Hércules lança conjunto para fornos e reforça proteção em ambientes de altas temperaturas

Novidade integra um conjunto de soluções que trazem maior eficiência para atuação em locais com riscos de projeções de metal líquido e calor irradiado

O segmento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) segue buscando soluções cada vez mais efetivas para prevenção de acidentes de trabalho, que só em 2021 contabilizaram 571,8 mil casos, de acordo com o Observatório de Saúde e Segurança do Trabalho (SmartLab).  A Hércules – empresa do grupo Ansell, referência na fabricação de EPI´s, por exemplo, anunciou o lançamento do conjunto para fornos para o trabalho em ambientes que envolvem calor.

Considerado o traje primário e obrigatório para estes locais, as vestimentas compostas por blusão e calça – em aramida-carbono com forração isotérmica para manter a temperatura corporal (36,5ºC), – calçados e luvas, oferece resistência à carbonização e, por isso, os itens são propícios para uso em setores quem envolvem temperaturas altas, mesmo não havendo proximidade com a fonte de calor, com capacidade para suportar até 350º C em curto período de tempo.

“Mesmo que o colaborador esteja apenas andando pelo ambiente, com o forno fechado e sem aproximação, o uniforme é essencial porque, em caso de  sinistro, um deslocamento de fogo ou um acidente envolvendo uma panela, os colaboradores estão protegidos com uma roupa resistente ao fogo”, explica Valdir Ferreira, Gerente Especialista de Produto da Ansell.

A novidade reforça o portfólio de proteção térmica, oferecendo maior conforto aos profissionais que atuam em fundições, soldagens e siderurgias expostos ao calor excessivo.

Vestimenta aluminizada

A partir de uma necessidade do mercado em atividades que exigem aproximação da fonte de calor, outro EPI, disponibilizado pela Hércules, fundamental para tais segmentos é a vestimenta aluminizada, que deve ser utilizada por cima dos uniformes para fornos com o objetivo de ampliar a proteção do colaborador e possibilitar a atuação, em locais com risco de calor irradiado e projeção de metal líquido, com resistência de até 1400º C durante a vida útil do traje.

“A primeira característica desse tecido aluminizado é que ele tem que ser espelhado para fazer a refletância do calor recebido. A outra, é a capacidade de conferir proteção em caso de projeções de metal líquido em até 1.400ºC, temperatura que chega o nióbio, por exemplo. O componente ao atingir a vestimenta, escorre, assegurando a integridade física do profissional”, destaca Ferreira.

De acordo com o especialista, a vestimenta aluminizada é composta por avental, capa, perneira, capuz e luvas e deve ser usada, em situações como a abertura da boca de um forno ou proximidade de alguma outra fonte emissora de calor, em que há risco de contato com material quente, como o metal líquido, ou deslocamento de chama e consequente carbonização. 

Os EPI´s atendem às ISOs 11611 e na 11612, normativas internacionais aplicadas na avaliação de itens de trabalho em processos de soldagem e similares e contra calor e chamas, respectivamente, adotadas no país.

As vestimentas, estão disponíveis para o mercado e têm sido comercializadas, principalmente, para as multinacionais.

Sobre a Hércules

A Hércules é uma empresa que atua desde 1985 no mercado de fabricação de equipamentos de proteção ao trabalho. Considerada uma das referências no ramo, fornece materiais para empresas das áreas de construção civil, metalurgia, petróleo e gás, química e farmacêutica, alimentícia, siderúrgica, médica, entre outras. 

Com fábrica em São Bernardo do Campo, a empresa foi a pioneira na instalação de torre para capacitação de trabalhos em altura. Em 2013, passou a integrar o Grupo Ansell, líder mundial na produção de equipamentos de proteção, presente em 55 países e com mais de 14.000 colaboradores.

Petrobras informa sobre participação na sociedade Ibiritermo S.A.

A Petrobras comunica que assinou contrato para a compra da participação da Edison S.p.A. (50%) na sociedade Ibiritermo S.A., pelo preço de R$ 1,00, em cumprimento ao Contrato de Conversão de Energia (ECC – Energy Conversion Contract), firmado em 21/06/2002 com a Ibiritermo S.A..

Adicionalmente, na conclusão da transação, a Petrobras efetuará o pagamento de compensação por parte do capital social no valor de R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) à Edison S.p.A., nos termos previstos no contrato de compra e venda de ações, e o ECC será encerrado, com a transferência da Usina Termelétrica Ibirité (UTE Ibirité) para a Petrobras, único ativo da Ibiritermo S.A, o qual desde a celebração do ECC é operado pela Petrobras.

A Petrobras já possui participação de 50% na Ibiritermo S.A. e, após a conclusão da transação, a companhia passará a deter 100% das ações da Ibiritermo S.A. e a propriedade exclusiva da UTE Ibirité.

A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes, tais como a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Após a conclusão da operação, a Petrobras adotará as medidas necessárias para iniciar a liquidação da Ibiritermo S.A., passando a operar a UTE Ibirité como ativo integrado ao seu portfólio de térmicas, sem estrutura societária associada.

Sobre a Ibiritermo S.A.

Constituída em 2001, a Ibiritermo S.A. é uma sociedade anônima de capital fechado, tendo como único ativo a UTE Ibirité, localizada no município de Ibirité em Minas Gerais, com capacidade instalada de 226 MW.

A usina é objeto de um contrato de ECC – Energy Conversion Contract, firmado em 21/06/2002, entre Ibiritermo S.A. e Petrobras, tendo a Edison S.p.A. como interveniente-anuente.

Por meio do ECC, a Petrobras é arrendatária da usina desde 21/06/2002, ficando a seu cargo a operação e manutenção, o suprimento de combustível e água e o pagamento dos encargos de conexão e uso dos sistemas de distribuição e transmissão de energia elétrica. Em contrapartida, cabe à Petrobras dispor livremente da energia gerada pela usina.