todos sensibilizados com a situação dramática que afeta os moradores da cidade de Petrópolis. A Petrobras está atenta às demandas da sociedade e não tem poupado esforços com a sociedade civil, o poder público e a iniciativa privada em ações de solidariedade, conforme nossa política de Responsabilidade Social”, afirma o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna.

Além disso, como forma de engajar seus colaboradores, a Petrobras lançou uma campanha emergencial de voluntariado. Será possível contribuir com qualquer quantia e os valores arrecadados serão destinados à instituição Ação da Cidadania para aquisição de alimentos, água e outros itens essenciais. A doação desses itens também pode ser feita diretamente no posto de coleta na sede da instituição, localizada no bairro da Gamboa, na região central do Rio de Janeiro.

Fiscalização: ANP divulga resultado de ações em 12 unidades da Federação (11/2 a 17/2)

Entre os dias 11 e 17/2, a ANP realizou ações de fiscalização no mercado de combustíveis em 12 unidades da Federação, em todas as regiões do país.

Nas ações, os fiscais verificaram se as normas da Agência – como o atendimento aos padrões de qualidade dos combustíveis, o fornecimento do volume correto pelas bombas, apresentação de equipamentos e documentação adequados, entre outras – estão sendo cumpridas.

Além da fiscalização de rotina, a Agência também atua em parceria com diversos órgãos públicos. Neste período, houve parcerias com a Polícia Civil do Distrito Federal, Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (IPEM-RJ) e Procon Municipal de Mandaguari (PR), entre outros.

Veja abaixo os resultados das principais ações nos segmentos de postos de combustíveis, revendas de GLP (gás de cozinha), transportadores-revendedores-retalhistas, produtores de biodiesel, distribuidores de combustíveis, exportadores/importadores de combustíveis e revendas de combustíveis de aviação:

Minas Gerais  

A ANP fiscalizou 33 agentes regulados em campo, nos municípios de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Matias Barbosa, Santana do Desterro e Santos Dumont. Foram inspecionados os segmentos de postos de combustíveis, revendas de GLP e transportadores-revendedores-retalhistas.

Em Juiz de Fora, dois postos de combustíveis foram autuados: um por irregularidades no painel de preços e outro por ausência dos instrumentos de análise dos combustíveis, procedimento que pode ser solicitado por qualquer consumidor. Ainda em Juiz de Fora, uma revenda de GLP foi interditada porque funcionava sem autorização da ANP, em ação que contou com o apoio de fiscais do Procon-MG.

Na cidade de Santos Dumont, um posto de combustíveis também foi autuado por ausência dos instrumentos de análise. Já em Patos de Minas, foi apresentado um auto de infração a um posto revendedor por abastecimento em recipiente sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Goiás 

As ações de fiscalização se concentraram na Cidade Ocidental, onde foram inspecionados oito postos de combustíveis e duas revendas de GLP. Ao todo, três postos de bandeira branca do município foram autuados por não identificar corretamente o fornecedor do combustível nas respectivas bombas medidoras. Um deles, além da autuação, teve um bico de gasolina aditivada interditado por entregar menos combustível do que o registrado no painel da bomba.

Mato Grosso  

Três produtores de biodiesel, cinco transportadores-revendedores-retalhistas e duas distribuidoras de combustíveis foram fiscalizados nos municípios de Cuiabá, Rondonópolis e Várzea Grande. Um transportador-revendedor-retalhista foi autuado por possuir tanque com capacidade de armazenamento diferente daquela cadastrada na ANP. Houve ainda uma autuação a um produtor de biodiesel, que apresentou frascos para coleta de amostras testemunhas em desacordo com a legislação.

Distrito Federal  

Na última sexta-feira (11/2), a ANP realizou uma operação conjunta com a Polícia Civil do Distrito Federal (20ª DP Gama) visando ao combate ao comércio clandestino de GLP. Foram verificados quatro estabelecimentos denunciados na região de Ponte Alta, no Gama. Em três deles foram constatadas a armazenagem e/ou a comercialização de recipientes de GLP sem a devida autorização da ANP.

Todos os estabelecimentos eram microempresas, tiveram os produtos apreendidos e foram notificados para regularizar a situação na ANP.  Eles responderão também aos inquéritos policiais abertos na 20ª DP da Polícia Civil do Distrito Federal.

Rio de Janeiro  

Houve ações de fiscalização em 23 empresas dos segmentos de revenda de combustíveis e revendas de GLP, sendo quatro em São Fidélis, três em Cambuci, três em Cardoso Moreira, duas em Italva, quatro em Cabo Frio, um em Itaperuna, quatro em Rio Bonito e outras duas no Rio de Janeiro. Na capital, foi realizada ação conjunta com Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (IPEM-RJ), Light e a Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), resultando na coleta de amostras de gasolina comum e aditivada, bem como de etanol hidratado combustível em um destes estabelecimentos.

Bahia  

Ao todo, 28 agentes econômicos foram fiscalizados no estado, entre postos de combustíveis, revendas de GLP e revendas de combustíveis de aviação. Os fiscais da ANP estiveram nas cidades de Encruzilhada, Lauro de Freitas, Salvador e Vitória da Conquista.

Em Lauro de Freitas, onde houve parceria com a Polícia Civil do estado, uma revenda de GLP foi autuada por não dispor de balança, aprovada e verificada pelo Inmetro, para verificação do peso do botijão de gás pelo consumidor. Já na capital Salvador, onde os fiscais também contaram com o apoio da Polícia Civil, dois postos de combustíveis foram autuados: um por não dispor de medida-padrão de 20 litros aferida (instrumento utilizado no teste de quantidade) e outro por não disponibilizar todos os equipamentos necessários à realização das análises de combustíveis, o que impossibilita a prestação de informações sobre a qualidade dos combustíveis comercializados quando solicitado pelo consumidor.

