Brasil em evidência na OTC Houston!!! Com investimentos de US$ 9 bilhões por ano em exploração nosso país ganha destaque no evento

O IADC BRAZIL CHAPTER é o único capítulo do IADC localizado na América Latina, mostrando a importância do Brasil, do Estado do Rio de Janeiro e, especialmente da cidade de Macaé, onde encontra-se sediado, na indústria de produção e perfuração de petróleo. Nosso capítulo foi fundado há 27 anos, com a primeira ata de constituição assinada em 28 outubro de 1993, na cidade de Macaé, tendo como representantes os oficiais das seguintes empresas: ARETHUSA/ ZAPATA OFFSHORE BRASIL LTDA, BRASDRIL SOCIEDADE DE PERFURAÇÕES LTDA., ODEBRECHT PERFURAÇÕES LTDA. e NEDDRILL DO BRASIL S/C LTDA.

Durante todos estes anos a IADC Brazil Chapter, vem desenvolvendo seu papel estratégico de catalizador da indústria de perfuração de petróleo onshore e offshore no Brasil. Somos referência nas áreas técnicas e de operações da indústria, junto às operadoras (IOC’S) e na área se HSE, buscando sempre a segurança das operações. Além da grande importância do seu papel técnico e operacional, o IADC BRAZIL CHAPTER  possui relevância institucional junto a órgãos e instituições públicas nas esferas municipal, estadual e federal. Valorizamos ainda, como princípio de responsabilidade social, o trabalho junto a instituições carentes e filantrópicas, através de doações e apoio institucional a eventos, somado ao trabalho de desenvolvimento estudantil, para aproximar universitários das empresas do setor de petróleo.

Nada disso seria possível sem o trabalho incessante de nossos oficiais executivos, que doam seu tempo e sua expertise em benefício de toda a indústria de perfuração, e sem o apoio fundamental das empresas associadas, que acreditam no papel transformador do nosso trabalho.

Somos Óleo e Gás, somos perfuração, somos Brasil!

  • ANP: Almirante Rodolfo Henrique de Saboia, diretor geral da Agência Nacional do Petróleo, como a IADC Brazil e IADC Internacional: a influência  da IADC Brazil Chapter (Associação Internacional de Contratantes de Perfuração) fomentação do setor de óleo e Gás e principalmente no desenvolvimento de operações seguras. A ANP recebeu a comitiva da IADC Brazil e IADC Headquarters, estreitando os laços destas duas instituições contribuindo para o aumento da segurança nas operações ligadas ao setor de óleo e energia.

(Sr. Roberto Paschoalin International Adviser Brazil – IADC Corporate; Sr. Mardonildo Filho – Presidente IADC Brazil; Dr. Leandro Luzone – Secretário da IADC Brazil; Sr. Mike DuBose – IADC Internacional Vice-President; Rodolfo Henrique Saboia – Diretor Geral ANP; Claudio Jorge de Souza – Diretor ANP).

  • Ministério de Minas e Energia: sobre a contribuição da comitiva da IADC Brazil que é sediada na cidade de Macaé: A IADC Brazil Chapter (Associação Internacional de Contratantes de Perfuração) uma organização que apoia e promove a aproximação de empresas e órgãos ligados da indústria de óleo e Gas e se coloca a disposição para conversar sobre os desafios da indústria em território brasileiro. Com a participação do Sr. Carlos Cabral do MME (Ministério de Minas e Energia); Secretário Rafael Bastos da Silva do MME (Ministério de Minas e Energia); (Sr. Roberto Paschoalin International Adviser Brazil – IADC Corporate; Sr. Mardonildo Filho – Presidente IADC Brazil; Dr. Leandro Luzone – Secretário da IADC Brazil; Sr. Mike DuBose – IADC Internacional Vice-President).

