Edição de Junho/2022 no ar!

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A edição de Junho/2022 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

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  • MATÉRIA DE CAPA: Revitalização de Campos Maduros – Reservatório de Oportunidades por Julia Vaz;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Leonardo Jacobina diretor da Lapsol – Maioridade com espírito empreendedor por Julia Vaz;
  • MATÉRIA ESPECIAL: OTC 2022 – O Reencontro da indústria offshore por Julia Vaz;
  • Petrobras cria oportunidade para desenvolvedores de tecnologia;
  • Yinson nomeia seu primeiro FPSO com destino ao Brasil;
  • Floatel garantiu uma extensão de contrato com a Equinor;
  • PECOM amplia atividades no Brasil e se associa à ABPIP;
  • FPSO da Enauta terá notação de classe ABS;
  • Wilson Sons finaliza operação multitarefas, com ações simultâneas em cinco embarcações em seu Estaleiro, no Guarujá;
  • Trident Energy completa sua primeira campanha no Brasil;
  • BW Offshore e Saipem miram contrato Gato do Mato da Shell;
  • Yinson contrata empresa para trabalho de atualização do FPSO que operará para a Enauta;
  • Subsea 7 ganha grande contrato EPCI com a Petrobras;
  • Ocyan conquista novo contrato de Manutenção e Serviços Offshore e se fortalece no mercado brasileiro deste segmento;
  • Petrobras esclarece sobre contrato de compra de gás natural;
  • Saipem foi contratada pela Shell e pela Petrobras para a utilização de seu drone submarino FlatFish;
  • Enauta obtém aprovação de novo plano de desenvolvimento do campo de Atlanta e da prorrogação contratual por mais 11 anos;
  • Shell Brasil e Porto do Açu anunciam projeto inédito em Hidrogênio Verde;
  • Total de campos com fase produção prorrogada chega a 56;
  • Equinor celebra 20 anos de atuação no Brasil;
  • Projeto de Educação Ambiental PEA FOCO, da Equinor, celebra dez anos de atuação;
  • Prosafe mira mercado brasileiro para emprego futuro de duas novas construções;
  • Petrobras e Equinor avaliam viabilidade ambiental de projeto conjunto de energia eólica offshore;
  • Petrobras bate recordes de processamento de petróleo do pré-sal em suas refinarias;
  • Aquadrill venderá plataforma semissubmersível para a PetroRio;
  • Prosafe se revela vencedora de mais uma licitação da Petrobras;
  • Grupo DOF fecha acordos de AHTS e ROV com a Petrobras;
  • Petrobras investirá mais de US$ 500 milhões na Replan até 2025;
  • Petrobras assina contrato de nova unidade de hidrotratamento de diesel da Replan;
  • Estatal conclui venda de campos terrestres na Bahia;
  • Unidade de tratamento de gás da Petrobras recebe investimento de US$ 78 milhões;
  • Subsidiária da Scana ganha contrato de atracação para FPSO;
  • Karoon aumenta a carteira de pedidos da plataforma Maersk no Brasil;
  • Kongsberg assina contrato com a Yinson;

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Capa

Oxiteno premia fornecedores com melhores práticas sustentáveis

No mês do Meio Ambiente, companhia realizou a 1ª edição do Prêmio Reconhecimento de Fornecedores e consagrou parceiros que tiveram alta performance e atingiram importantes metas de sustentabilidade

A Oxiteno, líder na produção de tensoativos e especialidades químicas nas Américas, realizou na quarta-feira, 8 de junho, a 1ª edição do seu Prêmio Reconhecimento de Fornecedores. A premiação é fruto do Programa de Relacionamento com Fornecedores, criado em 2021 para promover a sustentabilidade em toda a cadeia de suprimentos, compartilhar a busca pela inovação e criar relacionamentos comerciais estáveis e de longo prazo com seus parceiros. A companhia premiou empresas que obtiveram os melhores resultados na Avaliação de Performance do Fornecedor (APF) nos quesitos qualidade, segurança, nível de serviço, avaliação reputacional e sustentabilidade aplicada ao longo da sua cadeia produtiva. Foram seis categorias contempladas: Matéria Prima, Embalagens, Marítimo, Rodoviário, Prestador de Serviço e Inovação. A ação acontece no mês do Meio Ambiente, que tem como objetivo chamar a atenção da população para a importância da preservação dos recursos naturais do planeta Terra.

