Dow promove webinar para desmitificar segredos de lubrificante industrial de alta performance para compressores e redutores

Evento gratuito terá ainda o lançamento do portal ‘Lubes in Motion’, com conteúdos sobre lubrificação industrial.

A lubrificação de peças e componentes da linha de produção é essencial para evitar a perda precoce de máquinas e equipamentos, prevenir eventuais acidentes de trabalho, além de representar mais economia e eficiência na operação industrial.

Com o objetivo de debater sobre esse mercado e as aplicações que estão sendo criadas a fim de acelerar o desenvolvimento técnico sustentável do setor de lubrificação industrial, a Dow realizará webinar no dia 28 de junho, das 9h às 10h, com inscrição gratuita. Na oportunidade, será lançado o ‘Lubes in Motion’ (lubesinmotion.com.br), um portal de conteúdos que irá trazer notícias e novidades sobre lubrificação de máquinas.

Entre os principais temas em debate no webinar estão:

· As 7 dimensões para a boa lubrificação industrial
· Transferência de calor: um importante parâmetro
· Qual a melhor tecnologia para compressores e engrenagens?

Participantes:

Alexandre Lembi – Gerente Comercial de Lubrificantes da Dow para o Brasil

Eduardo Lima – Especialista Técnico em Lubrificantes da Dow para a América Latina

Juan Pablo Watty – Gerente de Lubrificantes da Dow para a América Latina

Celso Oliveira – Diretor Comercial de Lubrificantes da Pochteca Coremal

Serviço:

Data: 28 de junho de 2022
Horário: das 9h às 10h
Link para inscrição gratuita: https://www.dow.com/pt-br/webinar-registration.html?webinarId=627c0158db378a758def4af1&li_fat_id=6a3281c2-4981-4f2b-a148-eac733ce7218

Sobre a Dow

A Dow (NYSE: DOW) combina alcance global; escala e integração de ativos; inovação focada e expertise em ciência dos materiais; liderança em frentes de negócio; e em ESG (meio ambiente, social e governança) para alcançar crescimento lucrativo e possibilitar um futuro mais sustentável. Sua ambição é se tornar a empresa de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. O portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas. Referências à Dow ou à Companhia significam a Dow Inc. e suas subsidiárias. Para obter mais informações, acesse www.dow.com ou siga @DowNewsroom no Twitter.

DOF Subsea e Petrobras continuam trabalhando juntas

A DOF Subsea garantiu a extensão de quatro contratos PIDF com a Petrobras.

As extensões demandarão uma frota de pelo menos três navios operando por 18 meses em continuidade direta ao cronograma original, realizando inspeção de dutos flexíveis, risers e equipamentos submarinos na Bacia de Campos, Bacia de Santos, Campo de Marlin e Bacia do Espírito Santos.

As inspeções serão avaliadas e processadas pela equipe de Engenharia Submarina da DOF no Brasil, responsável por entregar relatórios técnicos sobre as condições das instalações submarinas no Brasil.

De acordo com a empresa, as extensões adicionam mais de US$ 100 milhões no backlog.

“Estou muito satisfeito por esses prêmios garantirem a utilização de nosso pessoal e nossos ativos e adicionarem um importante histórico ao Grupo. Isso fortalece ainda mais nossa posição de liderança no Brasil dentro da IMR e confirma nosso longo relacionamento com a Petrobras”, disse Mons S Aase , CEO da DOF Subsea.

A Petrobras já havia usado os serviços da DOF Subsea muitas vezes. Mais recentemente, a empresa brasileira concedeu contratos de afretamento e serviços de longo prazo para as empresas de propriedade da DOF Norskan Offshore e DOF Subsea Serviços Brasil.

Os navios de reboque e abastecimento de âncoras (AHTS) Skandi Angra, Skandi Paraty, Skandi Urca e Skandi Fluminense, operando para a Petrobras e equipados com veículos operados remotamente (ROVs) de classe de trabalho da DOF Subsea, foram contratados por três anos firmes mais dois anos de opções.

No final de maio, as duas empresas DOF ​​conquistaram novos contratos de serviço com a gigante brasileira de petróleo e gás para o navio AHTS Skandi Iguazu, incluindo um ROV.

ANP realiza consulta e audiência públicas sobre biometano

A ANP realiza, até 27/6, consulta pública referente à minuta de alteração de aspectos da Resolução ANP nº 685, de 29 de junho de 2017, que estabelece a especificação do biometano de aterros sanitários e estações de tratamento de esgoto. Também será realizada audiência pública sobre o tema, no dia 8/7.

A minuta de resolução tem como objetivo principal contribuir para o atendimento, pelos produtores de biometano, à Resolução ANP nº 685/2017, no que se refere à metodologia de análise de halogenados e siloxanos, que são compostos prejudiciais à saúde e/ou que podem danificar os equipamentos de produção de energia, motores de veículos, entre outros , que precisam ser removidos no processo de produção do biometano.

Além disso, a minuta propõe a exclusão de prazo para a contratação de laboratórios acreditados no Inmetro para realização de tais análises, conforme estabelecido atualmente no § 2º do artigo 5º da mencionada Resolução. A revisão proposta também atenderá ao disposto no Decreto nº 10.139/2019, que trata da padronização de dispositivos e estruturas de atos regulatórios.

Estima-se que as alterações previstas na minuta não irão gerar custos regulatórios, pois, além de incluir mais um método de análise dos contaminantes, a norma ABNT NBR 16562 – já implementada pelos laboratórios hoje capacitados a analisar biometano –, flexibilizará o atendimento ao dispositivo que exige dos laboratórios acreditação na norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, para análise desses contaminantes.

A consulta e a audiência públicas buscam, além de dar publicidade, transparência e legitimidade às ações regulatórias da ANP, obter contribuições sobre tema de interesse geral de agentes econômicos, consumidores e usuários de bens e serviços da indústria do petróleo, gás natural e biocombustíveis.

A minuta colocada em consulta e audiência públicas não faz parte da Agenda Regulatória da ANP, em que se encontra processo de revisão mais amplo e completo das resoluções que tratam do biometano. O objetivo é unificar a Resolução ANP nº 8, de 30 de janeiro de 2015, que estabelece a especificação aplicada ao biometano oriundo de produtos e resíduos orgânicos agrossilvopastoris e comerciais destinados ao uso veicular (GNV) e às instalações residências e comerciais, e a Resolução ANP nº 685, de 29 de junho de 2017, que estabelece a especificação do biometano de aterros sanitários e estações de tratamento de esgoto e as obrigações quanto ao controle da qualidade a serem atendidas pelos diversos agentes econômicos que comercializam o produto em território nacional.

Seminário da ANP divulgará dados sobre exploração de petróleo e gás natural

A ANP realiza hoje (22/6), às 14h30, o 2º Seminário Instrumentos de Divulgação de Informações sobre Exploração de Petróleo e Gás Natural. O evento será online, com transmissão pelo canal da ANP no YouTube.

No seminário, serão apresentados dados sobre exploração de petróleo e gás no país, disponíveis no Painel Dinâmico da Fase de Exploração e no Relatório Anual de Exploração 2021.

Veja abaixo a programação:

14h30: Abertura

Fernando Moura – Diretor da ANP

14h40: Divulgação de Informações de Exploração de Petróleo e Gás Natural

Marina Abelha – Superintendente de Exploração da ANP

14h50: Relatório Anual de Exploração 2021

Lydia Hughenin Queiroz – Superintendência de Exploração da ANP

Rosana de Rezende Andrade – Superintendência de Exploração da ANP

15h20 Painel Dinâmico da Fase de Exploração

Lydia Hughenin Queiroz – Superintendência de Exploração da ANP

15h40: Perguntas e respostas

16h: Encerramento

ABPIP protocola no CADE manifestação contra venda da Gaspetro à Compass

A Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) protocolou na última segunda-feira (20), junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), um manifesto em apoio aos princípios do Novo Mercado de Gás e apresentando razões pelas quais não deveria ser admitida a compra da participação da Petrobras na Gaspetro pela Compass (Grupo Cosan), dado que trará prejuízo à concorrência no elo da cadeia de comercialização de gás natural.

A Associação junta-se a diversas outras entidades que entendem que o ingresso de novos produtores no mercado de comercialização de gás será prejudicado, uma vez que a Compass, ao adquirir a Gaspetro, passaria a controlar 70% da demanda de produção de gás no país. “Isso não condiz com os objetivos intrínsecos à concorrência e a participação renderá à um agente privado condições para condutas anticompetitivas contra os ofertantes que estão investindo e se preparando para ingressar no mercado”, explicou Anabal Santos Jr., Secretário Executivo da ABPIP.

Para a Associação, o efeito será prejudicial aos produtores independentes e seus investimentos para ingresso no mercado de comercialização de gás. “A ABPIP se preocupa com a possibilidade da conduta denominada como ‘self-dealing’, ou seja, o direcionamento da demanda das distribuidoras de gás para sua vertente de comercialização, fechando importante parcela desse mercado aos produtores. Em médio prazo, essa situação tende a gerar redução da oferta de gás e do incentivo para investimentos em novos blocos de exploração e produção”, disse Santos Jr. “Essa concentração tende a também reduzir a parcela do mercado de comercialização representada pelos consumidores livres, pois com a redução da oferta e diversidade de ofertantes, os consumidores potencialmente livres tendem a ficar receosos com a migração considerando os riscos de um mercado não concorrencial”, continuou o Secretário Executivo.

Segundo Santos Jr., as preocupações da ABPIP também são compartilhadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pelo Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural (CMGN). “Os produtores independentes desempenham papel importante para concretizar as diretrizes no Novo Mercado de Gás, estabelecidas pelas autoridades, pois um de seus objetivos é atrair novos ofertantes de modo a estimular concorrência. Na prática, isso ocorre com a entrada dos novos produtores no mercado de comercialização de gás, que concorrem na oferta de gás junto às distribuidoras locais, consumidores livres, termelétricas, entre outros usuários do insumo”, explicou.

Esclarecimento sobre reserva para distribuição de lucros

Em relação ao vídeo veiculado no programa Atualidades da TV Pampa, no dia 16 de junho, a Petrobras esclarece que não é verdadeira a informação de que existe uma reserva de R$ 200 bilhões para distribuição de lucros pela companhia. O valor de R$ 208,6 bilhões citado no Formulário de Informações Trimestrais (ITR) do primeiro trimestre de 2022 como “Reserva de Lucros”  inclui diversos itens como, por exemplo, a Reserva Legal (R$ 25,5 bilhões) e a Reserva de Incentivos Fiscais (R$ 3,6 bi), utilizadas para compensar prejuízos fiscais ou aumento do capital social, se houver necessidade; a Reserva Estatutária (R$ 8,6 bilhões), destinada ao custeio de programas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico; e a Reserva de Retenção de Lucros (R$ 89 bilhões), voltada prioritariamente à aplicação de investimentos previstos no orçamento de capital da Petrobras. Esta última, conforme previsão legal, também pode ser utilizada para absorção de prejuízo, aumento de capital ou distribuição de dividendos.

Adicionalmente, no grupo de “Reserva de Lucros” constam os dividendos adicionais propostos do exercício de 2021 (R$ 37,3 bi), que foram aprovados pela Assembleia Geral Ordinária (AGO) de acionistas da Petrobras e pagos em 16/05/2022; e os lucros acumulados no primeiro trimestre de 2022 (R$ 44,6 bi), cuja destinação será aprovada pela AGO de 2023 da Petrobras. Importante reforçar que a Reserva de Lucros foi constituída ao longo dos anos em conformidade com a Lei das Sociedades por Ação e Estatuto Social da companhia e não configura obrigação de desembolso.

A Petrobras ressalta que suas demonstrações financeiras, arquivadas na CVM, são preparadas de acordo com os International Financial Reporting Standards (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB) e também em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que foram aprovadas pela CVM. Adicionalmente, essas demonstrações são objeto de revisão por parte de auditores independentes.