  • Petrobras – Sr. Pedro Henrique  Rittershaussen – Diretor Executivo de Desenvolvimento e Produção Petrobras; Sr. Marcos Tolfo – Gerente Gera Petrobras; (Sr. Roberto Paschoalin International Adviser Brazil – IADC Corporate; Sr. Mardonildo Filho – Presidente IADC Brazil; Dr. Leandro Luzone – Secretário da IADC Brazil; Sr. Mike DuBose – IADC Internacional Vice-President): A Petrobras é participante ativa das atividades da IADC Brazil em nossas reuniões e workshops, contribuindo de forma estratégica para o desenvolvimento e crescimento seguro das operações na indústria de Óleo, Gas e Energias.

Prosafe fecha acordo de US$ 110 milhões no Brasil

A Prosafe recebeu um contrato da Petrobras para o fornecimento da embarcação semi-submersível Safe Notos para suporte de segurança e manutenção offshore no Brasil.

Como lembrete, a Prosafe foi declarada vencedora de uma licitação para um contrato de quatro anos pela Petrobras no início de abril. No entanto, uma possível adjudicação de contrato e o momento da adjudicação do contrato estavam sujeitos a um processo formal durante o qual outros licitantes tiveram a oportunidade de apelar.

Em uma atualização na quarta-feira, a Prosafe confirmou a adjudicação do contrato com um compromisso de período firme de quatro anos e a data de início no 3T/4T 2022 após a expiração do atual contrato de três anos mutuamente estendido da embarcação que começou no 4T 2016. O valor total do contrato é de aproximadamente US$ 110 milhões.

O Safe Notos é uma embarcação de apoio de segurança e manutenção semi-submersível tecnologicamente avançada e eficiente, com Posicionamento Dinâmico (DP3), capaz de operar em ambientes agressivos. O Safe Notos pode acomodar até 500 pessoas e possui amplas instalações de recreação e uma área de deck aberto de grande capacidade e passarela telescópica. Ao operar a embarcação, a Prosafe se concentrará na redução de emissões por meio do monitoramento inovador do desempenho energético e da redução do consumo de combustível associado.

Jesper Kragh Andresen , CEO da Prosafe, disse: “O Brasil continua sendo a principal região operacional da Prosafe e é uma prova da tripulação, da embarcação e do gerenciamento operacional que o Safe Notos continuará a demonstrar o melhor desempenho da classe em 2026”.

Oferta Permanente de Partilha (OPP): Diretoria da ANP aprova edital e modelos de contratos

A Diretoria da ANP aprovou, na última sexta-feira (29/4), em circuito deliberativo, o edital e os modelos dos contratos da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP), em que serão licitados 11 blocos localizados no polígono do Pré-sal. Os documentos, que passaram por consulta e audiência públicas, já foram encaminhados para aprovação pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e, em seguida, serão submetidos à apreciação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Dos 11 blocos em oferta, Ágata, Água Marinha, Esmeralda, Jade, Turmalina e Tupinambá, na Bacia de Santos, estavam previstos para serem ofertados na 7ª e 8ª rodadas de partilha de produção. Os demais não receberam ofertas em rodadas de licitação de partilha da produção realizadas anteriormente pela ANP: Itaimbezinho (4ª Rodada de Partilha, Bacia de Campos), Norte de Brava (6ª Rodada de Partilha, Bacia de Campos), Bumerangue, Cruzeiro do Sul e Sudoeste de Sagitário (6ª Rodada de Partilha, Bacia de Santos).

A Petrobras manifestou, em 3/2/22, ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o interesse no direito de preferência em blocos a serem licitados no Sistema de Oferta Permanente, sob o regime de partilha de produção, nos termos da Lei 12.351/2010 e do Decreto Federal 9.041/2017. A empresa exerceu o direito de preferência em relação aos blocos de Água Marinha e Norte de Brava, com percentual de 30%, considerando os parâmetros divulgados na Resolução do CNPE nº 26/2021.

O pré-edital, as minutas de contrato e outras informações sobre a OPP podem ser consultados em: Oferta Permanente de Partilha

Saiba mais sobre a Oferta Permanente de Partilha (OPP)

A Oferta Permanente é, originalmente, um formato de licitação de outorga de contratos de exploração e produção de blocos exploratórios e de áreas com acumulações marginais para exploração ou reabilitação e produção de petróleo e gás natural. Nesse formato, há a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas.

Até dezembro de 2021, a Oferta Permanente era realizada exclusivamente em regime de contratação por concessão, não contemplando a possibilidade de inclusão de áreas do pré-sal, tampouco aquelas consideradas áreas estratégicas, nos moldes da Lei nº 12.351/2010, e cujo regime legal de contratação é o de partilha de produção.

Foram realizados, pela ANP, três ciclos de Oferta Permanente com contratos no modelo de concessão, nos anos de 2019, 2020 e, o mais recente, em abril de 2022.

Em 24/12/2021, da Resolução CNPE nº 27/2021, permitiu que os campos ou blocos no Polígono do Pré-sal ou em áreas estratégicas possam ser licitados no sistema de Oferta Permanente mediante determinação específica do CNPE, com definição dos parâmetros a serem adotados para cada campo ou bloco.

Em 5/1/2022, foi publicada a Resolução CNPE nº 26/2021, que autorizou a licitação de 11 blocos no sistema de Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), sob o regime de partilha de produção, e aprovou os parâmetros técnicos e econômicos do certame.

FPSO Guanabara MV31 entra em operação e é a terceira unidade da MODEC a iniciar produção em menos de um ano

O FPSO Guanabara MV31 iniciou, no sábado (30), a produção do campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, a mais de 150 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. Capaz de produzir diariamente até 180 mil barris de óleo e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás, a embarcação é a maior em termos de complexidade a operar no offshore brasileiro. Esta é terceira plataforma que a MODEC coloca em operação nos últimos meses.

A empresa iniciou em agosto de 2021 a operação do FPSO Carioca MV30 no campo de Sépia, também no pré-sal da Bacia de Santos, e em fevereiro deu início à produção do FPSO MIAMTE MV34, no Golfo do México. Com estas unidades, a MODEC passa a operar 20 unidades em todo o mundo – 12 delas no Brasil.

As novas embarcações consolidam a companhia como líder global no segmento de afretamento de soluções flutuantes para produção de óleo e gás. Além de unidades no Brasil e no México, a empresa também opera plataformas na Ásia e na África. 

“A entrada em operação de múltiplas unidades em diferentes regiões do mundo neste curto intervalo de tempo reforça nossa capacidade de lidar com projetos de grande porte e de seguirmos crescendo e entregando resultados, mesmo no cenário desafiador dos últimos anos”, ressalta o presidente e CEO da MODEC no Brasil, Eonio Rocha. “Apenas com o Guanabara, reforçamos nosso time com mais de 150 profissionais e hoje já temos mais de 2,8 mil pessoas no país”.

Além das recentes entradas em operação de novos navios, a MODEC tem em seu pipeline quatro outras unidades em construção. Três deles são para o Brasil – o FPSO Almirante Barroso MV32, o FPSO Anita Garibaldi MV33 e um FPSO destinado ao Campo de Bacalhau – e um para o Senegal, o FPSO Léopold Sédar Senghor.

O campo unitizado de Mero é operado pela Petrobras (38,6%), em parceria com a Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC Limited (9,65%) e Pré-Sal Petróleo S.A -PPSA (3,5%), como representante da União na área não contratada.

Sobre a MODEC

A MODEC é fornecedora líder de soluções flutuantes de produção para a indústria de óleo e gás offshore. Com mais de 50 anos no mercado, a empresa atua no offshore brasileiro desde 2003 e tem mais de 2,8 mil empregados no país. Seus clientes no Brasil são Equinor, Petrobras, Shell e TotalEnergies.