O evento online foi apresentado pela liderança do time de procurement da Oxiteno e o troféu Inovação foi entregue por Rafael Bica, Head of Global Procurement, que reforçou a importância de uma parceria de sucesso e explicou como a sustentabilidade faz parte dos processos da companhia. “Por meio desses reconhecimentos, buscamos fortalecer, ainda mais, a parceria que temos com fornecedores que fazem parte da nossa cadeia, que procuram as melhores práticas e que estão alinhados com nossos valores de sustentabilidade. Esta é a primeira edição da premiação e seguiremos estabelecendo diretrizes que visam a redução dos impactos ambientais, propiciando ao mercado soluções que combinam alta performance e qualidade, com benefícios em sustentabilidade”, afirma.

O Programa de Relacionamento com Fornecedores tem por objetivo alavancar e melhorar a performance dos fornecedores por meio da gestão e monitoramento do seu desempenho, e definir ações para melhoria dos seus processos. Além de uma avaliação pela EcoVadis, plataforma reconhecida mundialmente por avaliar a performance de sustentabilidade empresarial.

Confira quem foram os ganhadores:

  • Categoria: Matéria Prima
    Fornecedor: Rhodia Brasil – empresa de materiais avançados e especialidades químicas, comprometida com os principais desafios da sociedade
  • Categoria: Embalagens
    Fornecedor: Greif – líder global em produtos e serviços de embalagens industriais
  • Categoria: Marítimo
    Fornecedor: DHL – líder global em logística
  • Categoria: Rodoviário
    Fornecedor: Herculano – empresa nacionalmente conhecida no segmento de transporte de produtos químicos, petroquímicos, carboquímicos, siderúrgicos e graneis
  • Categoria: Prestador de Serviço
    Fornecedor: SGS Brasil – líder mundial em inspeção, verificação, testes e certificação
  • Categoria: Inovação
    Fornecedor: Thor – empresa especializada em biocidas, conservantes com forte apelo sustentável verde.

Sustentabilidade como pilar da estratégia de negócio

A sustentabilidade é elemento central da estratégia da Oxiteno. O Programa de Relacionamento com Fornecedores está alinhado ao pilar “Cadeia de Fornecimento” do Plano Estratégico de Sustentabilidade 2030 da Oxiteno e que busca promover a sustentabilidade na cadeia de suprimentos.

Pelo segundo ano consecutivo, a companhia conquistou, em 2022, a mais alta categoria no ranking da EcoVadis – plataforma reconhecida mundialmente por avaliar a performance de sustentabilidade empresarial, mantendo-se na categoria Platinum, a mais alta do ranking e ocupada por apenas 1% das empresas avaliadas. Desde a sua primeira avaliação em 2012, a empresa avançou 30 pontos.

 Sobre a Oxiteno

A Oxiteno é líder na produção de tensoativos e especialidades químicas nas Américas. A companhia iniciou suas operações em 1973, em São Paulo, e tem como propósito contribuir para o bem-estar das pessoas por meio da química. Investe em pesquisa e desenvolvimento para oferecer soluções inovadoras e alinhadas aos objetivos de negócio de seus clientes. A empresa está presente em oito países das Américas, Europa e Ásia e conta com 11 unidades industriais no Brasil, Estados Unidos, México e Uruguai, além de dois centros globais de P&D, três laboratórios de P&D e oito escritórios comerciais na Argentina, Bélgica, China e Colômbia. No Brasil, possui fábricas nas cidades de Suzano (SP), Tremembé (SP), Triunfo (RS) e no Polo Petroquímico de Mauá (SP) e Polo Industrial de Camaçari (BA).  Desde abril de 2022, faz parte da Indorama Ventures.

ANP realiza workshop sobre arrecadação, cálculo e distribuição de royalties

A ANP realizou em Brasília, o Workshop Royalties do Petróleo e do Gás Natural, com o objetivo de apresentar a sistemática de arrecadação e os critérios de distribuição de royalties e dar publicidade, transparência e legitimidade às ações da ANP. Assistiram ao evento, de forma presencial, ou pelo canal da ANP no YouTube, prefeitos, técnicos ligados ao tema, parlamentares, entre outros interessados no assunto.

Na abertura do evento, o Diretor-Geral, Rodolfo Saboia, destacou o montante arrecadado nos últimos 10 anos: “As Participações Governamentais somaram R$ 537 bilhões pagos aos cofres públicos, incluindo participação especial, royalties, bônus de assinatura e o pagamento pela ocupação ou retenção de área”. Observou ainda que os valores de royalties são muito expressivos, correspondendo a quase R$ 38 bilhões no ano passado, dos quais mais de R$ 10 bilhões foram distribuídos aos estados federados e mais de R$ 13 bilhões aos municípios. “Neste ano de 2022, considerando apenas os meses de janeiro a maio, o montante distribuído já ultrapassa R$ 23 bilhões, o que significa um acréscimo de quase 80% em relação aos quase R$ 13 bilhões distribuídos no mesmo período do ano passado”, completou.

Também durante a abertura, o Diretor Cláudio Jorge de Souza comentou que, atualmente, os royalties são arrecadados sobre a produção de cerca de 300 campos produtores localizados em terra e na plataforma continental, operados por 45 empresas sob os regimes de concessão, partilha e cessão onerosa. Destacou ainda que o valor recolhido é distribuído a 11 estados e mais de 900 municípios beneficiários, além da União, e salientou o papel da ANP: “Nesse processo, compete à ANP apurar e fiscalizar a arrecadação de royalties, assim como calcular os valores a serem distribuídos aos entes federados beneficiários. A ANP preza pelos princípios da transparência, publicidade e impessoalidade, seguindo estritamente o disposto na legislação para repartição do valor a ser distribuído”.

Os royalties são uma compensação financeira devida à União, aos estados, e aos municípios beneficiários, pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro: uma remuneração à sociedade pela exploração desses recursos não renováveis.

A ANP calcula os valores a serem distribuídos aos beneficiários, de acordo com o estabelecido pelas Leis nº 9.478/1997 e nº 7.990/1989, regulamentadas, respectivamente, pelos Decretos nº 2.705/1998 e nº 1/1991.

Esclarecimento da Petrobras sobre a prática de preços de mercado e a garantia do abastecimento nacional

A Petrobras reitera o seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado global, necessária para a garantia do abastecimento doméstico.

Assim como qualquer outra commodity comercializada em economia aberta, a precificação de combustíveis no Brasil é determinada pelo balanço de oferta e demanda global, uma vez que produtos desta natureza possuem características físicas homogêneas e são produzidos, transportados e comercializados em larga escala por todo o mundo, tendo múltiplos ofertantes e demandantes.

De acordo com a Lei nº 9.478/1997, alterada pela Lei nº 9.990/2000, desde 1º de janeiro de 2002, vigora no Brasil o regime de liberdade de preços em todos os segmentos do mercado de combustíveis e derivados de petróleo: produção, distribuição e revenda. Assim, cabe a cada agente econômico estabelecer suas margens de comercialização e seus preços de venda, em um cenário de livre concorrência. A Petrobras não atua no segmento de distribuição e revenda, sendo responsável apenas pela produção de combustíveis.

Preços alinhados ao valor de mercado estimulam a produção e a concorrência no presente, assim como fomentam os investimentos que contribuirão para a expansão do volume produzido, para o alcance da qualidade exigida para os produtos, e para incremento da capacidade logística, com benefícios diretos ao consumidor. Por outro lado, preços abaixo do mercado inviabilizam economicamente as importações necessárias para complemento da oferta nacional. Exemplos recentes de desalinhamento aos preços de mercado já se traduzem em problemas de abastecimento em países vizinhos ao Brasil.

A Petrobras adota uma dinâmica que propicia um equilíbrio com o mercado, mas evitando o repasse imediato da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio ocasionadas por questões conjunturais para os preços domésticos.

A Petrobras não é a única supridora de combustíveis no Brasil. Não há monopólio. Sem a prática de preços de mercado, não há estímulo para o atendimento ao mercado brasileiro pelos diversos agentes do setor.

Dessa forma, a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado é condição necessária para que o país continue sendo suprido sem riscos de desabastecimento pelos diversos agentes.

Neste ponto, é importante ressaltar que o mercado global de energia está atualmente em situação desafiadora. Com a aceleração da recuperação econômica mundial a partir do segundo semestre de 2021 e, notadamente, com o início do conflito no Leste Europeu em fevereiro de 2022, tem-se observado aumento dos preços e maior volatilidade nas cotações internacionais de commodities energéticas, em especial, do óleo diesel.

Essa conjuntura reflete, principalmente, a menor oferta global de diesel frente à demanda presente, assim como as incertezas relacionadas ao futuro balanço desse mercado. Como consequência, os estoques de diesel nos principais mercados internacionais exibiram declínio acentuado nos últimos meses.

Existe a possibilidade de o mercado global de óleo diesel ficar mais pressionado nos próximos meses, em função de: (i) aumento sazonal da demanda mundial no segundo semestre; (ii) menor disponibilidade de exportações russas pelo prolongamento e agravamento de sanções econômicas ao país; e (iii) eventuais indisponibilidades de refinarias nos Estados Unidos e Caribe com a temporada de furacões de junho a novembro. Portanto, não há fundamentos que indiquem a melhora do balanço global e o recuo estrutural das cotações internacionais de referência para o óleo diesel.

Em um cenário de escassez global, o abastecimento nacional requer uma atenção especial. Como o país é estruturalmente deficitário em óleo diesel, tendo importado quase 30% da demanda total em 2021, poderá haver maior impacto nos preços e no suprimento. Esse quadro se acentua dado que o consumo nacional de diesel é historicamente mais alto no segundo semestre devido às sazonalidades das atividades agrícola e industrial. Ressalta-se, também, que o mercado interno registrou recorde de consumo de óleo diesel no ano passado e essa marca deverá ser superada em 2022.

Diante desse quadro, é fundamental que a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado global seja referência para o mercado brasileiro de combustíveis, visando à segurança energética nacional.

Petrobras realiza distribuição de vales-gás e alimentação para 3 mil famílias em vulnerabilidade de Cubatão

A ação faz parte da iniciativa social da Petrobras com foco no acesso ao gás de cozinha, que abrange todas as regiões do país

A Petrobras deu continuidade à distribuição de vale-gás e alimentação para famílias em situação de vulnerabilidade de Cubatão. A ação foi realizada na Associação Beneficente dos Catadores de Material Reciclável da Baixada Santista (ABC MARBAS) e contou com a presença do gerente geral da RPBC – Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão, Wagner Felicio. No município serão beneficiadas três mil famílias, contando também com a parceria do Instituto Socioambiental e Cultural da Vila dos Pescadores (ISAC VP).

A ação faz parte da iniciativa social da Petrobras com foco no acesso ao gás de cozinha, que abrange todas as regiões do país e prevê a distribuição de botijões ou auxílios para compra de gás de cozinha por famílias socialmente vulneráveis, associado, quando possível, à entrega de itens de alimentação. Para esta etapa, a Petrobras fechou parceria com 56 instituições sem fins lucrativos, que atuam na execução de projetos socioambientais e de condicionantes ambientais da companhia, para realizar a doação para as famílias selecionadas.

Serão beneficiados direta e indiretamente mais de 400 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, vivendo em comunidades próximas às unidades operacionais da empresa ou que participam dos projetos apoiados pela companhia, em dezesseis estados do país. As famílias são identificadas com o apoio das instituições parceiras, que são responsáveis por operacionalizar as doações. Somente no estado de São Paulo, mais de 15 mil famílias serão atendidas, com o apoio de 11 instituições.

Petroleira realiza convênio em Três Lagoas (MS) para desenvolvimento de Centro de Referência Esportiva e Educacional

Projeto que visa promover a melhoria da qualidade da educação de crianças e adolescentes está com inscrições abertas

A Petrobras e o CINTERCOOP (Centro Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento) firmaram convênio em Três Lagoas (MS) para a realização do projeto Centro de Referência Esportiva e Educacional (CRE/TL). O objetivo é que crianças, adolescentes e jovens tenham novas oportunidades de conhecimento e aprendizado, com inclusão, inovação e desenvolvimento socioambiental desde a primeira infância. O projeto está alinhado ao Programa Petrobras Socioambiental “Educação” ao atuar em defesa da garantia de direitos de crianças de 0 a 6 anos.

O CRE/TL tem como objetivo oferecer oportunidades de aprendizado significativo no segmento do esporte educacional e ainda no âmbito de atividades de edutretenimento, educomunicação e educação ambiental, reduzindo diferenças e ampliando capacidade de aprendizagem das comunidades e crianças e adolescentes das comunidades mais vulneráveis.

Serão atendidos 800 crianças e adolescentes durante 24 meses de atividades em um processo metodológico estruturado de educação pelos direitos humanos, ofertando quatro grandes circuitos pedagógicos, cada um com 32 diferentes atividades, totalizando 128 diferentes práticas em esportes educacionais, jogos, brincadeiras, edutretenimento, educomunicação e educação ambiental. Todas as atividades serão gratuitas e utilizarão metodologia inovadora e participativa com vistas ao protagonismo e aos princípios de participação.

As inscrições para participar das atividades podem ser realizadas pelo site do projeto (https://cretreslagoas.org/) e também presencialmente no próprio Centro de Referência na quadra da lagoa.