Houve ainda uma autuação na cidade de Vitória da Conquista, em posto que não funcionava no horário mínimo estabelecido pela ANP.

Ceará  

Os fiscais da ANP estiveram nos municípios de Trairi, Paraipaba, Paracuru, Maracanaú e Fortaleza, onde verificaram o funcionamento de 15 estabelecimentos dos segmentos de postos de combustíveis e revendas de GLP.

Em Trairi, dois postos de combustíveis foram autuados e tiveram, cada um, dois bicos abastecedores interditados por aferição irregular na bomba medidora. Também na cidade, uma revenda de GLP foi autuada por uma série de infrações, entre elas não obedecer às normas de segurança previstas na legislação, bem como armazenar e comercializar recipientes transportáveis de GLP cheios, de marca comercial de distribuidor de GLP diferente do cadastrado pelo revendedor na ANP.

Na cidade de Maracanaú, um posto de combustíveis foi autuado e teve um bico abastecedor interditado por armazenar e comercializar etanol hidratado combustível com massa específica e teor alcoólico fora das especificações estabelecidas na legislação vigente. Já em Paracuru um posto foi autuado e teve quatro bicos interditados por comercializar gasolina comum com percentual de etanol anidro abaixo do estabelecido pela ANP. No mesmo local, outros dois bicos abastecedores foram interditados por aferição irregular da bomba medidora. Ainda em Paracuru, os fiscais autuaram outro posto que não possuía os equipamentos necessários à realização das análises dos combustíveis.

Na capital do estado, um posto de combustíveis foi autuado e teve dois bicos abastecedores interditados por possuir instalações e equipamentos em desacordo com a legislação e pelo funcionamento irregular da bomba de combustíveis. Outro posto da cidade recebeu uma autuação por destinar óleo lubrificante usado ou contaminado para coletor não autorizado pela ANP. Em Paraipaba, um posto foi autuado por não possuir os equipamentos necessários à realização das análises de combustíveis.

Santa Catarina 

Foram realizadas ações de fiscalização em 11 postos de combustíveis e duas revendas de GLP nos municípios de Navegantes, Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque, Tijucas e Governador Celso Ramos. Em Tijucas, uma revenda de GLP foi interditada porque estava funcionando sem autorização da ANP. Já em Itajaí outro estabelecimento do mesmo tipo recebeu uma autuação por não possuir balança em perfeito funcionamento, instrumento que é utilizado para verificação do peso dos vasilhames, quando solicitado pelos consumidores.

Rio Grande do Sul  

Seis postos de combustíveis e duas revendas de GLP foram fiscalizados entre os dias 14 e 17/2 são da cidade de Santa Cruz do Sul. Não foram encontradas irregularidades nestes locais.

São Paulo  

Os fiscais da ANP estiveram em 79 agentes econômicos do estado, nos seguintes segmentos: postos de combustíveis, revendas de GLP, transportadores-revendedores-retalhistas, revenda de combustíveis de aviação e importador/exportador de combustíveis. As ações aconteceram nos municípios de Águas de Lindóia, Atibaia, Cajuru, Campinas, Guarulhos, Itanhém, Itapecerica da Serra, Itapira, Limeira, Lindóia, Mococa, Osasco, Salto, Santo André, São José do Rio Preto, São Paulo, Serrana, Socorro, Ubarana e Sumaré, onde houve parceria com a Polícia Civil (3ª DP de Sumaré).

Na capital, dois postos de combustíveis foram autuados, interditados totalmente e tiveram produtos apreendidos. Um deles estava operando sem autorização da ANP, comercializava gasolina comum com teor de 67% de etanol anidro, acima das especificações da Agência, e etanol hidratado com teor alcoólico abaixo do permitido, além de comercializar combustível de distribuidor diferente da marca comercial que ostentava, induzido o consumidor a erro. O segundo posto interditado em São Paulo também estava funcionando sem autorização da ANP e vendia combustível de distribuidor diferente da marca comercial exibida. Houve ainda uma autuação a outro posto por não possuir equipamentos para a realização de testes de qualidade dos combustíveis quando solicitado pelo consumidor.

Em São José do Rio Preto, dois postos de combustíveis foram autuados por não funcionarem pelo horário mínimo obrigatório, e um terceiro recebeu autuação porque realizava abastecimento em local diverso do tanque de consumo do veículo ou recipiente adequado.

Na cidade de Serrana, uma revenda de GLP foi autuada por não cumprir notificação quanto à interdição das instalações. Já em Osasco, um posto de combustíveis foi autuado por uma série de irregularidades, entre elas a o painel de preços com falta de informações e não possuir termodensímetro (equipamento acoplado à bomba de etanol hidratado para verificar aspectos de qualidade) em uma bomba.

Paraná  

Foram inspecionados 12 postos de combustíveis nas cidades de Marialva, Maringá e Mandaguari, onde houve parceria com o Procon Municipal. Os fiscais não encontraram irregularidades nestes locais.

Pará  

Oito postos de combustíveis de Belém foram fiscalizados durante a semana. Não foram encontradas irregularidades.

Consulte os resultados das ações da ANP em todo o Brasil          

As ações de fiscalização da ANP são planejadas a partir de diversos vetores de inteligência, como denúncias de consumidores, dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, informações de outros órgãos e da área de Inteligência da ANP, entre outros. Dessa forma, as ações são focadas nas regiões e agentes econômicos com indícios de irregularidades.

Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento. A base de dados é atualizada mensalmente, com prazo de dois meses entre o mês da fiscalização e o mês da publicação, devido ao atendimento de exigências legais e aspectos operacionais.

Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.

Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser enviadas à ANP por meio do Fale Conosco ou do telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita).